Estava escuro como breu. A sala estava fria, úmida e vazia, exceto por duas pessoas.

– Tem que ser assim, Andrew, não há outro jeito. – Disse uma voz rouca, por trás de um computador.

– Tem que ter. Nunca há só um caminho.

– Apenas aceite.

– Você sabe quantas pessoas morrerão se isso continuar? Eu posso dá um jeito.

– Você não pode, Andrew, ninguém pode.

– Há um outro mundo.

– Sim, nós sabemos, há vários.

– Há uma garota de outro mundo.

– O que você quer dizer?

– Uma garota em outro mundo tem conexão com esse mundo. Não sei explicar, apenas sei.

– E o que você acha que ela pode fazer? É apenas uma garota! Conexões assim acontecem de épocas em épocas.

– Ainda sim, é raro. Ela não é só uma garota. Confie em mim.