Entre Tapas E Beijos

37 Isso me soa perfeitamente bem.


Notas iniciais
Ei amores da Florence, cheguei com mais um pra vocês... Até as notas finais... haha

POV Fatinha

2 semanas depois

Mais feliz que eu? Impossível, superei todos os traumas e dificuldades, graças às pessoas maravilhosas que eu tinha na minha vida, havia passado na federal do Rio de Janeiro e faria direito, sim, eu queria ser advogada na área de Defensoria Pública queria ajudar as pessoas como o doutor Ovaldo me ajudou. Meus pais, e o Bruno ficaram todos orgulhosos por eu ter passado em uma federal, e eu também estava orgulhosa de mim. Julia passou em moda, Alex faria Gestão Ambiental ele amava isso, Alice passou em Arquitetura, Guilherme em Medicina, ele seria um neurologista, segundo ele, queria salvar vidas assim como o John salvou a minha, o Brunito, e o Tony já estavam formados, um em Letras e o outro em Fisioterapia.

Estava trabalhando, contra a vontade de todos, mas estava afinal eu não tinha nenhum lugar para morar ao não ser aquele quartinho, o chefito havia contratado outra menina para ficar comigo, ela se chamava Gabriela, mas eu a chamava de Gabs, ela era muito legal, simpática e tinha um namorado muito simpático também, e que por sinal estudou com o Tony, na mesma sala.

Meu celular tocou, atendi era o Bruno.

Bruno: Bom dia amor.

Fatinha: Bom dia meu moreno.

Bruno: Hoje você vai sair comigo.

Fatinha: Vou é?

Bruno: Vai, e vamos num lugar muito lindo, você vai amar.

Fatinha: Então ta bom. –eu sorri.

Bruno: Te pego às 20h.

Fatinha: Esperarei, estou com saudades. –fazia três dias que não nos víamos.

Bruno: Vamos matar a saudade hoje pode ter certeza, vou ter que desligar agora amor bom trabalho, eu te amo.

Fatinha: Para você também, eu te amo.

Voltei para meu trabalho, e depois do meu turno fui correndo me arrumar, tomei um banho, arrumei meu cabelo, fiz umas ondas nele, depois fiz uma maquiagem preta, e por fim coloquei meu vestido azul, justo desenhando o corpo, e com um V nas costas, mas faltava algo, faltava a correntinha que eu havia perdido nunca vou me perdoar por isso, mas enfim fui esperá-lo, 5 minutos depois e ele bateu na porta, abri e ele estava encostado no batente todo sedutor, e maravilhoso, me olhou de cima a baixo.

Bruno: Meu Deus loira, tu quer me fazer pirar?-ele estava de terno.

Fatinha: Quero... –sorri maliciosamente, e o puxei pelo casaco, ele logo me enlaçou na cintura com uma mão e a outra direto na minha nuca, e nos beijamos com muita vontade. –Saudade disso. –susurrei na sua boca.

Bruno: Acho melhor irmos antes que eu arranque esse vestido seu. –sorri para ele e o puxei dali.

Chegamos ao lugar e era em um hotel com vista para o mar, fomos direto para o restaurante do lugar que tinha um clima romântico.

Bruno: E ai gostou?

Fatinha: É perfeito! –sorrimos um para o outro.

Bruno: Sabia que você ia gostar daqui.

Fatinha: HM, pelo visto esta me conhecendo bem em moreno?

Bruno: Você nem imagina o quanto.

Bruno pediu as comidas, sobremesas, bebidas e tudo era muito fino e elegante, depois ele me puxou para uma dança, estávamos bem agarradinhos, ele estava com as mãos na minha cintura e eu com o braço em volta de seu pescoço, e ele começou a sussurrar em meu ouvido.

Bruno: Linda, cheirosa, maravilhosa, gostosa... –e beijou ali.

Fatinha: Já disse que você é o melhor do mundo? Você é o melhor do mundo, o mais lindo, mais charmoso, o mais carinhoso, e o mais safado também. –nós rimos, e eu colei minha testa na dele.

Bruno: Temos um quarto nos esperando sabia?

Fatinha: Aé? O que estamos fazendo aqui ainda?

No mesmo momento ele me levou dali, fez todo o procedimento e subimos, entramos no quarto aos beijos derrubando tudo que tinha na frente, mas ele parou de repente.

Bruno: Faat tenho uma coisa para você, fecha os olhos. –assim eu o fiz, ele colocou alguma coisa em meu pescoço, e quando eu olhei era a minha correntinha.

Fatinha: Aaah Meu Deus Bruno, você achou!

Bruno: Sim! Você foi muito esperta. –ele me puxou novamente para seus braços e começou a passar a mão em meus cabelos. –Eu nunca vou me perdoar por ter deixado aquilo acontecer com você. –em seus olhos tinha dor.

Fatinha: Pelo amor de Deus Bruno, para de dizer isso, enquanto estive com você, nada de mal me aconteceu, mas eu me afastei de você, e a culpa não foi sua.

Bruno: FOI! AAh meu Deus eu sinto tanto, tanto... –ele me soltou e me deu as costas e passou a mão nos cabelos.

Fatinha: Olha pra mim! –fui até ele e puxei seu braço. –Ninguem nunca me disse que o caminho seria fácil, mas eu sempre soube que o final valeria a pena, e valeu, eu não me arrependo do meu caminho, porque ele me trouxe até você. Eu faria e sofreria tudo novamente.

Bruno: Eu não fiz nada para te merecer loira.

Fatinha: Para! Para, para, para. Não estraga essa noite!

Bruno: Já estraguei.

Fatinha: MERDA BRUNO! SERÁ QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE VER O QUANTO EU TE AMO? O QUANTO VOCÊ ME FAZ FELIZ? Será que você é tão burro assim? Eu acho que não!

Bruno: Mais uma vez eu te irritei.

Fatinha: Eu to falando serio, eu vou te jogar pela janela! Cala essa sua boca. –ele começou a rir. –Do que você esta rindo?

Bruno: Não me joga da janela, serio, eu ficaria todo arruinado.

Fatinha: Seria bom, quem sabe você parava de falar essas idiotices.

Bruno: PAREI OK?

Fatinha: Idiota.

Bruno: Nervosinha.

Fatinha: Me beija?

Bruno: Como se fosse preciso pedir... –ele me deu um beijo, daqueles bem românticos e arrebatadores. -Você é a mulher a pessoa mais incrível desse mundo! Eu te prometo amor eterno, e nunca mais deixarei que ninguém rele um dedo em você.

Fatinha: Eu juro te amar até a eternidade. –sorrimos um para o outro e nos beijamos.

Bruno: Obrigado por existir, e me deixar te amar. –e ele me tomou novamente.

Aos poucos fomos tirando as roupas, e ele foi todo cuidadoso e carinhoso comigo, como sempre, me fez sua mulher, me amou, e eu também mostrei que sabia dar conta do recado, acho que foi a primeira vez que eu fui mais “ousada” com ele, e assim, exaustos tomamos um banho na banheira, onde mais algumas coisinhas aconteceram, e fomos dormir. Tínhamos reatado definitivamente, e naquele momento, era apenas Bruno e Fatinha, sem pensar em mais nada.

24 de Dezembro — Véspera de Natal

Julia estava toda ansiosa, pois seria um encontro de famílias e nada poderia dar errado, Mateus estava com 4 Meses, ele era lindo, sorridente, e todo mundo babava, meus pais eram “os avos corujas”, e me apoiaram em tudo.

Montamos uma arvore gigante no meio da sala, e colocamos todos os presentes em baixo. Dona Mara e Dona Ana não desgrudavam do Mateus, e eu aproveitei é claro para não desgrudar do Bruno, estávamos apenas abraçados, sentindo o calor um do outro, quando o Ovaldo, a Ana, e a Julia se aproximaram de nós.

Fatinha: Cunhadjenhaa!

Julia: Argh! Mais que saco Faat. –mandei um beijo para ela, e ela revirou os olhos para mim, eu sorri. –Viemos falar com vocês.

Bruno: Sério? Pensei que vocês apenas iam ficar olhando para nós.

Julia: Cala a boca Bruno, idiota. –nós rimos.

Ovaldo: É filho, você sabe daqui a pouco é natal e...

Julia: E esse é o primeiro natal, depois de anos que não passamos todos juntos, mas não estamos totalmente juntos.

Ana: Deixa-me falar Julia. Fatinha vem aqui minha querida. –eu me coloquei um pouco mais a frente, e soltei dos braços do Bruno. –Fatinha... Quem diria, eu não sei nem por onde começar, bom, eu queria te pedir do fundo do meu coração desculpas, perdão, por favor, minha filha, me desculpa, eu me sinto tão culpada por tudo o que aconteceu com vocês, e eu juro se pudesse voltar ao passado faria tudo de outro jeito, me perdoa Faat, o Bruno não poderia ter escolhido pessoa melhor para ele, e realmente você é a melhor pessoa do mundo. –ela me olhava com um olhar de arrependimento, e eu via a verdade, ela me maguou muito muito, mas minha mãe me ensinou a ser melhor do que aquele que me atijiu e a perdoar, e ela sorriu para mim, um sorriso tão parecido com o do Bruno, e eu percebi que lagrimas escorriam pelos meus olhos.

Fatinha: Eu... Eu... Eu te perdoo. –disse trêmula, ela ficou espantada com minha decisão e começou a chorar assim como a Julia.

Ana: Eu posso te abraçar? –eu nem respondi e a abracei, e ficamos um tempo assim, ela disse varias coisas em meu ouvido, e me agradeceu muito. –Meu filho... –ela olhou para ele. –Tudo o que eu disse aquele dia, eu não menti uma palavra se quer, se for preciso, eu lutarei até eu morrer pelo teu perdão. –eu apenas olhava para ele, e parecia que ele ia desabar a qualquer momento.

Fatinha: Bruno... –ele olhou para mim, e seus olhos estavam marejados.

Bruno: Obrigado, obrigado por ter trazido a minha vida de volta. –eu não estava entendo o que ele estava dizendo. –Você me salvou uma vez doando o seu sangue, mas pode ter certeza, ter salvo a vida da Fatinha, foi muito melhor do que tudo.

Ana: Como você soube? –todos nós ficamos espantados, e eles choravam muito.

Bruno: Não importa! Não importa! Eu te perdoo. –eles se abraçaram.

Ana: AAAAH MEU FILHO EU TE AMO TANTO! EU esperei tanto por esse abraço. –e deixamo-los a sós.

O relógio marcou 00h00min nos cumprimentamos com o “Feliz Natal”, depois ceiamos, e entregamos os presentes, todo mundo estava explodindo de felicidade, Ana colocou uma chave de um apartamento em minha mão, e disse que era a nossa casa, mas só quando casássemos, porque agora ele seria meu, ela não achava certo eu morar naquele quartinho, eu no começo recusei, mas ela disse que era seu pedido de desculpas, no fim eu aceitei. Eu não poderia estar mais feliz, finalmente aquela família estava em paz, e a minha estava começando a se construir, e eu estava com os maiores presentes da minha vida, e o maior de todos dormia tranqulamente em meus braços, meu pequeno milagre.

Uma semana depois

Estavamos esperando ansiosamente o ano novo, ano de faculdade, de alegria, de amor, de paz, felicidade e tudo de bom, estava com o Mateus em meu colo, aguardando a queima de fogos, o olhar dele era vago, ele olhava para mim depois voltava para o céu.

Fatinha: Ei meu amor, é lindo né? Eu vou te amar para sempre, eu prometo. –eu dei eu beijo em sua cabecinha, ele tinha um cheiro tão bom, um cheiro de inocência, o Bruno veio perto de mim, passou o braço na minha cintura e deu um beijo no meu pescoço. –Olha quem veio aqui, o papai. –ele sorriu mostrando sua gengiva rosada para nós.

Bruno: AAH filhão assim o coração do papai não aguenta. –ele disse passando o polegar em suas bochechas. –Me deixa pegar ele loira? –o passei para o colo do Bruno.

Fatinha: Ele reconhece você de longe. –ele olhou para mim.

Bruno: Você é extraordinária sabia? Eu sou tão sortudo por ter vocês, e sem você eu não seria como eu sou.

Fatinha: Você não seria carinhoso, amoroso, de bom coração, o homem mais perfeito do mundo, o meu homem, o meu herói, o meu Bruno e só meu.

E os relógios marcaram 00h00min e o céu ficou todo colorido, nós olhamos para o alto, depois voltamos a atenção um para o outro.

Fatinha: Eu te amo. Meu primeiro eu te amo de 2014. –me aproximei dele e lhe dei um beijo, ele passou seu braço livre pela minha cintura.

Bruno: Eu te amo, será o primeiro de muitos esse ano. – nós sorrimos, ele me deu mais um beijo, e o Mateus resmungou em seu colo. –Ei filhão eu também te amo.

Fatinha: Amamos você meu anjo.

Nos cumprimentamos com o Feliz Ano Novo, todo mundo estava emocionado e feliz, a família estava reunida, e comemorávamos a guarda do Mateus, sim entramos na justiça pela guarda dele, não foi difícil de ganhar, assim que os avós maternos dele os entregaram para nós, eles foram embora para a Australia, e iria morar por lá e recomeçar a vida, e sempre que desse eles iriam vim para ver o pequeno.

Ana: Faat! –ela veio me abraçar. –Feliz Ano novo!

Fatinha: Feliz Ano Novo Ana. –sorri para ela.

Ana: Queria te agradecer por tudo, tudo mesmo, obrigada por salvar minha família. –ela falava olhando em meus olhos e transmistia verdade.

Fatinha: O amor Ana, ele é capaz de mudar as pessoas. –sorri para ela.

Ana: Você... é muito sabia menina. –ela sorriu para mim, logo a Julia lhe deu um abraço e eu fui até o Bruno.

Fatinha: Nossa que gatinho, vem sempre aqui? –ele me puxou pela cintura, e eu passei os braços em torno do seu pescoço.

Bruno: Nem sempre, mas eu abro uma exceção. –nós sorrimos. –Não da para acreditar.

Fatinha: O que?

Bruno: Como minha vida mudou esse ano.

Fatinha: Conte-me mais sobre isso.

Bruno: Tudo começou no dia que eu fui levar minha Irma ao colégio, e quase atropelei uma louca, eu achei ela linda sabe, ai os tempos foi passando fui me encantando por aquela loira, e nem percebi o bem que ela me fazia, até o dia que começamos a namorar, e enfim passamos por tantas coisas mas olha nós aqui... Felizes e apaixonados.

Fatinha: E eu? Uma menina do interior de Minas Gerais vim para o Rio, e encontrei um moreno irritante, folgado, chato, e me apaixonei por ele perdidamente.

Bruno: Você o ama?

Fatinha: Eu o amo mais que tudo, ele é o meu chão, meu ar, meu tudo.

Bruno: Interessante isso.

Fatinha: E você ama aquela loira louca? –ele deu seu sorriso mais lindo do mundo, aquele que tirava meu ar.

Bruno: Se eu amo? Bom, assim, eu só vivo ela, vivo pensando nela, ela só é a mulher da minha vida, acha que isso é amar?

Fatinha: É um sinal. –ele me calou com um beijo, bem apaixonado, e depois enterrei meu rosto em seu peito e ele me abraçou.

Bruno: Minha vida... Para sempre vou te amar.

Fatinha: Isso soa perfeitamente para mim, e espero que não quebre sua promessa.

Bruno: Nunca quebrarei minha promessa.

A noite não acabou por aqui, depois tomamos a champanhe, comemos uma ceia muito sofisticada, fomos para a pista de dança da casa, eu e o Bruno como sempre arrasamos, já se passavam das 4h quando fomos nos deitar, e fizemos uma festhenha em particular se é que posso dizer assim.

Notas finais: BRUTINHAAA ! shaushuash E a ana em gente? Se arrependendo UAAAAU

E ai? gostaram? odiaram? me perdoem se nao saiu do agrado de vocês ;( Prometo que os proximos serão maravilhosos! Ei, estou muito feliz com voces entrando em contato cmg, elogiando, e pedindo maaaaaais, uhuuu voces são incriveis ♥

Mas amores, que tal comentarem mais? Favoritarem, recomendarem? GOGOGO preciso de vocês, serio :( Tia Florence merece? hahah

Notas finais
AAAAAAAAAh! Brutinha