Entre Tapas E Beijos
8 Capítulo 7 - No escuro da noite
Notas iniciais
POV Fatinha
1 semana depois
Fatinha: AAAAH ALICE, por favor, não leva mais uma roupa preta ou roxa, please, leva essa aqui óoo... –estávamos nós três no shopping comprando roupa para ir à festa, não que não tivéssemos, mas essa festa pedia roupa nova, enquanto isso na loja eu e a Juh já havíamos escolhido a roupa e só faltava a Alice, e como sempre ela queria um vestido preto E roxo rasgado, todo estranho, um coturno, céeeeeeeeeeus.
Juh: Aaaaaaaaaah amiga leva esse vestidinho azul. –só porque ela queria.
Fatinha: Não juh, ela tem que leva esse curtinho. –só porque eu queria.
Alice: CHEGAAAA VOCÊS DUAS, EU VOU LEVAR ESSE PRETO COM ROXO E ACABOU. Obrigado pelo atendimento moça é esse mesmo que eu vou levar. — aaah não ela escolheu mesmo aquele, fazer o que, era o estilo dela e ela ficava demais assim, não adianta ser o que não somos. O meu vestido era lindo, não tão curto assim, no meio da perna para ser mais exata, aaaai era perfeito, a Juh que me ajudou escolher e ela era excelente para moda, compramos sapatos também, e para nossa rockerinha o tal coturno e agora era só esperar a festa.
1 semana depois
Estávamos todas na casa da linda da Juh, ela ia fazer a nossa make e a Alice o nosso cabelo, e eu estava encarregada de animar o resto da tarde e a vida delas, sou demais eu sei, e eu sempre conseguia. Pronto! Estávamos perfeitas, divas e poderosas. O Bruno ia conosco, e quando eu o vi, aaaaaah meu Deus, isso só podia ser a visão do paraíso, me dava até pena dos outros homens, porque ele pegou a beleza de todos eles.
Bruno: UAU, vocês estão lindas em. –mas ele olhava diretamente para mim. –Acho melhor nós irmos. Elas foram à frente e eu fui atrás delas, mas ele me puxou... Meu coração parou literalmente, ele me colocou de frente com ele. –Você esta perfeita. –pude sentir seu hálito fresco, seu cheiro maravilhoso, e o calor do seu corpo junto ao meu.
Fatinha: Obrigada, eu sei que sou muito diva, mas você não está nada mal também. –ele passou o braço em minha cintura e me puxou para mais perto de si, nossas bocas quase se encontraram, quando levamos um susto.
Julia: VAMOS GENTE! Ops... acho que atrapalhei algo.
Bruno: AAAH maninha que bom que você sabe, obrigado. Vamos gata? –ele disse para mim, e assim fomos, mas eu ainda estava hipnotizada por ele.
Chegando lá, a Juh já encontrou com o seu namorado, e a Alice com o Gui, aaaah meu Deus os olhinhos dele até brilharam quando ele a viu, ele já havia comentado que estava gostando dela, ou que sempre gostou, mas ela nunca lhe deu bola, então eu resolvi dar uma forcinha para meu anjo, e parece que estava dando certo, ela estava começando a dar um pouquinho de atenção para ele.
Eu estava com o Bruno, a única pessoa que eu queria estar agora, ele não me deixou sair nem se quer por um minuto do seu lado (segundo ele eu estava muito linda, e ele não queria que alguém me agarrasse), mas eu queria de preferência ele, mas eu sabia que esse não era o motivo exatamente,ele tava muito irritado porque aqueles tais amigos do Heitor que não valiam nada estavam me encarando desde a hora que chegamos aqui, e eu estava começando a ficar com medo, mas eu achei melhor chamar ele para dançar para ver se aliviava a barra, e quem sabe rolava o meu tão sonhado beijo.
Fatinha: AAH vai moreno mais lindo do mundo, vamos dançar por favor. –era a 12347654 vez que eu chamava ele.
Bruno: Ta booooom, você venceu pelo cansaço. –não pensei duas vezes, o puxei pelo braço e lá estávamos nós dançando, junto com toda a galera, e como eu havia pensado isso o fez esquecer aqueles caras, e depois de tanta musica agitada, a música lenta, HAHA ai eu queria ver, mas ele não quis parar de dançar, pelo ao contrario, me puxou pela cintura e eu passei meus braços em volta de seu pescoço.
Bruno: Você é demais sabia? –ele sussurrava em meu ouvido, tal coisa que me arrepiava o corpo inteiro.
Fatinha: Ahan sabia. –nós rimos. Ele olhou em meus olhos, e sua boca foi chegando cada vez mais perto da minha e pronto, eu já não estava mais ali, estava em um mundo onde existia apenas nós dois, e aquela era a melhor sensação que eu já havia sentido até agora, já tinha beijado de 9 meninos, mas nenhum se comparava a ele, nenhum beijo era igual ao dele, no começo era doce, e depois começou a se intensificar e sua língua pediu passagem na minha boca, e assim elas formavam um ritmo perfeito, se encaixavam tão bem, minha mente tinha parado literalmente, uma mão dele estava na minha cintura e a outra nos meu cabelos, em minha face, e por onde elas passavam deixavam um formigamento, eu acariciava seus cabelos... Estava perfeito demais, mas acho que já estava sem ar, então paramos, e logo continuamos, e ao longo da noite muuitos beijos aconteceram.
Fatinha: Vou buscar algo para beber, você quer?
Bruno: Quero sim princesa, pega uma água, apenas uma água.
Fatinha: NOSSSA, QUE MILAGRE kkk, pode deixar já volto.
Quando cheguei perto das bebidas, eu vi aqueles caras horríveis bem perto de mim.
POV Bruno
Ela estava demorando demais, e isso não era bom, será que ela foi fazer a água? Estava indo atrás dela, mas o Tony me puxou:
Tony: Bruno, graças a Deus eu te achei, você tem que salvar a sua mina cara. –ele estava assustado e pálido e eu não entendia nada.
Bruno: Calma Tony, fala mais devagar.
Tony: Cara, tá ligado aqueles amigo do Heitor que são “estranhos”? Então Bruno, aah é horrível demais... –eu estava começando a ficar preocupado.
Bruno: FALA LOGO!
Tony: Cara, eu estava no banheiro e eles não me viram lá, e eu escutei eles falando sobre a Fatinha, um deles diziam que queria ela essa noite, que ele desejava ela mais do que qualquer outra, e que se fosse preciso ele ia usar a violência mais ele ia ter ela essa noite. –senti meu sangue ferver, eu era capaz de matar quem quer que fosse para salvar ela.
Bruno: Se tem certeza que é ela? Isso é muito serio!
Tony: Claro que tenho irmão, qual é a outra loira gostosa dessa festa e que tava se agarrando com um cara moreno na pista de dança? –NÃO, NÃO, isso não podia estar acontecendo, com certeza ela não daria bola para aqueles imbecis, e eles usariam a violência com ela, não, eu não podia deixar isso acontecer, se eles relassem a mão nela... Eu não responderia por mim.
Procurei desesperadamente, e a única pessoa que achei foi o Guilherme, contei a ele o que estava acontecendo, e ele teve a mesma reação que a minha, ela não estava ali dentro do salão, eu ficava cada vez mais desesperado, eu nem sabia qual era o sentimento que eu tinha naquele momento, fomos procurar lá fora e lá estavam eles, eram três, mas o que tinha a pior cara do mundo a cara de psicopata, tava com ela em seus braços, e ela estava... Dormindo? Não podia ser.
Bruno: Solta ela agora seu desgraçado. –eu quis voar no pescoço dele, mas o Guilherme me segurou.
Guilherme: Calma cara, calma, ele é perigoso. –ele sussurrou. – Soltem ela agora ou chamamos a policia. –ele falou mais alto para que eles escutassem. O nome dele era Henk.
Henk: O que? HHAHA essa loira é minha agora.
Bruno: Se você não a soltar agora, eu te mato.
Henk: Estou morrendo de medo, e você o que é dela mesmo? AAah não vou discutir com você eu tenho uma noite para aproveitar.- agora ele passou dos limites, e eu não me segurei deu um murro na cara dele, e o Guilherme me segurou e logo o Tony e o Marcos, meu outro amigo, separaram a briga, eu queria chegar até ela, mas aquele cara estava na frente, até que o Heitor apareceu, e começou a dizer:
Heitor: Por favor, Henk vai embora, isso já passou dos limites, não quero confusão com a policia.
Bruno: Seu idiota, você sabia de tudo isso? – eu parti para cima dele, mas o Guilherme me segurou de novo, eu ia dar um soco nele se ele fizesse isso mais uma vez.
Henk: Nunca cara, ela é minha.
Bruno: É sua o caramba, eu já falei, solta ela ou te mato.
Heitor: Calma cara pode deixar comigo. –eu olhei com o olhar fuzilador para ele, eu ia denuncia todos eles por isso.
Eu não sei o que ele disse para ele, mas seja lá o que for meu pai era advogado, e eu faria questão de ver eles todos presos. Ele soltou ela, eu a peguei em meus braços, mas o engraçado era que ela ainda dormia.
Bruno: O que você fez com ela desgraçado?
Henk: Calma fera, ela só vai dormir até amanha, pode aproveitar se quiser. Boa noite Cinderela.
Minha vontade era de matar ele, se eu não estivesse com ela em meus braços eu teria matado.
Heitor: Bruno me desculpa por isso, e pelo amor de Deus não leve ela para o hospital.
Bruno: O que? Você quer morrer ou ser preso? Se você acha que eu não vou levar ela ao hospital está muito enganado. E amanhã já farei uma denuncia contra todos vocês, só não vou até lá agora mesmo por que ela precisa de cuidados.
Heitor: Bruno, essa noite não por favor. Ela não esta doente nem nada, ela só esta num sono profundo de 12 horas, se você a levar no hospital eles saberão as causas e a policia será envolvida, e com certeza nem você e nem ela irão para casa, Bruno pensa um pouco...- Eu não conseguia pensar.
Guilherme: Bruno, pensa cara, ela precisa de cuidados, e isso é verdade vocês não poderão ir para a casa, você não acha que ela já sofreu demais hoje? Eu também acho que você tem que denunciar, mas amanhã cara, seu pai é advogado, não vai ter problemas... Mas pensa nela. –Ele tinha razão, eu tinha que pensar nela realmente.
Bruno: Ok, só por causa dela, e de amanhã não passa. E cara se esse efeito não passar, eu nem sei do que sou capaz de fazer com você.
Heitor: Pelo menos dessa vez acredita em mim, sei que não mereço mas eu sei o que ele usou na bebida dela,fui eu quem comprei eu só não sabia o porquê disso, e agora eu sei qual era a razão dele, eu não seria capaz de fazer nada de mal a ela, e não deixaria ninguém fazer também...Se eu soubesse que ele tinha essa intenção...
Bruno : CALA A BOCA,eu não aguento mais ouvir nada de você. Vamos para casa meu doce. –falei para ela. — Guilherme, você leva minha irmã e a Alice para a casa? Eu preciso cuidar dela, minha mãe é medica, eu vou ligar para ela.
Guilherme: É claro cara, vai sossegado, e pelo amor de Deus me avisa qualquer coisa, eu amo muito essa minha amiga.
Bruno: Não diz nada para as meninas, pelo menos não agora, amanhã eu conto para elas.
Guilherme: Tudo bem vai com Deus.
Eu estava tão desnorteado com tudo o que estava acontecendo, como isso tudo era possível? Mas eu só estava preocupado com ela, amanhã eu faria algo contra aqueles monstros desgraçados, cheguei a casa dela, liguei rapidamente para minha mãe, e lhe expliquei tudo, ela me disse tudo o que eu tinha que fazer, e me disse também que eu deveria ligar para meu pai amanhã.
Segui suas instruções, e fui dar um banho nela, ela dormia profundamente, na situação em que eu estava nem olhei para o corpo dela, pelo ao contrario, eu só queria o bem estar dela, vesti ela , e coloquei a na cama, e me deitei ao seu lado, eu não conseguia dormir, pensando nas palavras daquele monstro, não imaginava as mãos sujas dele em cima dela, graças a Deus que ela estava dormindo e não viu nada disso. Eu nunca me perdoaria se alguma coisa a mais tivesse acontecido com ela. Eu peguei no sono, estava muito cansado, amanhã seria um longo dia, e acho que foi melhor mesmo não ter levado ela para o hospital, minha mãe cuidara bem melhor da minha loira, mesmo que foi por telefone.
E certamente ela acharia muito estranho, eu teria que explicar tudo, teria que me preparar.
Notas finais
me esperem no proximo cap. ele vai contar o que aconteceu para ela, será que vai acontecer algo? hmmm :3
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