Entre Tapas E Beijos

6 Capítulo 5 - Desculpas aceitas


Notas iniciais
Espero que gostem minhas divas e meus gatinhos ...

Pov Fatinha

A festa foi demais, sem tirar nem por, não sei muito bem mais tive uma leve impressão de que o Bruno estava super afim de mim, ótimo, seria legal isso, a cara que ele fez a hora que me viu beijando o Gui, foi hilária devia ter tirado uma foto, segundo a Alice ele sempre se achou o máximo, o top dos tops, ele era isso tudo isso mesmo, mais eu queria que pensasse que para mim não, seria legal ver aquele idiota quebrando a cara... Será que eu resistiria, se ele insistisse? AAAAI céeus.

A galera iria para a praia amanhã e eu também, eu estava louca para poder entrar no mar, e foi com os pensamentos sobre o... o... o... o mar, é claro que eu já estava inconsciente e dormia tranquilamente.

Alice: ACOOOOOOOOOORDA FATINHA! QUANTAS VEZES EU VOU TER QUE TE CHAMAR?! CARAMBA MENINA. –dessa vez ela jogou um copo de água no meu rosto, acho que ela me chamava há algum tempo, mas espera ai, como ela entrou aqui? Pulei da cama assustada, eu ia matar ela por ter feito isso com um doce de menina igual a mim, sqn HAHAH eu faria a mesma coisa com ela.

Fatinha: Céeeeeus Alice, que horas são?

Alice: Já são 10h!!!!!!!!! –ela estava brava.

Fatinha: Ainda? Vou dormir mais um pouco. –virei para o outro lado, e fechei novamente os olhos. –Aliás, como você entrou aqui?- era impossível já que eu tinha trancado a porta.

Alice: Você deixou a porta aberta, AGORA LEVANTA PELO AMOR DE DEUS, está todo mundo lá já. –Agora ela usou a violência e me puxou da cama.

Merda, eu me lembraria de fechar a porta a próxima vez que eu chegasse tarde e morta de sono, não é bom ficar dormindo de portas abertas por aqui.

Chegamos ao meu maior sonho, agora realizado, o dia estava ótimo, vários surfistas, famílias, muita gente e muuuuuitos gatinhos e um em especial que eu já conhecia o Bruno, eu vi ele de longe jogando vôlei e era o melhor de todos, e sem camisa ele era maravilhoso, uma perfeição, e para complementar tinha umas “projeto de mulher “ ridículas que não parava de olhar para ele, isso era inevitável, mas nossa cara podia dar uma manerada né, biscates, me senti vermelha de raiva... Mas como era uma idiota, eu não tinha nada com ele mesmo, não havia motivo para isso.

Alguns amigos nossos vieram nos cumprimentar, ele percebeu que alguém tinha chegado e claro para tanta movimentação só podia ser nós, as divas do colégio, se virou e acenou de longe para nós, e abriu um sorriso, aquele que me balançava, exatamente na minha direção.

Nós mulheres, arrumamos um lugar para ficarmos, arrumamos as coisas, e como eu estava morrendo de vontade de entrar na água, a Juh e a Alice foram comigo até lá, eu senti uma emoção muito grande, nunca tinha visto ou sentido o mar, e agora eu estava dentro dele, era uma sensação tão boa, eu estava no paraíso. Depois de muito tempo em que fiquei lá resolvi voltar para debaixo do guarda-sol, o Gui estava lá me sentei perto dele precisava falar com ele:

Gui: Está gostando da praia? – nós dois olhávamos para o mar.

Fatinha: Gostando?! Eu estou amando, isso aqui é perfeito demais. –nós rimos, eu parecia criança. –Gui preciso falar com você.

Gui: Eu também, mas as damas primeiro.

Fatinha: okok gentileza em pessoa, kkk Gui eu nem sei por onde começa...

Gui: Pelo começo oras... –ele era sempre brincalhão comigo, dei um sono de leve em seu braço, e ele um cutucão na minha costela.

Fatinha: Seu tonto, bom, sabe eu fiquei pensando sobre ontem e acho que só foi um beijo mesmo Gui.- eu estava muito mal, não queria ver ele magoado, ele era importante demais.

Gui: Eu sei menina, eu também estava pensando e beijar você foi legal, você é linda, mais eu tenho um carinho por você que é de amigo, eu sinto que tenho que cuidar de você, mais é como seu amigo, entende? –ele me olhou nos olhos.

Fatinha:É claro, eu sinto a mesma coisa, e sabe foi bom ficar com você também, mas... –eu gaguejei, não sabia usar as palavras igual ele.

Gui: Não precisa falar nada menina, eu já entendi, e agora já posso te chamar de amiga?

Fatinha: aaaah Gui, obrigado por tudo, e é claro, além do meu cachorro, você é meu anjo. Me dá um abraço? –agora eu sabia o que era meu sentimento por ele, de irmão.

Gui: Não precisa nem pedir. –agente se abraçou, e assim eu me senti muito mais aliviada.

Depois resolvi dar um passeio sozinha pela praia, para pensar, e parei em frente o mar e fechei os olhos só para sentir aquela brisa, quando senti meu coração tremer:

Bruno: Oi.- assustei com ele.

Fatinha: Oi.- coração se acalma, é só o idiota.

Bruno: Você sempre é assim seca?

Eu pensei bem, eu não queria ser mais assim com ele.

Fatinha: Não, me desculpa, eu só estava distraída. –eu olhei para ele, e ele ainda estava sem camisa com aqueles músculos todos a mostra, motivo para todas as mulheres -que se consideravam mulheres de fato- babar naquele corpo, sua pele estava molhada e seu cabelo também, ele ficava tãaaaaao lindo assim que chegou me faltar o ar, se isso não fosse a visão do paraíso, por favor alguém me mostre como é.

Bruno: Distraída?É você me pareceu bem distraída. Vamos começar de novo? –Ele estendeu a mão na minha direção. –Prazer Bruno.

Fatinha: Prazer Maria de Fátima. – eu peguei na mão dele dando um sorriso, e ele me puxou para um abraço.

Ficamos assim por alguns segundos, e depois:

Bruno: O que você tanto conversava com aquele cara? – eu fiquei tipo hãa?! E me dei conta de que ele falava do Gui.

Fatinha: Não posso conversar mais com ninguém?

Bruno: Claro que pode, só estava curioso...

Fatinha: Bom agente tá começando de novo não tá? Então... ele só é meu amigo igual você.- minhas palavras me doeram não sei porque.

Passei o final do meu dia com ele e meus outros amigos, até que ele não era tão idiota assim, dei tantas risadas com ele, meu dia estava completamente perfeito agora, e ele até foi comigo no mar, me deu um susto danado quando sumiu embaixo da água, mas foi só susto mesmo, isso não era coisa para se fazer comigo, fiquei brava mais depois passou, afinal como ficar brava em um dia desses? Depois todos nós fomos “jogar” vôlei.

Bruno: Vem comigo. — ele me puxou deixando todos para trás e saímos sem que ninguém percebesse, e eu claro fui.

Fatinha: Aonde vamos? Eu estou curiosa. Afinal você não ama jogar vôlei?

Bruno: Curiosidade mata princesa. Espera. E eu amo sim, mas tenho que te mostrar algo agora e o vôlei eu posso jogar amanhã, já disse que eu sou meio que “professor de vôlei”?

Fatinha: Sério?! Por isso que você é muito bom. Você é meio que professor? Kkkk amei essa. Você tem bastante alunos?

Bruno: Alunas, para ser mais exato. –parece que ele tinha o poder de me deixar irada, mas eu não disse mais nada.

Subimos uma pequena elevação e estávamos no topo, eu via a praia inteirinha e o pôr do sol.

Bruno: Surpresa! –então era o pôr do sol que ele queria me mostrar, só que aqui de cima.

Fatinha: AAAAH meu DEUS BRUNO, que coisa mais linda!

Bruno: Sabia que você ia amar, você se encanta com tudo aqui do Rio né,- eu ri desse comentário porque era verdade- eu venho sempre aqui, quando estou sozinho,me sinto tão bem, e foi um jeito que achei de te pedir desculpas por eu ter te atropelado. –nós rimos lembrando do acidente.

Fatinha: Nossa isso aqui é um paraíso, é eu aceito suas desculpas. –eu ri e ele me olhou mais profundamente, parecia que estava vendo se era verdade mesmo o que eu estava dizendo.

Bruno: Obrigado, eu estava realmente mal, e você foi a única pessoa que eu trouxe aqui. –acho que me senti feliz por isso.

Fatinha: Posso vim sempre aqui? Ai você não fica mais sozinho. – olhei em seus olhos e ele pegou na minha mão e me puxou para perto de si.

Bruno: Sempre que quiser loira. -eu deixei minha cabeça descansar em seu ombro e ficamos assim até o dia terminar completamente. Depois, completamente perdidos das horas, voltamos para a praia e ninguém mais da nossa turma estava lá, então fomos embora, e no caminho conversamos bastante, contei a ele porque vim para cá, onde eu morava, o que eu fazia, e ele também falou sobre ele, a cada palavra eu ficava mais impressionada, tirando seu lado “galinha” é claro, porque ele também me contou que já tinha perdido as contas de quantas meninas ele havia beijado, e perguntou para mim também sobre isso, eu tinha ficado com apenas três meninos, os únicos meninos bonitinhos que moravam perto da minha antiga casa, e um dos motivos que eu vim pro Rio também foi esse, eu tinha certeza que aqui tinha muuuuuuitos gatinhos, e um estava na minha frente agora.

Ele foi embora, depois de mais ou menos 1h30m que voltamos de lá e eu resolvi ligar para minha mãe porque já estava com saudades:

Depois de 10 minutos falando com a mamãe...

Fatinha: AAAAh dona Mara, eu estou me cuidando muito bem, fica sossegada.- ela já tinha perguntado 3 vezes isso.

Mara: Ta bom filha, eu acredito, mas você está comendo direitinho?

Fatinha: Muito bem mamãe, e eu preciso desligar, amanhã tenho aula e meu primeiro dia de trabalho, eu amo muito você, e diz para o papai também que eu estou morrendo de saudades, e dá um beijo no meu Beethoven por mim?!

Mara: Tudo bem meu amor, um beijo se cuida, qualquer coisa me avisa ta?! Pode ligar a qualquer hora. Eu te amo mais que tudo filha, e pode deixar eu falo sim, seu pai não admite sabe, mais ele está morrendo de saudades de você também, e eu vou tentar cuidar do Beethoven como você cuidava.

Fatinha: Eu sei muito bem como o papai é durão – nós rimos- Eu sei que você consegue mãe, e assim que eu arrumar um lugar maior eu trago ele comigo. Boa noite mamãe.

Mara: Isso filha, ele sente muito a sua falta. Boa noite minha Thuthuquinha. –minha mãe e seus apelidos ridículos de quando eu tinha 2 anos de idade, desliguei o cel, e fui me deitar.

E assim terminou meu dia, e amanhã eu vou começar em meu trabalho novo, uhuuuul seria legal ver muitos turistas.

Notas finais
e ae gostaram? amaram? ou odiaram?
Aaaah gente no fundo no fundo ele é romântico, só precisa que alguém descubra isso com ele né, ♥
Ameeeei escrever esse cap meus amores. O próximo terá muitas coisas engraçadas para vocês.
E até amanhã... ♥