Entre Rosas
4 Entre Rosas (cap4)
Meu corpo estremeceu sim eu era virgem, alias eu só pensava em estudar, minha mãe trabalhava duro pra dar uma vida digna pra mim e pro meu irmão, ele por sua vez mesmo sendo mais novo que eu, também se matava em trabalhar e dizia, que ele queria ver o meu sonho sendo realizado, e que eu devia mesmo estudar, e no que dependesse dele, me ajudaria, então depois que comecei os três últimos anos do colegial, não pensava em outra coisa a não ser eu preciso ganhar aquela bolsa.
er... Porque ta me perguntando isso, eu realmente vou embora Bruna... — Tentei sair, mais ela segurou o meu braço, e disse:
Você não é muito boa em disfarçar as coisas...
E você esta sendo insuportável...
Ela levou a sua mão em minha direção fazendo com que minha toalha caísse, a mão que segurava forte o meu braço desceu e só parou quando chegou entre as suas coxas...
Viu somos iguais não tem porque ter vergonha e você ainda não terminou de me esfregar... Talvez isso a incentive...
Ela segurava o meu braço e movimentava a sua mão para que esfregasse a sua parte mais secreta, um calor tomou conta de mim, era a primeira vez que tinha um contato intimo com alguém, e estava sendo com uma garota... e ainda minha prima...
Viu sua mão começou a ter vida própria, ela levou a mão a minha nuca, puxou pra perto dela e me beijou, e por alguma razão mais forte que eu, eu correspondi, o fato de ser virgem não era desculpa pra mim não saber beijar, pelo contrario isso eu sabia fazer muito bem, e minha boca encaixava perfeitamente na dela.
A esponja caiu ao chão, os meus dedos tocaram sua "boceta" pela primeira vez, e eu tão afoita penetrei facilmente dois dedos nela, fazendo com que ela soltasse um gemido, e mordesse em seguida o meu ombro, e erguendo se na ponta do pé, empurrando seu bumbum contra a parede para facilitar...
Meninas irei desligar o registro de água se vocês não saírem dai em 3 minutos... As palavras da minha tia, fez com que interrompêssemos aquele momento...
Bruna eu estou falando serio... Vamos...
Sim mãe, já estamos saindo...
Olhei pro chão a minha toalha estava encharcada, olhei pra porta e pensei com que cara irei olhar pra minha tia e encará-la...
Como vamos sair em uma só toalha?
— relaxa, deixa comigo! E mude essa cara ate parece que matou alguém e esta querendo esconder o corpo.
Ela sorriu, era incrível como sua fisionomia não havia mudado nada, e o que acontecerá pra ela parecia tão normal. Antes de abrir a porta, ela chutou a toalha escondendo atrás do Box, passando por mim, esbarrou-se e falou em voz alta:
—Ops, desculpa prima esbarrei em você e sua toalha caiu, fique com a minha que eu saio sem...
Abriu lentamente a porta e minha tia estava furiosa, esperando por nós...
O que pensa que esta fazendo Bruna?
Mãe a senhora ainda esta aqui, que fofa que a senhora é, poderia alcançar outra toalha, por favor, esbarrei na Aninha coitada, e fiz com que ela derrubasse, e sua filhinha do coração começou a sentir frio...
Francamente Bruna, você não tem um pingo de juízo... Ana vê se não vai se deixar influenciar por essa menina, o que você tem de anjo ela tem de capeta... Ah como eu queria que ela fosse dez por cento da menina que você é...
Ora mãe isso é coisa de se dizer, ela foi escancarando a porta enquanto a tia estendia a toalha- o que aninha vai pensar de mim? Assim a senhora vai assustá-la...
Não se preocupe não aninha, o negocio aqui é com ela conheço a minha filha e não é de hoje, a janta esta pronta eu vim avisar... Vê se não demorem não quero ter que voltar aqui outra vez
Viu Ana como tem a melhor mãe do mundo e disse que você não tem que se preocupar.
Olhava tudo quieta, e o constrangimento que a pouco eu sentia, dava lugar à euforia, o clima de perigo, a excitação e o medo, e a forma com que Bruna lidou com a situação me deixaram muito tranqüila...
Já separei a sua roupa se vista logo, se não a mamãe vem mesmo aqui nos buscar, ela ta preocupada com você, então ela vai fazer de tudo pra tratá-la bem, aproveite, porque se depender de mim também.
Incrível, era como se ela realmente já havia pensado e planejado tudo aquilo.
Fale com o autor