Entre O Bem E O Mal
43 Capítulo 42- Confiança
Notas iniciais
Emma percorria o corpo de Regina com sua língua, os dentes roçando hora ou outra na pele morena. Da nuca, descendo pelo pescoço e passando pelas costas até a curva do bumbum, onde a loira sorriu e deu um beijo seguido de uma mordidinha. Depois levantando os olhos enquanto a morena se contorcia levemente acordando de sua noite de prazer com sua esposa. O corpo nú de Regina por baixo do de Emma que era adornado apenas por uma calcinha, era uma visão difícil de não babar e a loira estava desejando e muito. Então Emma deitou seu corpo sobre o de sua amada, seus seios roçando as costas dela. A loira respirava no pescoço da morena , dando beijos e lambidas, enquanto os braços envolviam as costas de Regina, as mãos massageando os pequenos seios, deixando os mamilos durinhos, prontos pra ela.
_ O que está fazendo srta. Swan?
Regina perguntou com os olhos cheios de luxúria e os de Emma respondiam a altura.
_ Nada que você não goste srta. Mills.
Então Emma deu um pouquinho de espaço a Regina, deixando a se virar debaixo dela, dando a loira a visão dos seios que antes eram estimulados por ela. Regina sorriu e Emma a beijou em seguida, calmamente, com amor, mas suas mordidinhas e chupadas nos lábios davam o ar de luxúria do momento ao beijo.
Emma voltou a descer pelo corpo de Regina , seus lábios e língua passeando pelo corpo da morena, a pele cor de oliva vibrando e arrepiando a cada toque e estímulo de sua amada. A loira circulou os seios com a língua, mordendo levemente cada biquinho durinho, dando chupadas vigorosas e intensas, massageando ao mesmo tempo. Emma gastou um bom tempo nos seios de Regina, até serpentear seu corpo pra onde ela queria mais estar. Dando beijos, acarinhando com a língua cada centímetro do abdômen e mordendo a borda do umbigo com a pontinha dos dentes. Ela continuou descendo dando beijos de língua no caminho até encontrar o sexo quente e latejante da morena . Emma parou e olhou, lambendo os lábios e se abaixando devagar em direção ao clitóris de sua mulher, ela deu um lambidinha com a pontinha da língua, fazendo Regina gemer baixinho e morder os lábios de olhos fechados, a loira dando um sorriso safado, começou a chupar com voracidade o clitóris de Regina que se contorcia de desejo e excitação, a umidade escorria de seu sexo e Emma rapidamente percebendo o quão pronta ela estava, ainda com o clitóris na boca , levou o dedo a mesma lambendo o e fazendo cócegas no clitóris de Regina , esse movimento fez Regina gritar.
_ Emmma, Me commme!!
Que a loira rapidamente obedeceu enfiando o dedo molhadinho na abertura da morena, já totalmente molhada. Emma estocava em um ritmo rápido pois o orgasmo de Regina já se aproximava. A morena arfava em excitação e gemia enlouquecidamente , enquanto sua loira chupava seu clitóris e estocava seu sexo rodeando o dedo dentro dela, percorrendo suas paredes internas em movimentos circulares. Então Emma sentiu as paredes de Regina apertarem junto com suas coxas que apertavam sua cabeça, nesse momento Emma desceu rapidamente e abrindo com os dois dedos a entradinha da morena , enfiou a língua lá dentro fazendo Regina estremecer em êxtase e em um gozo profundo que Emma recolheu inteiramente , lambendo e sugando cada gota da essência de sua mulher.
Assim que se sentiu satisfeita Emma , subiu pelo corpo da morena e deitou a seu lado dando um beijo quente segurando a nuca e trazendo a boca dela pra si. Quando o ar faltou, elas sorriam felizes e apaixonadas uma pra outra.
O clima de romance estava no ar até ouvirem uma batida na porta.
_ Regina. O Henry tá aqui querendo saber quem vai levar ele pra escola?
Anna falou do outro lado da porta. Até que Henry com sua impaciência habitual abriu a porta num arroubo pegando suas mães tentando desesperadamente se cobrir com o lençol.
_ Mães a Anna pode me levar ... ?
_ Henry..!!
Regina gritou escondendo os seios com o travesseiro, enquanto Emma se encolhia embaixo do lençol.
A boca de Anna aberta com a cena, a ex Conquistadora ficou totalmente paralisada no corredor.
_ Garoto fecha essa porta!!
Emma gritou e Henry saiu de fininho com o rosto corado e um sorriso sem graça.
_ Droga , vou ouvir o maior sermão da mãe depois.
Anna ainda estava chocada. Ela ainda não tinha inaugurado em sua mente que sua mãe e a loira desgrenhada..., só o pensamento deixava Anna sem saber o que sentir. Na verdade Anna não sabia bem o que elas faziam, ela nunca havia conversado sobre sexo com ninguém. Ela nem sequer tinha muita idéia do que era e viver a vida inteira em um mundo retrógrado não ajudava muito pra saber. Não que ela já não tivesse visto os bichos ou escutado uma ou outra conversa sobre o assunto, mas nada nunca lhe fora muito bem explicado.
_ Anna... Anna!
Henry tentava com cutucões tirar sua irmã do transe.
_ Garoto, vamos, eu te acompanho até a escola.
_Mas as mães... não sabemos se elas deixam.
_ Vem logo Henry!
Anna disse puxando o garoto pelo braço.
_Eu tenho que sair dessa casa.
Os dois caminharam em silencio em direção a escola de Henry. O garoto não entendia muito bem porque sua irmã ficara tão perturbada com aquilo. Henry já tinha pego as duas e tirando o sermão de Regina depois , tinha sido engraçado ver suas mães em uma situação tão embaraçosa.
Eles chegaram na porta da escola e foram recebidos por Mary Margareth.
_ Hey, oi Henry! Corre que vai se atrasar pra aula.
_ Okay, tchau Anna, valeu por me trazer.
Anna deu um meio sorriso pro irmão e logo o garoto sumiu pela porta do prédio.
_ Anna como vai?
Mary deu um sorriso genuíno e Anna ficou um pouco encabulada. Ela não tinha nada contra ela só a achava extremamente simplória e talvez por sua criação, ela não sabia bem como lidar com pessoas assim.
_ Bem.
_ Regina e Emma?
Anna lembrou dos momentos anteriores e tentou desfazer o pensamento de sua mente.
_ Da última vez que olhei, estavam bem.
Mary sorriu timidamente.
_ Bem, que bom. Você gostaria de entrar Anna, quem sabe conhecer a escola por dentro.
Anna ponderou por um momento. Ela não tinha muito interesse em escolas, mas tinha menos vontade ainda de voltar pra mansão Mills naquele momento então ela resolveu aceitar o convite.
Mary pôs a mão no ombro de Anna, mas o olhar claramente reprovatório da garota com relação a seu gesto fez com que ela retirasse a mão na hora.
_ Bem Anna, você já esteve em uma escola?
_ Na verdade não , fui educada por tutores.
Os olhos de Anna eram de real desconforto ao lembrar de seus tutores, Mary percebeu isso.
_ Tutores podem ser bons, mas a experiência na escola com certeza é muito mais enriquecedora pra qualquer criança.
Elas caminhavam pelos corredores e acabaram no refeitório.
_ Sabe Anna, eu poderia conversar com Regina sobre você começar a frequentar a escola.
_ Não sei se seria necessário.
_ Bem , você poderia fazer uma experiência, quem sabe você não gosta de conhecer outras pessoas da sua idade.
Mary sabia que Anna era muito diferente das outras crianças de 12 anos, mas algo nela lhe dizia que talvez se ela se socializasse mais descobrisse não ser tão diferente assim.
_ Bem, agradeço sua hospitalidade , mas é melhor eu ir. Obrigada
_ De nada Anna e espero que volte.
Anna saiu da escola e resolveu caminhar um pouco pela cidade. Por mais que ela tivesse sido perdoada pelo conselho da cidade, alguns cidadãos ainda a olhavam feio e outros tinham um pouco de medo dela. Em outros tempos ela até acharia esse medo uma coisa boa, mas nos ultimamente essa reação apenas a deixava mais e mais desconfortável. Ela se perguntava o que estava havendo com ela, porque estava se importando com a reação de pessoas que nada significavam pra ela? A Conquistadora jamais deveria agir assim. Então ela sacudiu a cabeça e seus pensamentos juntamente. Ela não era mais a Conquistadora, ela não era mais uma princesa ou uma guerreira. Era só era uma garota agora, que tinha poderes sim, mas que em nada lhe ajudavam com os problemas que ela tinha no momento.
Caminhando e pensando Anna parou no Grannys, ela se lembrou de como Henry tinha recomendado o sorvete de lá e ela realmente quis experimentar. Ela estava entrando distraída quando trombou com Ruby que tinha saído pra jogar o lixo fora.
_ Oh , desculpe!
As duas disseram juntas, antes de se olharem e verem com quem estavam falando. Ambas se olharam desconfiadas. Anna tinha machucado Ruby feio na delegacia e essa lembrança não sairia fácil da memória da morena.
_ Você ia entrar?
Ruby perguntou tentando não ser rude com Anna, mesmo com as lembranças vívidas em sua mente.
_ Ãh não, apenas me distraí. Desculpe se machuquei você.
_ Oh menina, você não me machucou, a fera dentro de mim me faz mais forte do que aparento.
Ruby cutucou Anna sem medo da garota reagir, olhando bem nos olhos azuis com seus olhos de fera. Anna entendeu a ironia mas em vez de retaliar ela abaixou os olhos e saiu do embate.
_ Tenha uma boa tarde srta. Lucas.
E saiu andando de volta pra casa deixado Ruby de boca aberta e com um pouco de remorso.
Em casa Regina andava de um lado pro outro da sala e Emma tentava acalmar.
_ Gina não fica assim, não é o fim do mundo!!
_ Emma, minha filha de 12 nos acabou de me pegar na cama com você e você acha que não é o fim do mundo. Como deve estar a cabeça dela nessa hora.
_ Não sei porque mas acho que não podemos fazer mais estragos do que os já feitos.
Emma se amaldiçoou na mesma hora pelo comentário e mais ainda quando viu o olhar fulminante de Regina pra ela.
_ Desculpe Regina ,o que eu quis dizer é que essas coisas acontecem. Henry mesmo já nos pegou algumas vezes.
_ Emma você não entende mesmo. Henry é um menino desse mundo, ele foi criado com os padrões desse mundo , ele tem noção do que seja o sexo, mesmo nós não conversando abertamente com ele sobre isso ainda. Mas a Anna foi criada em um mundo arcaico, eu nem sequer sei que tipo de noção de sexo ela tem ou se tem alguma. Mesmo ela sendo cronologicamente mais velha que Henry , ela é mais inocente em certas coisas.
_ Será que ela não sabe nada mesmo?
_ Se sabe Emma, com certeza não tem nada a ver com duas mulheres.
Emma mordeu o lábio e finalmente a loira entendeu o ponto de vista da morena. Realmente Anna viveu a vida toda em outro Reino e não é realmente muito provável que Cora tenha tido qualquer conversa com ela sobre essas coisas.
Nessa hora a porta da frente abriu e Anna entrou colocando seu casaco no armário. Regina ouviu e imediatamente saiu da sala indo de encontro a filha no hall.
_ Anna querida nós precisamos conversar.
_ Porque?
_ Porque preciso esclarecer algumas coisas pra você.
_ Regina você não precisa me explicar nada. Seja lá o que você e a loira estavam fazendo eu não quero saber.
E saiu andando em direção a seu quarto, subindo rápido as escadas e deixando Regina sem fala. Emma veio da sala coçando a cabeça sem entender muito bem.
_ Tem certeza que ainda quer tocar nesse assunto com ela?
_ Eu não quero, mas é preciso.
_ Regina tem certeza que essa é a hora de ter “ A Conversa”, não acha melhor deixar ela se acalmar e as coisas esfriarem.
_ Bem , talvez você tenha razão, vou deixa-la ter um tempo, mas depois eu vou falar com ela.
Regina falou com um pouco de receio, mas ela sabia que de nada adiantava pressionar Anna. No pouco tempo que ela estava com sua filha ela já havia aprendido que a garota só fazia as coisas no tempo dela.
Todo o dia passou e Anna não saiu mais do quarto. Regina deu uma boa bronca em Henry por sua indiscrição de manhã. Emma trabalharia até mais tarde naquela noite e depois do jantar assim que Henry foi pra cama Regina resolveu ir falar com Anna.
Ela bateu de leve no quarto e viu que a porta estava entreaberta, então ela entrou e como não avistou Anna e a porta do banheiro estava da mesma forma Regina se aproximou da porta, nesse momento Anna saiu do banheiro escondendo alguma coisa na mão.
_ Credo Regina , deu pra pregar sustos agora!
Anna pôs a mão pra trás claramente escondendo alguma coisa.
_ Desculpe filha, não foi minha intenção. Mas o que você tem aí?
Disse a morena arqueando uma sombracelha.
_ Nada Regina.
Anna andou em direção a sua cama e fez um movimento fazendo o objeto em suas mãos desaparecer.
_ Anna, o que foi? O que era isso que estava escondendo na mão?
Anna sentou na cama, sua expressão era dura, mas por tras um pouco confusa.
_ Muitas perguntas Regina.
_ E nenhuma resposta de sua parte.
Regina sentou na ponta da cama e olhou bem nos olhos de sua filha.
_ Filha , você pode me contar, seja o que for.
Anna abaixou os olhos e abraçou um travesseiro em uma expressão de fragilidade, Regina se aproximou um pouco mais e ficou na frente da filha, ela estendeu a mão e repousou sobre o braço de Anna.
_ Filha , me conta o que houve? Eu sou sua mãe, eu te amo tanto Anna. Me mata você esconder as coisas de mim. Eu sei que eu não estive por muito tempo com você, mas eu quero recuperar esse tempo perdido. Isso é o que eu mais quero.
_ Não é de propósito Regina. Eu só não sei o que dizer pra você.
Regina respirou fundo e sorriu docemente .
_ Então porque não começa me contando o que foi que você escondeu de mim com magia agora a pouco.
Anna olhou pra Regina por longos minutos, ela olhava naqueles olhos castanhos o mais profundamente que ela conseguia, ela sabia ler as pessoas bem, mas Regina sempre foi uma incógnita pra ela. Por mais que ela quisesse ela não sabia direito o que sentir pela mãe. Mas ela estava passando por um momento estranho e falar com alguém poderia ser bom.
_ Bem é que , eu fui agora no banheiro porque senti uma dor aqui na barriga...
Anna apontou para um pouco acima do ventre.
_ ....então quando fui ao banheiro vi que tinha uma mancha de sangue na minha roupa.
Regina ficou um pouco atônita na hora, ela não estava raciocinando direito. Mas depois de alguns segundos caiu a ficha. Anna tinha ficado menstruada e Regina não sabia o que dizer, ela nem se lembrava mais o que tinham dito a ela nessa época da vida, com certeza não tinha sido Cora a explicar , deve ter sido uma das servas.
Anna olhava pra Regina tentando decifrar as expressões da mãe , mas enfim Regina reagiu, com o olhar mais doce do mundo ela começou a explicar a Anna o que estava acontecendo com ela.
_ Minha filha, isso que está acontecendo com você acontece com todas as mulheres, aconteceu comigo na sua idade. Isso se chama menstruação e a partir de agora , todos os meses vai acontecer por uns dias e depois vai parar , voltando ao normal.
Regina falou sem respirar. E Anna olhava pra ela meio sem jeito, mas prestando atenção.
_ Regina porque isso acontece?
_ É a forma do corpo dizer que está pronto pra gerar. Você está deixando de ser uma criança pra se tornar uma adolescente querida. É o começo das mudanças no corpo da mulher, acontece com todas. E outras mudanças virão, como os seios por exemplo.
Regina continuava falando e Anna olhando com os olhos azuis atentos a tudo que sua mãe dizia, então Regina fez uma pausa.
_ Você está entendendo filha?
_ Acho que sim.
_ E como se sente? Alguma dor?
_ Agora não. Eu estou bem.
Disse Anna com um meio sorriso. Então Regina se levantou e esticou a mão pra Anna.
_ Vem querida , eu tenho umas coisas práticas pra lhe explicar.
Anna não deu a mão, mas levantou seguindo Regina até seu quarto e seu banheiro, onde a Rainha ensinou a sua princesa como usar seu primeiro absorvente.
Mais tarde quando Emma chegou Regina ainda estava acordada lendo.
_Ainda acordada amor!
Emma falou dando um beijo na boca de Regina.
_ Você demorou.
Emma sentou na ponta da cama tirando as botas e jaqueta, largando tudo no chão, como de costume.
_ Tive um dia de cão amor. Reunião com minha mãe, uma papelada sem fim e ainda estamos tentando alocar os novos cidadãos. Estou exausta amor.
Emma falou enquanto ia apenas de calcinha pro banheiro.
_ Hum. Quer saber como foram as coisas aqui em casa hoje?
_ Claro...
Emma gritou lá do chuveiro. Regina levantou e andou até o banheiro, encostando no batente da porta aberta.
_ Aconteceu uma coisa bem importante hoje Emma.
_ Algum problema com as crianças?
_ Bem , uma delas deixou de ser tão criança. Anna menstruou pela primeira vez hoje.
Emma botou a cabeça pra fora do box , com os olhos arregalados.
_ Sério. E aí??
_ Termine de tomar banho e vem pra cama que eu te conto.
_ Tá, não vou demorar.
Regina voltou pra cama e sentou encostando se na cabeceira. Alguns minutos depois Emma veio pro com a toalha enrolada e começou a se vestir.
_ Então Regina o que houve?
_ Foi um pouco estranho no começo. Ela não queria me contar e tentou esconder os vestígios com magia.
_ É bem a cara dela fazer isso.
Emma vestiu uma camiseta e calças de pijama e se jogou na cama, apoiando a cabeça no cotovelo, virando e olhando pra morena a seu lado.
_ Bem, eu fiquei meio chocada no começo e não sabia bem o que dizer mais acho que ela entendeu.
_ Como assim não sabia o que dizer Gina?
_ Emma faz algum tempo que aconteceu comigo.
_ Tanto tempo assim pra esquecer?
_ E foi em outro mundo em uma época diferente.
_ É verdade, as vezes esqueço disso.
_ Então , mas acho que Anna está bem agora.
_ É uma grande coisa pra uma menina, essa fase de pré -adolescência.
_ Com certeza. Ensinei a ela como usar um absorvente.
_ E como ela reagiu?
_ Como a tudo, apenas me ouviu sem dizer nada. E quando perguntei se ela tinha entendido tudo, acenou dizendo que sim.
_ Então as coisas correram melhor do que imaginei.
_ Parece que sim, mas esse silêncio dela não ajuda muito em saber como ela se sente.
Emma segurou o queixo de Regina e deu um beijinho simples na boca da morena.
_ Não se preocupe amor, ela vai se abrir pra você no tempo dela.
_ Espero que sim Emma.
Emma se envolveu nos braços de Regina e fechou os olhos.
_ Vai dar tudo certo querida. O pior já passou pra vocês duas.
_ Acho que tem razão querida.
Emma logo adormeceu de cansaço e pelo calor do corpo de Regina, que era o melhor lugar pra ela dormir. Mas a morena permaneceu acordada, eu instinto materno ainda fazendo a se preocupar com a sua filhinha.
No quarto de Anna, ela estava sentada no beiral da janela aberta. A lua brilhava no céu e Anna a estava admirando. Sua mente pensando nos acontecimentos do dia, a coisa da menstruação era estranha mas a forma como Regina explicou e a ajudou fez Anna sorrir olhando pra lua. Talvez seja isso o que é ter uma mãe, ter alguém que te explique as coisas e te ajude sem querer algo em troca.
Quando Anna estava crescendo ela sempre soube que ninguém fazia nada pra ninguém sem ter uma motivação. Cora a havia ensinado a nunca esperar nada de graça de ninguém, nem mesmo dela. Mas Regina não era assim , Anna estava começando a ver isso e pela primeira vez, depois de muito tempo ela começou a sentir que podia confiar em alguém e esse alguém era sua mãe . Regina Mills.
Notas finais
Ahh gente quero agradecer a todos que acompanham e comentam essa história, chegamos ao review de número 200 e estou mega feliz, beijooos no coração de vocês por fazerem essa humilde autora tão feliz nessa jornada. Obrigada de coração e nos vemos no próximo. beijjooos
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