Entre Luz e Trevas
9 Capitulo 9
Notas iniciais
PDV Connor
TTRRRRIIIMMMMM TTTRRRIIIMMMMM
Levo um susto pelo som da campainha, e isso faz com que nos separamos ofegantes pelo quase beijo.
– Aahm..... vou ver o quem e – Digo um pouco atordoado.
– Ahm.... okay – Diz olhando para baixo.
Saio da cozinha ainda atordoado pela proximidade que estávamos a segundos atrás, e vou ate a porta. A pessoa que esta do outro lado esta muito nervosa por quase quebrar minha campainha, abro a porta e so vejo um vulto preto passar por mim.
– Onde esta Razel?? Me diga – Diz uma mulher de cabelos pretos me fuzilando com o olhar.
– Ahm....quem e você? – Pergunto .
– Não interessa, responda minha pergunta primeiro onde esta Razel? – pergunta se alterando.
– Zafrina?? – Pergunta Razel espantada ao entrar na sala.
– Conhece essa mulher? – pergunto não entendendo mais nada.
– Claro ela e minha.....prot... – Diz mais e interrompida.
– Amiga – Diz a mulher a olhando.
– Ele sabe o que posso ser – Diz olhando para mao enquanto as torce.
– Sabe TUDO ? – Pergunta assustada.
– Não e assim. – Se justifica, pera ela esta me escondendo alguma coisa.
– Pera ai, o que eu não sei – Pergunto já irritado.
– Nada importante. – Diz – Como me encontrou? – Perguntou para a mulher.
– Ah eu fiquei preocupada pela hora e fiz um feitiço de localização so para garantir e vi que você estava aqui quase no fim da cidade achava que você estava sendo seqüestrada – Diz. – Mas o que aconteceu?? – pergunta e olha a roupa de Razel e depois me encarra – PERAII O que ta acontecendo aqui? – Pergunta com um sorriso malicioso.
– NÃO, Não e nada do que esta pensado- Diz Razel vermelha.
– AH Não ?? – Diz rindo do constrangimento da amiga.
– Não – digo.
– Entao o que aconteceu para você estar aqui? E quem e ele? – pergunta.
– Eu estava na festa e fui atacada por Crontes, e quando estava para ser morta ele apareceu e me tirou de la, como você deve saber eles tem um ótimo farro e não seria bom eu ir para casa por causa da minha mãe, então ele me trouxe para a casa dele e me ajudou com um machucado na perna e vou dormir aqui e amanha eu volto para casa.- Diz em um fôlego so.
– AHH, Crontes?? AH MDS eu não deveria ter deixado você ir, você esta bem?? – Pergunta exaltada.
– Sim estou bem- diz sorrindo para o desespero para a amiga.
– E ele ?? quem e ?? e ele tentou algo com voce?? – pergunta me olhando atravessado.
– EII vamos lembrar que o mocinho da historia sou eu okay – digo levantando as mãos em sinal de rendição.
– Ele e um amigo da escola, e não não tentou nada – ela diz envergonhada, evitando o meu olhar.
– okay, não vou mais fazer perguntas , amanha a gente conversa, vai ficar aqui – pergunta olha dela para mim.
– Sim, amanha eu vou para casa – responde corada, ate que esta divertido .
– okay mais qualquer coisa me avisa tem meu telefone. – Diz lhe dando um abraço e saindo em seguida, após isso fechei a porta e a encarei cruzando os braços.
– O que eu não sei?? – Pergunto sem rodeio.
– Nada – Ela responde arredia enquanto me aproximo.
– Tem certeza? Porque não gosto de ser enganado – Digo já bem próximo do seu rosto.
– Claro – Diz se distanciando.
– okay – digo de braços cruzados – hoje o dia foi longo então acho melhor ir dormir já que amanha tem aula – digo .
– okay – diz envergonhada
– o quarto fica na primeira porta a esqueda, pode ficar tranqüila dormirei na sala – digo indo em direção ao sofá.
– claro que não, eu durmo na sala, você já fez demais por mim – Diz.
– serio, vai longo antes que eu te pegue e te leve la, não seria ma idéia – Digo a olhando de baixo para cima.
– Boa noite – diz subindo rapidamente as escadas.
Passo a noite em claro, seria um pouco constrangedor se eu invadisse seu sonhos essa noite, então como não tenho sono, fiquei olhando o teto por um bom tempo.
....
Já de manha levanto e vou ate a cozinha e preparo o café, quando deixo a mesa pronta subo ate meu quarto e quando abro a porta vejo ela saindo do meu banheiro.
– Bom dia – Diz já com o seu vestido, ela arrancou a parte de baixo, preferia com a minha camiseta.
– Ah bom dia, o café já esta pronto então eu so vou me arrumar e depois podemos ir ate sua casa. – Digo.
– okay, te espero la em baixo – Diz e sai de cabeça baixa.
Depois de por a roupa habitual, calca e blusa preta, cutorno hoje como estava quente fui sem jaqueta. Desci e encontrei-a tirando a mesa e guardando as coisas.
– Já comeu? – pergunto então ela acena com a cabeça – Entao vamos – Digo indo para sala para pegar as minhas chaves, abro a porta ela passa então tranco meu apartamento e vamos ate a garagem.
– ajuda? – pergunto ao ver que talvez não consiga subir.
– Não, eu consigo so não olhe – Diz afirmo com um aceno e subo após isso sinto ela sentando atrás de mim e dessa vez ela passa seus braços ao redor da minha cintura sem ter que manda-la, isso me tira um sorriso.
Chegamos em sua casa e desço primeiro, dessa vez tenho que ajuda-la e minhas mãos formigam ao pegar em sua cintura, vejo-a entrar em casa e fico esperando em minha moto.
Depois de um tempo a vejo saindo de casa, e cara tenho que admitir estava bem mais bonita do que com o vestido, calca justa preta, um tênis, blusa branca ela estava simples mais linda e depois dessa observação ela chega perto de mim.
– sobe ai – digo já subindo na moto.
– mais eu tenho moto – ela diz colocando o cabelo atrás da orelha.
– eu sei, mas hoje eu vou te levar então se apressa porque se não a gente vai se atrasar. – Digo.
– mas eu....- Diz mas eu a interrompo.
– mas nada, sobe logo ou eu te coloco aqui – Digo a olhando seu olhos.
– okay – diz meio a contra gosto, sobe na moto e passa os braços pela minha cintura, resolvi brincar um pouco, acelero a moto e ela aperta os braços e ri, então ela tem medo ?! Bom saber.
Entao chegamos na escola e paro com uma freada, todos que estavam no estacionamento nos olham então desço na moto e a ajudo a descer e sem perceber continuo com as mãos em sua cintura e ela me olha com se pudesse saber todos os medos, ficamos assim ate o sinal bater nos despertado desse transe ela se afasta e eu deixo minhas mãos caírem ao meu lado.
– Melhor a gente entrar, se não vamos chegar atrasados – ela diz olhando o chão.
– Claro, te vejo depois – Digo já indo para a entrada.
– Depois? – Pergunta me parando no meio do caminho.
– Sim eu disse que ia te proteger e ainda vou fazer isso – Digo a olhando e piscando em seguida volto a andar e entro na escola me dirigindo a minha sala.
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