Entre Luz e Trevas
6 Capitulo 6
Notas iniciais
PDV Razel
Depois do meu ardo treinamento ontem estava tão cansada que só deu tempo de tomar um banho e cair na cama, e depois de uma semana sem vê-lo ou sonhar com ele La estava de novo.
(Sonho)
Estamos no mesmo lugar de sempre e ele esta em minha frente.
– Oi. — Digo
– Ola. – Ele me responde.
– Hoje me respondeu. – Comento com um pequeno sorrido no canto dos lábios, antes de sumir em de meus sonhos eu só era observada.
– E acho que sim. – Responde.
– Por que só me respondeu hoje? — Pergunto.
– Amm... Não sei. — Responde com duvida estampada na voz.
– Ah! Mas que bom que resolveu falar comigo de novo . – Eu digo me aproximando.
– E? –Responde com um sorriso de escárnio.
– E. – Eu digo já perto dele,olho para ele o desafiando, tentando intimidá-lo.Porem ele faz o mesmo me olhando de cima já que e mais alto, idiota.
– O que andou fazendo? – Pergunto bem direta.
– Porque quer saber? Pelo o que eu saiba isso não e da sua conta – Responde na defensiva
.– Grosso – Digo irritada.
– Eu? Grosso? Você do nada vem perguntando o que eu fiz essa semana, isso não e nem um pouco estranho para você? – Diz indignado, pensando assim.
– Ok, desculpe – Digo envergonhada.
– Mas por que a curiosidade pelo o que eu fiz? – Pergunta desconfiado.
– Sei La, queria saber já que você esta sempre em meus sonhos e isso para mim já e estranho agora descobrir que você existe e estuda na minha escola e já me salvou duas vezes e pelo visto e um ser das trevas já que invadiu minha casa e ainda me ataco, e eu posso estar meio nervosa e cheia de perguntas para você por estar muito confusa e perturbada durante essa semana que você sumiu – Digo tudo de uma vez só pra tentar ver algum sentido nisso tudo.
– O que? – Pergunta.
– Não vou repetir – Digo revirando os olhos.
– Você disse que tem perguntas, certo? – Pergunta já calmo.
– Sim – Respondo desconfiada.
– Vamos fazer assim eu respondo uma pergunta sua e você responde uma minha pode ser? – Pergunta com um sorriso irônico.
– Ah...... Hmm. – Proposta difícil – ok, pode ser mas eu começo – Respondo decidida.
– Ta – Diz contrariado.
– O que e você? – Pergunto de cara.
– Acho que você sabe o que eu sou. – Responde evasivo.
– Sim mais eu quero saber que tipo de criatura e você? – Pergunto.
– Agora e minha vez de perguntar – Diz me deixando emburrada – Faço a mesma pergunta Razel Blackwell O que especificamente você e? – Diz pelo visto ansioso pela resposta.
Quando abro a boca para dizer o que sou, ele simplesmente desaparece e eu acordo novamente sem resposta e completamente irritada.
(Fim do sonho)
E aqui estou eu, não fui para a aula hoje pois acordei muito atrasada, já tomei café já organizei tudo e como não tenho nada que fazer resolvo ver o livro de minha tia, Zafrina na vira hoje pois teve um imprevisto com a morte de minha tia enquanto não assumo seu lugar todas as responsabilidades e pendências ficaram por conta dela.
Minha manha passou normal, a tarde treinei mais um pouco o feitiço e quando olhei no relógio já era 18:00 e a festa começaria as 20:00 se não começasse a me arrumar agora com certeza chegaria atrasada.
Arrumei meu vestido em cima da cama junto com o convite, escolhi os sapatos e os acessórios e fui tomar um banho, não vou negar por mais estranho que fosse eu do nada ser convidada por quem eu nem conheço eu estou super ansiosa nunca fui a um baile nem nos da escola e ainda mais com um vestido tão lindo.
Depois do meu demorado banho, passei um creme com um cheiro delicio de pêssegos, sequei meus cabelos e estão entrei na batalha de arrumá-los, decidi por fim deixá-los presos de um lado com uma presilha que era da minha avo, passei um delineador e um batom mais escuro que ficou legal com minha pele clara, coloquei o vestido, o colar de minha tia e o anel que ganhei de Amber de aniversario, quando me olhei no espelho gostei do que vi, o relógio já marcava 19:40.
Chamei um taxi por que de vestido e salto não da para andar de moto, a viagem foi curta logo já estava na entrada de uma mansão muito bonita, ao chegar a porta entreguei o convite e foi permitida minha entrada, quando abriram as portas, eu fiquei embasbacada o lugar estava realmente esplêndido, todos estavam elegantes em trajes de gala a decoração muito refinada, comecei a andar entre as pessoas e percebi que era observada pelos menos.
Achei uma mesa vazia e fui me sentar depois de meia hora sentada já estava pensando em ir embora.
– Aonde fui me meter? – Digo em um sussurro.
– Não esta gostando da festa – Um homem diz perto do meu ouvido, aquela voz me fez ficar arrepiada, mas não de um jeito bom.
– Desculpe – Olhe para o homem que esta ao meu lado.
Então começa uma musica mais lenta e casais se dirigem ao meio do salão.
– Gostaria de me acompanhar nesta dança? – Diz estendendo sua mao.
– Sim – Digo envergonhado, não poderia recusar seu convite ainda mais por ser tão cavalheiro.
Nos dirigimos ao centro do salão e assim iniciamos uma dança.
– Então não esta gostando da festa? – Pergunta olhando em meus olhos.
– Não, quer dizer sim, e que eu não conheço ninguém sabe? – Digo envergonhada.
– Não conhece ninguém? – Aceno com a cabeça – Mas e o anfitrião da esta, você o conhece? – Ele perguntou.
– Na verdade não – Respondi – Recebi um convite em minha casa endereçado a mim, mas sem nome.
– Não ficou curiosa para saber quem e ? – Diz.
– Estou – Digo tímida.
– Prazer me chamo John Mangrover – Diz com um sorriso.
– Pera você e o anfitrião? – Pergunto olhando em seu olhos, tentando lembrar se o conheço.
– Sou – Então a musica para, ele então pega em minha mao e começa a andar – Vamos conversar em outro lugar – Diz me olhando calma.
Não consigo responder e somente o sigo, enfim chegamos a um lindo jardim na parte de traz da casa e nos sentamos em um bando de frente para um grande chafariz.
– Creio que tem algumas perguntas – Diz me olhando.
– S-sim... Como me conheço? – Pergunto nervosa.
– Digamos que já ouvi falar de você, ao meu ver você e muito interessante, por isso a convidei para conhecê-la. – Responde simples, como se tudo fosse normal.
– Quem comentou sobre mim? – Digo já ficando desconfortável.
– Um amigo – Diz rindo de minha impaciência.
Antes que eu fala-se algo ele se levanta e fica de costas para mim.
– Você e realmente interessante como ele disse, sem contar que e linda como uma Fada – Ele frisou a palavra fada, algo me diz que talvez ele saiba de mim. – Sua áurea e realmente muito poderosa, faz me perguntar a quão boa e quanto poder você tem? – Diz me deixando mais apreensiva.
– O que? – Eu digo.
– Ah você sabe com tantos poderes e magia você acaba virando um farol, onde outras criaturas são atraídas para você. – Diz se virando lentamente – Acho que comigo não e diferente. – E quando enfim se vira para mim, e percebo o que esta havendo um choque percorre meu corpo.
Seus olhos estão totalmente pretos. Seus dentes pontiagudos, suas narinas dilatadas, asas de morcego começa a aparecer rasgando sua camiseta e me mostrando espinhos em seu corpo, garras em suas mãos, e uma calda de escorpião aparece para terminar a visão de horror.
– Como você e bonita princesa, irei te matar bem rápido, não ira sentir dor, talvez só um pouquinho – Diz com a voz já distorcida e grotesca.
Sua calda vem em minha direção e novamente um choque percorre meu corpo me despertado e antes que me acerta-se desvio.
Começamos a nos encarar, estou tão surpresa que não consigo me concentrar na minha transformação. Novamente tenta me atacar com sua calda, mas felizmente ele e devagar demais e consigo desviar, continuamos assim por mais algum minutos e eu ainda não consigo me transformar, já estou irritada por ter perdido meus sapatos, meus cabelo desarrumou e meu vestido acabou rasgando deixando minha perna mais exposta, tudo bem que eu não sou mimada nem nada mas cara o vestido era lindo e eu demorei para me arrumar.
Já cansada desse brincadeira digo a primeira coisa que vem em minha cabeça.
– Iluminus Trevis – Digo com a mao levantada, o feitiço saiu porem bateu em uma barreira em volta dele mas nada impediu que ele fosse arremessado para o outro lado do jardim, isso me deu tempo para correr para a saída que tinha ali por perto, quando atravessei a porta so ouvi aquela criatura gritando.
– Peguem-na, mas tragam ela viva – Disse, quando olhei para trás vi por chute uns 15 morcegos gigantes.
– Ah merda – disse e comecei a correr na rua, parecia cena de filme, a rua escura nenhum carro,nenhuma alma penada passando eu sozinha descendo a rua e 15 criaturas atrás de mim, agora eu to ferrada.
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