Entre Fogo E Gelo

54 Desculpe, mas eu preciso resolver isso sozinha


Notas iniciais
ooooooooooooooooooooooooooooooi, amorinhas! Como vocês estão? Bom, então, muitas coisas estão acontecendo, mas concluí o capítulo! Espero que vocês gostem. Quero dedicar esse capítulo para a Milena THG e a KikaCullen. Meninas, obrigada pela recomendação de vocês duas, eu amei cada palavra escrita por vocês, vocês não tem ideia de quanto fico agradecia e imensamente feliz com isso, de verdade, obrigada mesmo, de coração

No capítulo anterior...

__ Faz sentido. Tudo bem, mas vou ficar por perto, Bella, não tente me impedir. __ Respondi pegando as chaves do carro alugado enquanto entrelaçava meus dedos nos seus.

__ Não vou. Agora vamos logo. Vamos mostrar que ninguém tenta nos enganar assim e sai ileso! Vamos mostrar porque é que nós somos os bons e eles, os imbecis!

Pov Bella Swan

__ Me dê as chaves! __ Pedi a Edward já estendendo a mão enquanto saíamos do elevador e já entrávamos no hall do hotel.

__ O que? Eu que vou dirigi-

__ Agora, Edward! __ Eu disse severamente.

__ Sabe que falando assim você me deixa duro? __ Ele disse mordendo os lábios.

__ Você é impossível! __ Eu disse rindo e pegando as chaves da sua mão.

__ Bella...

__ Edward, eu vou dirigindo esse carro, você vai pegar outro! Vá até a recepção e alugue o carro mais discreto e rápido que tiver. __ Eu disse conferindo discretamente meus cartuchos de bala.

__ O que? Bella, não vou deixar você ir sozinh-

__ Edward! Se corrermos o risco de sermos vistos juntos no carro, a pessoa pode fugir, vamos logo! __ Eu disse impaciente.

__ Argh, certo. Vamos até a recepção então! __ Disse me arrastando.

__ Vá você, eu vou indo na frente, não podemos perder tempo.

__ Isabella! __ Ele disse tenso. __ Em hipótese alguma vou deixar você ir sozinha. Espere aqui até que eu consiga outro carro! __ Disse em um tom que não permitia uma resposta.

­Mas acontece que eu não tinha medo.

__ Edward Cullen. __ Disse já cansada. __ Estou indo para o estacionamento agora, e se você não estiver lá em cinco minutos, eu estarei indo atrás desse infeliz sozinha.

__ Urgh! __ Ele me encarou tenso e suspirou. __ Vou pegar outro carro, mas, por favor, me espere, Bella. Não dê uma de heroína!

__ Não vou. Agora vai logo, Edward, se não vamos perder essa chance de pegar um de nossos inimigos. __ Eu respondi já me virando, mas sua mão segurou meu braço.

__ Bella, não faça nenhuma besteira. __ Advertiu-me. __ Eu te amo. __ Sussurrou, logo depois me beijou, como se fosse o último beijo.

__ Eu também te amo, Edward. Vamos conseguir! __ Disse de forma intensa. __ Por favor, tente não morrer.

__ Farei o possível! __ Disse soltando um risinho.

__ Não estou brincando. __ Disse engolindo, sentindo minha garganta apertada.

__ Nem eu. Agora vá, te encontro lá fora!

__ Certo. __ Respondi e corri discretamente para fora do hotel, direto para o estacionamento.

Estava tudo escuro e úmido, por conta do tempo frio de Londres. Encontrei o carro e corri até ele. Entrei e coloquei a chave na ignição.

__ Vamos, Edward, vamos. __ Eu sussurrei para mim mesma, após esperar mais de cinco minutos. __ Nós não temos tempo, amor, venha logo!

Mais dois minutos depois e... Nada.

Senti meu celular vibrar no bolso.

Era Edward.

__ Edward, onde você está? __ Perguntei aflita.

__ Amor, estou com problemas aqui. __ Respondeu nervoso.

__ Que tipo de problemas?

__ Parece que cada quarto só pode alugar um carro. Espere aí, estou indo para o estacionamento para ir com você!

__ NÃO! Edward, se formos no mesmo carro, vão saber que estamos juntos nele. Eu tenho que ir sozinha, lembra?

__ Isabella, não ouse ir sem mim! __ Gritou no telefone.

__ Me desculpe, Edward. Mas eu já esperei tempo demais. E não estou falando de você. Estou falando dessa história toda de perseguição.

__ NÃO, ISABE-

Sua voz foi cortada assim que terminei a ligação.

__ Espere que você me perdoe, amor. Mas eu preciso fazer isso sozinha a partir de agora. __ Disse para mim mesma.

Liguei o carro e dirigi para fora do hotel, tentando ser o mais rápida possível.

A última coisa que vi pelo retrovisor foi Edward, entrando no estacionamento e gritando por mim. Mas eu não podia mais voltar atrás.

Agora éramos eu meu inimigo.

(...)

Tentei correr pelas ruas de Londres, mas o chão escorregadio mais o fato de o volante ser do lado direito, não facilitavam em nada.

Enquanto dirigia como uma louca, senti meu celular vibrar, olhei de relance no banco do passageiro e reparei que era Edward, mas eu não podia atender. Se eu ouvisse a sua voz, não iria pensar duas vezes em voltar e eu não podia voltar. Eu precisava resolver isso.

Adentrei o aeroporto internacional de Londres e estacionei o carro em um ponto estratégico, para o caso de precisar de uma fuga.

Sai do carro colocando meu revólver na parte de trás da cintura, escondendo com a barra da camiseta. Peguei meu celular também, para o caso de precisar de reforços.

Passei pelas portas giratórias da sala de espera do aeroporto. Estava lotado de pessoas, mesmo naquele horário, era óbvio que iam e vinham aviões o tempo todo. Fui direto para a primeira classe, sempre olhando para todos os lados, esperando algo ou alguém suspeito passar.

Diferente da outra ala onde tinha multidões e mais multidões, a sala da primeira classe não estava lotada, na verdade era possível contar quantas pessoas tinham nela. Eu arriscaria umas quarenta ou cinquenta pessoas, todas sentadas, esperando pelo seu voo ou pela chegada de alguém.

Por que alguém arriscaria um confronto em um lugar tão público? Mesmo tendo menos pessoas, ainda há. Por que não em um lugar isolado?

Olhei em volta, rodando no mesmo lugar. Mas tudo o que eu via eram famílias com olhares cansados de esperar suas chamadas de voo, crianças dormindo no colo de suas mães, adolescentes mexendo em seus celulares e aparelhos eletrônicos.

Senti meu celular vibrar no bolso. Peguei-o sem desviar o olhar da área.

Era uma mensagem. Uma mensagem de um número desconhecido.

Me encontre no banheiro feminino, Isabella.

Banheiro feminino? Era uma mulher?

Guardei o celular e fui até o banheiro. Chutei a porta apontando a arma.

Não havia ninguém.

Fui chutando cada porta, mas em nenhuma parte havia alguém.

Parei no lugar. Era óbvio que não seria tão fácil assim.

De repente uma ideia me veio a cabeça.

__ Parece que minha arma precisa ser testada. __ Eu disse para mim mesma.

Apontei a arma para cima e atirei.

__ ARRRGH! __ Alguém grunhiu. Logo depois um corpo caiu ao chão.

Olhei para cima e vi vários cabos presos ao teto e às paredes laterais. Vi um fio de fumaça no cabo central e logo acima um buraco.

Então foi ali que eu acertei. Bem no cinto que segurava alguém preso ao teto.

Olhei para baixo e vi uma mulher se levantando. Uma mulher ruiva.

__ Victoria. __ Identifiquei. Eu já havia visto seu perfil na ficha na polícia, quando pedi uma vez para meus homens pesquisarem sobre cada inimigo que estavam nos perseguindo.

__ Parece que não preciso me apresentar então! __ Respondeu já recomposta. __ Eu iria te surpreender, mas parece que você foi mais rápida! __ Disse sarcástica.

Ouvir sua voz pela primeira vez me deu calafrios. Ela tinha uma voz cortante e metálica, uma voz de assassina. Apontei minha arma para ela.

__ Oh, vai atirar em mim, querida? __ Disse rindo.

__ Não me provoque. Não vou sentir nenhum remorso caso precise atirar nessa sua cara de puta. __ Respondi rosnando.

__ Cara de puta? Ah, Isabella, não era isso o que Edward achava de mim! __ Riu mais uma vez. __ Na verdade ele adorava minha voz. Principalmente quando a gente transava!

__ Não vou cair nessa, Victoria. Eu sei muito bem que Edward nunca foi pra cama com você. Ele nunca te quis, foi a mãe dele que tentou juntar vocês. Mas adivinha só, Edward escolheu a mim e não você. E sabe por que, vadia? Porque eu sou muito, mas muito melhor que você. __ Respondi numa voz grave e baixa. Eu não lhe daria o gostinho de me ver perder a razão.

__ Foi isso que ele disse para você? E você como a tola que é, acreditou! __ Sorriu. __ Isabella, Isabella. Ou melhor, tenente Swan! __ Riu. __ Você se acha a melhor, não é mesmo? Sabia que tem mais gente atrás de você? Não sou a única que enxerga que você não é nada além de uma merdinha de polícia. Uma mulherzinha insignificante.

__ Ora, sua vagabunda! __ Grunhi, os olhos injetados de ódio por ela.

__ Tsc, tsc. Mas que boca suja você tem. É essa mulher sem classe que Edward escolheu? Você acha que isso é só mais um caso de polícia, mas ainda não viu nada. É só a ponta de um ice Berg.

__ Ah, é mesmo? Pois que eu saiba, Edward escolheu a mim. E se ele está comigo, é porque eu sou muito melhor que você. A questão não é ter classe de riquinha, vadia. É ter caráter, e isso, você obviamente não tem.

__ Arrrgh, você vai se ferrar, tanto, Isabella. E eu vou assistir de camarote a sua derrota!

__ Tudo isso por um capricho seu? Só porque levou um fora? __ Ri sem achar graça nenhuma. __ Vá para o inferno! __ Rosnei mais alto, carregando o rifle.

__ Eu vou, mas você vai junto caso atire.

__ Como é que é? __ Falei ficando nervosa.

__ É bem bonito esse aeroporto, não? __ Ela desviou os olhos, começando a andar pelo banheiro.

Segui seu andar sempre lhe apontando a arma.

__ O que isso importa, Victoria? Chega de joguinhos!

__ Sabe quantas pessoas entram e saem por aquelas portas? Quantas famílias que desejam fazer uma viagem para rever alguém querido, ou estão a espera de algum? São muitas, não?

__ Não me dê motivos para atirar agora, sua cretina. Diga logo a onde você quer chegar!

__ Se você fosse tão esperta quanto pensa que é, Isabella, teria notado os vários fios negros que estão em cada canto de parede desse banheiro!

Franzi meus olhos, não entendendo o que ela dizia. Olhei para as ligações das paredes com o piso do chão e notei as linhas negras que ela mencionou. Em um segundo entendi o que era.

__ Você colocou pólvora por todo o banheiro? Você está louca? __ Respondi com ódio e indignação.

__ Atire e tudo isso explodi. __ Falou se olhando no espelho, limpando uma sujeira imaginaria perto da boca grossa pintada de vermelho.

__ Você é burra? Se isso explodir, você também morre, Victoria. E como sabe que minha bala vai acertar a pólvora? Eu fui muito bem treinada. O suficiente para poder fazer apenas você se espatifar no chão.

__ Talvez. Mas aposto que não com isso! __ Disse retirando de trás da cintura um isqueiro e uma barra de explosivo de TNT.

Observei que o pavio era muito curto. Não daria tempo de fugir caso ela acendesse, além de que ela em quem estava mais próxima da porta de saída.

__ Victoria... __ Comecei, mas ela me cortou.

__ Não, Isabella, não! Você não vai mais atrapalhar os meus planos com Edward, o meu amor! __ Gritou com uma cara de louca.

__ Você não o ama, você tem uma obcessão só porque ele não te quis. Isso é doentio, Victoria!

__ Cala a boca, sua idiota. Você não sabe de nada!

__ Olha só, se você continuar agindo assim, alguém vai vir conferir o que há de errado! Alguém pode sair ferido. Alguém que não tem nada a ver com essa história. __ Eu disse tentando ser neutra. Se eu fosse agir por emoção, ela provavelmente nos explodiria. __ Olha só, eu vou abaixar a minha arma e nós podemos sair daqui e conversar lá fora, só nós duas. __ Dei um passo para frente discreto.

__ Não, você na entende, não é? Se eu não posso ter o Edward, você também não pode! Você estragou tudo. Você não tinha que se intrometer na nossa vida. Você tirou de mim o que eu mais amava, e agora vou tirar de Edward o que ele mais ama: você!

__ Não, espera, Victoria. Olha só, é Edward que você quer? Tudo bem, mas como você vai conseguir se nós morrermos? __ Mais um passo mínimo. __ Olha, eu abaixo a minha arma e você abaixa esse explosivo. Assim nós duas ficamos vivas. Eu sumo daqui e você pode ir até Edward! __ Tentei desconversar, tentando mantê-la entretida.

Eu precisava de um plano e rápido para me livrar daquela louca e voltar para Edward.

MEU Edward.

__ Você está blefando! __ Ela respondeu, mas notei que estava em dúvida.

__ Não estou. Eu não sei mentir, eu sou policial, Victoria, preso mais a vida de um ser humano do que um reacionamento. Você tem a minha palavra que vou sumir da sua vida. __ Mais um passo. __ Apenas largue isso em cima da pia, ok?

__ Eu... Eu não acredito em você! Eu não fiz tudo o que fiz para... Para não te matar agora. Sabe, o Alec queria vir comigo. E eu até aceitei. Mas resolvi depois vir sozinha. Eu não queria dividir o prazer de acabar com você.

Espera. Alec estava em Londres?

Eu não podia me apegar a isso agora. Iria resolver isso depois de acabar isso com Victoria.

__ Pense bem, Victoria. Você acha mesmo que Edward vai te querer se você me matar? Ele vai ficar com mais raiva ainda. Como você disse, sou aquilo que ele mais ama. Você vai ficar sem ele se me matar. __ Outro passo. __ Você pediu para que eu viesse sozinha e eu vim! Está vendo, fiz tudo como você pediu, agora largue isso em cima da pia, não precisa ser assim!

__ Eu na- __ Ela foi cortada pelo barulho da porta sendo esmurrada por um Edward nervoso.

Assim que ela desviou os olhos para trás, para ver quem era, eu dei mais três passos e tomei o isqueiro e a barra de explosivo TNT da sua mão.

__ NÃO! __ Ela gritou assim que se viu de mãos atadas.

__ Acabou, Victoria. __ Eu disse.

Antes que ela falasse mais alguma coisa, eu lhe desferi um soco no rosto.

__ Achou mesmo que eu lhe daria Edward? Achou mesmo que eu o deixaria por você ou por outra merdinha qualquer? Edward é meu! __ Gritei, dando-lhe outro murro, quebrando o seu nariz.

__ Sua vadia! __ Ela gritou segurando o nariz.

__ Vadia, eu? A única vadia que estou vendo aqui é você, sua louca miserável! __ Chutei sua barriga e ela caiu sentada no chão.

Me preparei para lhe dar um golpe na costela, quando ela gritou.

__ Não, não, pare! Você... Você me deu a sua palavra de que iria sumir da minha frente, Isabella. E agora não vai cumprir? Vive dizendo que honra a sua palavra e agora vai dá para trás? __ Victoria tentou me enrolar.

__ Claro que não. Eu honro minha palavra sim. Eu disse que iria sumir da sua vida, e vou. Mas do meu jeito.

__ O que voc- __ Mas mais uma vez sua voz foi cortada. Dessa vez pelo tiro que acertei bem em sua cabeça, fazendo com que a bala atravessasse seu crânio, sem acertar nenhuma outra pólvora.

__ Eu disse que era bem treinada. __ Falei para seu corpo desfalecido no chão. __ Pronto, agora você nunca mais vai me ver, vadia.

Olhei pela primeira vez para Edward, que estava abaixando a arma.

Minha primeira reação seria correr pra ele, mas pela sua cara, era melhor não.

Ele estava possesso.

Desviei os olhos, pegando meu celular no bolso e discando para a polícia londrina.

__ Por favor, aqui é a tenente Swan, dos Estados Unidos. Preciso que tragam a perícia para o aeroporto internacional de Londres. Temos um corpo morto no banheiro feminino da ala da primeira classe. Sim, obrigada, senhor.

Guardei o celular, olhando para todos os lados, menos para Edward.

__ Vamos sair daqui, ainda corremos risco de morrer com toda essa pólvora espalhada.

Passei do seu lado, indo para fora do banheiro.

Olhei para frente, notando pela primeira vez toda aquela gente gritando e correndo para todos os lados.

É claro, elas com certeza ouviram a gritaria e o tiro.

Corri para a repartição onde se fazia o check-in e peguei o microfone.

__ Atenção a todos! Eu sou a tenente Swan. __ Para provar, levantei meu distintivo do FBI para o alto. __ Está tudo sob controle. Por favor, mantenham-se afastados do banheiro feminino da primeira classe. Esta área está isolada a partir de agora. Não há perigo algum. Sugiro que se acalmem. Logo mais, a polícia chegará para resolver o problema. Obrigada.

Aos poucos, as pessoas foram se acalmando.

Voltei para perto de Edward.

Ele nem se quer olhou para a minha cara. Nos sentamos nas cadeiras de espera. A perícia chegou após dez minutos ou até menos. Nesse tempo todo, Edward e eu não trocamos nenhuma palavra.

Eu sabia o porquê. Sabia que ele queria que eu o tivesse esperado.

Levantei, caminhando para o chefe da perícia.

Expliquei tudo o que ocorreu e lhe entreguei o isqueiro e a barra de explosivo.

__ Não se preocupe, tenente, pode ir para casa agora. Deixe o resto com a gente.

__ Na verdade, estou em um hotel. __ Peguei um panfleto que estava em um banco por perto. __ Você tem uma caneta? Obrigada. __ Ele me ofereceu e eu peguei, escrevendo o endereço do hotel, meu número de celular e o número do meu quarto. __ Tome, qualquer novidade, quero que me avise. Não deixe passar nada.

__ Sim, senhora. __ Respondeu pegando o panfleto.

__ Tenente! __ Uma mulher gritou, vindo do banheiro.

__ Sim? __ Respondi.

__ Encontramos este celular no bolso da criminosa. A última ligação feita foi para um tal de Alec. Isso lhe diz algo?

__ Alec? Claro que sim, Alec é outro bandido miserável. Me dê aqui, eu vou ficar com isso. Depois levo para seu departamento, sei que é uma prova incriminatória.

__ Tudo bem, não tem problema, já recolhemos as digitais que tinham no aparelho. Se acharmos algum perfil diferente, lhe avisaremos.

__ Obrigada, srt...?

__ Street. Srt. Street, tenente. __ Respondeu gentil.

__ Então obrigada, srt. Street. __ Sorri para ela.

Ela sorriu de volta e voltou para a área do banheiro.

__ Não tem mais nada para fazermos aqui, vamos para o hotel. __ Edward disse pela primeira vez, a voz visivelmente controlada.

Eu não notei que ele estava bem atrás de mim, já que estava tão ocupada com a situação toda.

__ Vamos. __ Eu disse olhando para frente.

Comecei a andar para o carro e me lembrei de algo.

__ Como chegou até aqui? Pensei que não tinha conseguido nenhum carro. __ Falei neutra, chegando no estacionamento do aeroporto.

__ Peguei um taxi. __ Respondeu no mesmo tom.

__ Hummm. __ Resmunguei fingindo desinteresse.

Antes que eu abrisse a porta do motorista, sua mão me segurou.

__ Me dê a chave.

__ O que? Eu vou dirig-

__ Isabella, me dê a droga da chave. __ Rosnou.

__ Ou o que, Edward? Vai me bater? __ Provoquei. __ Eu não tenho medo de você e nem de ninguém, você deveria saber disso.

__ Te bater? Pelo amor de Deus, Bella, eu nunca faria isso, eu te amo, porra. E o fato de te amar é o que está me fazendo não gritar com você agora, então, pelo amor de Cristo, me da essa chave, eu preciso descarregar minha raiva na direção.

Aquilo me deixou sem palavras, simplesmente lhe dei a chave e fui para a porta do passageiro.

Entrei, coloquei os cintos e virei meu rosto para a janela. Ouvi a porta do motorista bater com um pouco de força.

O caminho todo para o hotel foi feito em silêncio.

Assim que ele entrou no estacionamento do hotel e estacionou na nossa vaga, eu destravei o cinto e abri a porto.

Antes que eu desse um passo, Edward me puxou para ele.

__ Você não sabe como eu quase morri de aflição quando te vi saindo daqui sozinha, caminhando para uma possível morte sua. Então, agora, nós vamos ter uma conversa e dessa vez é você quem vai me ouvir.

N/A: Leiam as notas finais.

Notas finais
Bom, meninas, espero que tenham gostado. O primeiro capítulo da outra fic já está pronto, mas como eu disse, eu não tenho a capa ainda, não sei fazer isso kkkk Alguém aí já se propôs a fazer? Eu vou dedicar o primeiro capítulo para quem fizer, ok? Por favor, falem comigo por MP caso se interessem em fazer a capa. Para saber como ela tem que ser, está tudo descrito no capítulo anterior "IMPORTANTE AVISO", ok? Agradeço desde já, meninas. Bom, espero que tenham gostado do capítulo, comentem muuuuuito e recomendem quem ainda não recomendou, hein kkkkk Eu vou responder seus ultimos comentários jájá, sempre leio todos, sempre, mas isso vocês já sabem, né? kkkkk Até a próxima meninas, um grande beijo, amo cada uma de vocês!