Entre Fogo E Gelo
37 Conte-me a verdade
Notas iniciais
Bom, aqui está mais um capítulo da nossa história maluca! kkkk
PS: cadê novas recomendações? Bem que vocês poderiam fazer isso por mim, né, poxa!
Bem kkk depois desse pequeno drama, tenham uma boa leitura!
No capítulo anterior...
_ Edward, me fale sobre Victoria. __ Falei, ignorando suas palavras anteriores.
__ O quê? __ Ele perguntou surpreso.
__ Você me entendeu. Quero que me diga tudo o que sabe de Victoria. E nem pense em omitir algo. Quero saber absolutamente tudo.
Pov. Edward Cullen
Oh, merda. Merda, merda, merda.
Eu odiava falar sobre Victoria. Na verdade, eu a odiava ainda mais. Sempre me fazia mal quando eu tocava naquele assunto, mas eu sabia que teria que contar a Bella. Afinal, além de ela ser minha namorada, ela já tinha me contado o seu passado. Nada mais justo do que eu contar o meu.
__ Certo... Mas, antes, queria saber uma coisa. __ Eu disse enquanto as portas do elevador se abriam no nosso andar.
__ Pergunte.
__ Eu sei que minha mãe mencionou Victoria naquele dia na casa dela, mas... Como esse assuntou voltou agora? __ Perguntei enquanto caminhávamos até sua sala.
Ela entrou primeiro e apressou o passo para sentar-se na sua cadeira. Eu já estava caminhando para sentar no seu lugar e coloca-la no meu colo, como sempre fazia, quando ela me parou, fazendo um sinal com a mão, para que eu sentasse na cadeira à sua frente, atrás da mesa.
Aquilo me deixou confuso e um pouco magoado, porque mostrava que ela não queria que eu ficasse perto.
__ Preciso me concentrar nessa conversa, então não quero distrações. __ Disse com um pequeno sorriso e eu devolvi.
Eu sabia que era infantilidade minha, mas ainda sim, continuei um pouco chateado.
__ Ok.
__ Então tá. Agora me diga sobre seu passado com... Com... Com aquela lá. __ Disse fazendo descaso com a mão.
__ Certo. Bom, quando eu conheci Victoria, e isso já faz mais de oito anos, quando eu tinha dezessete anos. Ela era a típica patricinha, filhinha de papai. Eu já era mais do tipo fechado, não saia com muitas mulheres. Meu pai, Carlisle, é médico, mas nunca ligou para o status, já a minha mãe, que é dona de casa, liga e muito para dinheiro e classe social, e sempre me pressionava para sair com mulheres da alta sociedade. Eu não queria isso, queria sair com alguém que eu gostasse de verdade, mas isso não era uma opção na época, porque eu ainda morava com meus pais.
Então, eu fui praticamente obrigado a sair com Victoria. Eu não vou ser hipócrita e mentir para você dizendo que eu era um rapaz sem graça. Eu sabia que fazia sucesso com as mulheres, mas nunca liguei para isso, nunca me aproveitei e muito menos fiquei com alguma mulher só por causa de minha aparência. Mas Victoria parecia não se importar com meus valores. Ela simplesmente gostava de me arrastar para as festas da alta classe para me exigir para suas amiguinhas. Eu nunca a pedi em namoro, ela que dizia para todos que namorávamos e minha mãe dava a maior força para ela, sem ligar para minha opinião. Eu não podia fazer nada, por isso estudava muito para passar na faculdade e sair da casa de meus pais, para poder ter total controle de minha vida. Victoria tentava sempre descaradamente me levar para a cama com ela, mas eu consegui enrolar ela por um bom tempo, quase oito meses. Até que a minha carta de aceitação da faculdade chegou, e eu finalmente poderia sair de casa. Eu já trabalhava na época no hospital do meu pai, aquele que fica no centro de NY. Eu tinha dinheiro guardado. O suficiente para me bancar sozinho. Então avisei meus pais que estava indo para a faculdade. Você deve imaginar como minha mãe reagiu.
__ Como a louca que é. __ Bella disse na lata.
Dei de ombros, afinal, era verdade.
__ Sim. Ela surtou, enlouqueceu na verdade. Gritou comigo, dizendo que eu era novo demais para ir embora, que não aceitaria aquilo. Meu pai tentou contê-la, mas ela não queria aceitar isso. No meio de sua loucura, acabou confessando sem querer uma coisa que me deixou irado. Me lembro bem de suas palavras: Como ousa achar que pode ir embora, quando você está noivo de Victoria?.
__ Você era noivo dela? __ Bella disse com o tom bem elevado.
__ Não, eu não era! __ Eu me apressei a dizer. __ Minha mãe, a mãe de Victoria e a própria Victoria que tinham decidido aquilo sem meu consentimento. Eu fiquei louco de raiva delas. Gritei, esgoelei, dizendo que não seria noivo de alguém que nem suportava. Disse que não tinham o direito de me obrigar a ficar com alguém que não gostava. Falei para Victoria que não queria mais que ela se aproximasse de mim e ela disse que não aceitaria aquilo nunca, porque, segundo ela, ninguém a dispensava, ela que dispensava os caras. Eu nem liguei. Peguei minhas coisas e sai de casa, com o apoio de meu pai. Desde então, eu sempre tive medo de me envolver com outra mulher, porque tinha sido muito frustrado... Até te conhecer, Bella. __ Terminei lhe dando um sorriso torto.
__ Nossa, isso... __ Ela mediu suas palavras e depois soltou. __ Isso é realmente uma grande bagunça. Uma merda, na verdade. __ Revelou, piscando três vezes, rapidamente.
__ É. __ Respondi. __ Mas então, por que mesmo queria saber? Eu sei que era justo eu te contar tudo, mas tem mais um motivo. __ Afirmei.
__ Sim, tem. Tanya me disse que quem me mandou aquela carta, tinha sido Victoria. __ Respondeu ainda meio distante.
Me levantei na mesma hora, irado.
__ O quê? Victoria te mandou aquela maldita carta? Eu vou caçá-la e mata-la!
__ Não vai não. Essa função é minha. __ Ela disse com um brilho assassino nos olhos e eu sabia que os meus estavam iguais, afinal, nós dois queríamos a mesma coisa: a cabeça de Victoria em uma bandeja.
__ Que tal dividir essa função comigo? __ Perguntei enquanto me aproximava.
__ Hmm... Não sei, não. Gosto de ter todo o mérito só para mim, sabe? __ Respondeu enquanto me abraçava o pescoço com seus delicados braços.
__ Só para você, é? Mas nem com o seu lindo e gostoso namorado você quer dividir? __ Perguntei lhe abraçando a cintura apertadamente, aproximando-a mais ainda de mim.
__ Você é tão convencido. __ Cantarolou perto de minha boca.
__ Apenas mostrando o lado bom de me ter como seu namorado, tenente. __ Sussurrei.
__ É mesmo? E qual seria o lado ruim? __ Perguntou roçando seus lábios nos meus.
Soltei um gemido, me aproximando mais de seu corpo, roçando meu membro duro entre suas coxas grossas e macias.
__ Hmm... Não sei se tenho um lado ruim! __ Brinquei. __ Talvez seja a minha possessividade e meu ciúme... Ou meu amor doentio por você. __ Falei e logo mordendo seu queixo.
__ Oh, sim. Amor doentio não é saudável, não é mesmo? Ainda bem que te amo da mesma forma! __ Murmurou e prendeu meu lábio inferior entre seus dentes.
Um grunhido alto e forte surgiu de minha garganta. Peguei-a no colo e a sentei em sua mesa, jogando tudo o que tinha em cima para o chão.
__ Sabe, devíamos... Estar... Discutindo sobre... Como vamos... Pegar Victoria. __ Ela arquejou.
Abri seus joelhos com minhas mãos e me encaixei entre suas pernas. Comecei beijando seu pescoço delicioso e minhas mãos voaram para a barra da sua camisa branca, entrando por baixo dela e chegando a seus seios.
__ Sim, devíamos. Mas não consigo pensar nisso agora, quando tenho você aqui comigo dessa forma. __ Murmurei no seu ouvido, dando um aperto em seus seios, fazendo-a se arrepiar toda.
__ Edward, eu estou com tantas saudades... __ Sussurrou me puxando para mais perto com uma mão em meus cabelos e a outra em meu ombro esquerdo.
__ Ah, meu amor, eu também estou morrendo de saudades de você, do seu corpo colado ao meu, dos seus carinhos... De você toda! __ Eu disse enquanto distribuía beijinhos molhados por seus ombros, pescoço e rosto. __ Eu te amo tanto, Bella... Quase enlouqueci quando você saiu de casa...
__ É... __ Ela disse me afastando um pouco, como se voltasse a realidade.
__ O quê? O que foi? __ Perguntei confuso.
__ Sobre isso... Você sabe que vou voltar para seu apartamento...
__ Nosso. __ Corrigi-a.
__ Er, nosso. Mas sabe que ainda não te perdoei totalmente, não é?
__ Sim, eu sei. __ Respondi baixinho. __ Eu mereço, eu sei. Mas já disse que vou me redimir. Confie em mim, por favor. __ Disse enquanto tirava uma mexa de seu cabelo, que insistia em cair sobre seus lindos olhos chocolates.
__ Eu confio, Edward. __ Respondeu simplesmente, mas eu pude notar a verdade ali.
__ Obrigado. __ Agradeci sinceramente e depois me aproximei rapidamente dela novamente, atacando sua boca.
Tão rápido a beijei, ela correspondeu no mesmo instante, voltando para dentro de nossa bolha. Abri os primeiros botões de sua camisa e depois enfiei minhas mãos novamente dentro dela. Quando ia desfazer o fecho de seu sutiã que ficava na frente, a porta de sua sala foi aberta e eu me virei rapidamente, ficando na frente de Bella, para que ninguém visse que estava com os botões abertos e, consequentemente, não vissem seus seios.
__ Ah, fala sério, vocês fazendo isso de novo! Eu tenho uma coisa para falar com a Bella, então você se importa de sair, por favor? __ Emmett reclamou divertido.
Dessa vez eu não falei nada. Apenas tirei meu casado, cobri Bella, caminhei até a porta, empurrei Emmett para fora e a tranquei. Me virei me encostando na porta, de frente para Bella, que me olhava com um olhar selvagem. Caminhei apressadamente até ela, retirando meu casado dela e o jogando no chão.
__ Eu não vou deixar que ninguém me impeça de te ter para mim! __ Comentei e acabei de tirar sua camisa, junto de seu sutiã.
__ Eu acho uma excelente ideia! __ Respondeu ofegante e tirando minha camisa também, enquanto eu abria o zíper de sua calça social.
__ Se eu não me controlar, vou acabar rasgando suas roupas! __ Grunhi e ela gemeu abaixando minhas calças, juntamente com minha boxe branca.
Não me fiz de rogado, e já guiei meu membro para sua entrada, penetrando-a num golpe só. Gememos juntos quando nossos corpos se conectaram e depois de alguns segundos eu comecei a estocar para dentro dela.
Sua carne interna era tão úmida, apertada, macia, aveludada... Deus, era a melhor sensação de prazer do mundo. Estar dentro dela, era uma coisa incrível. Era maravilhoso!
__ Ah, Bella! __ Gemi no seu ouvido e senti seus pelos ficarem arrepiados.
Sorri com aquilo.
__ Ma-ais forte, E-edward! __ Pediu e eu atendi de imediato. __ Oh, Edward, Edward!
__ Hmmm! Eu amo tanto quando você geme meu nome, amor. __ Confessei num arquejo, enquanto estocava mais e mais forte e rápido. __ Prometa! Prometa ser minha para sempre! __ Falei no seu pescoço.
__ Oh, e-eu... __ Gemeu novamente, sem conseguir terminar a frase.
__ Vamos, amor, prometa ser minha para sempre, da mesma forma que também sou seu para sempre. __ Pedi novamente e tirei meu rosto do seu pescoço, olhando-a nos olhos. __ Prometa. __ Repeti.
__ Eu prometo. Sempre e sempre. __ Respondeu e nesse momento nossos orgasmos chegaram juntos, numa sincronia perfeita que éramos quando estávamos juntos.
__ Eu te amo. __ Sussurrei em seus lábios.
__ Eu também te amo. Muito! __ Respondeu, correspondendo meu beijo.
Ficamos abraçados por um tempo, apreciando a presença um do outro. Depois sai de dentro dela, e puxei sua calça para cima, depois puxei a minha e peguei minha camisa e a dela no chão, lhe entregando a sua.
__ Vamos sair logo daqui, antes que chamem a policia. __ Ela disse divertida.
__ E olha que nós somos ela! __ Respondi entrando na brincadeira.
__ Bem, é um golpe de sorte! __ Disse depois de já pronta.
Ela pulou da mesa e pegou uma pasta que joguei no chão, quando a tinha posto em cima da mesa.
__ Vamos até a sala de Emmett agora. Temos que analisar os dossiês que eu tinha pedido e contar sobre Victoria.
__ Certo. __ Respondi, pegando sua mão e a puxando para fora da sala, depois de ter destrancado a porta.
Não tinha ninguém ali, afinal, Bella estava, temporariamente, sem secretária. Então continuamos a caminhar a caminho da sala de Emmett.
Chegamos até ela e abrimos a porta sem bater, já entrando.
__ Nossa, até que enfim. E... Estou magoado que você tenha fechado a porta na minha cara, Edzinho! __ Emmett brincou.
Revirei os olhos e depois eu e Bella rimos da sua cara de palhaço fingido.
__ Cala a boca, Emm. __ Bella disse ainda soltando umas risadas. __ Argh! Odeio nunca ficar com raiva de você! __ Disse e riu mais um pouco.
__ Querida, é um dom! __ Ele respondeu colocando a mão esquerda em cima do coração e todas na sala sorriram.
__ Ok, ok. Brincadeiras à parte, vamos ao que interessa.
__ Sim, sentem. __ Ele respondeu ficando sério.
Eu sentei na cadeira a frente de sua mesa e puxei Bella para meu colo. Todos acharam normal, afinal, sempre fazíamos isso.
Estavam na sala, além de Bella, eu e Emmett, Riley, que agora fazia parte, temporariamente, do grupo e Rafael. Estávamos esperando Jasper.
Bella começou a falar e contou sobre a carta de Victoria e, no final, entregou para Emmett a carta em si, para que ele desse uma lida e ela foi passada de integrante a integrante do grupo.
O último a pegar a carta foi Riley, e enquanto ele lia, eu o analisava. Ele não era mais alto ou mais forte que eu. E, convenhamos, nem mais bonito. Ele não teria a menor chance com Bella. Sei que ela me disse que o considerava um irmão. Mas será que ele considerava o mesmo? Bem, não importava. Eu iria trata-lo com educação, porém ficaria de olhos bem abertos, porque na primeira tentativa que ele der para cima de minha Bella, eu lhe arranco a cabeça fora.
__ Cara, você sempre se mete nessas merdas, hein, Bells! __ Ele comentou.
Argh! Odeio essa intimidade dele com ela! Bells! Rá! Como se ele tivesse o direito de chama-la assim. Será que ele não se toca que só eu posso dar apelidos para a MINHA Bella? Que otário. __ Reclamei mentalmente.
__ Pois é, e, tenente Swan, Riley. Estamos em trabalho. __ Bella disse de forma delicada, para não magoá-lo.
__ Oh. Claro, claro. __ Ele respondeu olhando para a carta.
Fiquei imensamente feliz com aquilo e até achei que ela nem devia ter sido tão delicada com ele. Por mim, poderia ter é gritado com ele e depois lhe chutar as bolas.
__ Satisfeito? Agora será que pode parar de me apertar tanto? Estou ficando sem ar! __ Bella sussurrou no meu ouvido e só então percebi que a estava estreitando fortemente em meu colo, protegendo-a.
__ Er, desculpe. Prometo me controlar. __ Respondi de volta no seu ouvido.
__ Acho bom. __ Respondeu com um biquinho que eu fiz questão de beijar.
__ Te amo. __ Murmurei e lhe dei outro selinho.
__ Idiota. __ Era riu baixinho. __ Eu também te amo.
__ Realmente, essa carta é uma guerra declarada. __ Riley falou depois de ler mais uma vez o papel. __ Poderíamos recolher o DNA que tiver nele. Mas como ela já passou na mão de muitos e você já sabe quem a escreveu, acho que não tem necessidade disso.
__ Não será necessário. Tanya não seria louca de me enganar. Ela sabe do que sou capaz de fazer com ela. __ Bella respondeu.
__ Você a espancaria e a faria implorar por misericórdia. __ Riley disse rindo.
__ Naturalmente. __ Bella respondeu passando um braço ao redor de meus ombros e eu a apertei mais fortemente em meu colo, beijando seu ombro perto de meu rosto.
__ É bem sua cara fazer isso mesmo! __ Ele respondeu novamente e Bella deu de ombros.
__ Certo, mas o que vamos fazer agora? __ Rafael se manifestou.
__ Vamos atacar primeiro os soldadinhos dela. Depois partiremos para cima de Victoria. Precisamos enfraquecê-la. Afinal, ela não faz o trabalho sujo, apenas dá ordens. E precisamos descobrir o real motivo de sua ira para comigo. __ Bella respondeu em um tom profissional.
__ Concordo. __ Emmett respondeu. __ É um plano simples, mas nada fácil. Porém é o mais lógico e certo a ser feito. Vamos esperar Jasper chegar com os dossiês e analisar um por um e, então, escolhemos aquele que tivermos mais informação para ir atrás.
Todos concordamos com a cabeça.
__ Tomara que tenhamos informações necessários, porque, do contrário, continuaremos no zero. __ Comentei enquanto alisava a coxa de Bella delicada e carinhosamente.
__ Sim, é o mais sensato a ser feito. Mas se não tivermos nada de novo, teremos que consultar Tanya na cadeira novamente e ver se conseguimos mais alguma informação dela. __ Bella falou.
__ De qualquer forma, o jeito é esperar Jasper. __ Riley respondeu, finalizando toda a conversa.
Um silêncio desagradável se instalou na sala, mas voltei minha atenção para minha Bella, e tudo ficou melhor. Ela olhou para mim e levou sua mão direita para a minha bochecha esquerda, acariciando-a. Virei meu rosto para aquela direção e beijei a palma de sua mão.
__ Tudo vai dar certo, meu amor. Eu prometo. __ Eu falei bem baixo, para que apenas ela me ouvisse.
__ Eu sei. Meu medo é o que teremos que passar até chegarmos lá. __ Ela respondeu em meio a um suspiro cansado.
Beijei sua boca de leve, tentando confortá-la e lhe passar segurança.
__ Ninguém vai te machucar. Eu sempre vou estar com você, para te proteger. __ Prometi entrelaçando sua mão na minha.
Nesse momento a porta da sala foi aberta por um Jasper bem eufórico e suado.
__ Vocês não vão acreditar no que encontrei! __ Ele disse empolgado.
__ Uau, nunca te vi expressar tantas emoções de uma vez só. __ Emmett brincou.
__ Emm, não faça brincadeiras numa hora dessas. Eu tenho uma informação que vai animar a todos! __ Jasper respondeu praticamente pulando no lugar.
__ Mas que merda, diz logo Jasper! __ Rafael disse sendo contaminado pela euforia.
__ Eu descobri isso! __ Ele disse jogando uma pasta em cima da mesa. __ Mas vou adiantar o conteúdo. __ Disse, mas parou.
__ Jasper, quer parar de fazer isso? Fala logo, caralho! __ Emmett disse ficando em pé e pulando também.
__ Meu Deus, fui parar em um circo e ninguém me avisou. Onde já se viu dois marmanjos ficarem pulando desse jeito? __ Comentei e eles me olharam com uma cara de dó.
Dei de ombros e Bella riu.
__ Ok, ok. Agora chega. Fala logo, Jasper. __ Bella falou.
Jasper respirou fundo três vezes e voltou sua atenção para Bella.
__ Tenente, localizamos o esconderijo de Aro.
Notas finais
Próximo capítulo, visita de Bella ao hospital, para ver Alice. E uma pequena surpresa. Aguardem.
Comentem bastante, hein! E não se esqueçam de fazer uma recomendaçãozinha, poxa! Não estou merecendo não? kkkkk
Beeeijos ♥
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