Notas iniciais
OI GENTEEE Obrigada pelos reviews! amei todos eles! Não me matem! Por favor! Próximo cap só na terça ou com recomendação! Boa Leitura Filha de Zeus

Kath, me ajuda. Preciso de você agora, eu não sei o que fazer! Vão matar ele.

Assim que Elena me mandou essa mensagem eu corri para meu quarto, peguei a primeira roupa que vi na minha frente (Nem me preocupando se era uma roupa adequada, minha amiga está em perigo!) e em cinco minutos estava com uma calça jeans preta rasgada, uma blusa de manga comprida também preta, meus coturnos e minha arma.

Peguei a chave do carro e saí sem nem olhar para as meninas, elas já deveriam saber. Assim que cheguei no carro liguei para Elena que deveria estar em pânico.

‘– Kath! Cadê você? E.. eu sei o que fazer! – fala desesperada.

– Onde você está?

– No laboratório! Vem rápido! Eles vão me achar! Eu to com muito medo! – ela começa a soluçar bem baixinho.

– Chego em menos de um minuto – penso rápido rotas de chegar mais rápido. – não saia daí Elena, não importa o que aconteça, entendeu?

– Sim, Kath, só me salva, por favor. – respondeu – Até daqui a pouco.

– Até – desligo o telefone. ’

Aumento a velocidade bastante, precisaria falar com o Agente Donovan sobre as multas que levarei. Resumindo, um trajeto que normalmente leva uns 20 minutos, eu faço em cinco.

Assim que chego ao estacionamento quase deserto do Laboratório, vejo uma van preta estacionada ao lado do carro da Lena. Pego mais munição e sigo para o prédio com a arma nas mãos. A porta, que deveria estar trancada, está sem a tranca. Arrombada.

Está tudo escuro no primeiro andar, decido ligar para Kevin, meu antigo parceiro, para que ele venha com sua nova equipe para cá o mais rápido possível.

‘– Kevin!

– Kath, você está bem? – pergunta alarmado.

– Preciso da sua ajuda, o laboratório foi atacado, Lena está aqui em pânico e acho que os invasores mataram alguém.

– Chego com a esquipe em alguns minutos. Vá procurando sua amiga. – e desligou.’

Subi para o segundo andar, uma sala estava com as luzes acesas, fui lá, mas não havia ninguém. Mando uma mensagem para Elena.

Onde você está? — Kath

Recebo a resposta rapidamente.

No 3º andar, na sala 305. Vem rápido. — Lena

Silenciosamente, corro para o andar de cima e chego na porta da sala 305. Mando uma mensagem para minha amiga me deixar entrar e assim que abre, entro e a abraço. Ela está chorando, só eu sei o que ela passou antes de virar um gênio da ciência forense, os abusos do pai dela, a vida da filha de um dos maiores traficantes de drogas dos Estados Unidos.

– Calma, Lena – falei mexendo em seu cabelo – vai ficar tudo bem, agora me conta o que aconteceu.

– Claro... Eu estava com o Dr. Weston na minha sala terminando de verificar o DNA que seu pai me mandou, aquele que foi encontrado na cena do crime daquele serial killer que matou as doze mulheres nas ultimas semanas, quando ouvimos pessoas falando e abrindo as portas.

‘Não havia mais ninguém no Laboratório, então, Dr. Weston mandou que eu fosse para a outra sala que é conectada à aquela e saísse para um lugar seguro para chamar alguém para ajudar.

Fiz exatamente o que ele disse, mas, enquanto corria, ouvi barulhos de tiros e um grito muito alto que tenho certeza que era dele. Aí, a primeira pessoa em que eu pensei foi você. Entrei nessa sala e te mandei a mensagem. Eles estão no último andar, ouvi eles correndo.’

– Você fez bem, agora mesmo Kevin está vindo aqui com sua equipe para resgatarmos o Dr. – no mesmo instante, meu celular apitou avisando que havia uma nova mensagem do Kevin.

Chegamos, onde vocês estão? — Kevin

Mostrei a mensagem para Elena e rapidamente mandei a resposta a ele.

Sala 305, bata 2 vezes na porta. E arranje um agente para levar a Lena para fora, ela esta muito assustada. — Kath

Alguns minutos depois ouvi as duas batidas na porta e entraram Kevin e Micaella, uma morena alta e competente que eu mesma indiquei para que entrasse para a equipe, o resto da equipe estava do lado de fora esperando. Micaella estendeu o braço para Elena que olhou para mim, assenti com a cabeça e ela se levantou e saiu com a mulher.

– Quantos são? – perguntou Kevin me entregando um colete a prova de balas.

– Não sei, a única coisa que consegui saber é que eles podem ter matado o Dr. Kevin e que ainda estão nesse prédio.

Rapidamente fomos para a sala da Elena, no quinto andar. Estava uma bagunça, matérias forenses jogados em todo canto junto a folhas de papel, computadores, e no chão, atrás da bancada principal, havia uma poça de sangue. Corri até lá e havia um homem de uns 30 e poucos anos de cabelo loiro, ele era lindo, usava uma calça jeans, camisa social azul clara e um jaleco. Em sua calça havia uma marca de bala e de lá saia sangue. Muito sangue. Mas, incrivelmente, ainda estava respirando.

– Você está bem? – perguntei para ele que piscou e abriu os olhos incrivelmente lindos, verdes azulados.

– Acho que sim – falou fraco. Ajudei-o a se sentar, me virei para os outros e gesticulei para que um ficasse de guarda e os outros fossem procurar os invasores.

Ashton, um moreno gigante que ficou para me ajudar, entregou uma maleta branca e uma garrafa de água. Deu um pouco da água para o Dr. E abri a maleta que estava cheia de materiais médicos.

Primeiro rasguei o jeans dele até o joelho para ver o machucado, por sorte, a bala não bateu no osso, ela passou de raspão, mas mesmo assim rompeu uma artéria. Dei um comprimido para dor a ele, limpei ao redor do machucado e fiz um curativo para estancar o sangramento e conseguirmos levar ele até a saída do prédio.

– Qual é seu nome? – perguntou não parecendo sentir dor nenhuma.

– Katherine Stark, mas me chame de Kath. – respondi e vi Ashton com um par de muletas nas mãos. Não me pergunte como ele conseguiu aquilo, porque eu estou até agora tentando entender.

– Meu nome é Jesse Weston, prazer – falou se levantando com ajuda de Ashton. – Obrigada Ash, como está a vista aí em cima? – resmungou. Ele era alto, mas Ashton era um gigante.

– Não zoe agora, Jesse, talvez eu tenha que te levar no colo. – retrucou o amigo.

– Claro, irmão. – respondeu Jesse pegando as muletas e começando a andar sem colocar a perna machucada no chão. – Vamos descer pelo elevador central.

Mandei uma mensagem para Elena pedindo que Micaella ficasse de guarda na saída do elevador central e perguntando se estava tudo bem. Ela rapidamente respondeu que estava em uma ambulância do lado de fora, cercada de agentes federais e que Micaella estava indo com mais dois agentes para o local.

*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*_*

– Ashton e Micaella, – falei quando já havíamos deixado o Dr. na ambulância – vocês entram comigo com as armas sacadas.

Eles assentiram e me seguiram para a entrada do grande Laboratório de Pesquisas Forenses do FBI. Dois minutos depois estávamos no sétimo andar do prédio, onde Kevin, Simon, Roger e Henry estavam com as armas apontadas para a porta de uma sala.

– Eles estão aí? – perguntei.

– Sim – disse Simon – estamos esperando um barulho lá dentro para entrarmos.

De repente, ouço um barulho bem fraco, como uma janela se abrindo. Olho para Micaella que parecia ter ouvido também. Essa parte do prédio tinha um estacionamento atrás, e a queda dessa janela seria de uns 3 metros e meio. Eles estavam fugindo.

– Abram a porta agora – falou a mulher rapidamente.

Quando a porta se abriu, só havia um homem lá dentro, que estava chegando perto da janela. De repente ele se vira para nossa direção e eu só ouço um barulho de tiro e uma dor em minha perna direita antes de desmaiar.

Notas finais
Kath: http://www.polyvore.com/kath_cap_10/set?id=128164009