Então é Natal
3 25 de Dezembro de 1975
Notas iniciais
"- DEIXEM ELE EM PAZ! — berrou Lílian. Puxara a própria varinha agora. Tiago e Sirius a olharam preocupados.
– Ah, Evans, não me obrigue a azarar você — pediu Tiago sério.
– Então desfaça o feitiço nele!
Tiago suspirou profundamente, então se virou para Snape e murmurou um contrafeitiço.
– Pronto — disse, enquanto Snape procurava se levantar — Você tem sorte de que Evans esteja aqui, Ranhoso.
– Não preciso da ajuda de uma sangue-ruim imunda como ela!"
Lembrança de Snape.
Lilian não fala mais comigo, ela me evita nos corredores e não deixa que eu me explique, ela está cada vez mais próxima de James e seu bando idiota, será que ela não percebe quem ele é, mesmo depois de todas as brincadeiras ridículas que ele fez comigo, ela ainda assim prefere ficar com ele.
Olho para mansão a minha frente, estou sozinho, sempre estive, irei seguir meu caminho, vou ter a certeza de que ninguém nunca mais irá me humilhar, estou desistindo de Lilly, para o lugar que eu vou, ela não pode me acompanhar, ela escolheu seguir o Potter, eu escolho o poder, eu escolho nunca mais me sentir inferior a ninguém.
– Bem Vindo a Mansão Malfoy – Lucius tem um sorriso de orelha a orelha, ele está se exibindo, resolvo deixa-lo ter esse momento afinal é importante que ele pense que pode me controlar.
– É magnifica Lucius.
– Deixe-me leva-lo até seu quarto. – O lugar é simplesmente gigantesco, espaço de mais eu diria, mas tem sua pompa. – Sinta-se em casa Severo, teremos visitas importantes esta noite, meu pai me contou que o próprio Lord virá, apresente-se bem, tenho grandes expectativas em você.
Sei o que Lucius quer dizer, ouvi as conversas que tem ocorrido entre nossos amigos, ele quer u lugar de destaque ao lado do Lord, quer estar no circulo intimo, ele acredita que meu talento em poções vai fazer com que o Lord se interesse e então isso o fara ficar em evidencia, desculpe Lucius tenho meus próprios planos.
– Não se preocupe, sei bem o que fazer. – Lucius me deixa sozinho até a hora do jantar, descemos junto, mas em alguns minutos já o perco de vista.
Muitos convidados já chegaram, fico nervoso a medida que os convidados chegam, mas não vejo o Lord, mesmo que o visse não reconheceria, mas imagino que Lucius estará correndo atrás dele como um cachorrinho assim que ele chegar.
Resolvo me afastar da multidão, vou até o escritório e olho pela janela, em algum lugar tenho a sensação de que ela pensa em mim, mas é só minha mente tola, dando esperanças ao meu coração, não preciso disso hoje. Esta é a minha escolha, eu não serei mais fraco, eu não irei abandonar o talento que tenho, não por esta idiotice de que somos iguais aos trouxas, somos superiores, vou aprender o que puder, irei alcançar meu destino. Se não posso tê-la, nada mais importa que fique com o Potter, ele irá leva-la à morte, todo aquele orgulho Grifinólio não servirá de nada quando o Lord tomar o poder.
E então você irá compreender não é Lilly? Quando o Potter não mais existir? Vai aceitar que somos melhores que os trouxas? Que eu estava certo? Eu vou estar aqui quando isso acontecer.
– Você está pronto Severus? – Lucius me chama, ele parece preocupado.
– Sim, vamos logo – isso é tudo que me resta.
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