Enquanto respirarmos, seremos nós

1 2002, por Lilith. A chuva.


Naquele momento, enquanto eu observava a forte chuva de novembro, pensei em como as coisas podiam ser diferentes. Pensei no meu amado e no tempo em que recusei seus sentimentos. Apenas por quê eu era uma garota egoísta e tinha medo que a perturbação que as garotas mimadas e vis se voltassem para mim.

Agora distante, ele pode nunca mais voltar da guerra para qual tinha sido praticamente obrigado a ir e, se acontecesse, eu nunca mais o teria em meus braços, sentiria seus beijos ou seu perfume.

Então observo a chuva, lembrando da primeira vez que o vi chorar...