Enquanto Ele Dorme

3 Capítulo 2- Starbucks


Notas iniciais
Heyyyy!
Estão gostando???
Espero que sim

;D

Entrei com Candy em sua casa, dei graças a Deus que seus pais estavam dormindo e a levei até seu quarto, entrei em seu banheiro e a coloquei de baixo da água fria.

—Ai Lena, que gelado. —Gritou

—Shhhhh! Quer acordar seus pais? —a repreendi.

—Não! —disse zonza—Quero apenas vomitar. —falou indo para o vaso sanitário, ajoelhou e então tudo que havia bebido estava indo embora.

—Ótimo fim de aniversário—sussurrei segurando seu cabelo. —Pronto?! —perguntei quando vi ela levantando.

—Não—disse ela voltando ao vaso.

—Perfeito! Quatro e meia da manhã meus pais vão me matar! Vem comigo.

Coloquei Candy na cama e esperei ela pegar no sono, então desci as escadas sem o salto para não fazer barulho, fechei a porta devagarinho e fui para o carro. Sentei e coloquei as mãos no volante, e então comecei a me lembrar das coisas que havia conversado com Stefan, como ele era demais, lindo, inteligente, porque pensava tanto nele? Balançou a cabeça para distanciar o pensamento.

—Idiota! Elena, você é definitivamente uma idiota!

Liguei o carro e fui embora.

Abri a porta de casa e então, me deparei com minha mãe assistindo tv, sem sono.

— Vou ser morta. —sussurrei ao entrar e ver minha mãe no sofá.—Bom dia Mãe! — Disse sorridente.

—Voltou cedo Elena—falou com tom de ironia.

—Mãe desculpa, estava cuidando de Candy...

—Tudo bem Ni só estava preocupada, vai dormir vai.

—Desculpa ta?!—beijei seu rosto e subi.

—Da próxima vez avisa.

—Ok—respondi sorrindo

Cheguei em meu quarto, estava exausta, tirei meus vestidos de cima da cama e joguei no canto.

—Amanhã eu arrumo. —Pensei alto.

Queria dormir daquele jeito, mais havia ficado muito perto de Candy, e estava fedendo azedo.

—Uh! Preciso de um banho!

Quando entrei na banheira, o sorriso de Stefan me veio a mente, ele era lindo, sabia se expressar e eu quase havia o beijado... Mas a minha querida amiga atrapalhou. Esqueci o telefone, Aghr

—Que bom

Terminei meu banho, coloquei minha camisola vermelha e então deitei na minha cama, olhei no relógio e já eram seis horas da manhã, ainda bem que já havia acabado a escola. Se não estava ferrada, em plena sexta feira ter que se arrumar para ir para a escola não daria certo.

Comecei a pensar na faculdade que iria cursar ano que vem se fosse aceita em Princeton, sempre tinha sonhado em veterinária, imagina se Stefan soubesse. De novo Stefan! Fechou os olhos e com muita dificuldade, tentando afastar seus pensamentos, pegou no sono.

Meu celular começou a tocar, com a minha música favorita (I Stay in Love, refrão), acordei assustada, olhei para o relógio nove horas da manhã, só havia dormido três horas, estava detonada. Olhei no bina era Soff.

—Lena, Bom Dia!

—Bom Dia—disse com voz de sono.

—Nossa acorda menina! Ops! Mulher—riu—Eu e Tyler vamos tomar café da manhã no Starbucks, encontra a gente lá com a Candy?

—Se ela estiver viva!

—Deu trabalho né?

—Em dobro!

—Eu sabia! —Riu. Ia contar de Stefan, mas ouvi Tyler rir junto com ela, então achei melhor não falar nada.

—Vou buscar ela, a gente se encontra em uma hora ok?!

—Sim em uma hora!

Desliguei e então levantei da cama, não gostava de deixar as coisas para a empregada arrumar, sempre arrumava meu quarto como gostava. Mas estava com pressa, e muito cansada, me troquei e liguei para Candy.

—Alô? —disse ela com voz de sono. “eu estou com sono, por sua causa!“ pensei

—Vou te buscar em trinta minutos para irmos ao Starbucks e é melhor estar pronta!

—Eu nem dormi! —“eu não dormi!” pensei mais uma vez

—Depois você dorme, a Soff e o Ty vão nos esperar lá daqui uma hora.

—Tá ok! Elena, vamos lá! Iup—Ironizou—Pode vim!

Desliguei, por mais que a amasse queria matar ela. Desci pronta, minha mãe estava fazendo o café da manhã.

—Bom dia família!

—Bom dia filha—disse minha mãe e meu pai em coro.

—E então filha como foi à noite? —disse meu pai desviando o olhar do jornal—conheceu alguém, bebeu? E... Me conta?

—Não pai não transei e não rolou droga! —ri alto.

—Ótimo—disse voltando à atenção para o jornal novamente. —é assim que eu gosto.

—Peter, acho que por você a Lena virava Freira!

—Ah! Meu maior sonho Mich! Meu maior sonho!

—Credo Pai! Vira essa boca pra lá. Estou indo tomar café da manhã no Starbucks com as meninas.

—Não vai comer nada? —perguntou meu pai.

—Peter, ela acabou de dizer que vai ao Starbucks, então ela vai comer lá! Presta atenção.

Ele fez careta aproveitando que ela havia se virado, e quando ela o olhou, sorriu com cara de cínico. Ri alto! Ele era um babaca mesmo.

—O que foi Lena, porque esta rindo? — perguntou minha mãe sem imaginar que o palhaço havia feito.

—Nada! —pisquei pra ele, ele assentiu. —Estou indo. Amo vocês.

...

Estacionei o carro, Candy estava de óculos de sol e uma cara de poucos amigos.

—Entra Candy! —disse abrindo a porta do carro ainda sentada no banco do motorista. —Bom dia!

—Eu estou com uma dor de cabeça terrível! Aprontei muito?

—Não—Menti—só um pouquinho! —Fui ligar o rádio, ela pegou minha mão

—Pode ficar sem música só hoje?

—Ah, claro! Sem músicas, telefones e...

—Telefone?

—Esquece! —Candy colocou a mão na cabeça e escorregou no banco para ficar quase deitada.

Entramos no Starbucks, Ty e Soff estavam no mesmo lugar de sempre, brincando na maior sintonia.

—Bom dia casal! —Disse sorrindo

—Bom dia Lena—disseram em coro—Bom dia Candy.

Ela apenas assentiu.

—Está de mau humor hoje—disse com um sorriso no rosto.

—Oi meninas! —disse Trish—Ty, que saudade, vem me dar um abraço!

—Claro Trish— ele a abraçou apertado—que saudade! Como você esta diferente, nem parece aquele moleque que amava aprontar com essas três aqui! —Ele sorriu e voltou a se sentar ao lado de Soff.

Candy não levantava a cabeça.

—Dois cappuccinos? Um chocolate quente e um mocaccino?

—Não! Trish, hoje quero um café forte e sem açúcar—disse Candy levantando a cabeça apenas para falar seu pedido.

—Bebeu todas né menina? —sorriu, saindo para fazer o pedido.

—Todas as tequilas do Funnights—ironizei, olhando para Soff e Ty. Candy mostrou a língua para mim e voltou a deitar a cabeça na mesa. Sorri e ao desviar a cabeça vi alguém que não sabia ao certo se era verdade ou imaginação, meu Deus era real? Ou apenas um sonho? Era verdade, Stefan estava ali em carne e osso, estava de jeans e blusa bege, cabelo bagunçado e estava sorridente, ele tinha um estilo de homem, era lindo e estava ali, desviei o olhar como uma adolescente e abaixei o rosto.

—Tenho que entender essa atitude? —perguntou Soff

—Ele está aqui—sussurrei com a jaqueta na cabeça como uma criminosa

—A policia? —perguntou Ty—Descobriram seus crimes?

—Shhhh Ty—sussurrei

—Então fala quem é? —sussurrou Soff entrando na minha, Candy levantou a cabeça

—Elena, que cena ridícula, tira isso da cabeça.

Assim que ela tirou a blusa levantei a cabeça e como num filme Stefan me viu e ficou um tempo me olhando imaginando ser real ou não como eu havia feito.

Notas finais
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