Enfim, Casados!!!
68 Visita a D. Cristina x Suzana descobre gravidez
Notas iniciais
R – ‘Posso entrar?’ – Falei entrando na sala dela assim que as crianças saíram correndo após o sinal ter tocado.
H – ‘Claro que sim, amor!’
R – Entrei na sala e dei um selinho nela – ‘Meu amor, que tal almoçarmos hoje na sogrinha, hein? Tem muito tempo que não vamos lá, o que você acha?’ – Falei fazendo carinho na mão dela que estava sob a mesa.
H – ‘Acho uma boa ideia! Vou ligar para ela!’ – Peguei o telefone e liguei pra minha mãe. – ‘Prontinho! Ela amou a ideia. Vamos?’
R – ‘Vamos!’ – Peguei as coisas dela e seguimos até o estacionamento. De lá fomos para a casa da D. Cristina.
~ Na casa de D. Cristina ~
C – ‘Que bom que vocês vieram!’ – Os cumprimentei abraçando-os. – ‘E o meu netinho ou netinha, como anda, hein filha?’ – falei colocando a minha mão na barriga dela, fazendo carinho.
H – ‘Muito bem, mãe. De vez em quando tenho alguns enjoos, mas é normal.’
C – ‘Isso é normal mesmo. Quando estava grávida de você, vivia tendo enjoos. Mas depois de algum tempo isso passa. Quando é que você vai fazer o ultrassom? Já marcou?’
H – ‘Já sim, mãe. Na sexta-feira!’
R – ‘Não vejo a hora de descobrirmos se é menino ou menina!’
H – ‘Calma amor, vai demorar um pouquinho né. Agora que entrei no primeiro mês. Ainda falta algum tempo pra descobrirmos!’
C – ‘Verdade, Renê!’
R – ‘Quero que passe voando esse tempo, senão vou morrer de curiosidade.’ – Rsrsrs.
H – ‘Eu quero que passe bem devagarzinho. Quero aproveitar cada dia da minha gravidez!’
C – ‘Tem que aproveitar mesmo, filha. Quando ficamos grávidas, é um tempo maravilhoso; cheio de expectativas, alegrias, sonhos. Um momento que a gente não esquece nunca. Sem contar dos desejos absurdos que temos.’
R – ‘Ainda bem que a Helena ainda não chegou nessa parte!’
C – ‘Disse bem, Renê, ainda! Mas acho que não vai demorar muito ela começar te pedir pra comprar um monte de comida estranha!’ – Rsrsrs.
H – ‘Vai se preparando viu, amor!’
R – ‘Hum!’
C – ‘Vamos almoçar então? A comida já está na mesa!’ – Saímos e fomos até a cozinha.
R – A comida da D. Cristina estava deliciosa. Depois do almoço, ficamos na sala conversando mais um tempo com ela.
C – ‘Me digam uma coisa: já pensaram em alguns nomes para o bebê?’
H – ‘Ainda não mãe. Ainda não paramos pra pensar nisso, né amor! Queremos saber o sexo primeiro para depois escolhermos o nome.’
C – ‘Mas como ainda vai demorar um pouquinho, poderiam já ir pensando em alguns nomes.’
R – ‘Tem razão, D. Cristina. Assim quando descobrirmos o sexo, já começaria chamando-o (a) pelo nome escolhido.’
H – ‘É uma boa ideia, mãe! Afinal, como foi que a senhora e o papai escolheram o meu nome?’
C – ‘Seu pai sempre gostou de Helena. Sempre achou um nome muito bonito e forte. Sempre dizia que se um dia tivesse uma filha, colocaria esse nome nela. Naquela época, não tinha como descobrir se era uma menina ou um menino. Não é como hoje que tudo se modernizou. Aí resolvemos escolher dois nomes: um feminino e um masculino. Ele escolheu Helena, caso fosse uma menina e eu escolhi Pedro, caso fosse um menino!’
R – ‘Bonitos nomes, D. Cristina!’
C – ‘Aí como veio uma princesa, ficou Helena! Confesso que também amei o nome!’
H – ‘Eu também amo o meu nome!’ – Ficamos ainda um bom tempo conversando com a minha mãe até que resolvemos ir embora.
C – ‘Já vão meus amores! Tá cedo ainda!’
R – ‘Temos que ir, D. Cristina. A Helena e eu queremos ver algumas coisas para o quarto do bebê!’
C – ‘Mas vocês já vão fazer compras sem ao menos saber o sexo?’
H – ‘Mãe, vamos apenas fazer alguns orçamentos. Dá pra gente ir comprando algumas coisas sem precisar saber o sexo do bebê, como por exemplo: a poltrona de amamentação, o fraldário, o bebê conforto, o berço.’
R – ‘A Helena tem razão, D. Cristina. Não queremos deixar pra última hora. O que pudermos já ir comprando agora é melhor.’
C – ‘Vocês que sabem, meus amores! Então boas compras! Ah, Renê! Não deixe a Helena ficar muito tempo em pé, andando não, viu! Lembre-se que ela não pode se cansar!’
R – ‘Pode deixar, D. Cristina. Vou cuidar dela direitinho!’
H – ‘Tchau, mãe! Aparece lá em casa depois!’
C – ‘Pode deixar, meu amor! Depois vou lá visitá-los!’ – A abracei forte – ‘Tchau meu netinho ou minha netinha lindo (a)! Fica comportadinho aí na barriga da mamãe!’ – Beijei a sua barriga.
R – ‘Tchau sogrinha!’ — Abraço
C – ‘Tchau genrinho. Se cuidem hein!’
H – ‘Pode deixar, mãe!’ – Saímos e fomos direto para o centro fazer as nossas compras.
~ Enquanto isso na praça ~
S – Estava andando pela praça quando deparo com os alunos pirralhos da Helena sentados conversando. Resolvi parar pra ouvir o que eles estavam conversando. Pareciam bem contentes.
V – ‘Sabe pessoal, não dá nem pra acreditar que a Professora Helena e o Professor Renê terão um bebê.’
L – ‘Verdade, Valéria. Isso é tão romântico.’
Marcelina – ‘Eles pareciam que estão muito contentes com a novidade!’
Margarida – ‘Dá pra ver o brilho nos olhos deles quando nos contaram a notícia!’
MJ – ‘Essa criança veio pra uni-los ainda mais!’
Daniel – ‘Verdade, Maria Joaquina. Eles formam uma família muito bonita!’
Jaime – ‘Tenho que concordar com vocês. Realmente eles merecem tudo o que está acontecendo com eles!’
Alicia – ‘Como será daqui pra frente as nossas aulas, hein pessoal?’
Jorge – ‘Como assim, Alicia? Serão normais, ora!’
A – ‘Quero dizer que depois que a Professora Helena ganhar o bebê, ela ficará um tempo sem poder dar aula pra gente. Quem será que vai substituí-la?’
V – ‘Gente, não vamos preocupar com isso agora não. Afinal ainda falta muuuito tempo para o bebê nascer. Até lá pessoal, temos que ajudar a Professora Helena em tudo o que ela precisar.’
Bibi – ‘Verdade, pessoal. Lembre-se que a Professora Helena não pode se estressar. Isso pode fazer mal ao bebê!’
MJ – ‘Tem razão, Bibi! Todos prometem que vão comportar nas aulas?’
C – ‘SIIIMM!’
S – ‘Não é possível que a Helena está grávida. Essas crianças só podem estar brincando né! Mas se ela estiver mesmo grávida, não posso deixar que essa gravidez prossiga adiante. Tenho que fazer alguma coisa pra impedir. Ah se tenho!’
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