Enfim, Casados!!!
16 O passeio na praça
R – Percebi que a Helena estava um pouco triste. — ‘Meu amor, o que houve?
H – ‘Não é nada não amor!’
R – ‘Nada não né, sei! Não quero te ver assim! Você pode vir ver a sua mãe sempre que quiser, tá...’
H – ‘Eu sei. É que ainda não me acostumei com a ideia de morar longe dela!’
R – ‘Eu sei que não é fácil, eu também já passei por isso quando sai de casa. Mas eu prometo que não vai ser tão ruim assim!’
H – Rsrsrs. ‘Eu sei amor, só me dê um tempo para me adaptar, ok?’
R – ‘Você tem todo o tempo do mundo que precisar, viu.’
~ Depois de alguns minutos ~
R – ‘Pronto, chegamos! Me espera aí, tá! Não sai!’
H – ‘O que você vai fazer Renê?’
R – Sai do carro, abri a porta dela e estendi minha mão pra ela. – ‘Agora sim deixo você sair!’
H – ‘Hum! Que cavalheiro o meu amor! Você não existe sabia!’ – Dei minha mão pra ele, sai do carro e antes de entrar em casa, segurei a gola de sua camisa enquanto ele segurava a minha cintura e o beijei intensamente. Ele me pegou no colo e fomos entrando na casa aos beijos. Ele fechou a porta da sala e foi me conduzindo até o quarto. Aconteceu novamente.
~ No outro dia ~
R – ‘Bom dia meu amor!’
H – ‘Bom dia!’ – respondi ainda espreguiçando.
R – ‘Que preguiça hein!’
H – ‘Nem me fale! Dormiu bem?’
R – ‘Ao seu lado é impossível não dormir bem!’
H – Rsrsrs. – Beijo.
R – ‘Que tal levantarmos, tomar café e darmos uma volta na praça pra namorarmos um pouquinho, hein!’
H – ‘Hum! Ótima ideia meu amor!’ – Selinho – Levantamos, trocamos de roupa e fomos tomar café.
R — Depois que tomamos café, saímos a pé para caminharmos um pouco, conversarmos e namorarmos. Estávamos andando abraçadinhos quando de repente alguém nos chama...
A – ‘Renê! Helena!’
R – Viramos para ver quem era. – ‘Não acredito! Você?’
...
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