R – Percebi que a Helena estava um pouco triste. — ‘Meu amor, o que houve?

H – ‘Não é nada não amor!’

R – ‘Nada não né, sei! Não quero te ver assim! Você pode vir ver a sua mãe sempre que quiser, tá...’

H – ‘Eu sei. É que ainda não me acostumei com a ideia de morar longe dela!’

R – ‘Eu sei que não é fácil, eu também já passei por isso quando sai de casa. Mas eu prometo que não vai ser tão ruim assim!’

H – Rsrsrs. ‘Eu sei amor, só me dê um tempo para me adaptar, ok?’

R – ‘Você tem todo o tempo do mundo que precisar, viu.’

~ Depois de alguns minutos ~

R – ‘Pronto, chegamos! Me espera aí, tá! Não sai!’

H – ‘O que você vai fazer Renê?’

R – Sai do carro, abri a porta dela e estendi minha mão pra ela. – ‘Agora sim deixo você sair!’

H – ‘Hum! Que cavalheiro o meu amor! Você não existe sabia!’ – Dei minha mão pra ele, sai do carro e antes de entrar em casa, segurei a gola de sua camisa enquanto ele segurava a minha cintura e o beijei intensamente. Ele me pegou no colo e fomos entrando na casa aos beijos. Ele fechou a porta da sala e foi me conduzindo até o quarto. Aconteceu novamente.

~ No outro dia ~

R – ‘Bom dia meu amor!’

H – ‘Bom dia!’ – respondi ainda espreguiçando.

R – ‘Que preguiça hein!’

H – ‘Nem me fale! Dormiu bem?’

R – ‘Ao seu lado é impossível não dormir bem!’

H – Rsrsrs. – Beijo.

R – ‘Que tal levantarmos, tomar café e darmos uma volta na praça pra namorarmos um pouquinho, hein!’

H – ‘Hum! Ótima ideia meu amor!’ – Selinho – Levantamos, trocamos de roupa e fomos tomar café.

R — Depois que tomamos café, saímos a pé para caminharmos um pouco, conversarmos e namorarmos. Estávamos andando abraçadinhos quando de repente alguém nos chama...

A – ‘Renê! Helena!’

R – Viramos para ver quem era. – ‘Não acredito! Você?’

...

Notas finais
Quem será? Aguarde o próximo capítulo...