Enfim, Casados!!!
64 Almoço no Shopping
Notas iniciais
H – Estávamos andando no shopping abraçados e de repente o Renê resolveu parar em frente a uma vitrine de loja infantil.
R – ‘Olha só que roupinhas mais lindas de bebê, amor!’
H – ‘É mesmo! São lindas mesmo!’
R – ‘Vamos entrar e ver?’
H – ‘Mas amor, ainda é cedo pra comprarmos roupinhas para o bebê e não sabemos nem o sexo ainda! Vamos esperar mais um pouquinho e depois que soubermos se é menino ou menina a gente compra.’
R – ‘Mas não custa nada olhar! Vem, vamos entrar!’ – Disse puxando-a para dentro da loja. Quando entramos, a atendente logo veio nos atender.
A – ‘Bom dia! Em que posso ajudá-los?’
R – ‘Estamos querendo ver algumas roupinhas de bebê!’
A – ‘É pra menino ou menina?’
H – ‘Na verdade, moça, ainda não sabemos. Estou grávida de quase um mês.’
A – ‘Entendo. Olha temos algumas peças em cores neutras, que dá pra usar tanto em menina quanto em menino. Vou mostrar pra vocês, venham aqui!’ – Fomos até a arara.
H – Peguei um macacãozinho palha e logo mostrei para o Renê. – ‘Olha que lindo, amor!’
R – ‘É lindo mesmo, amor. Veja esse aqui!’ – Entreguei pra ela um macacãozinho branco.
H – ‘Mais lindo ainda!’
A – ‘É o primeiro filho?’
R – ‘Sim!’
A – ‘Entendo! O primeiro filho é sempre uma novidade para os pais. Já passei por isso. Eu tenho um casal: um menino de 5 e uma menina de 2.’
H – ‘Que gracinha! Como chamam?’
A – ‘Pedro Augusto e Ana Vitória!’
H – ‘Que lindos nomes!’
A – ‘Obrigada!’
R – ‘E então amor, vamos levar?’
H – ‘Hum... Acho melhor não. Vamos esperar até sabermos o sexo. Apesar que tem cada um mais lindo que o outro.’
A – ‘Verdade! Caso resolver levar, me procurem!’
H – ‘Ok, outro dia a gente volta. Vamos, amor?’
R – ‘Vamos! Até logo!’ – Nos despedimos e fomos para a praça de alimentação. – ‘Você viu que lindos?’
H – ‘Aham! Achei aquele branquinho o mais lindo de todos!’
R – ‘Porque você não resolveu comprá-lo, já que achou ele o mais bonito?’
H – ‘Melhor esperarmos um pouco, assim vamos saber se estou esperando uma Heleninha ou um Renezinho né!’ – Falei colocando a mão na minha barriga.
R – ‘Garanto que se for uma Heleninha, vai ser linda que nem a mãe!’ – Falei colocando a minha mão por cima da dela.
H – ‘Que isso, amor.’ – Falei toda sem graça.
R – ‘Pra que ficar sem graça, se eu só disse a verdade, ora!’
H – ‘Imagina só se for um Renezinho? Vou ter que ficar de olho bem aberto pras moças não o atacarem porque tenho certeza que herdará do pai a beleza e o dom de cantar e tocar vários corações!’
R – ‘Hum... Depois eu é que sou o ciumento né! Mas pensando bem, eu que vou ter que ficar de olho bem arregalado caso apareça algum marmanjo de olho na minha filhota.’ – Rsrsrs.
H – ‘Daqui alguns meses descobrimos então, né!’
R – ‘Verdade!’ – Selinho — ‘O que você vai pedir de almoço, amor?’
H – ‘Uma porção de grelhados com arroz e salada!’
R – ‘Vou pedir o mesmo! Me espera aqui que vou lá fazer o nosso pedido, ok?’
H – ‘Tá bom!’ – Selinho. – O Renê saiu e fiquei esperando. Não demorou muito e ele já estava de volta. – ‘Pediu?’
R – ‘Sim! Agora é só esperar eles trazerem pra nós!’
H – ‘Enquanto você fica aqui esperando, vou ao banheiro.’
R – ‘Vai lá’ – Depois que a Helena saiu, fui até a loja infantil e comprei o macacão que ela mais gostou. Rapidamente, voltei até a mesa que estávamos e ela já tinha chegado.
H – ‘Onde você foi?’
R – ‘Esqueci de pedir um suco de laranja pra nós e fui ali acrescentar no nosso pedido!’ – Menti e acho que ela nem desconfiou.
H – ‘Ahh!’ – Achei estranho o modo como o Renê falou, mas não quis questioná-lo. Pouco tempo depois, o nosso prato chegou. Almoçamos e logo o Renê se levantou.
R – ‘Amor, vou ali pagar a conta, tá?’
H – ‘Tá bom! Não demora!’
R – Sai da mesa, passei em frente a loja infantil e fiz um sinal para a atendente e depois fui até o restaurante acertar a conta.
H – Logo depois que o Renê saiu, aquela mesma atendente apareceu onde eu estava.
A – ‘Com licença, senhora. Pediram pra entregar isto a senhora.’
H – ‘Pra mim? Quem?’
A – ‘Não posso informá-la, apenas estou cumprindo ordens. Com licença!’
H – Peguei a sacola da mão dela e assim que ela saiu, resolvi abri-la. Não acreditei no que tinha lá dentro. – ‘Renê! Renê!’
R – ‘Me chamou?’
H – ‘Engraçadinho, você, hein!’
R – ‘Eu? Por quê?’
H – ‘Sim, você! Não te falei pra comprarmos as roupinhas do bebê daqui um tempo?’
R – ‘Eu sei, amor, mas não resisti. Você não gostou?’
H – ‘Claro que gostei, amor, mas não precisava ser agora né!’ – Falei fazendo carinho no seu rosto.
R – ‘Claro que precisava e tenho certeza que o nosso bebê vai ficar lindo nesse macacãozinho branco!’
H – ‘Não tenho dúvidas!’ — Beijo
R – ‘E aí, melhorou os enjoos?’
H – ‘Aham... Mas também seria impossível não melhorar, né. Com tanto cuidado e carinho que tenho recebido de você, não poderia ser diferente.’
R – ‘Boba! Vamos pra casa?’
H – ‘Vamos, antes que você resolva levar a loja inteira né!’ – Rsrsrs. – Demos as mãos até o estacionamento e pegamos o carro.
~ Na casa de ReNa ~
R – Estávamos na banheira tomando banho abraçados quando a perguntei: ‘Amor, você já pensou como vai contar sobre a gravidez lá na escola pras crianças, pra Graça, o Firmino e a Diretora Olívia?’
H – ‘Ainda não! Você tem alguma ideia?’
R – ‘Pras crianças, a gente podia fazer uma surpresa pra eles, o que você acha?’
H – ‘Mas que tipo de surpresa?’
R – ‘Estava pensando assim: a gente podia...’ – Contei todo o plano pra ela que concordou na hora.
H – ‘E os adultos, a gente podia contar assim que chegássemos lá e aí a gente pediria ajuda deles.’
R – ‘Uma ótima ideia! Mas agora mudando de assunto...’ – A virei pra mim — ‘Bem que agora a gente podia ficar namorando aqui um pouquinho mais, né! Tá tão gostoso a gente ficar agarradinho assim, hein. Que tal?’
H – ‘Vou pensar no seu caso!’
R – ‘Pensa com muito carinho, tá?’ – Nos aproximamos e começamos um beijo bem romântico e intenso. Depois, trocamos de roupa, jantamos e fomos dormir.
~ Na Segunda-feira ~
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