Encontros, desencontros e novos encontros
101 Capítulo 101:
— Vai fala. – Ben afirmou com um largo sorriso encarando Anita. Enquanto os dois aproveitavam o pouco de solidão que tinham, refugiados próximo ao mar, depois que escapara do Grajaú, após Vitor convidar a todos para ver um jogo seu vôlei pelo time da faculdade.
— Oi, o que. – a garota riu, tentando conter os cabelos que eram bagunçados pelo vento. – A deixa eu adivinhar a brisa do mar, e a proximidade com ele, te deixou um pouco confuso, foi isso. – Anita brincou se aproveitando do fato dos dois estarem sentados a areia da praia, bastante próximos das ondas que iam e voltavam devido à maré meio revolta. Estavam felizes, era algo praticamente escrito nas testas de ambos, tanto que se permitiam serem crianças novamente, sentadas a praia como e desafiassem as ondas a lhes atingir, chegando onde estavam.
— De modo algum. – o rapaz negou a beijando carinhosamente.
— Que bom, fico mais tranquila. – Anita respondeu saindo do beijo, não evitando lhe encará-lo com um sorriso iluminado.
— Mais sério, eu to falando de você, me diz sei lá, o que você faz nos finais de semana, tua matéria preferida na faculdade, o último filme que você assistiu, pra onde mais você viajou, teu prato predileto no momento... – ele riu entre a imensidão de perguntas, voltando o olhar para céu a encarar o sol a pino que fazia naquela tarde.
— Não quer mais nada não, sei lá o número da minha conta bancária, valor do meu salário, o que eu comi no almoço... – Anita deu gargalhadas do interrogatório do amado.
— Ué se você quiser a gente também pode começar por aí, aliás, a gente começa por onde você quiser. – rebateu Ben a enchendo de beijos. – Nem to podendo escolher mesmo. – provou ele entre um ar sorridente, talvez se fosse por ele, os dois estariam completamente enlaçados em uma relação tão séria, que duraria para sempre, mas mesmo não ouvindo da boca da garota, Ben no fundo sabia que ela hesitava em deixar as coisas tomarem tal rumo tão apressadamente.
— Tá mais, e se você descobre que minha vida nem é tão interessante assim, e se... – ela supôs pensativa imaginando o que diria. – Sei lá foi pior, se ela for bem menos interessante do que era a mais ou menos quatro anos atrás. – Anita cogitou esboçando um olhar misterioso.
— Impossível, qualquer coisa em você vai ser sempre importante. – garantiu ele, Anita apenas o lançou um olhar de quem não concordava. – Pra mim... – Pelo menos, vai ser sempre especial, tudo em você vai me interessar, qualquer coisa, até o nome do teu perfume está me interessando. – explicou ele fazendo Anita debochar, como se quisesse fugir do que acabará de ouvir.
— Ah é. – ela tentou conter o riso. – Você não tá muito convencido não. – provocou Anita com um beijo rápido.
— To não. – Ben negou procurando manter- se sério. – Tá duvidando por acaso. – ele cobrou sorridente, sentando mais próximo a ela, e a beijando no pescoço.
— Não. – Anita riu ainda mais se abraçando a ele. – Mais... – Prova. – afirma ela.
— É... – Pensando melhor, eu posso pensar mais um pouco, só pra eu não correr o risco de errar mesmo. — sorriu ele apaixonadamente.
— Seria demais eu estar apaixonada por você. – declarou Anita, parecendo entender que não dava mais para esconder tal fato de si mesma, talvez nem dele, por mais que ela não se sentisse tão segura de si com a certeza de que o rapaz já sabia tal confissão.
— Quem sabe. – o rapaz sorriu timidamente com a confissão da garota. – Porque, eu tenho certeza que, eu to perdido por você, completamente. – Ben retribuiu a garota, que apenas o encarou muda com ar sorridente, onde apenas o barulho do mar se fez invocar sua presença na cena, tomados pela calmaria que acalentava seus corações, os dois beijaram-se totalmente envolvidos um com o outro.
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— Você pode dizer, o que não significa que eu acredite. – Anita ria sem parar dos devaneios de Ben, enquanto os dois chegavam ao restaurante juntos. – E aí Omar. – Anita cumprimentou o garçom alegremente encarando o salão em volta quase vazio.
— Ué, e o passeio em família, perderam por que, patrão passou aqui todo animado hoje cedo. – Omar indagou de imediato quando notou os dois chegando entre sorrisos animados.
— Fala Omar, bom digamos que a gente se perdeu só um pouco. – Ben alegou se dirigindo a ele com ar de riso.
— O suficiente pra nem encontrar, a gente errou só a localização, fomos parar no Leblon, nada de mais. – Anita zombou da situação, e de toda andança dos dois, que no fundo nem parecia ter sido tanta assim.
— E aí vão de que, a especialidade da casa hoje se resume em caipirinha de maracujá, servi umas quinhentas só na hora do almoço. – perguntou o garçom animadamente aos dois que pararam em frente ao balcão.
— Realmente não dá pra negar que o Martin está quase conseguindo tornar o restaurante em um dos lugares mais frequentados.– Anita afirmou, jamais pensando que um dia veria o amigo e ex-namorado ter tanto jeito para o gerenciamento do negócio.
— Verdade não é que o danado tem talento pra coisa mesmo. – Omar concordou.
— Ben oi. – Amanda gritou um pouco ao longe em pé em frente a uma mesa que dividia com uma amiga.
— Ah meu deus, sabia que meu dia estava gongado, só que nem tanto, como estou vendo agora. – Anita disse em tom baixo lançando um olhar nada disfarçado ao rapaz, que tentando não chamar atenção da outra garota apenas se prendeu em um aceno discreto de volta. – E nem vem que me olhar assim não vai me fazer mudar de ideia. – Anita encarou Ben com extrema ironia, ao perceber ele suspirar incomodado com toda colocação.
— Menos né, você não acha que acordou com os dois pés na casinha do exagero hoje. – Ben tentou contornar ao máximo.
— Ah! – Benjamim, estou me sentindo plenamente ofendida agora. – Anita levou a mão contra a boca, se proferindo com cinismo diante da atitude dele em desviar da situação.
— Aqui o cardápio gente. – Omar alegou preferindo fingir distração diante do papo dos dois, que era impossível ficar desapercebido por ele, mas o garçom preferiu não meter-se na vida dos filhos do patrão.
— Escuta aqui pessoa, você... – Ben tentava argumentar quando Amanda lhe interrompeu procurando chamar sua atenção uma segunda vez.
— Vem cá um instante, por favor. – Amanda insistiu disfarçando o fato de que percebia a negação do rapaz em atendê-la por trás de um sorriso.
— Vai logo ver o que a Amanda quer vai. – Anita ordenou de cara fechada suspirando meio irada. – Porque se ela vir aqui, vai ficar digamos que meio, pior... – ameaçou ela distorcendo o olhar.
— Você não devia. – Ben respirou pesado contrariado com o olhar de deboche e provocação dela lançado a ele.
— Você também não. – Anita rebateu deixando claro que não levaria de volta para casa a audácia da outra garota de forma barata e tranquila.
Ben a fitou severo de volta indo em direção aonde estava Amanda, que olhou fixamente para onde Anita continua sem se mexer, apenas observando o caminhar do rapaz, Anita olhou por um segundo com olhar de distração para Omar que fez uma cara amena, ao perceber a provocação enviada por Amanda por meio do sorriso que esboçava a uma Anita que respondeu com um olhar nada cordial.
— Então fazia dias que eu não te via. – Amanda puxou assunto com Ben que parecia mais interessado em imaginar o semblante de Anita a suas costas.
— É, eu andei preso em casa mesmo. – Benjamim respondeu procurando agir com educação.
— É... – Mais eu não estou aceitando de boa não, podia ter ido lá na empresa me fazer uma visita, minhas tardes são tão tediosas, é contrato pra cá, é clausula pra lá, e depois tua madrasta trabalha lá comando a cozinha vai, argumento perfeito, fazer uma visita pra ela também. – Amanda afirmou sorrindo serena.
— É argumento válido. – Ben respondeu com simpatia entre um sorriso ameno, talvez a garota tivesse razão, por mais que ele estive muito mais interessado na filha de sua madrasta, mesmo que não devesse.
— Muito mais que isso, irrelevante e intransferível. – reforçou Amanda alegremente.
— Para Anita, para agora. – Anita resmungou discretamente para si pensando alto, tentando evitar continuar prestando atenção no papo dos dois. – Ou desse jeito você acaba tombada e no inferno mesmo. – a garota procurou agir com calma, esfregando as mãos nos cabelos totalmente agitada.
— Então vai de caipirinha mesmo. – Omar quis engatar uma conversa com a garota que apenas sorriu desajeitada tentando disfarçar o motivo de sua impaciência.
— Adorei a nossa praia aquele dia, a gente podia repetir. – Amanda confessava encarando Ben com uma cara de quem queria induzi-lo a aceitar prontamente o convite, enquanto o rapaz parecia procurar uma resposta como negação ao convite, que não soasse com tanta falta de educação.
— Jesus, que vaca cínica. – Anita proferiu fazendo o gesto de meio que tirar os óculos escuros passando a fitar Amanda com o olhar por baixo.
— Aqui Anita. – Omar depositou o copo sob o balcão com simpatia.
— E depois eu é que não presto. – murmurou Anita cheia de raiva mal notando o garçom, sua mente estava ocupada demais para isso, apenas colocou os óculos novamente retirando o olhar dos dois, e fitando o garçom. – Omar pensando bem, suspende a bebida, e me trás só o maracujá mesmo sem o álcool, de preferência um suco bem forte, antes que eu mate alguém e nem sinta. – proferiu ela nervosamente, querendo controlar-se por mais que nem estivesse conseguindo.
— Anita você tá bem. – Omar riu do jeito da garota que falava entre caras e bocas.
— Ótima, na verdade se eu não estivesse nem estaria pensando. – ela disfarçou com a expressão séria.
— E aí já pediu. – Ben a questionou quando vinha em direção dela.
— Não. – Anita negou o olhou ao seu lado. – E você já pediu. – a garota provoca sem esconder o tom de malicia.
— Você costuma sempre ficar bêbada antes de começar. – ele disse preferindo fingir que não entendia nem um pouco. – Ou quer complicar apenas... – indagou ele contrariado, querendo enlaçar uma mão a cintura dela.
— Pode afastar, porque eu nem te dei essa intimidade tá bom, e não finge que você não entendeu, porque eu tenho certeza que sim, você entendeu e como. – Anita o olhou com insatisfação, observando Amanda deixar o local.
— Anita. – Ben chamou por ela lhe lançando um olhar de quem desaprovava.
— Ben, você já ouviu falar naquelas técnicas de mosaico. – iniciou Anita uma explicação.
— Talvez, e você como uma boa decoradora conhece todas, não. – ele respondeu distraidamente procurando ler o cardápio do restaurante.
— De repente me deu uma vontade enorme de pro ela em prática, fazer da tua querida amiguinha vários pedacinhos, depois empalhar cada um deles, com cola permanente, de forma minuciosa, porque eu tenho certeza que ela só fez isso pra esfregar sei lá o que na minha cara. – a garota falou cansada das provocações da outra.
— Você tá brincando com minha cara, ou será mesmo que dá ao menos pra fingir que a gente pode ter uma relação normal, como duas pessoas normais. – Ben ainda quis ignorar o jeito enciumado com que ela falava.
— A gente nunca teve uma relação, quem dera que ela fosse normal, aliás se você ainda lembra se dependesse dos nossos pais, nós seriamos queridos irmãozinhos, já esqueceu. – Anita não engoliu e rebateu o provocando.
— É. – Ben maneou a cabeça ironicamente voltando o olhar pra ela. – E sabe o que também eu esqueci, o quão venenosa você acordou hoje, deve ser a vigésima patada que você me dá em menos de uma hora. – ele revidou impaciente. – Olha que desse jeito eu desisto mesmo. – Ben supôs sorrindo diante da cara de brava encenada por ela.
— Ah você não faria isso. – Anita sorriu plenamente desdenhando do fato. – Não depois desse tempo todo, correndo atrás pra me provar o contrário, nem você seria tão desapegado, não seria mesmo. — Anita garantiu junto a um sorriso de pleno riso ao pé de seu ouvido, antes de se afastar para sentar em uma mesa vazia próximo dali.
— Como se isso fosse só agora. – Ben a observou se deslocando com cara de riso.
— É Ben, vocês e o gosto pelo perigo. – Omar não resistiu em não comentar.
— Olha Omar se você vai me criticar, faz um favor em nome da nossa amizade, de ser de uma maneira bem curta, porque com certeza meu pai e a Vera vai fazer da melhor e mais longa possível, como sempre. – respondeu Ben sem fazer questão de disfarçar.
— Olha sinceramente, eu não tenho nada a ver com a vida de nenhum de vocês dois, eu jamais me meti nisso e você sabe, e além do mais vocês são adultos, isso não é da minha conta mesmo. – o garçom preferiu se justificar do que ser mau interpretado. – Eu só confesso que não entendo muito como isso foi acontecer, só que é bom eu ter certeza de que não estou vendo coisas também, como eu pensei outro dia quando os encontrei lá na porta do casarão juntos. – exclamou um tom tranquilo.
— E se eu te falar que eu também não faço a menor ideia de como isso começou e aconteceu, você vai acreditar meu amigo. – Ben soltou o cardápio sob a mesa, não sabendo se daria mesmo para explicar.
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— Oi. – Meg entrou saltitante pela porta do quarto.
— E aí. – Anita respondeu amena, pouco virando o olhar para olhar para a amiga.
— Achei que você já tivesse dormido. – a loira disse estendendo uma blusinha e um short de dormir sob a cama também com a intenção de refugiar-se as cobertas.
— É estava sem sono. – a garota confessou, deitada a cama com o notebook sob as cobertas e também se desdobrando em encarar a tela do celular.
— Você dormindo cedo mesmo, só por duas opções mesmo, sonífero ou esgotamento físico e mental. – Meg riu da falta de paradeiro de Anita.
— Hum olha quem fala, uma dançarina cuja a bateria só pode ser carregada a energia solar, porque pra desligar né. – Anita afirmou ironicamente voltando a digitar algo no computador.
— O que não quer dizer nada. – a loira riu vindo até a cama dela. – Provas tenho e muitas... – Meg garante olhando Anita. – Uma pessoa que lê o caderno de economia, projeta um projeto de designer, e ainda checa e-mail ao mesmo tempo no computador, e pior meche também no celular tudo junto, é alguém muito zen mesmo, é você gata, e em pessoa. – a americana continua com a zombaria, enquanto Anita somente parou tudo que vazia e lhe olhou atônita.
— Esqueceu de dizer que eu estou olhando os comentários do blog aqui também. — Anita a encarou ainda desaprovando as brincadeiras da amiga acrescentando ainda nas criticas da amiga o blog de decoração que tinha a bastante tempo. – E para de ser chata, só pra constar e dar contra as opiniões, no celular eu procurava um arquivo pra um trabalho que acho que eu perdi, porque não estou achando. – ela afirmou de cara amarrada soltando o objeto.
— Mais um motivo pra eu estar certa. – a loira ri solto, sentando animada a cama junto com Anita. – Eu só pensei que agora que você tem um namorado, e está apaixonada por ele, você ia deixar de ser tão ligada nos 220, o tempo todo apenas isso. – brica provocativa. – E alias Anita e o Ben hein... — perguntou travessa a uma Anita que só bufou.
— E o Ben o que. – Anita imitou o jeito da loira falar, rindo em seguida. – É só pra saber, eu nunca disse que eu não estava apaixonada pelo Gustavo. – falou olhando para a amiga que parecia prestar atenção nela. – Então mudando completamente o rumo do assunto transloucado, que ir até Sampa comigo amanhã, sim ou não, e não pode pensar. – Anita questiona as risadas não disposta a deixar mesmo Meg processar o teor da pergunta, só para assim ela aceitar de imediato.
— Hãm você vai fazer o que em São Paulo. – a loira parecia surpresa.
— Fazer algo que eu tenho que admitir que não queria, visitar meu pai e a família nova dele, mas é isso, é também minha família. – Anita revelou, já imaginando e temendo tal encontro, o pai nunca foi presente em sua vida, mas com sua mudança de país, não poderia negar que tal fato piorou e muito, a julgar que Caetano foi o primeiro a dizer que era contra a tal ato, e um dos muito ao qual ela não ouviu e foi para Londres assim mesmo.
— Não sei Anita, acho que não, porque bom teu pai não vai gostar de uma estranha na casa dele, e como você sabe tua irmã e eu não nos amamos, pelo contrario, e ela mora lá com ele, melhor não amiga, me desculpa mesmo. – a loira ficou chateada, mas tinha seus motivos para se negar.
— Não, tudo bem, eu te entendo, e como. – Anita respirou calma, não surpresa com a reação de Meg, já até esperava, nem ela mesma tinha vontade de fazer tal coisa. – Eu que, não quero ir sozinha até lá, porque acho que nem quero ir, mas sim porque tenho mesmo que ir ver meu irmão, e meu pai e a Zelândia né. – disse Anita.
— Sinto muito mesmo, mas vou ficar te devendo essa. – a loira se decepcionou consigo mesma. – Marcelo me convidou pra ir até a mãe dele amanhã, parece que ela chega amanhã. – ela contou.
— Oh My God. – Finalmente a Meg vai conhecer a sogra. – Anita não resistiu e tirou sarro da amiga.
— Ai da pra parar que não é nada disso tá, é só um jantar informal. – a loira ficou envergonhada da situação e desconversou totalmente.
— Ah Meg, eu vou te que ir pra São Paulo sozinha amanhã. – Anita resmungou jogando a cabeça para trás quando lembrou do fato e não gostou nem um pouco.
— Vai de avião, assim ao menos você economiza o tédio da vigem. – a loira disse.
— Não, mesmo aí que morro de tédio, e eu não estou a fim de torrar meu dinheiro em uma passagem de última hora, por conta do meu pai, dispenso. – Anita respondeu se negando. – Vou pegar o carro do Ronaldo, ao menos assim me distraio com a estrada e não penso nenhuma loucura em como agir, ou como será esse encontro. – ela percebeu que uma viagem mais tranquila e rápida de avião lhe faria ainda mais mal. – E sim, eu sou um ser inquieto, mas isso não é culpa minha e muito menos da minha profissão, são das escolhas dramáticas que eu fiz e continuo fazendo na minha vida... – ela acusou antes que Meg voltasse a dizer que estava certa.
— Esqueceu do doida também. – a loira não se aguenta e ri. – Condia outra pessoa pra ir com você. – sugeriu despretensiosa.
— Mas quem. – Anita não viu pessoa, Julia e Serguei talvez, mais não ambos tinham trabalho e aula naquele dia de semana. – Só se... – Achei, a pessoa ideal, mesmo que meu pai não concorde. – ela riu da lembrança e Meg se ajeitou na ponta da cama com um sorriso de quem queria muito saber de quem Anita falava.
— continua...
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