Encontro inevitável

3 Capítulo 3 - A vida prossegue


Notas iniciais
Nessa história, nem tudo o que se conhece sobre Dragon Ball será mantido e vocês leitores verão a diferença, e espero que aprendam a amar os personagens da forma que eu os fiz. Valendo lembrar que os personagens de Dragon Ball não são de minha autoria (infelizmente), mas sim, de Akira Toriyama. Sem mais delongas, boa leitura...

“...Os nomes dos outros dois que lhe acompanhavam era Nappa e Radits.
Nappa era um soldado de classe média e tutor do jovem príncipe.
Radits era filho de Bardock e Gine, soldados de classe baixa assim como ele. O casal não teve apenas um filho. Radits possuía um irmão mais novo, que assim como o irmão do príncipe Vegeta, foi mandado a outro planeta por possuir um poder de luta muito baixo." — Fragmento retirado do capítulo 1


Os acontecimentos que originariam essa história, já foram contados. A partir disso, nesse trecho citado refere-se ao saiyajin que também sobreviveu, graças ao seu nível de poder baixo. Agora, a vida prossegue, em outro planeta...

Sábado — 05:32 AM – Residência de Aiyme Brief

Aiyme: Aar... Que droga! Mais uma noite que eu perco o sono... – Aiyme se vira na cama e deita de bruços, de forma um pouco bruta. Passando-se um tempo, ela se irrita e dá um grito frustrado — Aah... Não dá!!
Yamcha: Ãmm?? O quê?? O que foi?! Aiyme... – o grito da garota faz com que Yamcha acorde – O que houve?! Está tudo bem??
Aiyme: Não consigo dormir, é isso. – ela diz de modo estúpido.
Yamcha: Aah, é só isso, é? – ele fica bobo com o motivo de ser acordado com gritos e, se não estivesse sentado, cairia para trás – E por causa disso tinha que me acordar assim, Aiyme? Poxa, tava dormindo tão gostoso... – ele boceja e esfrega os olhos – Hum, vamos voltar a dormir, vai. Ainda são, ah...são – ele pega o relógio para ver às horas – São só 05:37 ainda, Aiyme.
Aiyme: Já disse que não consigo dormir, que droga!! – ela bufa de raiva – Me dá licença, Yamcha. – Aiyme retira o lençol e faz menção de se levantar.
Yamcha: Ei, espera. Onde você vai??
Aiyme: Vou fazer algo de útil...

Ela então desce da cama, calça os chinelos e veste um robe preto de tecido fino por cima, pois estava apenas de lingerie. Ela sai de seu quarto deixando Yamcha sozinho e indo ao laboratório de número dois, que ficava no terceiro andar da casa.


Aiyme: Ah... Eu já estou ficando louca, não é possível!... – ela se apoia com os cotovelos na mesa e segura a cabeça com as palmas da mão – Algo está tirando a minha pouca paz, e para ajudar, Yamcha não me entende. Ah, esse idiota... Acho que a única coisa que importa pra ele é sexo. – ela se frustra, mas tenta abstrair um pouco – Quer saber?! Não importa, já perdi minha noite de sono mesmo, o que me resta agora é o trabalho. Esse projeto tem tomado grande parte do meu tempo, mas logo eu termino ele e o esforço terá valido a pena.

Ela passaria a madrugada toda naquele laboratório, se retirando dele apenas quando uma força maior a fizesse sair de lá, que no caso seria quando o seu estômago reclamasse de fome...


No quarto...

Yamcha: Ah, Aiyme... – ele resmunga e passa a mão pelos seus cabelos, que agora estavam curtos – Por que você tinha que ser tão complicada, hein? A gente podia ser um casal normal de namo... Bem, é... Na verdade a gente não tinha como ser normal mesmo. – um riso bobo escapa de seus lábios e ele balança a cabeça em negativa – Você não tem jeito mesmo, e eu não tenho porque reclamar disso. Eu gosto de você...

Laboratório n° 2 – Residência de Aiyme Brief

Já eram 12:10 e Aiyme ainda trabalhava em seu projeto. Tendo quase sete horas de trabalho contínuo no laboratório, o desgaste era inevitável, por isso ela decide parar um pouco e tomar um banho, trocar de roupas e comer alguma coisa. Mas, de repente, quando ia fechar a porta do laboratório e subir para seu quarto, escuta o telefone tocar...


Aiyme: Ora, mas quem será que está ligando hoje? A empresa não funciona de sábado. Bem, só tem uma forma de saber quem é o sem noção... – ela atende o telefone um pouco mal humorada – Alô, quem está falando?!
Mestre Kame: Aiyme, é você? Aqui é o Mestre Kame.
Aiyme: Mestre Kame?! Oras, por que está me ligando no número do laboratório, sabia que de sábado não funcionamos?! Se quisesse falar comigo, que ligasse no número da minha casa! – diz de modo grosseiro.
Mestre Kame: Mas eu liguei! Só que ninguém atendeu, por isso resolvi ligar no número do seu laboratório. Imaginei que você estivesse trabalhando...
Aiyme: Hum... Certo. Agora fale, o que quer comigo, Mestre?!
Mestre Kame: Ahaha o que eu quero... Não sei se posso falar. – diz com malícia.
Aiyme: Ora... SEU VELHO TARADO, VÊ SE ME RESPEITA!!! – ela se enfurece com o comentário – Fale à sério comigo ou eu desligo agora mesmo!!
Mestre Kame: Está bem, está bem... Não era para tanto, era só uma brincadeirinha hehe. – ele diz na tentativa de acalmá-la – Bom, mas o que eu ia dizer é que, amanhã, Kuririn e Goku virão até aqui se reunir em minha casa. Gostaria de saber se você também não queria vir aqui fazer uma visitinha ao velho Mestre Kame. Já faz tempo que não passa por aqui...
Aiyme: Goku e Kuririn, é?? Bem... Já faz tempo que não os vejo. Acho que não tenho nada de importante marcado para amanhã, então eu acho posso passar por aí na ilha.
Mestre Kame: Que maravilha! Então será como nos velhos tempos, hein?! Amanhã nós nos veremos. – Aiyme apenas desliga o telefone "na cara" de Mestre Kame, sem lhe falar nenhuma palavra de despedida.

Mestre Kame: Poxa, mas essa garota é muito mal educada mesmo, nem se despede do Mestre. Que tipo de educação ela teve, hein?!... – então o Mestre se cala um por um instante e dá um leve sorriso – Hahaha, mas é mesmo, não tem nem o que dizer sobre isso! Fui eu quem a eduquei... Ainda que ela não é pior, pois poderia ser... Hehehe está bom assim! Está bom...

Após falar com Mestre Kame, Aiyme desce as escadas e vai até seu quarto, que ficava no andar térreo da casa. Chegando lá, depara-se com Yamcha. Ele ainda estava dormindo, espalhado confortavelmente em sua cama.

Aiyme (pensamento): Não acredito que esse vagabundo esteja dormindo até agora! Eu estou trabalhando desde às 05:40 da manhã e o bonito aqui, esparramado na minha cama... Será que a noite de ontem foi tão boa assim?...

Aiyme: YAMCHA!!! – ela grita seu nome.
Yamcha: Ãam?! O-o que foi?! – ele acorda assustado.
Aiyme: Acorda, né?! Já é mais de meio dia e você aí, dormindo!
Yamcha: Ah... Qual é, Aiyme? Hoje é sábado... – ele que estava sentado, se joga novamente na cama, com os braços atrás da cabeça, indignado – Não tenho mais nada pra fazer, deixa eu dormir mais um pouquinho, vai... – ele faz um beicinho.
Aiyme: Claro... – ela diz docemente – Mas não na minha cama! – seu tom de voz se altera – Se quiser dormir, que seja na sua cama e na sua casa! Agora anda, me dá licença que eu vou me trocar e tomar um banho.
Yamcha: Tá bem, Aiyme. Tá bem. Mas que coisa... – ele retira o lençol e se levanta da cama. Estava apenas de shorts, então pega sua camiseta do time de baseball em que jogava e sai do quarto.

No banheiro...

Agora Aiyme estava no banho, um momento que ela retirava para relaxar um pouco, e enquanto se lavava também se lembrava de algumas coisas...



Aiyme: Já tem muito tempo que não vejo aqueles dois... A última vez que os vi foi... Foi no Torneio de Artes Marciais! – flashes da companhia dos seus amigos lhe vem à cabeça – E amanhã voltarei a vê-los depois de anos...

Notas finais
Lembrar dos amigos é ótimo, lembrar da vida... E Aiyme fará isso nos próximos capítulos. Não percam! Até breve. PS: não é plágio, estarei postando a mesma história em outros sites.