Emprego Diabólico

1 Capítulo 1: A missão que deu errado


Nos tempos modernos, segurança é algo difícil de se encontrar, especialmente em Las Vegas, onde nossa equipe está trabalhando nesse exato momento.

Eles corriam com uma MT40 em suas mãos, trajando roupas escuras, um colete a prova de balas, óculos de proteção e um capacete, desligaram as lanternas das armas, correndo para longe da fábrica, um deles grita:

? : Porcaria, por que você cortou o fio errado?

O outro logo responde.

-Não temos tempo pra conversas, vamos sair desse lugar logo, antes que algo aconteça!-

De repente, escutam-se tiros, vindos do telhado da fábrica.

-Ali em cima, um sniper. – Diz um dos homens ao se virar.

O homem com a sniper no prédio mirava nos homens, esperando apenas uma brecha para atingi-los. Mira na perna de um dos homens e atira, acertando em cheio, o homem cai, ficando para trás.

-Ahhh, uma ajuda aqui!- Grita o homem

Todos continuam correndo, apenas tentando salvar suas vidas, deixando o homem para trás.

? : Caramba, vamos logo pro helicóptero, antes que a gente acabe que nem o Smith.

Eles entram no helicóptero e saem do local, subindo cada vez mais, se camuflando na neblina da noite.

O outro homem, Smith, que havia ficado para trás, agora se encontra amarrado, numa cadeira, dentro da fábrica, cercado por nove homens vestidos com um casaco marrom.

Um deles abre uma maleta, cheia de facas, de diferentes tipos.

-O que você e seus homens vieram fazer aqui?- O homem perguntava, enquanto mexia em uma das facas da maleta.

Smith continuava calado, com um olhar de desafio, mostrando que não contaria nada.

-Se não vai contar, iremos ter que tirar as palavras de sua boca, com força. – O homem dizia, puxando uma faca com lâmina torta de dentro da mala.

Ele enfia a faca na perna de Smith, apertando cada vez mais, causando uma dor insuportável em sua perna. Smith fecha os olhos pra agüentar a dor, tentando segurá-la.

-E então, não vai dizer? Fale logo, ou perderá sua vida. –Dizia o homem, colocando a ponta da faca próxima ao pescoço de Smith, que engolia seco na hora, suava frio.

Mesmo assim, Smith não proferia nenhuma palavra, havia sido treinado para momentos como este, morreria sem dar nenhuma informação se fosse preciso.

-Finalizem-no. – O homem enfia a ponta da faca em seu ombro, os outros oito sacavam suas PT101 e miravam no peito de Smith, descarregando as armas nele.

Enfim, Smith estava morto.