EMÍLIA

Emília podia sentir a pressão aumentar dentro dele e queria senti-lo dentro dela, senti-lo preenchendo-a, possuindo-a totalmente, querendo assim preencher as noites em que ela inconscientemente desejou ter ele.
A boca de Bernardo, voltou faminta para a dela, a mão dele procurou intimo dela, sentido ela úmida ele toca arrancando suspiros e gemidos dela a calcinha impedindo um toque mais profundo, a pega no colo e a leva para a cama, ela geme quando ele tira a calcinha e da pequenas mordidas em sua pele,mas nada se compara e nem estava preparada para o que a boca dele fez depois, o hálito dele quente sobre suas coxas, depois mais acima na sua vagina, os dedos dele separando gentilmente, sua língua saboreando-a, ela gemia, coloca as mãos naquela cabeleira negra, e a cada investida de língua ela puxa os cabelos dele e gemia mais alto, em um lampejo de realidade ele se culpa por ter resistindo tanto tempo, junto com a língua vem um dedo para amplificar o prazer dela os dois trabalham em ritmos tão perfeito que em segundos ela se contorce perto de um orgasmo, como que querendo puni-la ele para, ela suplica para ele não parar, tenta puxa- lo novamente mas ele desvia de seu toque, e ele volta devagar, com a língua a torturando, sabendo que ela quer mais, ela guia a mão dele de novo para seu clitóris, fazendo ele massagear, e tocá-la mais e mais rápido e assim ele faz, ela se retorcida ao toque dele, mãos agora cravada nos lençóis, seu coração dispara, sua respiração fica ofegante contra o ritmo acelerado dele, que continua com as carícias intima, até ela explodir, foram centenas de sensações de uma vez, todos os nervos agitando-se, o peito dela subindo e descendo, lutando para a respiração voltar ao normal, ela imagina se só com os toques de dedo e língua ele já a deixou flutuando imagina quando ele a penetrar, Bernardo deita por cima dela suas pernas fortes abrem a dela gentilmente, sua ereção roçava em sua entrada quente úmida, beijava sua boca, tocava em seus seios, ele estava em toda a parte dela, ela puxa as costas dele para fazê-lo a penetrar, mas ele quer provocá-la, olha dentro dos seus olhos e se afasta um pouco pega impulso e a penetra com tudo, ela crava as unhas em sua pele, arranhando suas costado fazendo gemer, e ela sentiu que ele se continha esperando a reação dela, mas ela não queria saber disso de esperar, se choca contra ele, que faz um vai e vem devagar, ela se joga de novo como quem diz que quer mais, desce uma das mas mãos na bunda dele e sobe uma perna na cintura dele, quando ele se afasta ela o empurra de volta para ela, nem neste momento ela que perder o controle, uma dor aguda a atinge quando ele a golpeia com uma estocada mais forte que a outra, ela afarva sob o calor úmido e pegajoso dele os cabelos sobre o seu peito roçando em seus seios, ele intensificou ainda mais os movimentos a levando ao esquecimento do seu ser, a levando ao orgasmos mais profundo que o outro, a levando ao céu, se contorcendo e as investidas dele que não para, ela sente que ele ainda não gozou, é a vez dela lhe dar prazer, com toda a força que ainda lhe resta, gira na cama ficando por cima dele, e apoiando as mãos na cabeceira da cama, é ela quem dita o ritmo, pela posição ela vai mais e mais rápido que ele pode acompanhar, quando desce sobre ele vai o mais profundo possível, em segundo ela o sente gozar dentro dela, sentido o tremer ela vai diminuindo até não ter, mais foças desaba sobre ele, o único barulho no quarto naquele fim de tarde é a respiração deles .

Bernardo
Emília dorme serenamente em seus braços, exausta mas ele percebia um sorriso em seus lábios, o mesmo sorriso que ele carrega, foi incrível, tê-la em seus braços entregue a ele, valeu a pena a espera, ainda é noite, ele esta com fome, o que já era de esperar devida ao gasto de energia, tira ela com cuidado do seus braços, e ouve um leve ronronar, isso o faz querer ter ela de novo, mas a deixa descansar, no meio do caos de roupas espalhadas pelo chão ele acha a sua cueca, e desce, lembrando de seus planos para o fim de semana, da graças por ter dado folga a Beth, assim teriam o fim de semana livre, não era bem o que tinha planejado, ele ia viajar com ela logo apos o almoço, mas ai aconteceu o que aconteceu, mas no fim acabou bem.
Vai para a cozinha preparar algo para os dois comer, esta distraído e não a vê chegando, que o abraça por trás, soprando em seus pescoço, arrepiando todo seu corpo.
-Oi — ela o abraça encostando a sua cabeça nas costas dele, que sente os seios dela e isso o excita.
-Desse jeito não consigo terminar, não esta com fome.
-Estou mas não de comida — da uma mordida nas costas dele, foi o que bastou ele desliga o fogo, se vira, a pega pela cintura e coloca ela em cima da bancada, abre o robe de seda azul que ela veste, com os seios amostra, ela o puxa com as pernas pela cintura, prendendo o corpo dele ao dela, ele desce a boca para um seio e depois para outro, ao mesmo tempo que sua mão desce sentido a úmida entre as.pernas, ao tocá-la, ela já corresponde com gemidos, vai intensificando os movimentos e quando ela esta perto de gozar ele para tira a cueca a puxa para seu colo, fazendo movimentos rápidos, ela arranha profundamente as costas dele, anunciando que esta perto de um orgasmo, e quando o tem todo seu corpo amolece sobre o dele,que a segura forte para ela não cair,quando ela se recupera, ele a deixa de pé no chão a vira de costas e penetra em sua vagina pelas costas, uma posição em que ela fica submissa a ele, as estocadas dele mais forte a fazendo segurar na bancada com força o único som ali é o barulho do entra e sai do pênis dele produz e os gemidos dela, ele pega nos cabelos dela dando leves puxões, ela grita o nome dele isso o faz ir mais rápido, por fim eles gozam juntos, alguns segundo depois ele senta em uma cadeira e a coloca em seu colo.
-Você me deixa exausto sabia,- ele roça a barba nos pescoço dela.
-Humm achei que temos que recompensar tempo perdido.
-Mas agora vamos comer — ela levanta e ele veste o robe nela, coloca novamente a cueca, ela vai ao banheiro, e ele termina de preparar a refeição deles, ela o vendo de costas observa os arranhões que deixou e sente um pouco de vergonha , que logo esquece ao lembrar da satisfação que ele lhe deu.