Notas iniciais
H E Y ♥
Estou feliz, Violetta 2 estreia dia 19 de agosto aqui no Brasil! Hehe o presente de aniversário que a Disney vai me dar pois meu aniversário é em agosto e tudo mais kkkkkk enfim, obrigada a quem comentou ^.^
E feliz dia da Clari hehee tão feliz pois hoje é 15 de Julho! *-*
Agora leiam! u.u kkkkkkk

Capítulo 63 — Descobrindo o admirador

Pov Angie

- Ai, Germán, não acredito que você vai fazer isso mesmo. Ficou louco? — eu disse no carro, já a caminho do tal encontro.

- Não. Eu preciso descobrir quem está te atormentando. Esse ser vai se ver comigo. — ele disse sem tirar os olhos da estrada.

- Ah, tanto faz, desde que me prometa uma coisa.

- O quê?

- Sem violência, por favor.

- Ah, claro.

Continuamos o caminho em silêncio. Eu estava curiosa para saber quem seria e o que Germán faria com ele.

- E aonde será esse encontro? — perguntei.

- Na praça. Chegamos. — ele estacionou. — Mas antes de sairmos do carro, quero de dizer o plano. — Se virou pra mim e disse. — Você vai conversar com ele naquele banco ali, que foi aonde combinamos. — ele apontou. Sim, Germán combinou com o homem se passando por mim. — E eu vou estar escondido atrás daquela árvore, escutando a conversa. Tente tirar o máximo de informações sobre ele.

- Tá... — falei desanimada, não queria fazer isso. — Mas, Germán, a árvore é longe do banco. Como você vai nos escutar?

- Com isso. — ele tirou um pequeno aparelho do bolso e colocou atrás de minha orelha. — É tipo um microfone, eu consigo escutar tudo o que vocês disserem por este fone do ouvido. E você pode escutar tudo o que eu te disser, ok?

- Beleza. Agora vamos porque eu tô a fim de acabar logo com isso. — respondi saindo do carro.

Germán saiu também e puxou meu braço.

- Agora quero meu beijo. — ele disse dengoso.

Sorri e tasquei-lhe um selinho rápido. Tentei sair, mas ele continuou me segurando e disse:

- Eu disse BEIJO, não selinho.

- Ah, seu bobo. — me aproximei lentamente e dei um beijo carinhoso.

- Agora sim, vai lá que eu acho que ele é aquele cara sentado no banco.

- Tá. — fui e Germán se escondeu atrás da árvore.

Me sentei no banco e cutuquei a pessoa que estava sentada ao meu lado, porém de costas.

- Oi, você é... — fui logo perguntando quando ele me interrompeu.

- Angie! É bem mais bonita de perto. Olá, sou Pedro, seu admirador secreto. Bom, não sou mais secreto mas continuo sendo seu admirador.

Soltei uma risada fraquinha.

- Então... Conte-me mais sobre você. — disse quando lembrei que Germán pediu para eu tirar todas as informações possíveis dele.

- Bom, sou Pedro Garcia e tenho 25 anos. Moro aqui em Buenos Aires e estou solteiro. — sorriu. — E você?

- Eu? Er... Meu nome é Angeles Saramego Carrara, tenho 23 anos e moro em Buenos Aires também.

- É comprometida?

Ele perguntou e eu não sabia o que responder. Sim, eu era comprometida, mas se eu falasse que sim acho que estragaria o plano.

Foi quando Germán falou "fala que não" e eu escutei através do aparelho na minha orelha.

- Não! Não, não. Sou solteira.

- E essa aliança no seu dedo? — ele perguntou e agora eu estava de verdade, enrascada.

"Fala que é apenas um acessório, não aliança." Germán disse.

- Er... Não é aliança! É... é apenas um anel.

- Ah... Então eu posso... — ele começou se aproximar e eu comecei a ficar nervosa. Chamei por Germán mentalmente, mas obviamente ele não escutaria.

Virei o rosto.

- Ah, desculpa. Estamos indo muito rápido. — ele se afastou. — Então, você é muito linda, sabia? E ainda por cima canta! Deve ter uma voz maravilhosa. — ele pegou minha mão e com a outra, acariciou meu rosto.

Por sorte, Germán chegou dizendo em tom bravo:

- Se afasta dela.

- E quem é você para me pedir algo assim? — Pedro respondeu.

Imediatamente me levantei e abracei Germán, que correspondeu o abraço e continuou dizendo:

- Eu sou o noivo dela. E te proibo de tocá-la.

Pov Germán

- Noivo? Há-há! Ela acabou de me dizer que está solteira. P-e-r-d-e-u.

- Errado. Ela disse que estava solteira porque EU a mandei dizer. Queria descobrir quem você era e por que mexia com minha Angie. — estava começando a ficar nervoso.

- Meu amor, se acalma. — Angie disse pra mim.

- Não, anjo, esse homem tem que aprender a não mexer com quem tem dono. — respondi a ela.

- Vai querer brigar então? — Pedro se levantou e cerrou os punhos.

- Quero apenas te dar uma lição. — eu me aproximei de Pedro e ameaçei socá-lo. Mas fui interrompido por Angie e seus gritos:

- NÃO! PARA, GERMÁN! VOCÊ ME PROMETEU QUE NÃO USARIA VIOLÊNCIA! — e quando terminou de dizer, saiu correndo.

Não pensei duas vezes e fui atrás dela, deixando Pedro plantado lá. Por sorte, a alcancei na seguinte esquina.

- Angie!

- Que é? — ela estava brava.

- Me desculpe, eu estava nervoso, e perdi o controle. De verdade, me desculpa. Eu te amo, viu?

- Germán... Eu também te amo, mas não dá pra confiar em você, você promete uma coisa e faz completamente o contrário!

- Eu sei, meu amor, foi sem querer. Juro que foi sem querer. Acontece que... ver aquele cara tocando no que é meu me deixou alterado.

Angie soltou uma breve risadinha. A abracei.

- Se você sabia que teria ciúmes, por que me pediu para fazer isso? — ela perguntou.

- Porque era necessário. E também, não achei que meu ciúme seria tããão forte. — dizendo isso, beijei seus lábios vermelhinhos e macios.

- Vamos pra casa. — ela voltou a me abraçar. — Por favor.

- Hmmm, antes vamos tomar um sorvete. — peguei em sua mão e fomos em direção a uma sorveteria que ficava perto dali.

Chegamos lá e pegamos nosso sorvete de casquinha, eu peguei de morango e ela de chocolate. Saímos da sorveteria e ficamos andando um pouco.

Angie estava tomando o seu, quando eu empurro a mão, a que ela segurava a casquinha, para frente, a fazendo sujar a ponta do nariz e em volta da boca.

- Você gosta de me sujar, hein. — ela disse rindo.

Ela estava engraçada daquele jeito. E extremamente fofa.

- Hmmm, seu bigode de sorvete parece estar uma delícia.

- Ah, nem vem, Germán! Estamos na rua, local público. Não, não e não! — fui me aproximando dela e ela saiu correndo, claro que de brincadeira, e eu fui atrás.

Ela corria rindo e olhando pra trás para ver se eu estava chegando perto.

E de repente começou a chover! Bom, nem ligamos para isso, continuei correndo atrás dela na chuva mesmo.

Pov Angie

Estava fugindo de Germán, mas claro, de brincadeira. Foi quando começou uma chuva forte.

Nem liguei pra isso e continuei a correr dele. Olhava para trás algumas vezes e ele sempre estava correndo atrás de mim.

E lá estávamos nós, na chuva, na rua, brincando feito crianças sem medo de pegar um resfriado.

E uma hora cheguei em uma praça, olhei para trás e não vi Germán lá. Parei, pois estranhei. Respirei um pouco, me virei para trás e tentei procurá-lo apenas olhando, não saí de onde estava. Não o vi. Estranho!

Foi quando sinto braços grossos e molhados envolvendo meu quadril e assim, me abraçando por trás.

- Buuu! — uma voz que eu sabia perfeitamente de quem era sussurrou em meu ouvido. Mesmo assim levei um susto!

- AAAAH! — gritei e virei apenas a cabeça pra ver quem era. — Germán, que susto!

- Achou que eu tinha ido embora, né? — ele continuou dizendo em meu ouvido sem me soltar. — Pensou errado. — ele puxou minha cabeça para trás e me fez olhá-lo de ponta cabeça. Beijou carinhosamente meus lábios roxos de frio e molhados por conta da chuva.

- Poxa, não faz mais isso. De sumir assim. — falei e me virei.

Me surpreendi ao vê-lo com aquela camisa dele toda enxarcada e aquele cabelo molhado e bagunçado. Bom, eu devia estar do mesmo jeito. Ensopada. Minha roupa já estava pesada de tanta água que acumulava e meu cabelo super molhado e embaraçado.

- Vamos sair da chuva? — ele questinou.

- Sim, não quero ficar doente. — ri. — mas antes... — me afastei dele e chutei uma poça d'água, fazendo a água voar nele.

- Angie! — ele riu. — Vamos pra casa. — puxou minha mão e fomos caminhando na chuva até em casa, já que estávamos mais perto da mansão do que do carro que foi deixado na outra praça. Pois é, corremos demais.

Eu já estava com frio, e ele me abraçou de lado, me esquentando. Assim seguimos até a porta da mansão.

Ao adentrar a sala, acabamos molhando todo o chão de tanto que estávamos molhados. Violetta e Olga se aproximam de nós, boquiabertas e começam a rir.

- Estamos com frio. Poderiam nos trazer duas toalhas? — Germán disse.

- Claro, mas depois vocês vão contar o que aconteceu. — Olga disse rindo e indo pegar as toalhas.

Notas finais
Eaeeeeee o que acharam? Uma merda? Eu sei.. Sorry :(
Mas mesmo assim, comentem e comentem muito! Quero saber a opinião de vocês!
Desculpem se houver erros, tava com preguiça de revisar o capítulo hahaha
Beijão .♥