Notas iniciais
Oie povo, estou chateada pois recebi poucos reviews no capitulo anterior, mas nem vou brigar com vcs pois sei que o capitulo nao estava la aquelas coisas rsrs
Entao..... mil perdoes, sei que estou demorando para postar, mas estou realmente sem tempo algum! :( mas ta chegando as ferias, entao logo estarei postando todos os dias pra vcs hhehehe
Espero que gostem do capitulo, demorei um pouco mas to aqui :D

Capítulo 53 — Problemas financeiros

— Er... Não sei, Antônio... Posso pensar com calma e amanhã te digo?

— Mas é claro! Pense bem.

Antônio se retirou e eu peguei minhas coisas para ir para casa. Estava pensativa por causa desta proposta. Na realidade não sei se deveria aceitar, eu tinha certo medo de não saber controlar o Studio direito.

Fui pra casa e assim que entrei, vi Germán, Ramalho e a peste da Esmeralda — o que ela fazia aqui?! — saindo do escritório.

Suspirei fundo para não dar um ataque. Quando Germán me viu, correu até mim e me deu um selinho enquanto Ramalho conduzia Esmeralda até a porta.

— O que ela faz aqui? — falei baixinho para Esmeralda não ouvir e também com um tom de ciúme.

— Não é nada, meu amor, são coisas de trabalho... — Germán me levou até o sofá e me sentou em seu colo.

— Depois de tudo o que aconteceu você não a demitiu?! — desta vez falei em tom normal, já que Esmeralda fora embora.

— Estávamos resolvendo o negócio da demissão dela agora. — ele sorriu. — Não tenha ciúme, já disse que não gosto dela, e aliás, Ramalho estava lá também, ela não ia tentar algo na frente dele.

— Ok, não quero falar sobre isso... Germán, preciso da sua ajuda.

— Para quê?

Eu ia começar a dizer quando ele rapidamente fala:

— Espera, eu preciso ir ao banco, vem comigo e no caminho você me conta, ok?

— Tá.

Fomos para o carro em direção ao banco, mas no meio da rua percebemos que gasolina estava acabando.

— E agora? O carro tá parando! — Germán estava preocupado.

— Ah meu Deus, Germán! Você tinha que ter visto isso antes!

O carro parou. Ele me olhou sem saber o que fazer. De verdade, eu queria rir da situação, mas acho que não cairia bem.

Tirei o sinto e disse:

— Tem um posto ali na esquina, vem, me ajuda a empurrar.

Germán começou a rir:

— Sério?

— Quer ficar parado no meio da rua? Vem, seu molenga.

Ele veio junto comigo a empurrar o carro. Foi uma cena um tanto constrangedora, mas muito engraçada. Eu não conseguia empurrar, pois ria tanto que perdia as forças.

— Que vergonha! — eu morria de rir.

— Para de rir e empurra, Angie! — Germán riu também.

— Eu não consigo! — parei para ajeitar o cabelo que caía sob a minha cara.

Muita gente buzinava e outras, que passavam na calçada, apontavam para nós e riam.

— Isso tá ficando constrangedor... — comentei olhando para os lados.

— Empurra que a gente chega logo.

— Quer saber? Melhor ir andando até o posto e pedir ajuda!

— Nossa, por que não falou isso antes?

— Porque não tinha pensado nisso. Vem comigo.

Fomos correndo até o posto e conseguimos gente para nos ajudar. Foi a situação mais cômica pela qual eu já passei.

Enfim, abasteceram o carro e Germán foi pagar.

— Crédito ou débito? — o homem perguntou.

— Crédito. — Germán disse e passou o cartão na maquininha. Ele digitou a senha, mas algo deu errado.

— O que foi? — perguntei.

— Olha, moço, seu cartão está vazio. — o funcionário disse olhando para maquininha.

— Vazio você quer dizer sem dinheiro?

— Sim.

— Como sem dinheiro?!?!

Germán na hora pegou o celular e ligou para Ramalho. Eu estava apenas observando um tanto preocupada.

Logo ele desligou o telefone, me puxou para um canto e disse:

— Todas as minhas contas estão vazias!

— Como assim, Germán?

— Ramalho acabou de verificá-las! Angie, eu acho que fui roubado.

Fiquei pasma com essa situação.

— E agora?? — falei. — Bom, a gente resolve isso assim que chegar em casa, eu vou pagar a conta.

— Não, Angie! Não precisa pagar.

— Claro que preciso, se não nós não vamos sair daqui!

— Ah, verdade...

Paguei a conta com o meu próprio dinheiro e seguimos para casa.

Pov Germán

Como assim, tudo vazio? Que coisa estranha! Ontem eu tinha dinheiro em toda a parte. E agora sumiu tudo, assim, do nada!

Estava pensativo no carro, quando me lembrei:

— Ah, minha linda, fale agora: no que você queria que eu te ajudasse?

— Bem, não precisa mais. Já tomei a decisão.

— Que decisão?

— É que Antônio me ofereceu o cargo de diretora do Studio até que Pablo voltasse da lua de mel.

— E você decidiu o quê?

— Que vou aceitar.

— Mas por quê? Não é muita responsabilidade não?

— Sim, é. Mas agora você está com um problema financeiro e eu quero ajudar, e este cargo no Studio ganha mais do que de apenas professora.

— Ah, Angie, não precisa fazer isso por mim.

— Preciso sim. É melhor.

Apenas sorri e a beijei, essa mulher consegue ser fofa até nos momentos mais críticos!

— Mas por que escolheram você para esse trabalho? — perguntei.

— Porque eu sou a única com a cabeça no lugar, porque você sabe né, Beto só pensa em comer e Gregório é um completo louco. Jackie e Pablo não estão, então a única juizada que restara sou eu!

Rimos.

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Pov Off

Quando Germán chegou em casa, foi direto para o escritório resolver o problema que tivera mais cedo.

Angie voltou ao Studio e aceitou a proposta de Antônio e, na mesma hora, já começou seu trabalho de diretora.

No começo ela se atrapalhava toda e ficava atrasada com as coisas, mas logo pegou o jeito.

Os dias foram passando lentamente, e Angeles ajudava seu noivo a pagar as coisas e contas necessárias, pois ficaram pobres de um dia para o outro.

Em relação a isso (dessa crise financeira), Violetta ficou muito preocupada e pensava em sair do Studio para dar menos despesas, mas nem Angeles nem seu pai a deixaram. Germán dizia que conseguiria resolver tudo, a esta altura já sabiam que ele tinha sido roubado. Mas quem o roubou? E como?

Com este novo cargo no Studio, Angeles agora trabalhava de manhã e de tarde, então só passava um tempo com seu noivo às noites.

Germán aos poucos recuperava o dinheiro, mas acho que demoraria um pouco para estabilizar tudo.

Uma semana foi passada. Era uma quinta-feira, final de tarde. Angeles chegou do Studio e foi direto para o escritório de Germán.

Bateu na porta e esperou a permissão para entrar.

— Oi, amor!

— Oi!!! Meu amor, você sabe que não precisa bater para entrar. Vem, senta aqui comigo, eu descobri uma coisa.

— O quê?! — Angie caminhou até ele perguntando curiosa.

Germán a puxou e ela sentou em seu colo. Angie apoiou a cabeça nele e aguardou a resposta.

— Tá vendo isso? — Germán apontou para umas informações na tela do computador.

— Sim, o que tem?

— Eu descobri que me roubaram através de um vírus que foi injetado no meu computador através de um pen-drive. Então a pessoa que roubou meu dinheiro veio aqui em casa!

— Nossa! Sério? Como não vimos ninguém?!

— Não sei... Isso tudo é bem estranho. Rastreei a transferência de dinheiro e vi que foi parar na conta dessa pessoa aqui: Adlaremse.

— Aslaremse? Que nome estranho... Ah, meu amor, tenha calma que ainda vamos achar o responsável por isso.

— Torço para que sim...

Ficaram um pouco em silêncio, Angie — que ainda estava com a cabeça deitada nele — fechou os olhos lentamente, de tanto sono.

— Tá cansada, né? — Germán disse acariciando o loiro cabelo da mulher.

— Demais. Não sei como Pablo aguenta isso.

— Vamos jantar e depois vamos dormir, ok? — Germán beijou-a lentamente e alguém adentrou o escritório.

Era Ramalho.

— Ah, desculpa interrompê-los. Mas senhorita Angie, Lex está atacando os ingredientes que Olga está usando para fazer o jantar!

— Ahhh esse cãozinho travessa! — Angie riu e se levantou. — Volto rapidinho, meu amor.

— É melhor voltar mesmo, se não vou te buscar! — Germán e Angeles riram e provocaram um sorriso em Ramalho.

Notas finais
O que acharam? entediante, né? ando sem criatividade, mas prometo que tentarei melhorar! Sabiam que nem assisti o cap 31 e 32 de violetta 2 ainda? nem estou com vontade hehe a Angie quase nao aparece mais ;(((
Gente, aviso: sexta, sabado e domingo eu estarei em um retiro entao nao postarei. Se eu conseguir, posto amanha, se nao conseguir, só segunda hsuashaa
Comentem, vai kkkkkk
Bem...sem mais nada a declarar, beijos!!