Notas iniciais
Gente, como eu sou uma pessoa muito burra, só agora percebi que 6 pessoas favoritaram minha fic kkkkkk obrigada galera!!

Então, em relação a outraa fic, vcs tem certeza que querem que eu escreva quando começar na aargentina? pq aí quando começar aqui vai perder a graaça, nao acham?

GERMANGIE GERMANGIE GERMANGIE ♥ se tiver casamento germangie em violetta 2 acho que choro litrros de felicidade e até desmaio de tanta emoção kkkkk

Eu me levantei da cadeira com certa dificuldade e caminhei, me apoiando na mesa, até chegar nela, que estava sentada do outro lado.

- Germán, cuidado! Usa a muleta!

Eu apenas a levantei e segurei em seu quadril.

- Acho que vou cair... — ela disse mudando totalmente o tom de voz. Foi de preocupação para um sussuro meigo.

- Por quê? — retribuí o sussuro.

- Quando você me pega assim, minhas pernas... minhas pernas ficam que nem gelatina.

Então eu a beijei. Ela meio que se apoiava em mim, parecia mesmo que a qualquer instante cairia.

- Por que eu te amo tanto? — ela disse olhando fundo em meus olhos.

Sorri e a beijei de novo. Seus lábios eram tão macios, que eu não largaria nunca mais deles, pena que isso não é possível. Tinham um gostinho de morango e os movimentos que faziam sobre os meus eram incomparáveis, eram tão bons, o toque era tão gostoso.

Admito, Angie beija muito bem (hehe) e espero que de hoje até o fim esses lábios pertençam a mim. Eu sinto que sem ela, não conseguiria mais viver.

Pov Violetta

León do céu, cade você, menino? Marcamos 12:30, são 12:45 e nada do garoto. Eu já estava com fome e ele não aparecia.

Comecei a ficar preocupada, pois León nunca foi de se atrasar tanto. Foi quando alguém toca meu ombro, por trás.

Me virei rapidamente dizendo:

- Finalmente, Le... — mas vi que não era León.

Era aquele cara convencido lá, do hospital, que ficou me assediando.

- Você de novo... — sussurei para mim mesma. — O que quer? — perguntei a ele.

- Olá Violetta, também é bom revê-la...

- Não quero ser mal educada, mas não acho que esteja sendo bom rever você, Diego. — eu disse quando me lembrei do nome do sujeito.

Ele começou a se aproximar e eu a recuar. Estava com medo, o que aquele arrogante queria fazer?

Do nada, literalmente do nada, León aparece e vê aquela cena. Meu coração partiu-se em mil pedacinhos quando vi que ele segurava um lindo buquê de flores, e ficou corroído de ciúme.

Ele veio correndo em nossa direção e disse num tom de autoridade:

- Afaste-se dela.

- Uuuh, este é o seu namoradinho, Violetta? — ele disse em deboche.

- Sim, algum problema, Diego? — eu disse o nome dele com despreso. Aquele ser tá me tirando do sério.

E numa velocidade tão, mais tão alta, aquele ser vai com tudo e me beija. Ali. Na praça. Em frente ao LEÓN! Quem ele pensa que é???? Nem sei o sobrenome da pessoa! Estou frita.

Claro que eu não retribuí o beijo, mas León não percebeu e saiu correndo, vermelho de ciúmes, e jogou as flores no canto de uma árvore. Tive vontade de chorar. Tentei me soltar daquele moleque, mas ele era mais forte que eu e conseguiu me prender. Que raiva.

Pov Angie

Estava realmente preocupada com o Germán, caminhando sem a muleta. Como ele conseguiu? Sei lá.

Então ele me puxa para dançar. Mas ele ficou louco? Será que ele se lembra que está com a perna quebrada? Meu Deus, isso não vai dar certo.

Começamos a dançar valsa pela sala. Cena estranha, porém engraçada. Sorte que ninguém nos vira.

Ele me rodopiava e me abraçava. Ficamos dançando no lugar, pelo menos ele não exigia tanto de si mesmo. Mas na boa, aquilo era loucura, parece que ele estava querendo piorar a própria situação.

Pelo menos foi um momento romântico. Eu gosto de dançar valsa, pena que vivo torcendo meu pé, normal pois tenho o tornozelo muito flexível, porém atrapalhava.

A parte mais fofa foi quando ele me sentou no sofá, e saiu de muleta até a cozinha e voltou dois minutos depois, com um buquê de rosas na mão. Sorri largamente.

Ele me entregou o buquê e deu-me um beijo no canto da boca. Vi que tinha um bilhetinho. Abri e olhei para ele com o olhar que queria dizer: "Como você é fofo!".

Li o bilhete, que na verdade era uma letra de música: "If you wanna cry, I'll be your shoulder. If you wanna laugh, I'll be your smile. If you wanna fly, I will be your sky. Everthing you need thats whats I'll be." (N/A: tradução: Se você chorar, vou ser seu ombro. Se você quiser rir, serei seu sorriso. Se você quiser voar, eu vou ser seu céu. Tudo o que precisar, eu serei pra você.)

Fiquei sem palavras. Apenas me aproximei dele e disse em seu ouvido: Te amo. Parece que ele nem pensou duas vezes e me beijou.

Depois voltamos a dançar, e eu fiquei mais preocupada ainda com a perna dele, pois começamos a dançar mais rápido.

De repente, como o esperado, sei lá o que ele fez que acabou caindo. O segurei, mas eu era fraca demais para segurá-lo.

- Germán!

- Calma. — e ele se levantou apoiando-se no sofá e em mim.

Me abaixei para ver sua perna.

- Dói? — mexi.

- AAAAI! Claro, Angie!

- Desculpa. Acho melhor você ficar mesmo de repouso, como o médico disse. Antes que piore.

Assim o levei para o quarto. E foi deste jeito que o coitado passou os três dias. Deitado. O fiz companhia a maior parte do tempo, o ajudava e trazia comida. Me deitei com ele para assistirmos algunas filmes uma vez.

[....]

Terça-feira. Quarta-feira. Quinta-feira. Sexta-feira. Finalmente, sexta!

11 de dezembro, 9 e meia da manhã. Hoje Germán tiraria aquele gesso que a esta altura, estava encomodando até a mim.

Esses dias, notei que Violetta estava estranha. Estava calada, ficava o dia todo trancada no quarto, não comia nada. Alguma coisa estava acontecendo. Hoje irei conversar com ela.

Ramalho levou Germán e eu ao hospital para acabarmos com este sofrimento de perna quebrada.

Minutos depois...

- Prontinho. — diz o médico.

- Aleluia! — Germán grita me fazendo rir.

Ele começou a caminhar pelo consultório para testar sua perna. Começou, então, a correr em círculos.

Logo veio até mim e começou a me encher de beijos. Isso mesmo. Me encher de beijos, ali, num consultório, na frente do DOUTOR!

- Meu amor, controle-se. — eu cochichei no meio daqueles beijos. Com a respiração ofegante.

Nos viramos. O médico nos olhava sorrindo. Mas que situação hein...

- Como formam um lindo casal. — ele diz. Que intrometido. Me controlei para não rir.

Eu devia estar toda avermelhada. Germán me faz passar vergonha, mas não num sentido ruim, pode parecer estranho, mas gosto quando ele faz esse tipo de coisa.

Depois disso fomos para casa finalmente, ele dirigia.

Chegamos e Violetta encarava o chão, no sofá da sala. Ela deu um sorrisinho torto quando nos viu.

Germán cochichou uma coisa no meu ouvido e eu aceitei com a cabeça.

Notas finais
O que será que ele disse? kkkkkkkkkkkkkk
Gostaram??? comentem, fiquei mt happy com algumas leitoras fantasmas aparecendo. No ultimo capitulo eu tive 8 reviews e fiquei feliz, se vcs fizerem 8 ou mais nesse, prometo que os próximos dois capitulos virao o mais rapido possivel :D
Ps: tirei aquela letra de musica de Austin e Ally hehe