Em Seus Braços Não Tenho Medo
16 Capítulo 16
Notas iniciais
Prontas para ver o que aconteceu com Germáan? Está aí o capitulo 16!
Me desesperei. Meu coração parou de bater, mas voltou, pois precisava dele para sobreviver né. Olhei para todos os lados e vi que todos olhavam horrorizados para esta cena. Sujeitos pacóvios. Ninguém veio ajudar.
Corri e me ajoelhei ao lado de Germán. Não creio que ele se arriscou para me salvar e acabou sendo atropelado por minha culpa. Peguei na mão dele com força e comecei a chorar. O que eu fiz!?
Agora entendo a expressão "Só damos valor quando perdemos". Mas de repente Germán volta a respirar. Aliviei um pouco e dei graças a Deus! Então, chamei a ambulância de um modo cérele.
Chegaram rápido. Colocaram-o na maca e então empurraram-o para dentro da ambulância. Fui junto.
Em menos de cinco minutos estávamos no hospital. Levaram Germán para sala e me deixaram sem notícias.
Anoiteceu. Quando eu estava um pouco mais calma, liguei para Violetta.
Ligação On
- Angie!!!! — ela gritou e eu afastei o telefone da orelha por causa do barulho. — Que bom que está bem, olha, eu e o papai...
- Vilu! — interrompi com voz de choro. — Venha agora para o hospital de Buenos Aires.
- P-p-por que, Angie? Você está bem? — a voz dela mudou de alegre para séria.
- Sim, eu sim, mas seu pai não.
- Ah meu Deus! To indo para aí!
Ligação off
Violetta chegou em torno de 15 minutos. Ela me encotrou chorando na sala de espera. Ela e mamãe. Expliquei tudo o que aconteceu. Violetta ficou preocupada, e mamãe ficou aflita.
Me veio na cabeça uma dúvida. Violetta não tinha uma festa hoje? Perguntei e ela respondeu que foi adiada por causa que o restó bar não poderia recebê-los. Então a festa seria em um clube, no sábado seguinte.
O médico aparece. E me chama. Sorri, pois eu não aguentava mais aquela tensão, e finalmente reveria-o.
- Então, a cirurgia foi concluída e...
- CIRURGIA? — gritei.
- Acalme-se, ocorreu tudo bem. — ele disse e eu me aliviei. — Entrou um caco de vidro no peito dele quando ele caiu no asfalto, e já a retiramos antes que ela causasse algum dano. Germán Castillo também quebrou a perna, e vai ficar com ela engessada por três dias. Bom, é aqui, sra. Castillo.
O médico me explicou tudo e eu ouvia atenta, até ele me chamar de sra. Castillo. Eu sorri automaticamente. Não estava mais brava com ele. Sabe, ainda não consigo acreditar no que ele fez por mim.
Entrei no quarto. Germán dormia na cama de hospital. A TV estava ligada no volume mínimo. Sentei-me ao lado dele e peguei nas suas mãos.
Pov Germán
Acordei em um lugar estranho. Diferente. Minha visão estava embaçada, mas vejo que alguém segurava minhas duas mãos com força. Eram mãos macias e femininas as que seguravam as minhas. Quando consegui enxergar, vi minha princesa ali, sentada no meu lado, olhando pra mim com um sorriso atrapalhado no rosto.
- Você acordou! — ela exclamou e me abraçou. — Germán, nunca mais me de um susto desses!
- E acha que não me assustou sumindo por horas? — eu disse me sentando e lembrando de tudo.
Ela sorriu de lado. Eu levei suas mãos que ainda seguravam as minhas até meus lábios e beijei carinhosamente seus dedos.
- Achei que estivesse brava. — eu disse.
- Quer que eu fique brava é? — ela riu.
- Não, não, que isso... — eu retribuí o sorriso.
Me aproximei dela e cochiquei em seu ouvido as três seguintes palavras: "Eu te amo." A vi corar e colei nossas testas. Nossos lábios se aproximavam e logo o espaço que tinha entre nós não existia mais, um beijo suave deu conta de recarregar minhas energias. Angie. Minha Angie. Aquela que faz meu coração bater a mais de mil.
Ela sorriu e eu tirei uma mecha de cabelo que estava caída pelo seu belo rosto. Notei que seus olhos estavam vermelhos. Ela tinha chorado.
- Nunca mais faça uma coisa dessas seu louco!
- Eu só não queria te ver neste estado que estou agora.
- Mesmo assim, por sorte ainda está vivo!
- Já disse, eu daria minha vida por você.
Ela sorriu e corou por completo. Ri da reação dela com a minha resposta.
- Você adora me deixar vermelha, né? — ela cruzou os braços TENTANDO parecer brava.
- Adoro! — eu disse dei-lhe um selinho.
- Idiota! — ela riu.
- Boba! — eu ri.
Pov Angie
Ficamos ali, beijando e conversando. Me senti tão feliz por tê-lo de volta. Estamos de bem, sem aquela Esmeralda por perto. Senti que nosso amor consegue superar tudo. E eu estava disposta a enfrentar qualquer barreira para que fiquemos juntos.
Violetta bateu na porta e entrou. Eu ia sair para Germán conversar a sós com a sua filha. Mas Violetta falou para eu ficar.
Conversávamos como uma família. Os olhos de Vilu brilhavam cada vez que Germán me dava um selinho (ou seja, muitas vezes. A cada frase dita ele me dava um selinho.).
Selinhos, e selinhos. Violetta ria do meu jeito de adolescente apaixonada e de como eu ficava corada com cada beijo que Germán me dava.
- Vocês dois, tão perfeitos juntos..
E aí recebo mais um beijo dele. Eu ri e fitei o chão. Germán colocou a mão no meu ombro e me puxou para um abraço. Nem nos soltamos mais. Fiquei deitada no ombro dele.
- Minha loirinha! — ele disse e eu sorri e destaa vez eu que o beijei.
Violetta não parava de sorrir. Logo o celular dela começa a tocar. Era León. Ela saiu para atender.
Mamãe entrou no quarto, estranho, ela disse que queria falar com Germán. A sós.
Franzi o cenho e saí da sala. Fiquei esperando do lado da porta. Mas o que será que mamãe queria com ele?
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