Em Seus Braços Não Tenho Medo
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Ontem fui muito maldosa porque o capitulo que postei ficou minusculo. Vou compensar neste.
Vou avisando desde já que este capitulo estará 100% germangie, e ficou muito fofo (pelo menos eu acho, me digam depois o que acharam)
preparadas??
Esmeralda.
Angie fechou a cara na hora.
Juro que não tinha a mínima ideia que esta mulher estaria aqui. Foi pura coencidência. E agora? O que Angie vai pensar?
- Não acredito que fez isso. — Angie disse e saiu andando rápido.
- Espera, meu amor, eu não sabiaa que ela estaria aqui! — eu saí atrás dela deixando Violetta sozinha.
Pov Violetta
Vish, briga de casal. Acho melhor eu ficar aqui quietinha e não me meter... Não, quer saber? Vou na montanhaa russa sozinha mesmo, e depois volto para ver se eles aind estão brigando. Se estiverem, terei que interferir.
Caminhei até a fila e.. Ah não! Advinha quem estava na fila também? Diego. Que azar que estamos hoje. Dei meia volta e saí andando, sorte que ele não me viu.
Vou dar uma pssada na lanchonete. Espero não encontrar mais alguém.
Pov Germán
- Angie, pelo amor de Deus, confia em mim! Para de correr, estou cansado... — eu dizia ofegante, pois eu estava cansado.
Correr não é minha praia, mas pra Angie sim. Ela corre na pista do parque da cidade todos os finais de semana.
- Me deixa em paz, Germán!! Não estou te obrigando a correr, se está cansado PARE e aproveita pra ir lá com a Esmeralda. — ela dizia sem olhar para trás.
Nunca pensei que Angie seria ciumenta. Mas confesso que gosto disso..
Muitas pessoas estavam olhando, mas nem liguei. Reuni minhas últimas forças e corri o mais rápido que pude para alcançá-la.
A segurei e a virei.
- Meu amor... — eu dizia. Vi que seu olho estava inxado e vermelho, e muitas lágrimas escorriam pelo seu rosto. Me bateu um sentimento de culpa. Pensar que EU sou o motivo de seu choro é horrível.
Limpei suas lágrimas com meu polegar.
- Não me chama assim! — ela se soltou de mim, mas a peguei de volta. — Germán, as pessoas estão olhando! Me solta! — ela dizia irritada.
- Se este é o problema, vem comigo. — eu disse e comecei a levá-la para uma parte tranquila do parque, que poucos conheciam.
Era um lugar onde não tinham os brinquedos de parque de diversões, tinha apenas uma lagoa, algumas árvores, pedras, e muitos bancos espalhados pelo gramado.
- Não quero ir! Me solta!
Ignorei a última fala da Angie. Eu estava meio que arrastando ela pra lá, mas deixa quieto né.. Chegamos no lugar. Havia poucas pessoas e não havia aquela poluição sonora. A posicionei encostada numa árvore, na minha frente.
Angie resmungou e virou o rosto. Peguei em seu queixo delicadamente e virei sua cabeça na minha direção.
- Meu anjo, entenda, eu juro pela vida da Violetta que eu não sabia que aquela mulher estaria aqui.
Angie não disse nada, apenas virou o rosto novamente e voltou a chorar.
- Ei, vem cá. — a puxei e a abraacei bem firme e forte.
Ela não retribuiu o abraço, mas não tentou se soltar, permaneceu ali.
- Além da minha filha, eu só amo VOCÊ, a mulher que eu quero ter ao meu lado para o resto da minha vida é VOCÊ. Apenas você. Eu te amo, não duvide disso.
Ela ficou quieta por uns segundos. Nos soltamos, ela enxugou as lágrimas e disse um simples "Tá".
Angie não disse mais que isso, como eu esperava, mas pelo menos demonstrava não estar mais brava.
Pov Angie
Quando aquela mulher apareceu eu não pude acreditar. Ele me trouxe aqui para me magoar, é isso? Não posso crer.
Fiquei arrasada e saí correndo. Atropelei três velhinhas, duas lixeiras, e um menino com catapora (aí me perguntei o que um menino com catapora estaria fazendo num parque público?? Mas vamos deixar essa situação de lado.).
Logo Germán me alcançou e começou a me arrastar para uma parte do parque realmente linda. Tinha uma lagoa, e outras coisas naturais.
Ele começou a falar e vi que suas palavras eram reais. Não, eu não "vi", eu SENTI que as palavras eram reais. Acabei cedendo, pois não gosto de ficar brava com ele e não quero ficar sofrendo.
Pov Germán
Coloquei minhas mãos em suas bochechas e me aproximei.
Ela olhou para os lados, para o chão, para o alto, para todo lugar menos para mim.
- Olha pra mim! — eu disse carinhosamente.
Ela, então, olhou. Sem dizer uma palavra sequer. (Este negócio de ficar muda está começando a me encomodar).
- Fala alguma coisa..
- Não. — ela foi bem direta, como se quisesse parecer brava, porém não estando.
- Ahá! Falou! — fiz uma brincadeira, mas seu semblante permaneceu o mesmo. — O que foi?
- Não foi nada..
- Então me dá um beijo?
- Não. — ela disse friamente.
Aproveitei que minhas mãos estavam em seu rosto, e precionei suas bochechas para frente, fazendo seus lábios formarem um biquinho. E aí dei um selinho nela, mesmo ela estando de má vontade.
Parece que consegui reconquistá-la, pois ela sorriu.
- Eu... Também te amo. — ela disse tremendo.
- Minha lindona! — respondi.
- Desculpa agir assim...
- Não precisa pedir desculpas. — e a beijei.
Que bom que ficou tudo bem, eu não aguentaria tê-la distante.
Angie estava com calor então tirou o casaco e o amarrou na sua cintura.
- Huummmm olha só que delícia essa minha Angie!! — eu disse com uma cara maliciosa.
- Germááánn!! — ela riu.
Eu a abracei e voltei a beijá-la com intensidade.
Pov Violetta
Comprei um picolé qualquer e saí a procura da Angie e do meu pai. Eles foram meio irresponsáveis de me largar sozinha, mas fazer o quê...
Era impossível achar alguém naquele mar de gente. E fica mais difícil ainda quando se é parada por jovens perguntando "Ei, você é a Violetta, aquela menina que chegou na final do reality do u-mix, não é? Me dá um autógrafo??" mas confesso que foi divertido, me senti super famosa rs'
Fiquei mais um tempão procurando e nãos os achei (e pra ajudar, nenhum dos dois atendia o celular). Será que esqueceram de mim? Não, é impossível o papai esquecer de mim, do jeito que ele é... Resolvi perguntar para as pessoas (só posso estar ficando louca né?):
- Olá, er... Você, por algum acaso, viu uma moça loira, magra, mais ou menos desta altura — eu disse mostrando a altura com a mão. — com um homem alto que tem um cabelo curto e castanho?
- Sim, eles estavam discutindo. — a senhora de idade respondeu. — foram por ali! — ela apontou.
- Obrigada.
Fui correndo na direção apontada e cheguei num lugar muito tranquilo e bonito. Andei um pouco e avistei meu pai e a Angie se beijando *-* que bom que se resolveram.
Fiquei parada, esperando eles acabarem, com uma vontade mortal de rir. Terminei o sorvete e eles se soltaram, mas não pararam com os selinhos.
- Vocês são tão lindos... — eu disse.
- Vi-violetta?? Estava aí?? — Angie disse assustada, mas não largou do abraço no meu pai.
Papai riu e voltamos ao nosso passeio.
Ele obrigou nós três a ir naquele brinquedo de elevador, super radical. Eu fiquei elétrica e Angie morrendo de medo. Ela teve de ser arrastada para o acento do brinquedo. Foi uma cena engraçada, mas um pouco constrangedora.
- Dá próxima vez eu escolho em qual a gente vai! — Angie afirmou enquanto o elevador começou a subir.
Ela estava sentada entre mim e papai, e segurava nossas mãos apertando com toda a sua força.
Eu ri.
- Violetta, sua tia está com medo, para de rir! — papai me fuzilou. — Nada dará errado, meu anjo. — papai se referiu à Angie.
Quando chegamos ao topo a Angie tremia mais que uma cadeira vibratória. E aí os acentos começaram a "cair". Foi muito divertido e no final das contas minha tia ficou gritando que nem uma criança: "De novo! De novo!"
- Vamos, sua bebezona! — papai disse puxando Angie.
- Ei! — ela disse se fingindo de brava, fazendo papai e eu rir.
Depois voltamos naquela lagoa e caminhamos um pouco, admirando a paisagem. Eu sorri radiante quando vi que meu pai e a Angie estavam andando de mãos dadas.
Sentamos num banco. Eu aavistei uma barraquinha de milk shake.
- Vou comprar milk shake. Vocês querem? — eu falei.
- Sim, traz um de ovomaltine para mim. — papai disse.
- Para mim também.
- Ok, Angie. Volto logo.
E fui. Quando voltei papai estava com o braço em volta da minha tia e ela com a cabeça deitada no ombro dele.
- Voltei!
Eles sorriram. Angie tomou o milk shake da minha mão e começou a beber rapidamente. Resolvi zoar com ela:
- Espera, tem um bicho aí!
O engraçado foi que ela acreditou e cuspiu tudo... no meu pai! Eu rachei de rir.
- Ô meu Deus, desculpe!!!
Ele não ficou bravo, mas pegou a garrafa de água que estava em sua mão e virou na cabeça da Angie.
- Germán! Seu louco!
E ele a beijou. Foi um beijo curto, mas não chegou a ser um selinho.
- Noventa e sete... — Angie disse.
- Hã? Noventa e sete? — perguntei sem entender nada.
- Estou contando quantos beijos seu pai me deu só hoje. — ela disse e papai estacou mais três selinhos seguidos nela. — Cem!
Eu ri. Depois de um tempo fomos para casa. Nem jantamos, pois comemos de tudo quanto é doce lá no parque (sorvete, milk shake, frutas carameladas, brigadeiro, chocolate, algodão doce, pipoca doce...) estávamos completamente empanturrados.
Pov Angie
Chegamos e eu fui direto para o banho. Enrolei demais lá, já que a água estava muito boa.
Logo Germán estava batendo na porta gritando:
- Vai logo!
Desliguei o chuveiro e saí enrolada na toalha.
- Ai que apressado. — falei.
- Você estava lá fazia 40 minutos!
- Sério?? — realmente o tempo voou. — Germán! — eu me lembrei de uma coisa. — Não tenho roupa para por!
- Ah, tem um shorts da Vilu aqui, e põe uma camiseta minha.
Sem muitas opções, foi isso que fiz. Caramba, como a blusa dele era confortável... Ps: ficou gigante em mim.
Ele tomou banho e fomos dormir. Dormi rapidinho. Claro, com aquelas mãos macias afagando meu cabelo...
Pov Germán
Era uma manhã chuvosa e fria. Acordei com um anjo em meus braços e tive vontade de ficar ali para sempre.
Tentei levantar sem acordá-la, mas assim que a soltei ela abriu os olhos.
- Bom dia... Está uma graça com esta camiseta larga em você!- eu disse sorrindo.
Angie tentou responder, mas não conseguiu e pôs a maõ na garganta. O que houve?
Notas finais
Beijosss e boa semana :D'
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