Notas iniciais
Sim gente esse é o ultimo Capitulo. Leiam, e no final conversamos.

2 semanas depois.

Eu realmente não acreditei que aquilo estava acontecendo. Lucas e eu finalmente estávamos juntos. Tanto ele quanto eu estávamos eletrizados de felicidade.

— Nossa. Acho. Que. Tem. Alguma. Coisa. Na. Sua. Boca – Falou, entre um selinho e outro. Estavamos em frente a minha casa abraçados. Lucas segurou minha cintura mais firme e eu dei um sorriso. Em seguida, passou de leve a mão em meu cabelo.

— Então. Tomare. Que. Essa. Coisa. Fique. Na. Minha. Boca. Pra sempre – Respondi com um sorriso levado, o beijando também.

— Isso é um convite pra que eu te beije sempre mademoiselle? – Falou rindo – Pense bem na resposta. Porque eu não hesitarei em aceitar.

— E se eu disser que sim?

— Então eu aceito – Respondeu sorrindo.

Ele deu um sorriso maior ainda e me deu outro beijo. Um beijo longo e demorado.

— Credo. Ainda dizem que isso é bom — Lú falou, e Lucas e eu nos afastamos na hora.

— Meu Deus do céu, quase se você me mata Lú! – Falei, colocando a mão no coração.

Ela deu um sorriso malicioso.

— Por que tanto medo?

— Pensei que fosse meu pai! – Falei. Lú e Lucas se entreolharam e ficaram sérios.

— Você não falou pro seu pai? – Falaram juntos. Depois Lucas continuou – Você não falou pro seu pai que a gente tá namorando?

— Peraí – Falei – Eu não recebi nenhum pedido. Você ouviu algum pedido Lú?

Lú começou a rir e eu fitei Lucas.

— Olha, eu não ouvi nada – Lú disse – Você ouviu alguém pedindo ela em namoro Lucas?

Lucas olhou pra ela sério. Depois olhou pra mim e pra ela de novo. E ficou nisso até que por ultimo deu um sorriso safado.

Fiquei olhando pra ele sem entender nada. Ele se aproximou devagar e eu o fitei com a mão na cintura.

— Que foi? – Perguntei e de repente ele me pegou no colo. Olhei em seus olhos sem entender e ele tambem me olhou. Me deu um selinho e depois vários outros, enquanto me carregava em direção a porta da minha casa.

— Lucas, endoidou foi? – Falei. Ele deu um sorriso e percebi que Lú vinha logo atrás. Ele me colocou em frente a porta da minha casa e disse:

— Abre – Falou e eu o encarei – Abre.

O obedeci e quando abri a porta vi todos os meus amigos. Inclusive meu pai, que segurava o primeiro cartaz. Li cada um deles e quase enlouqueci. Meu Deus do céu eu nunca imaginar uma coisa dessas.

“Q-u-e-r n-a-m-o-r-a-r c-o-m-i-g-o-?”

O fitei mais uma vez. Mas como? Como eles entraram aqui sem eu ver?

Deixei todas às duvidas de lado e o olhei com um sorriso enorme no rosto. Sem nem precisar dizer nada e rejeitando todos que estavam olhando, meti um beijo nele. Ele me abraçou e me beijo também.

— Ei! – Meu pai disse, provavelmente querendo fazer graça – Lucas vai sentar ali – Ele apontou pra uma ponta do sofá – E Tayse ali – Terminou, apontando pra outra ponta.

Todos riram e ele anunciou que fez lasanha. Todos foram se sentar, mas puxei Lucas pra trás, dando outro beijo.

— Tenho uma noticia que provavelmente vai mudar a vida das crianças – Falei e ele deu um sorriso.

— — -

Fran gritou de alegria quando eu e Lucas aparecemos na casa das crianças no dia seguinte.

— Meu Deus eu não acredito que vou ter uma casa! – Ela berrou.

— Ei! – Natalie disse – Nós vamos ter.

— Isso mesmo – Eu disse – A mudança é amanhã.

Lucas riu de alegria, mal acreditando que aquilo estava acontecendo.

— Gente, a fazenda não fica muito longe da cidade, por isso vocês vão entrar em uma escola lá perto. Uma van vai levar vocês lá todo dia.

— Meu Deus! – Fran exclamou mais uma vez, o que me fez sorrir de novo.

— Eu só quero que tenham cuidado. Minha vó viveu muito tempo sozinha e não pode fazer muito esforço. Existem muitos empregados com ela, mas mesmo assim vocês vão ter que ajudar pelo menos com a limpeza da casa.

Eles assentiram, cada um com um sorriso maior que o outro. Menor Gerlaine.

— Ei – Falei – Você também vai. Não se preucupe.

Ela ficou em silencio. Quando eu achei que ela ia dizer algo, Fran interrompeu novamente.

— E quando nós vamos? – perguntou.

— O mais rápido possível. Ela só vai dar um jeito nos quartos e vai vir buscar vocês.

Eles se abraçaram de felicidade e meus olhos se encheram de lágrimas. Lucas me olhou nos olhos e percebi que também sorria. Seus olhos brilhavam de emoção.

— Sempre que der nós vamos visitar eles – Lucas sussurrou em meu ouvido.

— Vamos – Respondi – Mas que seja sempre com você – Continuei com um sorriso.

— Sempre – Respondeu, também com um sorriso.

— — -

Minha vida estava realmente uma turnê de emoções. Logo após a mudança das crianças pra casa da minha avó – que foi uma grande bagunça, porém um dia cheio de sorrisos – Descobri que meu pai e Lívia se casariam. E ainda por cima em menos de três meses!

Estávamos em um almoço gigantesco na casa da minha avó. Era a primeira vez que ela conhecia Lívia, e a mesa estava rodeada de conversas paralelas. As crianças conversavam alto, mas todas as minhas atenções estavam em Lucas. E as atenções dele em mim. Em alguns momentos ele acariciava meu rosto, e eu sorria retribuindo.

— Que melação – Lú disse, que também havia sido convidada – Nem meu cachorro é assim comigo.

Lucas e eu a olhamos rindo. Toda a atenção da mesa se voltaram pra nós. Corei um pouco.

— Mas tenho certeza que o Bryan da escola fica assim com você – Respondi, com ironia.

— Que Bryan? – Lucas perguntou.

— Ei Tayse! Eu confiei em você – ela respondeu, mas percebi que por dentro sorria.

— Quem é Bryan? – Lucas perguntou de novo.

— O amor-zinho da Lú – Cantarolei.

— Para! – Lú disse rindo.

A mesa virou um redemoinho de conversas ao mesmo tempo. Mas todos falavam da Lú e do Bryan – Que por sinal, um dia faria sucesso com as garotinhas.

Olhei pra Lucas e balancei a cabeça em direção à varanda. Ele entendeu e deu um sorriso malicioso. Sai primeiro, e ele veio logo atrás.

— Adoro quando você faz isso – ele disse.

— Isso o que? – perguntei, mas não obtive resposta.

Lucas encostou na parede e eu parei em sua frente. Em seguida deu um sorriso safado e me puxou pra perto, pela cintura. Passei minha mão por sua nuca e ficamos assim.

— E se fingimos que tem imã na sua boca de novo? – ele disse sorrindo. Dei um sorriso também e o beijei.

— Sempre. Tem. Um. Imã. Na. Sua boca – Falei, entre um selinho e outro. Ele deu um sorriso entre cada selinho e eu continuei – Sabe por que? Por que eu sempre fico com vontade de beijar essa boquinha linda.

— Boquinha linda? – ele disse – Será que não era que devia dizer isso?

Dei um sorriso besta e o beijei de novo.

— Sabe de uma coisa? – Falei, depois de quase dois minutos o agarrando. Limpei meu batom da boca dele – Eu nunca imaginei que uma pessoa mudaria tanto a minha vida. Antes de dormir eu sempre chorava e lamentava pela minha vida. E agora eu só consigo dormir sorrindo. Só consigo dormir pensando em você – falei e dei outro beijo nele – Você me fez mudar. Tirou toda aquela Tayse metida e egocêntrica e colocou outra muito melhor.

— Coloquei a MINHA Tayse no lugar – ele disse.

Dei um sorriso bobo e o beijei de novo.

— Agora eu mudei de verdade. Mudei por você – Falei e mais uma vez nos beijamos.

Eu só não sabia que minha vida só estava começando. Começando ao lado dele. E no fim de toda nossa vida juntos, tudo que consegui dizer foi:

Me realizei.

“Aos vinte anos Tayse e Lucas se casaram.

Aos vinte e um foram padrinho e madrinha do casamento da Pri e do Gui.

No mesmo ano, foram padrinho e madrinha do casamento da Elisa e do Duca.

Depois ganhou um irmãozinho.

Um tempo depois, concluíram a faculdade.

Aos vinte e três, Tayse engravidou.

No mesmo ano, teve uma menina.

E um dia, sentada no sofá, com seu marido e sua filha, finalmente conseguiu dizer:

Hoje eu sou feliz.”

Pessoal eu voltei! Amo ao fato de que Em cada ponta do Infinito continuou amada por todos vocês leitores. Agradeço muito por isso! Fiquei muito tempo ausente, e peço perdão por isso. Estou de conta nova, na qual me chamo "Thalita Abreu". Peço que deem uma passadinha lá, e leiam meu novo romance.

Quanto a "Playing With Danger", estou reescrevendo-a em minha nova conta, dessa vez com o nome "Por onde andei". Vocês irão se apaixonar por Ethan Coldeness e Katherine Holyson.

Leiam aqui a sinopse:

Ethan Coldness é o garoto mais fodástico e amado de todo o colégio. Filho do diretor, ele também é capitão do time de basquete e o mais desejado por todas as garotas. Atrai não só por sua aparência física, mas também por sua personalidade, já que é engraçado e gentil com todos. Seu único problema é Thalia Holyson, a garota mais linda, problemática e burra de todo o colégio John Bass. Arrogante, sempre bêbada e ignorando todos a sua volta, ela é considerada a mais interessante e desejada por todos, simplesmente por que nunca, ninguém, jamais, conseguiu beijá-la uma única só vez. Quando Ethan perde um jogo contra o time de basquete adversário, é obrigado a cumprir uma maldita aposta, onde teria três meses para pegar Thalia. O que ele não entendia, era que Thalia tinha sentimentos, e pior ainda, não sabia que se apaixonaria completamente por ela.

“Existem vários tipos de dor, Thalia. Existe a dor da perda, a da aflição e a de um coração partido. Existe também a do arrependimento, da traição e a dor pela perda de algo valioso. E vários outros milhares e trilhares de tipos de dores. Mas de todas as dores que eu pude ter sentido em toda a minha vida, a pior foi ter conhecido você”

Notas finais
Hoje eu posso agradecer a Deus, pois finalmente consegui realizar alguma coisa. Espero que tenham gostado da fic e do final dela. Quero agradecer a todas as seguidoras fieis
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!