Em Busca Da Felicidade - Brutinha
2 Capítulo 2
Dois meses havia passado depois das ferias. Vilma não vinha se sentindo bem. Enjôo constantes, qualquer coisinha tinha que sair correndo para o banheiro. Todos desconfiavam na escola. Mas a pergunta seria! Como? Vilma não tinha namorado. Ela era tão dedicada a tudo que fazia. Nunca havia se entregado a tanto. Sua mãe percebeu algo enstranho nela, então ela resolveu que teria uma conversa seria com a filha. Já sabia basicamente o que era, os sintomas eram forte. Assim, começo de gravidez todo mundo sabe que os sintomas são diferentes. Enfim.
- Pode falar. — Sentando na bera de sua cama.- Eu não sei como isso aconteceu. — Colocando a mão no rosto, estava envergonhada de si propria.- Quem e o namoradinho? Da onde ele é? Ele pretende assumer o que fez? — Varias perguntas deiavam Vilma confusa, mas ela bem sabia o que ia responder.- Não tem... — Sua mãe buscava a calma falando com ela. Ela olhou fundo nós olhos da menina, e viu que ela falava a verdade.- Como assim? Como foi que isso aconteceu? — Falou tentando manter a calma- Foi naquelas ferias...Tentou explicar tudo, pediu pra que mãe não contasse ao pai. Mas era preciso, assim tudo foi organizado. Vilma é a mãe voltou á Pernambuco, quem sabem alí encontraria o pai de seu filho. Perguntaram no hostel onde haviam ficados, ele foi demitido. Pegaram seu endereço é foram até lá. Ele já lá não estava. Vilma entrou em choque. Foi enganada, iludida, estava destruida, impossivel de ser restaurada. Perdeu sua juventude, perdeu a paz. O que lhe taria a vida era aquela criança. Sua mãe resolveu que ali ficariam, até a criança nascesse. Seria melhor. O tempo passou muito rapido. Vilma descobriu que dentro de seu ventre havia de ser uma menina. Como ela ficava numa casa com a mãe, que o pai havia alugado. Ela sempre ia na Igreja. Santos Cosme é Damião. Numa tarde a sentada na ponta do banco da igreja. Com tamanho em tanto sua barriga já não deixava ela se ajoelha. Ah veio connversa com ela.- Boa Tarde.. — sorriu gentilmente.- Boa tarde irmã..- Tão jovem, é ja gravida.- Ser iludida né...- O que espera? — uma criança era obvio, mas ela se referiu a o sexo do bebe- Uma menina. — Passando a mão na sua barriga- Ah um menina... Linda como Nossa Senhora de Fatima.- Nossa Senhora de Fatima? — sorriu- Sim... — Sorriu é saiu.Vilma olhou é sorriu. Não havia pensando em nome para criança. Até agora. É Maria de Fatima era lindo. Nove meses, barriga quase pulando. Amanheceu o dia, o céu tava escuro, descidiu que nesse dia, não ia a Igreja. Ficou ali deitada na cama, sentia suas costas arder. Mas não alertou, pensou não ser nada de mais. Até porque a mãe dela havia explicado como as contrações vinha. Do nada começou a chover.- Filha você ta bem? — Disse entrando no quarto.- Tô sim mãe... Só a Maria de Fatima, que ta mexendo muito... -começou alisar a sua barriga- Ta querendo sair é? Ta apertadinho né minha linda?- Acho que é melhor chamar a parteira que contratei... Emilia, Emilia. — Gritava desesperada pela empregada.- Me chamou senhora? — Disse a empregada entrando no quarto, num ato de cansaço.- Vai na casa daquela parteira, que vai fazer o parto da Vilma.- Sim, senhora. -A empregada saiu bem dizer correndo do local.- Mãe, são apenas umas dor nas costas. Nada grave. - Não... Tudo grave! Vai que essa pirralha resolver sair agora?- Não fala assim com ela mãe... Ela já tem nome escolhido.- Tudo bem, tudo bem...Era em torno de dez horas da manhã, parecia que ia cair o mundo, a chuva só engrossava. Vilma tava deitada, é começou sentir pontadas no pé da barriga. Seria sua criança querendo vim ao mundo? A parteira já estava lá. Claro que daria tempo a menina nascer no hospital... Mas assim fugiria dos planos de sua mãe... Tudo organizando. Assim foi Vilma começou a sentir sua barriga ficando dura, as contrações vinham de 3 em 3 minutos e chegavam a durar 1 minutos. Enquanto o mundo acabava do lado de fora. Uma luz nascia dentro da casa. Já se fazia quase meio dia. Vilma colocava toda força preciso, para a criança vim ao mundo. Era sua filha. A parte mais importante da sua vida! Ela nunca havia esperado tanto por alguém assim. Choros, ela veio ao mundo. A parteira coloca a criança nos braços dela.- E linda, linda. — Ela falou chorando é rindo ao mesmo tempo.- Nem cabelos ruivos igual o seu ela tem... — A mãe falou um tanto ignorante.- Mas não deixa de ser linda. — Falou chorando, a emoção transbordava.- Ok, vem com a vovó... — Disse pegando a bebe é levando para sala.Ah sorrisos é choro, mãe é filha em primeiro é ultimo encontro. Ela não tinha a menor ideia que sua mãe era um mostro. A ponto de tudo para presevar a imagem da familia. Que seria capaz de tal ato. A tarde quando procura por sua filha para amamentar, entra em desespero.- Como assim? Ela era tão linda? Como pode morre do nada? Ela parecia tão saudavel? — Cade as exlicações? Sua mãe tinha resposta para tudo.
- A criança não resistiu. E normal com as circustancias. Você é jovem. Vai ter outros filhos meu bem.- Eu quero essa mãe.- Deus sabe o que faz... Talvez seja melhor assim. Uma criança sem pai, sofre demais.- Ela teria a mim. Eu seria sua mãe é seu pai. Ela não presciva daquele pai. Não ia prescisaChoros tomava conta do local, a chuva só engrossava. E cada vez que lembrava daquele lindo rostinho ela chorava.
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