Dois meses havia passado depois das ferias. Vilma não vinha se sentindo bem. Enjôo constantes, qualquer coisinha tinha que sair correndo para o banheiro. Todos desconfiavam na escola. Mas a pergunta seria! Como? Vilma não tinha namorado. Ela era tão dedicada a tudo que fazia. Nunca havia se entregado a tanto. Sua mãe percebeu algo enstranho nela, então ela resolveu que teria uma conversa seria com a filha. Já sabia basicamente o que era, os sintomas eram forte. Assim, começo de gravidez todo mundo sabe que os sintomas são diferentes. Enfim.

- Pode falar. — Sentando na bera de sua cama.

- Eu não sei como isso aconteceu. — Colocando a mão no rosto, estava envergonhada de si propria.

- Quem e o namoradinho? Da onde ele é? Ele pretende assumer o que fez? — Varias perguntas deiavam Vilma confusa, mas ela bem sabia o que ia responder.

- Não tem... — Sua mãe buscava a calma falando com ela. Ela olhou fundo nós olhos da menina, e viu que ela falava a verdade.

- Como assim? Como foi que isso aconteceu? — Falou tentando manter a calma

- Foi naquelas ferias...

Tentou explicar tudo, pediu pra que mãe não contasse ao pai. Mas era preciso, assim tudo foi organizado. Vilma é a mãe voltou á Pernambuco, quem sabem alí encontraria o pai de seu filho. Perguntaram no hostel onde haviam ficados, ele foi demitido. Pegaram seu endereço é foram até lá. Ele já lá não estava. Vilma entrou em choque. Foi enganada, iludida, estava destruida, impossivel de ser restaurada. Perdeu sua juventude, perdeu a paz. O que lhe taria a vida era aquela criança. Sua mãe resolveu que ali ficariam, até a criança nascesse. Seria melhor. O tempo passou muito rapido. Vilma descobriu que dentro de seu ventre havia de ser uma menina. Como ela ficava numa casa com a mãe, que o pai havia alugado. Ela sempre ia na Igreja. Santos Cosme é Damião. Numa tarde a sentada na ponta do banco da igreja. Com tamanho em tanto sua barriga já não deixava ela se ajoelha. Ah veio connversa com ela.

- Boa Tarde.. — sorriu gentilmente.

- Boa tarde irmã..

- Tão jovem, é ja gravida.

- Ser iludida né...

- O que espera? — uma criança era obvio, mas ela se referiu a o sexo do bebe

- Uma menina. — Passando a mão na sua barriga

- Ah um menina... Linda como Nossa Senhora de Fatima.

- Nossa Senhora de Fatima? — sorriu

- Sim... — Sorriu é saiu.

Vilma olhou é sorriu. Não havia pensando em nome para criança. Até agora. É Maria de Fatima era lindo. Nove meses, barriga quase pulando. Amanheceu o dia, o céu tava escuro, descidiu que nesse dia, não ia a Igreja. Ficou ali deitada na cama, sentia suas costas arder. Mas não alertou, pensou não ser nada de mais. Até porque a mãe dela havia explicado como as contrações vinha. Do nada começou a chover.

- Filha você ta bem? — Disse entrando no quarto.

- Tô sim mãe... Só a Maria de Fatima, que ta mexendo muito... -começou alisar a sua barriga- Ta querendo sair é? Ta apertadinho né minha linda?

- Acho que é melhor chamar a parteira que contratei... Emilia, Emilia. — Gritava desesperada pela empregada.

- Me chamou senhora? — Disse a empregada entrando no quarto, num ato de cansaço.

- Vai na casa daquela parteira, que vai fazer o parto da Vilma.

- Sim, senhora. -A empregada saiu bem dizer correndo do local.

- Mãe, são apenas umas dor nas costas. Nada grave.

- Não... Tudo grave! Vai que essa pirralha resolver sair agora?

- Não fala assim com ela mãe... Ela já tem nome escolhido.

- Tudo bem, tudo bem...

Era em torno de dez horas da manhã, parecia que ia cair o mundo, a chuva só engrossava. Vilma tava deitada, é começou sentir pontadas no pé da barriga. Seria sua criança querendo vim ao mundo? A parteira já estava lá. Claro que daria tempo a menina nascer no hospital... Mas assim fugiria dos planos de sua mãe... Tudo organizando. Assim foi Vilma começou a sentir sua barriga ficando dura, as contrações vinham de 3 em 3 minutos e chegavam a durar 1 minutos. Enquanto o mundo acabava do lado de fora. Uma luz nascia dentro da casa. Já se fazia quase meio dia. Vilma colocava toda força preciso, para a criança vim ao mundo. Era sua filha. A parte mais importante da sua vida! Ela nunca havia esperado tanto por alguém assim. Choros, ela veio ao mundo. A parteira coloca a criança nos braços dela.

- E linda, linda. — Ela falou chorando é rindo ao mesmo tempo.

- Nem cabelos ruivos igual o seu ela tem... — A mãe falou um tanto ignorante.

- Mas não deixa de ser linda. — Falou chorando, a emoção transbordava.

- Ok, vem com a vovó... — Disse pegando a bebe é levando para sala.

Ah sorrisos é choro, mãe é filha em primeiro é ultimo encontro. Ela não tinha a menor ideia que sua mãe era um mostro. A ponto de tudo para presevar a imagem da familia. Que seria capaz de tal ato. A tarde quando procura por sua filha para amamentar, entra em desespero.

- Como assim? Ela era tão linda? Como pode morre do nada? Ela parecia tão saudavel? — Cade as exlicações? Sua mãe tinha resposta para tudo.

- A criança não resistiu. E normal com as circustancias. Você é jovem. Vai ter outros filhos meu bem.

- Eu quero essa mãe.

- Deus sabe o que faz... Talvez seja melhor assim. Uma criança sem pai, sofre demais.

- Ela teria a mim. Eu seria sua mãe é seu pai. Ela não presciva daquele pai. Não ia prescisa

Choros tomava conta do local, a chuva só engrossava. E cada vez que lembrava daquele lindo rostinho ela chorava.