Elizabeth And Her Album Of Songs ...
2 Capítulo 2 - Last friday night
Notas iniciais
Last Friday night
Tudo começa quando eu tinha apenas 16 anos. Eu não era lá tão popular assim, tinha uma vida, digamos legal. Naquela época a modinha, sempre foi assistirmos filmes da Kathy Beth Terry, ou seja, todos gostavam de assistir coisas do tipo e, no dia seguinte ir para a escola comparando a garota Kathy com outra qualquer do colégio. Isto era meio que constrangedor, porque quase sempre a garota que pagava o pato era EU. Tudo bem eu sofri bullyng na minha adolescência sim, mas não foi nada tão grave assim. Sempre soube como lidar com isso e, também só foi naquele ano, no ano seguinte me mudei para outro colégio.
Esta bem, esta bem. Não enrolarei mais, contarei diretamente como tudo acontecera.
Estava eu ali, na casa de uma amiga. Estávamos assistindo ao um seriado de Kathy Beth Terry. Estava com medo, de que eu me identificaria bem com ela, tudo bem, confesso, estava super insegura em questão disso. Logo o filme acabou, e depois disso fui para casa, não me convencendo de que ela se parece comigo, nada mesmo.
Já no outro dia no colégio, as coisas mudaram. Um dos caras mais bonitos da escola ficara me zuando, falando que eu me parecia com a Kathy, mas não me pareço mesmo. O dia foi um tormento, todos ficaram sabendo da “Kathy” do colégio, mais que porra não é? Caralho não poderia ter acontecido coisa pior comigo nestes últimos tempos.
Chegando em casa estou exausta de tudo que acontecera, penso em ir dormir. Mas ainda são quatro horas da tarde, porem, nada me impede de fazer isso. Acabo indo dormir.
Tudo estava escuro, não se dava para ver muito bem. Logo minha visão se acostumou com a pouca iluminação que estava em minha volta. Vejo que estou em meu quarto, levanto, me deparando com uma garota toda pintada totalmente colorida, em sua volta há vários copos descartáveis de bebidas alcoólicas, tirando vários objetos que prefiro não citar. Caminho rumo ao interruptor de luz, acendo a luz. Volto para minha cama cansada, sem querer saber o que aconteceu aqui. Hoje é sábado, ou seja, ontem foi sexta-feira e, com certeza fiquei estudando. Então porque esta garota esta aqui? Quando percebo que também há um garoto todo pintado debruçado aos pés da minha cama, como há também o mesmo garoto que brincou com minha cara hoje no colégio, mas esta tudo diferente: ele esta em minha cama, ao meu lado, completamente nu. Passo minha mão pelo seu tanquinho, entro em loucura, nunca pensara que eu teria a oportunidade de fazer isto. Tento me lembrar do que aconteceu. Não me lembro de absolutamente nada, mas logo vai surgindo fragmentos de minha noite passada, como minha visão esta totalmente perfeita, dado para saber o que aconteceu comigo ontem.
Estava brincando com um caderninho de charadas, quando ouço batidas de festa vindo da casa ao lado. Tento deixar de lado este barulho pertubador, mas é impossível, meu copo que esta na escrivaninha esta chacoalhando freneticamente. Lanço o que estava na mão e, decido ir ate lá para resolver alguma coisa, para que parem com este barulho.
Ao chegar lá, encontro com Herself, umas das garotas que faz as festas mais maneiras do colégio. Quando vou bater na porta, ela abre antes me puxando para dentro de sua casa. Lá esta uma grande quantia de convidados, altamente com copas em suas mãos, ou seja, estão bebendo algo com álcool. Ignoro, Herself me puxa para mais perto, consigo ver a garota mais popular do colégio, fazendo pose para que o jogador de futebol americano mais popular venha em sua direção, ela consegui. Quando vou subir as escadas com Herself, observo um garoto estranho e feio olhando para minha pessoa. Sigo em frente. Ao chegar em um quarto, Herself faz sinal para que eu entre nele. Ela joga uma mini-saia super apertada verde-limão para mim, logo após, lança uma blusa rosa. Ela pega algo que desconheço, mas que parece mais uma ferramenta de carro, ela o apanha e começa a chegar perto de mau freio-de-burro, a dor e tanta que dou um grito. Ela também pega uma cera para retirar algum pelinhos em meus lábios, começo a lambê-lo antes que ela o retire. Ela puxa com uma força que murmuro algo. Ela faz um pentiado muito bom em mim. Logo estou pronta, outra KATHY BETH TERRY, altamente bonita. Ao chegar lá em baixo, o primeiro à me ver e correr em minha direção é o jogador de futebol americano. Dou um sorrisinho, agora sou uma Kathy poderoso, bonita, com tudo aos seus pés.
Começo à beber loucamente, como nunca bebera antes. Esta tudo muito banal, mas poderia ficar mais ainda. Assim seja, vamos para fora, aonde há um agrupo musical chamado Hanson, eles são bons ainda mais com uma participação altamente especial de Uncle Kenny, um ótimo sanfonista. Começamos a dançar, tudo na maior gandaia. Aceno para que todos me sigam, agora tudo concerteza ficara perfeito em meu quarto. Chegando lá, todos começas à achar algo para fazer, beijar, dançar, cantar, entre outras coisas bizarras. Começo à vomitar em sapatos, dançar mas nunca perder o ritmo.
Não sei porque estou fazendo isso, mas estou. Lembra aquele tal garota que olhara para mim, quando cheguei? Então, ele agora vê o jogador de futebol americano apertar minha nádegas e, parte com um soco no rosto do jogador, fazendo que ele caia para trás. Ele balança as mãos por estarem doendo por causa do soco. Mas nada que ele possa se levantar e partir para uma melhor da festa ( é claro o jogador de... ah já cansei de falar isso toda hora! ). Agora fica pior ainda, eu caio na cama já exausta pela bebida, o tal garoto feio me posiciona em lugar confortável e coloca meus óculos horrentos.
Já que lembrei de tudo que aconteceu ontem, pego meu notbook para ver minhas fotos postadas, quando vejo diversas fotos horrorosas de mim vomitando, bebendo álcool no tanquinho do jogador. São horríveis, ate grito. Meus pais entram em meu quarto, me perguntando o que acontecera ali. Enrolo eles dizendo que foi culpa de Herself.
Acordo suando, tive um sonho. Apenas isso. Não acredito que fui Kathy Beht Terry! O meu Deus! Mas tudo bem, foi apenas um sonho...
Então foi assim, tive graças à Deus um pesadelo, não foi nada à mais disso, não foi realidade.
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