Notas iniciais
Olá terráqueos *w* , então, me desculpem pelo capítulo ter ficado pequeno e pela demora para postá-lo, mas é que eu estava com alguns problemas técnicos, mas já está tudo resolvido (*3*) Enfim, vou tentar portar mais capítulos o mais rápido possível e espero que gostem dos cpítulos, deixem reviews !!! P.S.: Leiam as notas finais

Linna estava a caminho da escola, curiosa. Queria saber o que Aren tinha para falar, pela animação ele, provavelmente seria algo bom. Ouviu um som que veio do seu celular. Uma mensagem, de Aren. “Venha para a biblioteca, não tem muita gente aqui”. Ela não respondeu, já estava na porta da escola. Não tinha muita gente na escola a essa hora, apenas alguns meninos e meninas que praticavam esportes. Ela conseguia ver Aren, que estava a esperando na porta da biblioteca.
– Oi Aren – Ela diz, e o garoto, que estava perdido nos seus pensamentos, toma um leve susto.
– Oi Linna! Não vi você chegando
– Eu percebi – Ela disse debochando dele, e os dois riram
– Ah, vamos entrar
Os dois entraram na biblioteca, procurando um canto mais reservado para se sentarem, e logo acharam.
– Ah, é sempre bom sentar perto de uma janela quando está ventando. – Aren diz, enquanto o vento bagunça o seu cabelo, e Linna assentiu com a cabeça.
– Então, Linna, lembra quando você se despediu de mim para seguir o seu caminho para casa?
– Sim
– Então, enquanto fazia isso, um livro vermelho caiu da sua mochila – O garoto diz, tirando o mesmo da sua mochila.
– Ai meu Deus – Linna fala, com os olhos arregalados e a boca entreaberta. – Você leu?
– Sim, eu li.
– Não deveria ter feito isso – Ela olha para ele preocupada, sabia as regras, teria que mata-lo. Ela estava preparada, se não fizesse isso, ela morreria, ninguém podia saber do seu segredo.
– Calma, não precisa me matar, sou como você, e não gosto nada de fogo, sabe. – Ele fala, sorrindo levemente. – Mas tome cuidado com esse diário, pode cair nas mãos erradas, e você sabe o que pode acontecer, sabe das regras.
– Sim, tomarei mais cuidado, porém, não acredito em você – suas expressões mudaram, não poderia ser fraca agora – Se é como eu, prove.
Ela tentava se manter rígida, inflexível, mas as feições de Aren tentavam derrubar a muralha dentro de si.
– Tudo bem. Olhe. – Aren falou, tocando na janela, que era dividida em quadradinhos.
Logo um quadrado da janela estava rodeado de gelo. Linna estava surpresa, pensava que era a única.
– Está convencida? – Ele pergunta rindo da expressão dela. — E está aí o motivo pelo qual não gosto de fogo, não combina com gelo.
Ela não sabia o que falar, estava olhando fixamente para o gelo
Aren — Ela perguntou olhando-o com uma cara um pouco mais séria — Você sabe algo sobre esses poderes?
– Não, não sei de nada, e você?
– Também não, sempre quis saber a origem deles. — Os dois ficaram alguns segundos calados refletindo, até que o silencio foi interrompido por Linna – Espere aí, você é adotado?
– Sim. Isso tem alguma relação com os poderes? E você tambem é adotada?
– Não sei, é o que quero saber, e sim, sou adotada
– Será que todos que tem poderes são assim ou é só coincidência?
– É nisso que estou pensando. E será que ninguém descobriu sobre as pessoas com poderes? Será que algum humano comum soube dessas pessoas sem que elas soubessem que estava sendo descoberta?
– Eles podem ter sido descobertos e extintos, mas alguém saberia disso, não? Algum humano comum bem velho talvez?
– Não, seja lá como esses poderes surgiram, tenho quase certeza de que foi há muito tempo.
– Certo, mas será que os parentes mais velhos não contaram para os mais novos? Ou será que isso foi guardado em segredo?
– Essas perguntas me dão agonia. Sempre me pergunto sobre meus poderes, não saber sobre eles é quase a mesma coisa de não saber quem sou, é muito estranho.
– Sim, eu entendo.
O celular de Aren toca. Era mãe dele, ele precisava ir para a sua casa, a mãe teria uma reunião de trabalho e ele precisava ir para casa antes que escurecesse.
– Linna, tenho que ir, a minha mãe vai para uma reunião de trabalho e ela não quer que eu vá para a casa depois que ela sair, não sei o que se passa nas cabeças das mães mas, melhor eu ir, então, conversamos pelo celular?
– Ah sim, conversamos pelo celular. E nem me dei conta, também preciso voltar antes que escureça. Até amanhã.

E com isso os dois pegaram suas bikes e foram para casa, e os dois pensavam na mesma coisa: Porque eles tem aqueles poderes? Será que ninguém sabia nada sobre eles? O que eles podem significar? O que aconteceu com a família deles? Ninguém que sabia dos tais poderes estava vivo? Era um mistério para eles, um mistério que precisavam resolver.

Notas finais
Bom gente, espero que tenham gostado, e peço desculpas novamente pela demora e pelo capítulo estar pequeno, e por favor mandem fichas de personagens, a quantidade de vagas está nas notas finais do primeiro capítulo, e as vagas femininas estão acabando, então quem quiser uma personagem feminina corre lá :3 . Por favor façam reviews, isso ajuda muito; Até o próximo capítulo :*