Ela

8 A Caixa Misteriosa!


Maligna depois de revelar todas as suas façanhas, pede a ela para se sentar numa cadeira que estava junto a uma mesa de madeira escura. Aquela cadeira era algo de arregalar o olho, e não só, tudo o que estava na tenda como decoração, era de um luxo indescritível.

Ela senta-se de forma obediente. Em silêncio, depois de se sentar, dá dois pulos com o rabo, era realmente macia. Toda a cadeira era ornamentada, cheia de recócós, punhos longos e a terminar encaracolados, os pés da mesma forma, o assento? Muito confortável, parecia a sua cama, quente e fofa, o que não dava ela para lá estar. Maldita a hora que veio ao Parque de Diversões.

Maligna andava atarefada, parecia que procurava alguma coisa importante. Pára de procurar um pouco e, pergunta-se a ela própria:

— Onde será que a coloquei? Ela tem de estar por aqui!

Que raio é que a Maligna andava à procura?

Enquanto continuava de cu para o ar à procura, e a vasculhar tudo o que era Baú, a pequena teve uma ideia.

VOU FUGIR! Maligna não daria pelo movimento dela por estar tão ocupada. É isso mesmo! Devagar, desce daquela cadeira e, pé ante pé, vai até meio da tenda. A cortina estava tão perto, até que… Sente alguém a segurar – lhe o braço direito. Fechou os olhos, saberia que era ela.

— Para onde pensas que vais? – Perguntou Maligna.

Pegou nela e sentou- a novamente naquela cadeira, mas desta vez, puxou-a para outro ângulo para a poder ter debaixo de olho. Ao puxar a cadeira, finalmente encontrou o que o queria. Uma caixa que reluzia como se fosse de ouro, toda trabalhada, e que à sua volta, tinha várias pedras de cores diferentes, mas o que chamou mais à atenção da pequena é que, por cima dessa caixa, estavam gravadas duas palavras:

“SIM, ABRE!”

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.