Notas iniciais
kkkk gente estou super ansiosa e feliz, amanhã é minha Crisma, e estou completamente nervosa ... Escreverei esse cap com a maior vontade do mundo ( e com sono tbm kkk ) , espero que gostem !!

– Bom ... esse remédio ajuda a passar a dor, mas você terá de ir no hospital agora !! Você realmente ... — ela faz uma pausa — Ainda não sei se você quebrou ou deslocou, mas precisa de gesso urgente !!

– Hospital ? Gesso ? — repito nervosa.

– Ligaremos para seus pais, mas antes, pedem sua presença na diretoria.

– Obrigada Senhora Dim ( o nome dele é Claudia Dim , chamamos ela de Dim, por puro respeito ) .

– De nada.

Saio com a mão atada por faixas e gases que começam na minha mão, e fazem uma curva com fitas menores, dando volta ao pescoço.

Em menos de 7 minutos e meio chego na diretoria. Bato com a mão não quebrada e uma senhora sai, senhorita.

– Bom dia ... Sou a An... Hanna ! Me chamaram aqui ...

– Sim, senhorita Hanna — ninguém me chama assim, quase pensei alto, mas não quero arrumar mais confusão — A diretora Raven quer saber a sua parte na briga.

– Ok — respondo somente isso. Deixarei as explicações para a diretora.

Ela me guia até uma sala, onde , Ed e Peter, estão sentados, com cara de culpados, olhando aleatoriamente em pontos no chão. Ouço a voz de alguém , e me surpreendo , percebendo que a voz é de Peter.

– Senhora diretora, ela não tem culpa, essa briga foi minha e de Ed, ela só tentou nos separar.

Sinto — me no direito de responde — lo.

– Na verdade , dona diretora, eu tentei separar os dois, pois , queria proteger meu amigo Ed, porque Peter iria machucá — lo.

Peter olha pra mim. Sua expressão é de furioso.

– Quem começou a briga senhorita Hanna ? — pergunta ela, sem dar a miníma para o comentário de Peter, e muito menos, ao meu comentário.

– Serei sincera, Peter me provocou desde quando pisei aqui hoje. Só que depois ele começou a mandar indiretas para Ed também, Ed ficou na defensiva, e partiu pra cima. Me desculpa Ed ... — digo, olhando para ele, que finalmente levanta os olhos e me encara.

– Bom ... irei até sua sala rapidamente conversar com seu professor a respeito, quando voltar, te levarei ao hospital e ligarei para os seu pai, senhorita Hanna. — a diretora Raven diz, e se retira do local.

– Hospital ? — resmunga Ed.

– Quebrei meus dedos.

Ele solta um murmúrio e fica quieto.

– Eu não entendo você — a voz de Peter interrompe o silêncio — Eu tento te proteger, e você estraga tudo.

– Não adianta você bancar o herói, não assumiu a culpa que é totalmente sua — respondo.

– Peter ... isso é serio, você nos provocou, e quebrou a mão da Ana — Ed rebate.

– Olha Ana ... — ele funga — Não foi minha intenção .

– Ei ... eu não guardo mágoas de você ... Mas só que ... Eu não quero estar perto de você ... Olha no que da — olho de relance para minha mão, e seus olhos me acompanham .

– Desculpa — ele finalmente diz.

– Peter ... me deixa em paz.

Digo isso, e a diretora volta.

– Bom ... pelo que o professor disse, o Peter começou mesmo, mas quem bateu primeiro foi Ed, ligaremos para seus pais e os dois ganharão um dia de suspensão. Enquanto a senhorita Hanna, acompanhe — me.

***

Vejo minha mãe apressada entrando na sala do médico, onde estou.

– Filha ! Esta tudo bem ? — ela olha para meu braço, todo enfaixado — Eu já sei de tudo.

– Na verdade, agora a dor já se foi, só dói quando me mexo muito brutalmente. Me desculpa — digo, e ela aproxima para me abraçar, mas alguém a impede.

– Hey senhora mãe da Hanna ! Ela está com os dedos quebrados ! — alguém diz.

– É verdade, desculpe filha.

Essa pessoa vira-se pra mim.

– Ana eu vou quebrar o Peter — É Guilherme.

– Eu senti tanta a sua falta naquela hora.

Ele vai me abraçar, mas depois repensa, parando o gesto.

– Hey senhor amigo da Hanna ! Ela está com os dedos quebrados !

– Desculpa irmãzinha — diz Gui, todos riem.

O médico volta.

– Bom, foi uma fratura feia, mas depois de algumas semanas, talvez um mês, ficará bom de novo. Bom senhora ... — ele se dirige a minha mãe — aqui está os remédio , blá, blá, blá.

Viro me para Guilherme.

– Cadê a Mary ?

– Ela disse que tinha uma coisa importante pra descobrir.

– O que ?

– Oxi ! Ela não contou nem pra mim.

– É nessa hora que termina o relacionamento — digo.

– Porque ? — diz ele , apreensivo .

– Porque não te contaram tudo o que deveriam te contar — falo engrossando minha voz, para caçoar dele.

– Tontona — ele diz sorrindo. Também sorrio.

– Senti falta de nossa amizade assim — desembucho .

– Eu também Ana — responde ele.

– Desculpa irmão, meirmão ! — digo , suspirando — Toda a história com Derek, e você com a Mary, a Natasha ...

– Ok ! Desculpe — me também maninha, eu fui muito grosso.

Sorrio para ele.

– Consegue se levantar ? — pergunta ele.

– Gui ... me desculpe, mas ... Eu quebrei os dedos, não minha pernas.

Ele olha pra mim com raiva, e nós dois caímos na risada.

– Amiga — ele diz — Conte comigo pra tudo. Nossa amizade nunca acabará.

– Idem — respondo.

Recebo alta do médico, e depois, vou almoçar com Gui e minha mãe em um restaurante perto do hospital.

Como estrogonofe de carne, com muita, mas muita, batata palha, enquanto Gui come um lanche natural ( magro ¬¬ ) e minha mãe apenas toma água.

O celular de Gui vibra e ele o — pega, começando a digitar alguma coisa.

Ele olha para mim quando termina.

– Vamos voltar para a escola, a Mary quer nos mostrar algo.

– E é nessa hora que você reata o namoro — digo.

O que será ? A curiosidade tira a tensão do meu corpo.

– O que será que é ? — pergunta Gui.

Dou de ombros.

– Seja o que for ... estou curiosa.

– Idem — diz ele.

Notas finais
Boa madrugada galerinha, vou dormir que amanhã será muito show, bjs !!