Quando o encontrei, perguntei se o Pedro tinha acordado, ele disse que sim...
A Leni e o Pedro Lucas apareceram, logo os meninos chegaram, o thomas e o koba. O médico disse que o Pedro sofria de insuficiência respiratória aguda, que se ele se estressasse demais, se movimentasse demais, ele poderia ter esse ataque de novo e correr risco de vida, nem preciso dizer que morri chorando né? Eu perguntei sobre os shows, e o médico disse que ele não poderia fazer, não por enquanto! O Pedro tinha que fazer um tratamento e tomar alguns remédios, ele tinha que se ajudar também, se não já era.
Ele ficou mais uma semana internado, pois tinha ficado uma semana em coma, e não podia sair assim do nada do hospital. Ele estava respirando por tubos, ainda... Me dava dor de ver ele daquele jeito. Eu ia lhe visitar todos os dias, e quando era possível eu dormia lá com ele... Ele estava com uma carinha, pobrezinho... Hoje era sexta-feira, o médico tinha dado alta para o Pedro. Cheguei no quarto dele e fui arrumar as suas coisas.

Lanza: Luísa, deixa que eu arrumo!
Luísa: Não amor, fica quietinho aí! – uma lágrima escorreu na minha face só de pensar que ele poderia voltar pra lá de novo, tentei limpar rápido para ele não ver, mas foi em vão –
Lanza: amor, você está chorando? – me olhando, pude notar sua preocupação... O Pedro é um anjo comigo, super atencioso...
Luísa: sim amor, mas de felicidade pois você vai voltar pra casa – menti. Sorri forçado –
Lanza: ah amor – se levantou da cama e veio em minha direção – vai ficar tudo bem! – me abraçando –
Não pude conter, comecei a chorar que nem um bebê.
Lanza: eu sei porque você está chorando, o médico me disse! Não vai ter como evitar um dia a minha hora vai chegar... E você – olhou dentro dos meus olhos – você vai ser feliz sem mim, quando eu não estiver mais do seu lado, você vai ficar com alguém que te faça feliz! Que te faça se sentir bem, segura.
Luísa: ninguém nunca vai pegar o seu lugar Pedro, ninguém nunca vai te substituir!
Lanza: eu te amo – pude ver que ele deixou uma lágrima escapar –
Luísa: e eu muito mais! – limpando as minhas lágrimas – Vamos para casa?
Lanza: vamos! – tentando sorrir –