E se fosse ao contrário?

22 O dia a dia dos animatronics Parte 3- Conhecendo o escritório do detetive


Notas iniciais
Pessoal. leiam isso, preciso conversar com vocês. Se você não tá nem aí pra essa conversa, você é a pessoa com quem eu mais preciso conversar. ==================================================================== Não vou mentir, essa história já era pra ter acabado se não fosse por três pessoas: 1-Íris 2-Leitora 3-Rifa O meu objetivo era fazer uma primeira história pequena, retratar como eram as estratégias dos animatronics para pegarem Mike, e o que queriam com eles. Mas tudo mudou quando Rifa e Íris começaram a comentar, e dizer o que queriam, qual seria o melhor rumo. Quando a Leitora chegou, explodi de felicidade. Podia contar com 3 pessoas para comentar em todos os meus capítulos e me incentivaram a fazer uma história grande e repleta de ideias fantásticas. O problema é que eu vejo o número de leitores crescendo. Eu vejo isso. Mas essas pessoas comentam uma vez e nunca mais dão as caras. Isso me deixa triste. Agora quem decide o rumo dessa história são VOCÊS. Ela pode acabar aqui, ou os leitores fantasmas podem começar a aparecer e me falarem as suas opiniões, porque isso muda tudo. Quem já comenta pode recomendar, pode favoritar e etc... Vocês que escolhem. Esse é o último capítulo?

NPP-Guaxe

Era um lugar legal. Um palco com uma escrivaninha que tinha uma máquina de escrever, um caderno, um lápis, uma borracha, um apontador (sim, sou muito observador) e uma lupa (Pras crianças, esse deve ser o único instrumento de um detetive...)

Estrela estava descansando. Havia um móvel alto com muitas gavetas ao lado da escrivaninha e um tapete no chão. Tudo trabalhado no preto e no branco. Havia ainda uma parede com uma porta. Do palco, ainda era possível ver a outra ala, então ela devia ser utilizável, pois só tinha uma parede separando-a do meu escritório, acho que para dar mais realismo. Eu entrei.

Era a sala da Estrela definitivamente. Vários varais com fotos dos animatronics com gotas desenhadas, para dar a impressão de que estavam molhadas estavam espalhados pela sala, que tinha um pano preto no fundo, para dar a impressão de que estava escuro lá. Uma mesa com várias bacias para revelar fotos estava seca, mas havia alguns desenhos no fundo para dar a impressão de que estavam cheias de água se encontrava em cima de um tapete bege. Uma outra mesa com uma pilha de fotos e alguns outros materiais de revelação falsos que só Estrela conhecia estava no canto do palco.

Voltei para meu escritório e espiei as gavetas. Não tinha só a lupa. Papéis e outros materiais dos quais só a minha pessoa possuía conhecimento necessário para identificar estavam distribuídos pelas gavetas. Mas aí eu me perguntei:

–Onde está a cena do crime?

Era altamente necessário que eu tivesse um lugar para investigar. Olhei para o palco que na verdade era só um monte de pufes manchados de ketchup seco, e percebi um outro palco no lado oposto do que eu me encontrava. Fui pra lá e analisei.

Uma mancha branca com um formato do Freddy estava desenhada no chão e uma fita de polícia a cobria. A parede do palco era pintada de muros vermelhos e o chão cinza representava uma calçada. Voltei para o meu escritório e fiquei tamborilando com os dedos.

NPP-Estrela

Acordei e Guaxe foi me mostrar nosso palco. Era bem legal. Escutei alguns gritos com meus novos ouvidos de pantera. Fui até a entrada e avistei uma manada de crianças vindo em nossa direção. Avisei:

–Elas estão vindo!

–E agora?! Como vai ser?- Ele perguntou assustado.

–Como nos velhos tempos...- Respondi.

Notas finais
:( E aí? Já escolheu?