-Poxa, Gee, não é hora de ficar aí ressentindo, vamos dar um jeito nisso.

-Como? Fazendo macumba?

-Claro que não, seu idiota, vamos lá pra baixo, daí a gente pensa direito.

-Certo... E não me chama mais de idiota! Se não eu faço remoção das tuas tatuagens.

-Agulhas...?

-Erhm... Agulhas? Não tem outro modo...?

-Não... -Falou com um tom de vitória.

Os olhos de Gerard se dilataram e sua boca abriu. Medo (eu também tenho medo de agulhas, em contato com a minha pele), Frank, ou Gerard?, tampou-lhe a boca.

-Não grita, vai acordar os empregados.

-Eles já devem ter acoradao, com o seu grito.

-Seu infantil!

-Punk.

-Cabeça oca!

-Anão.

-Esqueceu quem é o anão agora?

-Humpf... — Gerard, ou Frank?, bufou de raiva. — Passivo!

-Ai... Essa doeu. Mas você esqueceu que está no meu corpo, querido. E eu posso te arrombar, pra você ver o quanto é bom, e querer ser o passivo sempre!

-Eu posso me aproveitar disso, se eu cair da escada, você é que vai ficar paralítico.

-Chega, assim a gente num chega a lugar nenhum, vamos.