Notas iniciais
AEEEE !!!! Achei um jeito de continuar escrevendo no site !!! A letra voltou a ser "bonitinha"

Vale a pena relembrar que estamos no FNaF 2, Noite 4, 12 AM.

Era pra ser uma madrugada como qualquer outra. Balloon Boy havia prometido para si mesmo e para uma amiga que pegaria mais pesado com o Jeremy desta vez. É claro que teve uma decepção quando descobriu que isso não seria possível.

Balloon Boy: – Eeeeiii... Cadê o Jeremy que estava aqui ??

Shadow Bonnie apareceu repentinamente.

Shadow Bonnie: – Olá, BB. Ué, cadê o Jeremy ?? Justo hoje, que eu vim te ajudar a conseguir as pilhas, ele sumiu ??

Balloon Boy: – Me desculpa, Shadow Bonnie, me desculpa !!! Eu estava concentrado na minha missão !!! Juro !!! Não sei o que aconteceu com ele !!!

Shadow Bonnie: – Calma, fofo !! A culpa não é sua se ele não está aqui. Eu só me pergunto o que poderia estar acontecendo...

Balloon Boy: – Será que os outros sabem de alguma coisa ??

Shadow Bonnie: – Acho que não, mas é uma boa ideia conversar com eles, só pra ter certeza.

Balloon Boy: – E se eles mataram o Jeremy antes de termos conseguido as pilhas ??!!

Shadow Bonnie: – Acho que se isso tivesse acontecido, vários gritos já teriam sido ouvidos. Se bem que essa é a única explicação válida que consigo imaginar agora. Isso está muito estranho...

Old Foxy (sem headset) entra na sala escura, e, depois, no The Office.

Old Foxy: – Yarrr !! Olá, Balloon Boy !! Olá coelho que eu não conheço !! Alguém sabe o que aconteceu com o Jeremy que se sentava ali ??

Shadow Bonnie: – Estávamos indo te perguntar a mesma coisa. A propósito, sou a Shadow Bonnie.

Pobres animatronics. Não sei o porquê de eles querem as pilhas do Jeremy, mas, seja lá qual for, no final, eles vão ficar sem elas. Naquele mesmo horário, naquela mesma madrugada, Jeremy estava não muito longe dali, mas fazendo algo completamente diferente do que estava acostumado: estava prestes a invadir um centro científico.

Pegou sua máscara-mochila e olhou fixamente para a mesma.

Jeremy: – Está na hora de ver o que eu aprendi com vocês, animatronics...

Colocou-a nas costas e voltou a olhar para o centro.

Começou.

A primeira câmera de segurança era bem do lado da entrada. Que droga !! Ele esperou ela virar (porque as câmeras de segurança viram) para escalar e pular o muro. Foi difícil. Depois, correu e se escondeu no ponto cego da câmera, que era bem embaixo dela. Teve que fazer tudo isso antes de ela virar novamente. Quase que não conseguiu.

Depois que ela virou para o outro lado, Jeremy correu até a entrada para entrar no centro. No entanto, a porta estava trancada... O que era meio lógico. Jeremy era inexperiente com invasões, e nem tinha pensado nisso. Voltou correndo para a câmera, seu lugar seguro, para pensar no que fazer, mas nem demorou muito para encontrar uma solução: esperou a câmera virar para pegar um graveto no gramado. Era um graveto leve o suficiente para ser carregado sem problemas, mas pesado o suficiente para quebrar vidros. Voltou correndo para a câmera e esperou ela virar para quebrar a porta. Novamente, o inexperiente Jeremy foi surpreendido: alarmes. Ok, ele tinha conseguido entrar no centro, mas estragou seu plano inteiro.

Jeremy: – Dane-se !!!!

Saiu correndo com o mapinha na mão, para se guiar até a máquina do tempo. No meio do caminho, até esbarrou com o vigia noturno de lá, mas nem deu bola, e continuou correndo. Não estava nem aí para as câmeras ou para qualquer outra coisa. Já tinha acionado os alarmes mesmo. Se conseguisse chegar rápido até a máquina, conseguiria alcançar seu objetivo. E conseguiu. Nem parou para admirar ou algo do tipo, já foi entrando e trancou a porta. Só então notou como estava cansado.

O plano tinha sido um fracasso total, mas, no final, Jeremy estava na máquina do tempo. Ok. Deu certo.

A máquina do tempo não era era muito grande, mas era o suficiente para caber mais pessoas e para ser confortável. Por fora, era branca, e com uma estranha e grande cápsula azul. Por dentro, tinha um grande painel, com uma tela e incontáveis botões. A porta era idêntica às portas do FNaF 1, e até tinha o botão "Door" por dentro, mas não tinha o botão "Light". O principal botão do tal painel era um botão idêntico ao botão "Door", mas com a palavra "Travel".

Apesar de tão complexo, o painel não era difícil de entender. Tudo o que qualquer um precisava saber para ter uma bem-sucedida viagem no tempo estava escrito no painel e em seus botões. Em pouco tempo, Jeremy já estava teclando, escolhendo data, horário e até mesmo o local em que queria estar !!

Apertou o botão "Travel".

Da cápsula azul, saiu uma luz azul que quebrou o teto, o telhado e alcançou o céu. Sim, essa coisa quebrou o telhado. Depois, ela ficou branca e forte, MUITO forte, capaz de cegar. Envolveu a máquina e, depois, ambas (máquina e luz) sumiram. Parece que um certo Jeremy conseguiu o que queria... E um certo Puppet também.

O que ninguém sabia é que tinha um animatronic que assistiu tudo. Vamos ver se você adivinha qual era. Vamos lá, não tenha vergonha !! Estou tentando animar as coisas.

Já tem seu palpite ??

Bem, quem está pensando no Puppet acertou. Ele estava lá, com seu fone de ouvido, e viu todos os passos do Jeremy. E, como da última vez, nossa amiga coelha Springtrap conversava com ele pelo headset.

Springtrap: – Puppet, está tudo bem ?? Fechou os olhos na hora certa ??

Puppet: Sim e sim. E quanto a você ??

Springtrap: – Sim e sim também. Bem que você falou para confiarmos !! A parte B do plano deu certo. Agora, temos a parte C, que, na minha opinião, é a mais delicada...

Puppet: – A parte C é um baita trabalho de infiltração, mas é só eu não fazer que nem o Jeremy que vai dar tudo certo !!

Springtrap deu risada e, depois, Puppet saiu de fininho do centro científico.

FNaF 1, Noite 4, 12 AM

Olhando as câmeras, Mike Schmidt quase chorava ao telefone. Por quê ?? Seu amigo Phone Guy, do outro lado da linha, estava trancado na Backstage. Por quê ?? Parece que Bonnie descobriu que ele estava lá, e ele teve que trancar a porta para não morrer. No entanto, a porta não era de ferro, e logo cedeu aos murros da coelha.

Phone Guy: – Foi um prazer trabalhar com você !!!

Mike: – Igualmente !!!

Bonnie estava pronta para atacar. No entanto, os 3 foram surpreendidos por uma luz azul vinda do céu que quebrou o telhado, o teto, e chegou ao chão, rachando vários azulejos.

Hummmmm... Parece que alguém saiu do FNaF 2 e foi parar no FNaF 1...

Notas finais
u.u