Notas iniciais
Chegou a hora! eles vão se ver de novo. e ai algum palpite do que vai acontecer??
Boa leitura beijos.

SÃO PAULO ON

FIUK ON

Acabei de chegar em São Paulo, confesso que acho essa cidade maravilhosa, peguei minhas malas e fui até a porta do aeroporto, pedi para um taxista me levar até a casa da Sa, eu entreguei o endereço, ele guardou as malas e pegamos estrada.

- Sua primeira vez aqui? — o motorista perguntou.

- Sozinho sim — eu sorri.

- veio ver parentes? — ele olhou pelo retrovisor.

— Na verdade amiga — eu olhei pela janela e esta chovendo.

- Bom, ela deve ser muito especial — ele sorriu.

Eu não respondi, fiquei olhando a chuva pela janela do taxi e imaginando como sera quando eu ver ela de novo, não demorou muito e o taxista parou.

- Está cho vendo muito — ele me olhou — Quer que eu espere?

- Não — eu olhei — Tudo bem.

Eu desci do carro, peguei minhas malas e entreguei o dinheiro da corrida.

- Obrigado — eu agradeci.

- Até a próxima — ele riu e deu a partida.

Estou todo molhado parado na frente de uma casa ansioso, arrumei ocasaco, passei a mão no cabelo e apertei a campainha. Esperei um pouco e nada, comecei a andar de um lado ao outro, mas acabei desistindo e simplesmente fiquei ali de costa para o portão observando a rua.

- Lipe ? — uma voz chamou em duvida.

Eu me virei dando de cara com ela também molhada, eu abri um sorrisão e até ela a abraçando.

- Sa — eu apertei o abraço.

- Que saudade — ela riu — Pensei que não vinha mais.

- Desistir? Jamais — eu gargalhei.

- Vem entra — ela me puxou.

Peguei minhas malas e entramos. Ela me ajudou a guarda-las e depois foi me mostrar a casa, é muito bom ver ela.

PEDRO LUCAS ON

Estou tão cansado mais muito animado! A porta do elevador abriu e meu coração disparou, peguei a mala com o skate e sai andando pelo corredor procurando o apê, guardei o papel no bolso, respirei fundo e apertei a campainha. Não demorou nem 10 segundos e abriram a porta, com o nervoso eu fechei os olhos.

- Pedro — ela gritou e me agarrou — Que saudades.

- Gabi — eu levantei ela do chão e beijei seu rosto.

- Por que você não avisou? — ela me puxou para dentro.

- Porque eu quis fazer surpresa — eu ri.

- Bom estou indo — um garoto loiro apareceu — Oi.

- Oi — eu olhei para a Gabi.

- Ja — ela riu — Pedro esse é o Diego — ela apontou.

- Já! Tchau dieguita — ele deu um selinho nela — Prazer.

Ele saiu e eu não respondi, fiquei olhando para a Gabi que desviou o olhar sem graça. O que eu estou fazendo? ou melhor, o que ela esta fazendo?

- Vem — ela quebrou o silêncio — Vamos guardar as coisas.

Ela me levou até seu quarto ( http://www.flickr.com/photos/78125463@N05/7423587062/in/photostream ) eu sentei dando de cara com o colar que eu dei para ela pindurado na cabeceira da cama, eu o peguei e olhei no pescoço.

- Nós vamos ter que dividir o quarto — ela disse animada.

- Você não usa mais? — eu a olhei.

- É claro que eu uso — ela sentou ao meu lado — Enroscou em outra corrente e quebrou o fecho — ela fez bico.

- Nossa — eu devolvi o colar.

- Eu até chorei — ela riu — Mas eu vou ou melhor nós vamos levar ao shopping para trocar o fecho.

- Ok — eu sorri — Depois passamos no apê dos garotos. É perto.

- Ta bom — ela me olhou e eu a abracei — Estava com saudades de fazer as coisas com você — ela levantou — E do meu skate é claro! Ja sabe andar?

- Ja — eu disse.

- Então nós vamos andar — ela concluiu — Só não sei aonde.

- Mas eu sei — eu disse orgulhoso.

LEO ON

- Leo — uma pessoa gritou e me abraçou.

O abraço era apertado mais fofo e só existe uma pessoa que abraça assim a Isa. Ficamos um tempão abraçados depois nos olhamos.

- Que saudade — falamos juntos e rimos.

- Vem vamos para casa — ela me puxou — Tenho tanta coisa para te contar.

Começamos a andar, saimos e fomos para o estacionamento dando de cara com a mãe dela.

- O i tia — eu sorri.

- Oi Leo — ela sorriu — Como foi a viagem?

- Boa — eu ri.

- Vamos? — a Isa olhou.

Entramos no carro e a mãe dela nos deixou na casa dela e foi trabalhar. Isa parou para procurar a chave quando um garoto veio correndo e deu um selinho nela.

- Oi — ele riu.

— Oi Pedro — ela sorriu — Leo esse é o Pedro, Pedo esse é o meu amigo de infancia Leo.

- Oi — nos falamos.

- Bom eu vou no Koba depois volto ai — ele foi andando.

Entramos e ela foi mostrar a casa...

- Então é isso — ela riu — Você vai dividir o quarto comigo ou com a Ana.

- Correção com você — eu olhei.

- É — ela gargalhou.