Duas Metades De Mim

10 deliciosa surpresa


Notas iniciais
heey meninas, obrigada pelos coments e bem vindas as novas leitoras *-*
eu andei pensando esses dias e tive uma ideiazinha pra a fic...
alguma de vocês quer ganhar um capítulo hot com Damon Salvatore?
explico melhor lá embaixo, boa leitura a todas

– Não é nada, só um trabalho velho – eu disse, enfiando a carta de Damon na minha mochila apressadamente.
Carol logo pareceu perder o interesse. Stefan me olhou com atenção, como se tivesse percebido a mentira em minha voz. Eu estava me esforçando muito para não parecer culpada.
– E vocês já tem alguma pista de quem anda atacando as pessoas na cidade? – Caroline sussurrou para Stefan, distraindo-o.
Eu já disse como adoro essa mania dela de não conseguir ficar quieta por mais de dez segundos?
Eles passaram o resto da aula de história discutindo sobre o assassino desconhecido. Eu tentei participar da conversa, mas as palavras de Damon na carta ficavam me puxando para devaneios não muito... inocentes. Eu continuei a imaginar as mãos e a boca dele percorrendo meu corpo. Estava completamente arrepiada e inquieta quando o sinal tocou. Comecei a arrumar minhas coisas.
– O que está acontecendo com você, Elena? – Caroline me perguntou – Tô te achando tão quieta hoje. Não está preocupada com os assassinatos?
– Claro que estou – eu resmunguei indignada – É só que...
...meu cunhado gostoso está determinado a me deixar louca. E está conseguindo.
Talvez eu pudesse dizer isso, se não soubesse que faria Stefan correr para casa furioso e avançar no irmão.
Então contei para ela o que aconteceu na primeira aula.
– Nossa, a Bonnie sabe mesmo fazer drama quando quer – ela sacudiu a cabeça em reprovação – Ela exagerou na dose.
Stefan e eu trocamos olhares significativos. Um pequeno sorriso curvou o canto dos lábios dele e me contagiou. Não era todo dia que a gente escutava Caroline chamar alguém de dramático.
– Próxima aula? – ela perguntou estacando na porta quando saímos.
– Física – eu disse.
– Inglês – disse Stefan.
– Física também – ela disse – Até o almoço, Stef.
– Até.
Ele se inclinou para me dar um beijo na testa e foi embora.
– Sério? – Carol falou quando ele sumiu na esquina do corredor – Na testa? Eu sou mais carinhosa com a minha avó.
– As coisas estão meio frias entre a gente agora – eu disse de modo vago.
– Por quê?
– Porque ele e Damon brigaram ontem – respondi – As coisas ficaram feias, eu me meti e Damon arremessou o Stefan em mim sem querer.
– Sem querer? – repetiu ela incrédula, me olhando de esguelha enquanto íamos para a sala de física.
– É sem querer – minha voz saiu irritada – Ele ia jogá-lo na parede e eu entrei no caminho.
Por que Damon sempre tinha que ser o vilão desalmado? Eles não se cansavam daquilo? Por acaso eu era mesmo a única a enxergar o lado gentil que Damon escondia por baixo da postura fria e sedutoramente zombeteira?
– E você está chateada com o Stefan porque o irmão dele o tacou em você – ela disse lentamente.
– Não, eu estou chateada com Stefan porque ele e o irmão estavam se matando de novo. E estou chateada com os dois, não só com o Stefan – me apressei a acrescentar.
– Damon levou alguma garota para casa e Stefan ficou irritado? – ela arriscou.
Não, Damon nos pegou mandando ver na cama dele e ficou irritado. Com ciúme, estou começando a achar... será? Ele anda se comportando de um jeito tão estranho...
– Isso aí – eu concordei distraidamente.
Quando chegamos na sala de aula Caroline logo avistou Tyler e foi para perto dele. Eu fui junto, sabendo que teria uma longa aula segurando vela. E não estava errada. A aula de física se arrastou ainda mais lentamente que as outras. Parecia que quanto mais eu quisesse que a manhã terminasse para que eu pudesse ver Damon, mais lentamente o tempo passava.
– Vou ao banheiro – eu informei o casalzinho grudento antes de ir pedir permissão ao professor.
Eles mal olharam para mim. E depois a Caroline ainda tem a cara de pau de dizer que EU a deixo sobrando quando estou com Stefan!
Vaguei pelos corredores da escola sem prestar muita atenção ao que estava fazendo. Eu estava aborrecida demais, confusa demais, furiosa demais por não conseguir tirar a cabeça daquela maldita carta de Damon Salvatore.
Ele queria me matar?
Como podia ter a CORAGEM de fazer aquilo comigo depois dos beijos que trocamos no meu quarto?
Parei ao lado da porta do banheiro feminino. Deixei minha cabeça pender para trás, escorando-me na parede fria e deixando meu corpo deslizar até que eu estava sentada no chão com a cabeça entre os joelhos. Ainda não fazia ideia de como encararia Damon apenas algumas horas mais tarde, com Stefan a tiracolo.
Eu não podia simplesmente pular nele, embora aquilo fosse o que eu queria fazer.
O que eu podia fazer?
Como agir normalmente com um monte de gente em volta de nós e as lembranças que não me deixavam em paz, dos nossos beijos, da carta que ele tinha deixado na minha mochila?
Foi então que eu senti um par de braços fortes me puxar com urgência de onde eu estava sentada.
Fui invadida primeiro pelo choque, ao sentir uma mão cobrir minha boca enquanto um peito largo batia contra as minhas costas e alguém me arrastava para dentro do banheiro feminino.
Alguém que claramente não era uma menina.
Senti presas roçarem meu pescoço de leve.
E o pânico me invadiu.

–-------

Fui jogada contra a parede e pude ver um sorriso malicioso no rosto que me atormentara por toda a manhã.
– O que você está fazendo aqui? – eu sibilei furiosa.
Ele tinha me dado um susto e tanto.
– Não é óbvio? – Damon baixou a cabeça e eu senti sua língua tocar a pele sensível do meu pescoço – Não consegui ficar longe de você. Leu a minha carta?
– Li – eu suspirei e me deixei ser carregada até um dos reservados – Isso não é certo, Damon. Você não devia estar aqui.
– Quer que eu vá embora? – ele passou os dois braços pela minha cintura, inclinando o corpo contra o meu para trancar a porta atrás de mim.
Estremeci da cabeça aos pés ao sentir aqueles músculos firmes pressionados contra meu corpo. Finalmente aquelas mãos másculas estavam a apenas centímetros de distância da minha pele, a presença sedutora de Damon ocupando cada espaço dentro do estreito reservado. Ele me deixava ardendo de desejo apenas por fixar aqueles olhos profundamente azuis em mim. A intensidade neles me prendia, impedindo-me de me mover um milímetro que fosse.
Deus, quando ele ia acabar com aquela distância e me beijar de uma vez?
As mãos de Damon deixaram o pino da fechadura de ferro e acariciaram a base da minha coluna.
– Quer ou não? – ele ronronou no meu ouvido.
Meus braços envolveram seu pescoço instintivamente e eu me deixei embalar, colando meu corpo ao dele, pressionando meus seios contra seu peito largo, encontrando com facilidade o encaixe em seus músculos rígidos.
– Quero o quê? – eu não fazia ideia do que ele estava falando e nem me importava com aquilo.
Sequer queria saber como ele tinha me achado. A necessidade que eu tinha dele era forte demais, irracional demais.
– Que eu vá embora – a voz dele estava rouca de desejo.
Fechei os olhos e meus lábios roçaram o pescoço dele. Senti os pêlos em sua nuca se arrepiarem.
Damon me apertou ainda mais contra si e eu pude sentir sua ereção crescente me pressionar.
– Não – foi só o que eu consegui ofegar.
– E o que você quer? – murmurou ele.
Ele mordiscou o lóbulo da minha orelha e depois sua língua desceu por minha nuca em uma carícia provocante.
– Você sabe o que eu quero – minha voz era quase acusadora.
Como se fosse culpa dele eu o desejar tanto.
– Diga – ele ordenou.
– Eu quero você – puxei o rosto dele na direção do meu.
E nós nos beijamos de modo selvagem. Ele explorou minha boca de um modo torturante e eu me esfreguei contra ele, desesperada para aliviar ao menos uma parte daquele calor latejante. Os beijos se tornavam cada vez mais famintos. Cada poro em meu corpo implorava por seu toque e as roupas que nos separavam se tornaram um obstáculo indesejável. Minhas mãos encontraram o caminho até o botão dos jeans dele, ávidas.
Damon me parou e subiu as mãos pela minha cintura, alcançando o primeiro botão da minha blusa.
Sua boca desceu para o meu queixo, que ele mordiscou. Não forte o suficiente para romper a pele, apenas o bastante para me deixar ainda mais fora de mim. Ele abriu o primeiro botão e desceu para o segundo. Meu corpo reagia sozinho. Um pequeno lamento escapou dos meus lábios, eu queria que ele fosse mais rápido. Sua língua acariciou meu pescoço e desceu para a clavícula. Ele abriu o terceiro botão.
Empurrei-o e Damon caiu sentado na tampa do vaso sanitário, me puxando para seu colo.
Meu corpo inteiro se arrepiou enquanto sua língua passeava por meu colo. Ele abriu o quarto botão. Eu gemi. Uma leve brisa alcançou meus seios, que já estavam parcialmente à mostra. Foi a vez do quinto botão. Só faltavam dois.
– Meia taça – ele gemeu e beijou a parte dos meus seios exposta por cima do sutiã azul – Exatamente como eu imaginei... só pode estar querendo me deixar louco...
Louca era exatamente como eu me sentia naquele momento. Nada importava mais do que sentir Damon me tocando daquele jeito. Ele abriu os dois últimos botões quase ao mesmo tempo, minha camisa deslizou pelos meus braços e caiu no chão. Rebolei no colo dele.
Damon abriu o fecho do meu sutiã e retirou-o como quem desembrulha um presente. Suas mãos aprisionaram meus seios e eu gemi.
– Damon...
Ele mergulhou no vale entre meus seios.
– Aaah Damon...
Sua língua brincou com meus mamilos e meus quadris se moviam contra ele. Eu podia sentir claramente o monte duro na frente dos seus jeans contra o tecido fino da minha calcinha.
Deus, ainda bem que eu vim de saia hoje...
Ele gemeu e mordiscou meus seios. Um espasmo violento me percorreu, fazendo-me quase pular em seu colo. Eu não conseguia parar de gemer o nome dele, minhas mãos mergulhando em seu cabelo e o comprimindo contra mim. Ele abocanhou meu seio direito, suas mãos zanzando por minhas costas nuas. Joguei a cabeça para trás e as sensações emanavam em ondas cada vez mais intensas por meu corpo.
Eu o afastei apenas o bastante para alcançar o botão de seus jeans e Damon me ajudou a tirá-los. Agora eu estava sentada sobre ele, com apenas minha calcinha e sua cueca boxer nos separando. Eu sabia que era errado, que iria me afogar em culpa mais tarde, mas simplesmente não conseguia me conter. Ele abocanhou meu outro seio e meu coração parecia querer explodir no peito. Meus quadris se moveram ainda mais rápido contra ele, até que Damon gemeu e me segurou pela cintura.
– Mais devagar, Elena – ele sussurrou – Não vou aguentar muito tempo assim.
Rebolei lenta e sensualmente em seu colo, gemendo seu nome no ouvido dele e deixando minha língua percorrer o espaço entre seu ombro e seu pescoço, onde eu sabia ser seu ponto fraco. O corpo de Damon tremia contra o meu.
Ele se levantou abruptamente e eu firmei minhas pernas ao redor de sua cintura, gemendo:
– Por favor, eu preciso de você agora, Damon, por favor.
Ele desenganchou minhas pernas de seus quadris e me virou de costas para si. Sua língua desceu pela minha coluna e tornou a subir. Choques elétricos percorriam cada terminação nervosa do meu corpo.
– Eu não aguento mais Damon...
Ele também parecia estar perto de seu limite. Suas mãos envolveram o elástico da minha calcinha e ele começou a baixá-la lentamente enquanto eu rebolava e gemia.
– Eleena... – ele gemeu rouco.
– Elena? – a voz estridente de Caroline quebrou a magia entre nós.
Afastei-me de Damon sobressaltada.
– Elena? – chamou outra vez Carol – É você que está aí?
Ai meu Deus.
AI MEU DEUS!
Como eu vou sair dessa?

Notas finais
Leninha está ferrada de novo... ai, ai...
será que a Carol descobre eles ou terá um jeito de sair dessa?
aanyway, queria falar com vcs sobre uma promoção nova.
É muito simples, eu andei pensando em fazer capítulos extras para a fic. capítulos que não serão Delena (muito menos Stelena), eu colocarei no título quando for um desses capítulos especiais, que serão sobre vocês pegando o Damonzinho de jeito e, é claro, não farão parte do enredo da fic (até pq ficaria meio estranho o damon apaixonado e passando o rodo assim mesmo né haha).
o que acham? gostaram da ideia?
para ganhar um capítulo com o gostoso do Damon é muito fácil, só o que vcs precisam fazer é recomendar a fic (:
agora eu vou lá que já são seis da matina e eu preciso dormir um pouco ahsuahusahua'
até mais tarde amores, bjoos