Duas Metades De Mim
16 POV Stefan
Notas iniciais
amores, mil desculpas pela demora !
meu computador tá uma merda, desliga sozinho e a net fica caindo, uma delícia ¬¬
enfim, obrigada pelos comentários, espero que gostem do capítulo, bem vindas as novas leitoras e muito obrigada a Fabiola Di Tomaz por ter recomendado a fic =]
meu computador tá uma merda, desliga sozinho e a net fica caindo, uma delícia ¬¬
enfim, obrigada pelos comentários, espero que gostem do capítulo, bem vindas as novas leitoras e muito obrigada a Fabiola Di Tomaz por ter recomendado a fic =]
Entrei no Mysthic Grill com Alaric em meus calcanhares. Esquadrinhei o lugar impaciente, elas com certeza estariam ali. Teria que pensar em um jeito de me livrar do Ric. Ele não podia descobrir, ninguém podia, não ainda. Não quando eu tinha a situação sob controle.
Eu posso fazer isso.Não vou deixá-las machucar Elena, sua família ou nossos amigos.Mas o sangue...Estremeci.As ondas me atingiam como socos no estômago. Bons ganchos de direita, levando em lufadas a teia intricada de aromas. Doce, acre, tentador, repulsivo, tanta variedade. Tinha para todos os gostos. Senti meus caninos se afiarem e o familiar formigamento espalhou-se de meus pulmões para o resto do corpo. Era bom demais para resistir.Por que elas estão demorando tanto?– Alaric... – virei o pescoço para encará-lo, porém ele não estava mais à vista.Mas o quê...?Ah, lá está ele. No balcão do bar, espremendo-se na multidão para pedir um drinque.– Formem uma fila! – gritava Matt quase desesperado – Uma fila!As pessoas se empurravam, riam, conversavam, alguns já meio bêbados, outros irritados pela espera. Amontoavam-se diante do balcão ignorando completamente os apelos de Matt. Humanos, sempre tão obedientes.Revirei os olhos.E Alaric? Que tipo de caça-vampiros pára no meio de uma caçada pra tomar uma cerveja? Não me incomodei em usar a velocidade humana para alcançá-lo. Queria me livrar logo dele, antes que as minhas meninas tivessem chance de aparecer. Ignorei o grupo de garotas ao redor dele que soltou gritinhos ao me ver aparecer do nada ao seu lado.Ele ergueu uma sobrancelha para mim.– E esse é o cara que se diz igual ao Van Helsing – eu disse com ar de reprovação – Parando no meio da caçada pra tomar uma cerveja. Tá mais pra Homer Simpson. Aliás, a barriga de cerveja você já tem. Só falta ficar careca e amarelo.– Continue tentando, Stef – ele respondeu – Talvez um dia consiga fazer uma piada engraçada. – Cala a boca.– Coitado do Matt, vai ter trabalho pra atender toda essa gente – ele comentou – Viu algo fora do normal até agora?– Não. Você?– Também não.– Pode deixar a bebida de lado pra procurarmos direito?– É um bar, Stefan. Nenhum vampiro vai vir aqui e simplesmente morder alguém onde pode ser visto. Só preste atenção nas pessoas e aja normalmente. Tipo tomar uma cerveja.– Faça o que quiser, Homer. Se eu tomasse sangue humano não veria problema nenhum em morder alguém aqui.Na verdade eu tomo. E já fiz isso. Não só eu, como elas também. O que leva a minha maior preocupação no momento: Que Alaric as surpreenda brincando com a comida.– Você e Damon foram os primeiros vampiros a chegar na cidade. Tendo outros por aqui, com certeza já devem saber de vocês. E não acho que sejam estúpidos o bastante pra arriscar serem pegos tão facilmente.Torci minha boca. Não é que o bebum até que sabe do que está falando?Faz sentido. Elas não seriam idiotas a ponto de se arriscarem, se não me conhecessem. E não soubessem que eu as protegerei de Damon.– Pega logo a maldita cerveja – revirei meus olhos – Vou dar uma volta pelo bar e ver se acho alguma coisa.– Beleza.Talvez seja exatamente isso o que eu posso fazer. Posso deixá-lo aqui bebendo e ir me encontrar com elas na Floresta! Mas como eu...Oi Stef. Aproveitando a noite sem nós?Congelei.Aquela voz... Girei nos calcanhares. Uma linda ruiva e uma morena tentadoramente exótica cruzavam a multidão como leoas prontas para o ataque. Cada cabeça masculina em seu caminho virava para olhá-las. As duas eram absolutamente atordoantes, e sabiam muito bem usar toda aquela beleza. Já tinha perdido a conta das vezes que as vira conquistar suas vítimas apenas com um sorriso.Elo, a ruiva, era um tanto baixinha, mas também muito delicada e feminina. Sua pele era clara como neve, os olhos enormes e azuis, o rosto pequeno em forma de coração com traços suaves e bem delineados. Só o que quebrava sua aparência frágil era o corpo cheio de curvas atraentes e o ar de predadora. Ela transparecia uma perfeita mistura de inocência e o ar típico de uma mulher fatal.Miriam, a morena, parecia uma princesa persa. Seus cabelos desciam pelas costas em pesados cachos escuros e exuberantes, e os olhos verdes contrastavam com o cabelo e a pele sempre bronzeada. O rosto tinha traços marcantes, além de o queixo estar sempre erguido em uma posição orgulhosa. Ela era alta e esbelta, seu corpo perfeitamente torneado e curvilíneo.Nossos olhos se encontraram e Miriam sorriu para mim.Minha cabeça se esvaziou por alguns segundos.E elas seguiram até o bar, diretamente para Alaric.Que ótimo.Fui atrás delas. – Miriam! – eu grunhi baixo o bastante para que só elas ouvissem – Elo! Ele não.As duas enrijeceram. Pararam exatamente atrás dele. Elo fez questão de se virar e fazer beicinho para mim. Peguei Alaric pelos ombros.Eu tinha jurado a mim mesmo que não faria mais isso, não usaria mais os Poderes em humanos. Porém havia tantas coisas que eu jurara não fazer e tinha feito no fim das contas. As promessas pareciam pertencer quase a uma outra vida, onde eu me comportava como o herói. Eu não era mais o herói. Se é que um vampiro pode ser encaixado nessa categoria.
Agora eu vivo uma vida dupla.– Alaric, você vai ficar aqui bebendo – ordenei, olhando no fundo dos olhos dele – Vai passar a noite inteira procurando, mas não vai achar nenhum vampiro. Quer dizer, nenhum além de mim. Eu vou até a floresta me alimentar e quando voltar vou procurar com você. Mesmo juntos, nós não vamos achar nada.– Não vamos achar nada – ele repetiu mecanicamente.– Bom menino. Comece com duas cervejas – eu disse.Depois me virei e arrastei Elo e Miriam para o outro lado do bar.– Ninguém pode descobrir ainda – sibilei – Entenderam? Não tocamos nas pessoas que eu conheço.– Tem certeza? – ronronou Miriam – Você parece se divertir tanto conosco...Ela envolveu meu pescoço com os braços e seus dedos se trançaram em minha nuca. Um arrepio me percorreu. Ela notou e abriu um sorriso malicioso.– E me divirto – eu disse – Mas não vou machucar as pessoas com quem me importo.– Meio hipócrita, não acha? – Elo riu sensualmente e sua mão percorreu meu peito – Escolhendo que humanos pode machucar ou não... eles são todos comida, Stef. Como vacas. Acha que eles teriam pena de comer uma vaca?– Digamos apenas que alguns são vacas premiadas – mantive minha voz ameaçadora – E não podemos tocar nelas.– Tanto faz – Miriam jogou seus cabelos longos para o lado com desprezo.Então as duas me puxavam para o fundo do bar.– Temos uma surpresa para você, Stef – Elo abriu uma cortina que separava um pequeno cômodo do resto do bar.Era uma área privada, com uma cama de tamanho razoável e uma pequena mesa contra a parede.Ergui uma sobrancelha.– Não sabia que esse lugar existia – eu disse.– Surpresa – Miriam me jogou na cama e sentou-se em cima de mim, uma perna de cada lado, rebolando em cima do meu quadril.Gemi. Eu já estava pronto para ela.Como todas as vezes que estava com elas, mantive as emoções mais profundas fora da minha cabeça. Senti falta dessa parte de ser vampiro, poder bloquear as emoções, curtir o momento, me limitar ao prazer, tomar sangue humano. Deus, o sangue...Era como uma droga para mim. Eu simplesmente não conseguia me controlar.Não conseguia me importar com mais nada.– Trouxe um lanchinho – declarou Elo, empurrando uma loira para dentro de nossa pequena cabine particular.Eu tinha duas lindas vampiras e uma humana mais que ansiosa em servir de alimento. Por que não aproveitar?Beijei Miriam ferozmente.– Peguei uma loira para completar o trio – continuou Elo – Agora somos como as panteras... Todas ansiosas para brincar com o Stef.Mal prestei atenção nela. Estava absorvido demais em Miriam, em suas mãos macias e experientes me percorrendo, em seu corpo delicioso pressionado contra o meu.– Qual é o seu nome amorzinho? – Elo perguntou docemente.– Caroline... – respondeu a garota sem emoção.Parei por um segundo o que estava fazendo.Seria possível que...?Era. Com seus olhos azuis vazios me fitando sem o menor sinal de reconhecimento, aquela era Caroline Forbes.– Ela não – eu ofeguei no ouvido de Miriam.– Ah Stef, não seja estraga prazeres... – ela murmurou – Prometo que vai valer a pena.Ela mordeu o lóbulo da minha orelha e eu estremeci. Não conseguia pensar direito quando ela me provocava. Suas mãos desceram por minha barriga e alcançaram o ponto que mais pulsava por ela. Deixei que o prazer explosivo me dominasse. Gemi. Quando Elo e Caroline vieram se juntar a nós, eu já não conseguia resistir ou mesmo me dar conta de como aquilo era errado. Eu sabia que estava perdendo o tênue controle que tinha sobre uma situação já delicada, e não podia me importar menos. Uma hora aquilo ia explodir na minha cara mesmo, nada mais justo que mandar tudo pro inferno e aproveitar o máximo que puder. Quando Elo ordenou que Caroline me beijasse, eu correspondi. As três se empenhavam em explorar com as mãos macias e bocas ansiosas cada centímetro da minha pele, e eu estava no céu.
Notas finais
se vcs forem boazinhas comigo e me derem pelo menos cinco reviews eu continuo ainda hoje !
o que acham, será que eu consigo ?
bjoos
o que acham, será que eu consigo ?
bjoos
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