–BUÁAAAAAAAAAAAAAA, não conseguimos entrar.

–Calma, Kitsu... A gente dá um jeito... Eu acho...

–Como, Mei? Olha quantos seguranças lá...- Kitsune.

–Acabei de ter uma idéia...- Mei diz, com um olhar psicótico, enquanto trovões ecoavam no céu.

As duas, fãs dos lutadores do grande The King of Fighters, e The King of Iron Fist Tournament, não haviam conseguido comprar ingressos para o torneio daquele ano.

–Nem vem, tenho medo dos seus planos...- Kitsune.

Mei faz cara feia.

*POFT*

–Buáaaaaaaa, não precisava me bater! – Kitsune.

–Claro que precisava! Enfim, ta vendo aqueles repórteres ali? – Mei, apontando para dois repórteres que provavelmente, se preparavam para entrar.

–Sim, estão usando Armani, que chique. Será que são da Globo? – Kitsune.

*POFT*

–De novooooo? — Kitsune.

–A gente vai lá de fininho... Atrai eles pro mato...- Mei.

–HEHEHEHE, sua pervertida! – Kitsune.

*POFT*

– ... — Kitsune.

–Eu estava me referindo a levá-los pro mato, deixa-los inconscientes, e roubarmos suas roupas... E entramos. — Mei.

–Hummm... Mas como vamos atraí-los pro mato? –Kitsune.

–Sei lá...- Mei.

*Começa a tocar a música do filme Wuthering Heights*

–Peraí que é meu celular... Alô? – Kitsune, atendendo.

–Afff, você me põe a música do “Morro dos Ventos Uivantes” como toque? – Mei.

–Não, mãe, eu não estou pedindo dinheiro aqui na porta. Não, todo mundo já entrou, e não tem cambista aqui! – Kitsune, no celular com a mãe.

–Tsc tsc... Peraí...- Mei, pensativa.

Kitsune desliga, e diz:

–Pensou em alguma coisa?

–Pensei... Vem aqui!!! – Mei, puxando Kitsune para o mato perto dos repórteres.

–De onde você tirou esse vestido branco e essa peruca??? – Kitsune.

–Não sei, mas está assim no roteiro da história... Vista isso! – Mei.

– ? – Kitsune, sem entender.

–Põe esse vestido e a peruca logo e não pergunte! – Mei.

–Tá, ta... Credo, só falta o chicotinho. – Kitsune.

–Quê? – Mei, guardando um chicotinho na bolsa.

– Nada, nada. – Kitsune, colocando o vestido por cima da roupa, e a peruca.

–Isso! Perfeito! — Mei.

–Tá, e o que eu faço com isso? Vou lá e danço pros caras? – Kitsune.

–Como adivinhou? Você vai lá, e vai cantar a música do Wuthering Heights... E imitar a Kate Bush de preferência, no clipe. – Mei.

–Que idéia de gerico... Vou sair daqui,isso sim. Você ta ficando maluquinha... -Kitsune, virando as costas.

–Que pena... Porque nesse ano o JIN KAZAMA vai lutar também... – Mei, assobiando.

–Posso começar a dançar já? — Kitsune.

–Sabia que você ia mudar de idéia... Boooom,o plano é o seguinte: você vai, começa a cantar e dançar... Eles vão pensar que é um fantasma, e você vai fazendo isso até atraí-los pra mim... Nisso, eu chego por trás, e golpeio os dois! – Mei.

Kitsune não responde nada.

–Quê? – Mei.

–Eu realmente tenho medo de você. – Kitsune.

*POFT*

–Porra, eu vou ficar com traumatismo craniano de tanto tapa na cabeça! – Kitsune.

–Agora, vai lá, e aja! – Mei.

–Tá bom, MESTRE... — Kitsune.

Os dois repórteres conversavam, quando ouvem um som de piano...

–Nossa, não é a música daquela mulher que canta fininho? – pergunta um deles.

–Olha lá! – diz o outro, apontando pra floresta.

Os dois vêem uma estranha mulher de vestido branco e cabelo escuro, cantando e dançando a música do Wuthering Heights.

–Heathcliff, it's me, I'm Cathy, I've come home
I'm so cold, let me in in-a-your-window
Heathcliff, it's me, I'm Cathy, I've come home
I'm so cold, let me in in-a-your-window...- Kitsune.

Mei não sabia se ria da performance da amiga, ou se chorava com aquela voz péssima dela...

Mas, o plano deu certo. Os dois repórteres, foram até Kitsune... E quando chegaram perto, Mei golpeou os dois na cabeça com um taco de beisebol.

–Mas de onde você tira essas coisas? – Kitsune.

–Boa pergunta... Enfim... Eu pego as roupas! — Mei.

–E eu, os cartões de crédito! — Kitsune.

As duas então, começam a vestir as roupas deles.

–Nossa... Você realmente deixou os dois terem booooons sonhos... Estão até babando. – Kitsune.

–Sweet dreams of rythm and danciiing, sweet dreams...- Mei, cantando e dançando.

–... – Kitsune.

–Êeee, não se pode mais dançar não? — Mei.

Kitsune não diz nada, e termina de se vestir.

–Afff, cabem duas Meis pra mais nessa roupa... – Mei.

–Também... Os dois eram mais gordos que o Chang... Mei... Por que eles estão tremendo e fazendo um barulho estranho? – Kitsune.

–CORRE KITSU! –Mei.

–Por quê? –Kitsune.

–PORQUE ELES ESTÃO TENDO CONVULSÕES! – Mei.

–MEU DEUS, VOCÊ MATOU ELES! – Kitsune.

– Hehehe... Oops. – Mei.

–Tudo bem, foi por uma boa causa. – Kitsune.

As duas então, chegam à entrada do ginásio. Com o lápis de olho da Kitsune, elas desenharam uns bigodes no rosto.

–Identificação, por favor. – um negão de 2 metros de altura diz.

–Aqui, armário, digo, segurança...-Kitsune.

–A sua também. – o segurança diz para Mei.

–Aqui. – ela, entregando.

Os seguranças analisam as identidades...

“Fodeu!” – Kitsune pensa.

–Podem entrar. – diz o negão de 2 metros.

As duas agradecem, com voz grossa, e entram no ginásio.

Ao entrarem, logo tiram a roupa que usavam.

–Ufa! Livre daquelas calças enormes... – Mei.

–Pelo menos colocamos as roupas por cima... Imagine ficar de lingerie aqui... -Kitsune.

–Depende, se o Iori gosta de lingerie vermelha... — Mei, babando.

–Deve gostar.... Combina com o cabelo dele pelo menos...- Kitsune.

Já estavam dentro do ginásio. Faltava agora, encontrar as paixonites... Então, elas começam a andar.

–Mais um pouco, e podemos colocar uma placa na bunda, dizendo: CAÇADORAS. – Kitsune.

–Mas...Mas... É o que estamos fazendo... KITSU DO CÉU! ME SEGURA! – Mei.

– Por que, o Iori ta por aqui? — Kitsune, olhando pra lá e pra cá.

*POFT*

–Perdi as contas... — Kitsune.

–Não! A Yukiiii, aquela vacaaa enjoada, bem ali! – Mei, apontando.

Yuki percebe.

–Não aponta que é feioooooooooo! – Kitsune.

–Humpft! Vou matá-laaaaaa! – Mei.

Kitsune segura a amiga:

–Tá maluca? E o Kyo? Você quer que ele te mate? – Kitsune.

–Se for de tesão... – Mei.

*POFT*

–KITSU! — Mei.

–Hueheuehue, VINGANÇA. – Kitsune.

Yuki cochicha alguma coisa para Athena, que estava com ela.

–Xiii, ela percebeu que você apontou pra ela...- Kitsune.

–Que ela vá pro inferno! Que o Pyramid Head a pegue! – Mei.

Então, eis que o monstro de Silent Hill aparece. Curva-se diante de Mei, e pega Yuki pelo pescoço. Ela tosse, sem fôlego, quando então, ele arranca a roupa dela...e depois, SUA PELE, e joga aos pés da Mei, que ri insanamente.

Não, isso não aconteceu.

–Mei? – Kitsune.

–Oi? –Mei, ainda babando devido ao que imaginara...

–Oi, tudo bem? – Kitsune.

–Tudo, e você? – Mei.

–Ah, mais ou me...- Kitsune.

*POFT*

–Por que apanhei agora? – Kitsune.

–Tirou minha concentração! – Mei.

As duas então, vão até Athena e Yuki... E ficam paradas.

–Perderam alguma coisa? – Yuki.

–Sim, eu perdi a cueca que seu namorado deixou em casa a noite passada... — Mei.

–??? – Yuki.

–HEUHEUEHEUEHEUEHEUEEHU... Achei que você preferia o Iori! Agora fiquei confusa...- Kitsune.

*POFT*

–AHÁ! – Kitsune, desviando.

–BUÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! – Athena.

–Desculpa, Athena... Eu queria acertar A YUKI! – Mei, na maior naturalidade.

–Sai pra lá, garota! – Yuki.

–Round one... FIGHT! – Kitsune.

–? – Athena, sem entender.

–Vem, vem… Quero ver! – Mei, fazendo pose de lutadora de boxe.

–Ora! Vou acabar com você! – Yuki.

–Ah é? Como? – Mei.

Yuki fica bem próxima de Mei... E grita:

–KYOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!

Athena tampa os ouvidos, enquanto Kitsune fica com labirintite. Tá bom, ela não ficou com labirintite, mas acabou com os ouvidos entupidos.

–Afff, você quer matar a gente? – Mei.

–Se ela chama o Kyo com esse berro de biba histérica, imagine quando vê uma barata... – Kitsune.

Mas nada do Kusanagi aparecer.

–Hey! Cadê ele? – Athena.

–Se não está dando pro Iori, deve estar nos amassos com o Jin no vestiário...tendeu, Kitsu? – Mei, cutucando-a.

–HUEHEUEEHE, foi o fanfic que eu terminei mais rápido! — Kitsune.

–?– Yuki.

–AAAAAAAAAAAAH entendiiii! Vocês escrevem yaoi né? – Athena.

–Athena sua safadaaaaaaaa, você lê! – Kitsune, dando uma piscadinha.

–Na verdade não... Eu li na camiseta da sua amiga. – Athena.

Kitsune então lê na camiseta da Mei:

“Fanficwriters yaoi, UNI-VOS!”

–Seme e uke? – Yuki, lendo a camiseta de cada uma.

–Meeeeeeei, você me disse que EU usaria a de seme! — Kitsune.

–Ah, e eu tenho cara de gay passivo? — Mei.

–E eu por acaso tenho? – Kitsune.

– ... – Mei.

– ... — Kitsune, de cara feia.

–É que... É que...você, e o Benimaru...- Mei.

–Sei, sei... — Kitsune.

Athena e Yuki continuam boiando. Quem seriam aquelas duas malucas, fãs de yaoi, que vestiam camisetas com dizeres estranhos?

–Não vão pedir autógrafo pra Athena? – Yuki.

–Não, eu não gosto dela. – Mei.

–Oi? – Athena.

–Eu tô com preguiça de pegar papel e caneta... Vou ficar devendo essa, Athena. Foi mal... — Kitsune.

–Tá...– Athena.

–Beeeeem, o papo está muito bom, hahaha,mentira, mas eu e a Kitsu temos pessoas mais importantes pra caçar. – Mei.

–Por exemplo, o namoradinho da Yuki. — Kitsune.

–SUAS...- Yuki, sendo segurada por Athena.

Mei e Kitsune mostram a língua, enquanto tentam achar algum lutador interessante e gostoso. Claro, porque, se for somente interessante não interessa. Tem que ser gostoso, pô!

–PÁRA TUDO E CHAMA A NASA! – Kitsune, babando.

–QUEM? QUEM É? – Mei.

–O...O...O...- Kitsune, que não conseguia falar.

–QUEM ÉEEEEEEEE? ME DIIIIIIIIIIIIIIZ! — Mei, chacoalhando-a.

–...- Kitsune, desmaiada.

–KITSU? Ai meu Deus...- Mei, olhando pra trás.

–*cara de surpresa*

–É ELE!!! Pra-pra-pra-ze-ze-ze-zer, Ky...Ky...-Mei.

–Uma fã? Olá. – Kyo.

–Ooooooh...- Mei, quase passando mal.

–Nossa, sua amiga está bem? – Kyo, se abaixando.

Kitsune abre os olhos lentamente.

–Eu... Morri?

–Não. – Kyo.

–Ui, achei que eu estivesse no PARAÍSO... — Kitsune.

*gota*

–Pedreira. – Mei.

Kyo ri, sem jeito.

–Kyooooooooooooo, dá um autógrafo, um abraço, um beijo, uma foto sua peladão...? — Kitsune.

–? – Kyo.

–É que a Kitsu se recupera rápido... Hey, eu posso apertar a sua bunda? Deixa, deixa, deixa? — Mei.

–Bem, eu... AI! – Kyo.

–Desculpa, não resisti... Nossa,que bunda durinha. Pega nela, Kitsu! – Mei.

Kitsune também aperta a bunda do Kyo:

–Genteeeeee! Adorei. – Kitsune, apertando de novo.

– Eu vou repetir também...- Mei, apertando do outro lado da bunda dele.

*gota* — Kyo.

– E na frente, como será que...? – Kitsune.

Kyo se afasta na mesma hora:

– Vocês... Vocês... Estão loucas?

–Ah, deixa, só um pouquinhooooo... — Mei.

–Hummmm... Olhando desse ângulo... Parece ser grande hein? – Kitsune, que estava abaixada, beeem próxima do Kyozinho.

–? – Kyo, se afastando.

–Ai, Kyo... Não vamos estuprar você. (Apesar da minha mente dizer o contrário). – Mei.

–...-Kyo.

–Tá bom, a gente se contenta com a foto e com o autógrafo. – Mei.

Feito isso...

–Muito obrigada Kyoooooooooo...Delícia... –Kitsune.

–Quando a Yuki não der mais conta do recado, ME LIGUE! – Mei, acenando.

Kyo sai dali com a bunda doendo, de tantos apertões que tinha levado.

–Duvido que você aperte a bunda do Iori! – Kitsune.

–Olha que eu aperto hein! – Mei.

–Vamos apostar então! Se você apertar a bunda do ruivo, eu aperto a bunda do Jin! – Kitsune.

–Bah, não! Porque eu sei que você VAI fazer isso. – Mei.

–Quer apostar então? – Kitsune.

–Se eu apertar a bunda do Iori...Você vai ter que cantar VAI LACRAIA pro Yashiro.– Mei.

–QUÊ? – Kitsune.

–Isso mesmo que você ouviu. – Mei.

–Há! Só vou aceitar porque eu sei que você não vai ter coragem... – Kitsune.

–Não duvide hein... — Mei.

Seguindo as placas, as duas vão parar no vestiário masculino. Estava vazio.

–Hummmm...- Kitsune.

–Já vi que você está tendo umas idéias estranhas... – Mei.

–Mais estranha que a de roubar as roupas dos repórteres não é... — Kitsune.

*POFT*

–Desisto de não apanhar...Bem, a gente poderia… Entrar...-Kitsune.

–Andou bebendo saquê? — Mei.

–Aonde estão aquelas duas? – o segurança.

–Está procurando a gente será? – Kitsune.

–Putz, os repórteres... Ali... Com eles! – Mei.

–VEM AQUI,MEI! – Kitsune, puxando-a para entrar no vestiário MASCULINO.

–Já foram? – Mei.

–Sei lá...- Kitsune.

–Ai ai...Vou me preparar...- Joe Higashi, que entrava no vestiário.

–Meu pai do céu, é o JOE! – Kitsune.

–E agora? E agora? – Mei.

As duas então entram num armário de coisas de limpeza que havia ali.

–Esconderijo perfeitooooo! – Kitsune.

–É mesmo, dá pra espiar por essa abertura...- Mei.

Joe então, começa a tirar a roupa.

–...- Kitsune.

–Olha, até que ele dá pro gasto...- Mei.

Logo...um ruivo MA-RA-VI-LHO-SO entra no vestiário... Não, não era Iori.

–Kitsu...Kitsune... É...O...Hwoarang...- Mei, babando.

–Eu seeeei... — Kitsune, com voz de retardada.

–E...E...Se...Ele tirar a roupa também? OH CÉUS...- Mei.

–Ah, minha filha, aí eu desmaio de novo...- Kitsune.

–Só você? KITSU,ELE VAI TIRAR... – Mei.

Mas, para a infelicidade das garotas, ele só fica de cueca.

–Bom, já dá pra ter uma análise...- Kitsune.

–E QUE análise... — Mei.

–ATCHIM! – Kitsune.

*POFT*

–Saúde. – Mei.

–E por que me bateu? — Kitsune.

–Porque você espirrou alto demais! — Mei.

No vestiário...

–Saúde, Hwoarang. – Joe.

–Mas eu não espirrei! – Hwoarang.

–Oxe! Juro que ouvi um espirro...- Joe, pensativo.

Logo, um loiro alto e forte entra no vestiário.

–Jhuuuuuuuuun... — Kitsune.

–É hoje...Kitsu, tente não desmaiar... – Mei.

Logo, o vestiário estava lotado.

–Terry, Hwoarang, Jhun, Kim, Kyo, Benimaru, aiaiaiaiai...- Kitsune.

–Dá pra minha mãe vir aqui e escolher o genro dos sonhos dela... – Mei.

Então...

–Kusanagi...

–MEU DEUS DO CÉU, É ELE! – Mei.

–SHIU! – Kitsune, tapando a boca da Mei.

–Xiiii, vai ter brigaaaaaa! – Joe.

–Por que será que você SEMPRE está em meu caminho? – Iori, todo gostosão, digo, er...Perdi a palavra.

Kyo se aproxima do rival:

–Heh, se você quer resolver isso antes mesmo desse torneio acontecer...-jogando os cabelos pra trás.

–...-Kitsune sem ar, e Mei tendo convulsões.

Os dois já iriam começar a brigar,quando:

–Parados! Mas que coisa, se o torneio foi feito para lutarmos, por que vocês não agem como pessoas CIVILIZADAS e resolvam suas desavenças nele? – Benimaru, irritado.

–Não se meta, LOIRA! – Iori, olhando feio para o rapaz, e o empurrando.

–Se encostar de novo tem que comer! – Benimaru.

Todos não se seguram e riem da cara que o ruivo fizera.

*chifrinhos subindo* — Beni.

–Por tudo que é mais alcoólico nesse mundo, vão os três pro inferno,mas que coisa! – Terry.

Iori, percebendo que o jeito era deixar a luta para o torneio, sai dali emburrado.

–Que lindo, ele parecia uma criancinha mimada! — Mei.

–Ai, deuses...- Kitsune.

Praticamente todos os lutadores estavam ali, exceto uns e outros que não são do interesse das personagens principais.

–Ji...Ji... JIN! — Kitsu, gaguejando.

–Ele...Tem o corpo mais...Ahn...Eu...Não...Consigo dizer...É que...-Mei.

–TÁ OLHANDO PRO MEEEEEEEEEEEU JIN? — Kitsune.

–Ah, vai negar que VOCÊ estava olhando pro MEU Iori? — Mei.

–Claro que eu tava! Quem manda ele ser gostoso? – Kitsune.

*POFT*

–Rrrggghhh, agora você vai ver! – Kitsune.

O armário então, começou a balançar.

Isso foi bom por um lado, por que distraiu a atenção dos lutadores, que faziam rodinha para a próxima discussão de rivais...

–Porra, no próximo torneio, coloquem um LIMITE de rivais pra participar...-Joe, sempre reclamando.

–Antes de vocês dois começarem a se pegar aqui (duplo sentido total, não?)...- Ryo, que tentava separar os dois.

É interrompido por Kensou:

–Gente, o armário BALANÇA?

–Não, né infeliz! — Hwoarang.

–Então por que aquele armário ali está balançando? — Kensou, apontando para o armário de coisas de limpeza.

Aquele bando de homem então, olha para o armário. As garotas, como estavam quase se matando dentro dele, nem percebem...

Jin então se aproxima, e abre o armário, fazendo as duas caírem no chão. Kitsune cai bem aos seus pés...

–Kitsu...Kitsu! – Mei, cutucando a garota.

*babando litros em cima dos pés do Jin* — Kitsune.

*gota* — Mei.

–Mas o que significa isso? – Jin.

–Não sei não, mas eu poderia ficar aqui tendo essa visão maravilhosa a vida toda...- Kitsune, olhando pra cima, e dando quase de cara com o Jinzinho.

*POFT*

–Aiiii! –Kitsune.

–Isso é hora de ficar cantando o Jin? Eu sei que ele é bem mais gostoso pessoalmente, mas sossegue! – Mei.

–SÃO AQUELAS TARADAS! – Kyo, colocando a tampa do lixo, para esconder a bunda.

–Taradas? – Kim.

–Sim, elas me assediaram! — Kyo.

–Ui, eu posso também? — Benimaru.

–PÁRA TUDO! – Kitsune.

Todos ficam em silêncio e olham para a garota.

–O JIN TEM UNHA ENCRAVADA, QUE NOJOOOOOOO! – Kitsune, se levantando.

–Eita, é mesmo. – todos,olhando para a unha dele.

–É pecado ter unha encravada? – Jin.

–Olha...É que a sua unha parece que vai crescer e engolir a gente...- Mei.

–Credo, uma unha mutante! – Benimaru.

–HAUAHAUAHAUAHAUAAHUA, É A DEVIL UNHA! – Hwoarang.

–Já já ela cria asinhas e chifrinhos e sai voando. – Kitsune.

–Dá pra vocês pararem ou está difícil? — Jin.

–Eu te perdôo pela unha encravada amor. — Kitsune.

–Ih, olha a mina! Já tá chamando o cara de amor...- Ryo.

–É que ele é meu namorado, rapazes. — Kitsune, abraçando Jin.

–Sou é? – Jin.

–Sim...é que você não sabe. – Kitsune, piscando os olhos igual criança quando vê o brinquedo que quer ganhar de Natal.

*gota* — todos.

–MULHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEERES! – Andy, correndo que nem louco de um lado para o outro.

–E por que o desespero? – Jhun.

–Porque nós estamos NUS? – Andy.

–Só agora que ele percebeu... – Mei.

–MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEEUS, QUANTO HOMEM PELADO! – Kitsune.

–Aff, não adianta pintar o cabelo mesmo né...Continua lesada...- Mei.

Então, todos correm para “por os passarinhos na gaiola”.

–Bah, de que adianta se o Kyo estava vestido, o Jin também, e o Hwoarang também? E o Iori neeeeeeeem está aqui...ALGUÉM VIU O IORI? — Mei.

–Meninas, creio que vocês estão no vestiário errado. – Shingo.

–JURAAAA? Descobriu isso sozinho? – Mei.

–HAUHUASASUASUHHU... Er... É que nós estávamos fugindo dos seguranças, porque entramos aqui sem ingresso... – Kitsune.

–Ah, vocês não vão delatar a gente, vão? – Mei.

Todos os lutadores se olham.

–Buáaaaaaaaa, eu só queria conhecer o Jiiiiiiiiin... – Kitsune.

–E eu, o Ioriiiiiiiiii! – Mei.

–Bom, se é assim... Saiam daqui o quanto antes... Eu vou tentar conversar com os organizadores. – Terry.

–EEEEEEEEEEEEEEEEEE! Como podemos agradecê-lo? – Mei.

–Hummmm...- Terry, olhando as duas de cima a baixo, e com cara de safado (ui,delícia!).

*POFT*

–Nossa, eu não apanhei dessa vez! — Kitsune.

–Mas você é muito abusadinho... — Mei.

– Ah, que culpa eu tenho? Vocês que invadiram... – Terry.

–Mas até que eu toparia, sem problemas...- Kitsune e Mei, ao mesmo tempo.

–ÔPA! — Terry.

–QUEEEEEEER dizer, muito obrigada...- as duas.

–Tá tudo certo. – Terry.

Então, as duas saem do vestiário masculino.

–Eu ainda to viajando... — Kitsune.

–Também... Mais um pouco e você estaria fazendo um oralzinho básico no Jin. – Mei.

–Hohoho, será que eu consigo? *pensativa* — Kitsune.

*POFT*

– Desisti de perguntar o que eu fiz. — Kitsune.

–É, cala a boca e apanha quieta,vai. – Mei.

–Humpft, você vai ver o Iori vai mandar em você! – Kitsune.

–Hoho, eu nunca disse que não gostava dessa idéia... Esqueceu que eu AMO o Iori carrasco? – Mei.

–Pergunta pra ele se ele curte sadomasoquismo e pronto. – Kitsune.

–Hummm, gostei... Mas agora...VAMOS À CAÇA AO IORI! – Mei.

–Temporada de caça aos ruivos! — Kitsune.

*Começa a tocar a música do filme Missão Impossível*

Kitsune pára de repente.

–Olhaaaa, ali tem a piscina! E a Shermie está lá jogando vôlei sabe-se lá com quem...

–E por que nós entraríamos lá? — Mei.

–Ué, de repente, alguém sabe onde o ruivo foi. – Kitsune.

–Vamos por traje de banho, primeiro...Vai que a gente se joga na piscina... Se ele estiver lá...- Mei.

As duas então, já trocadas, entram. (Não sei de onde elas tiram tanta coisa, mas enfim...)

Mei dá uma espiada para a piscina, e não vê ninguém, só a Shermie jogando vôlei com uma desconhecida.

–Tá bom, não custa nada ver...- suspira.

As duas entram, e começam a olhar o local.

Param perto da piscina, mas nem reparam em quem estava bem abaixo delas...

–Perda de tempo ter entrado, Kitsu. – Mei.

–É, acho que sim...- Kitsune.

–Meninaaaaaaaaas! Querem jogar? – Shermie.

–Não, valeu... Estamos ocupadas. – Kitsune.

–Ela nem conhece a gente e já vai querendo fazer amizade...Falsa... Odeio ela! – Mei.

–UHASUHASHSAHU, calma Mei...-Kitsune, rindo.

As duas olham, e vêem um ser com o rosto coberto por uma toalha.

–Nossa, quem é aquele cara? – Kitsune.

–Sei lá, mas é beeeem idiota...É impossível não se molhar estando na piscina né...- Mei.

As duas cochichavam.

–Mei...Aquele cara parece o...Iori. – Kitsune.

–QUÊ? AONDE? – Mei, olhando para todos os lados.

–Ali, com a toalha no rosto. – Kitsune, apontando.

–BHUAHAUAHAUAHAUAHAAUAHAUAHAUAHAUAHAUAAHAUAHAU...- Mei, gargalhando.

–? — Kitsune.

–É A CENA MAIS HILÁRIA QUE JÁ VI! HAUAHAUAHAUAHAUAHAUA...-Mei.

–Nham...Se ele ouvir você rindo dele, você está perdida... – Kitsune.

Quando as duas olham para onde Iori estava, elas não vêem mais ele.

–Buáaaaaaaaaaa, ele sumiu. – Mei.

–Se são repórteres atrás de mim, saibam que eu odeio entrevistas. – Iori, aparecendo ali.

–...-silêncio.

–Não vão responder? É...Não parecem ser da imprensa. – Iori, analisando as duas.

–YAGAMI-SAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAN, POR TUDO QUE É MAIS SAGRADO, ME...ME...ME...- Mei, gaguejando.

–?- Iori.

–É que ela está confusa entre as palavras: coma, foda, ponha de 4, chupe,e afins... – Kitsune.

*POFT*

–Caramba, você sai fácil dos seus devaneios,não? — Kitsune.

–...-Mei, sem palavras perante aquele ruivo perfeito.

–Ioriiii...Er...Você...Poderia me dar um autógrafo? — Kitsune.

Iori faz cara feia.

–PLEEEEEEEEEASE!- Kitsune, fazendo a cara do gato de botas do Shrek.

–Tá, tá...- Iori, esperando a garota dar o papel e a caneta.

–Nha, só tenho caneta. – Kitsune.

–Ótimo. – Iori, pegando a caneta da mão da garota, e autografando a perna dela.

–? — Kitsune e Mei.

Kitsune desmaia na hora ao ter sua perna tocada pela mão de Iori, e cai na piscina.

Iori dá um sorriso safado,irônico e sarcástico, daqueles que só ele sabe fazer. Vira-se para Mei, com o mesmo sorriso, e diz:

–E você, vem cá...

Mei dá dois passos tremendo mais que vara verde, não sabendo se gozava, se ria, se chorava...

–Vire-se. – Iori.

Ela não entende aquilo, mas se vira, lógico. Tudo que Iori fizesse, ela iria gostar, óbvio.

Então, ela sente que o ruivo estava autografando a sua BUNDA!

–Io...Ri...É...Ahn...AIIII! – Mei, sendo interrompida por um tapa na bunda.

–Poxa...Fala “Eu te amo” primeiro né... – diz.

–Vai dizer que não gostou...-Iori, ainda safado.

–Er...Eu...É...Cadê a Kitsu? – tenta disfarçar, mudando de assunto.

–Foi o que eu pensei. Qualquer coisa...-Iori, se aproximando mais dela. – Me procure. – sussurra no ouvido dela.

Mei fica estática, e depois que o ruivo sai, o nariz dela começa a sangrar. E ela pega um lenço.

Depois de se recuperar do “assédio sexual”, Mei ia saindo...Quando...

–Tá faltando alguma coisa...Hum...

Shermie aparece gritando que nem louca:

–GAROTA AFOGADA NA PISCINA, GAROTA AFOGADA NA PISCINA!

–A KITSUUUUUUUUUU! – Mei, correndo até lá.

Ao entrar novamente...

–Nossa, cadê a água da piscina? – Mei.

–Voou para fora quando eu empurrei o Chang... — Kitsune, atrás dela.

–KITSUUUU, VOCÊ TÁ BEM...?– Mei.

–Sim, ÓTIMA...Tirando que estou ENSOPADA, e que o Chang tentou fazer respiração boca a boca em mim... — Kitsune.

–WTF? –Mei.

–É...Mas eu acordei antes do pior acontecer, e não sei de onde tirei força pra isso. – Kitsune.

–Você é forte, hein? – Mei.

–Na hora do desespero...E você? – Kitsune.

–Olha meu autógrafo. – Mei, virando de costas.

–Mas que marca de mão é essa? MEEEEEEEEEI... — Kitsune.

–É...Er...O..Iori deu um tapa, sabe...-Mei.

–HÁ! Eu me afogando e você e ele se amassando? — Kitsune.

–Mas...Mas...Não rolou nada mais que isso, AINDA. – Mei.

–Já vi que vou perambular sozinha por esse lugar... – Kitsune.

Um tempo depois...

–Pelo menos a Athena tinha uma toalha de reserva... – Kitsune.

–É, ficou devendo isso pra ela. – Mei.

–E agora? Vamos assistir ou o quê? – Kitsune.

–Não sei quanto a você, mas EU vou comer algum coisa...- Mei.

–Tá bom, eu te espero aqui. — Kitsune, sentada em um banco que havia ali.

Mei não fazia a mínima idéia de onde acharia alguma coisa pra comer.

“Um lugar tão grande sem comidaaaaaa? Como assim? ” – pensava.

Quando se deu conta, estava perdida.

–Ótimo... — reclama.

Viu um dos seguranças da portaria, e ele a vê também. Ele grita:

–VOCÊ!

Mei sai correndo que nem louca. Se ele a pegasse, ela provavelmente seria presa, ou os repórteres a processariam.

“Ai, não posso ser presaaaaaa!” – pensava, enquanto corria.

O segurança empurrava todos pelo caminho, enquanto Mei esbarrava em todo mundo. Depois de muita correria, ela consegue se esconder, atrás do Chang, que nem repara.

O segurança analisa o lugar e cada pessoa, mas, como não a vê, sai dali.

“Foi por pouco...Que...Que cheiro é esse?” – pensa.

–CHAAAAAAAAAAAAAAAANG! – grita, quase desmaiando com aquele cheiro de gás metano.

–Desculpa, moça bonita...Eu pensei que não tinha ninguém atrás de mim...-Chang.

Mei estava meio grogue por causa do cheiro. Sai dali, andando, não conseguia mais correr.

–ACHEEEEEEEEEEEEI! – se recupera logo, ao ver que tinha achado lugar pra comer.

Quase vai saltitando até a comida. Quando, tromba com alguém:

–Porra, olha por onde anda! — Mei.

–Ora, ora...Me seguindo, não é? – Iori.

–IORIIIII, que coisa não? – Mei.

–Procurando o quê? – Iori.

–Alguma coisa pra comer, e você? – Mei, na maior inocência.

Iori fica pensativo, e então, diz:

–Eu também estava procurando alguma coisa pra comer...Acho que acabei de encontrar...- safado, com aquele olhar que só a Mei sabe.

Mei fica vermelha na hora, havia entendido muito bem aquela mensagem...Tenta olhar para o lado, andar, mas Iori a segura pelo braço:

–Tsc tsc...Não vai a lugar algum...Sozinha, não...

“Ai,ai,ai...E agora? Oh céus...” – Mei.

–Ei, o que você pensa que está fazendo? — Mei, se soltando, e tentando dar uma de difícil. (HÁ HÁ HÁ HÁ, com o Iori?).

–Tudo bem, se você não quer...-Iori.

“Filho da puta gostoso, rrrggghhh” – Mei, quase gritando.

–Que pena...Eu estava afim de fazer alguma coisa antes do torneio...-Iori, acendendo um cigarro.

Mei decide provocar. Pega o cigarro dele, colocando na boca:

–Ah, é? E...O que você pretende fazer? – Mei.

Aquela atitude deixou Iori todo aceso (mais né?):

–Hummm, que tal se uma certa morena e eu...

–Meu nome é Mei. – interrompendo o ruivo.

–Mei? Então, MEI...você poderia me ajudar a “relaxar” sabe? – Iori.

–E como você relaxa? – Mei, ficando acesa. (mais né?)

Iori diz algo no ouvido dela que provavelmente só ela sabe.

–Uou! Então...Agora? – Mei.

Iori apenas sorri depravadamente, e diz:

–Venha. E fique quietinha.

Mei quase tem um ataque de “nosebleed” novamente, mas se segura, e segue Yagami. (Burra dela se não seguisse...).

Enquanto isso...

–Droga, já se passaram mais de meia hora, e nada da Mei aparecer...- Kitsune pensava.

–TE PEGUEI! – o segurança.

–SOCORROOOOOOOOOOOOOO! – Kitsune, tentando se debater.

–Vou levá-la à sala dos organizadores! Eles saberão o que fazer, mocinha! – o negão de 2 metros diz.

Kitsune estava sem saída.

O segurança carregava a garota por cima do ombro.

–Eu vou chamar meu advogado hein? – Kitsune gritava.

–É bom mesmo porque você infringiu a lei! –o segurança.

–Ei, essa que é a garota que invadiu o ginásio? – Jin, que aparecia ali.

–Sim, senhor Kazama. O nome dela é Kitsune. – o negão.

–Deixe-a comigo. Meu avô quer que eu a leve pessoalmente até ele. – Jin.

–Mas...Mas...Senhor Kazama, ele não me deu ordens, e...-o negão.

–CALADO! Quer perder o emprego? — Jin.

–Não, senhor...Tudo bem. – o negão, quase jogando a Kitsune no chão.

–HEY! –ela berra.

O segurança sai dali, e ela diz:

–Há...Você vai me levar ao seu avô? Sabia, me fodi!

–Ele é um dos organizadores desse torneio, de fato...Mas...Não é pra lá que irei te levar. – Jin, mudando o tom de voz.

–Oxe! Vai me levar PRA CADEIAAAAAAAAAAAAA? – Kitsune.

–Não exatamente...- Jin, olhando de lado para a garota.

“Ué...” – Kitsune, não estava entendendo nadinha.

–Vamos! – Jin, puxando-a sem delicadeza.

–Ei,ei,ei... — Kitsune.

Logo, os dois entram no elevador.

–Humpft...- Kitsune, emburrada.

Jin nada dizia, apenas dava sorrisos e olhares que a garota sabia muito bem o que diziam...Só não esperava que viessem justamente de JIN KAZAMA!

Então, os dois ouvem um estrondo. As luzes do elevador se apagam.

–MAS O QUE É ISSO? – Kitsune, abraçando o rapaz.

–Que coisa, o elevador QUEBROU...-Jin.

–QUE-QUEBROU? – Kitsune, assustada.

–Pois é...Acho que ficaremos PRESOS aqui...-Jin.

–Er...Eu...E você? Num...Num...Elevador? — Kitsune, babando.

–Hum, tem uma raposinha assustada e encurralada...-Jin.

–Co-como assim? Jin...JIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIN... – Kitsune.

–Se “somos namorados” você deveria achar isso normal...-Jin.

–Ma-ma-ma-mas...- Kitsune.

–Ssssh...-Jin.

–CARALHOOOOOOOOOOOOOO! – Kitsune.

–Ainda bem não? – Jin.

*segurando o ataque de “nosebleed* — Kitsune.

Calma, leitor. A história acaba aqui. Eu não posso mais narrar porque um conversível vermelho acabou de sair do estacionamento em alta velocidade com uma morena e um ruivo dentro, e as luzes do elevador estão apagadas...

Fica por sua imaginação agora...

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!