Notas iniciais
Preste atenção neste capítulo, ele é o ponto principal que vai dar o desfecho.

–Você pode ter uma morte lenta e dolorosa ou rápida e sem dor, qual tipo de morte você escolhe? – disse Matheus com um sorriso falso pregado no rosto.

–Não escolho nenhuma! – respondeu grosseiramente para o irmão. Ele disse que precisa da força vital da Ariane para ficar com o corpo do Bruno, então se Ariane for morta ele não terá mais força vital, pensou Isabela enquanto olhava para o irmão. Mas se eu Ariane for morta Bruno não vai morrer também? , perguntou a si mesma.

–Você lembra quando éramos crianças que eu cortei a barriga de um porco? – perguntou Matheus.

–Prefiro não lembrar. – Isabela tinha três anos a menos que seu irmão. Matheus nunca gostou de animais, e sempre que via um animal passando em sua frente matava ele com sua adaga de prata, isso tinha uma explicação muito simples que era o seu sangue de tamno. Desde daquele dia da morte do porco os dois não se entenderam mais. Como ele pode ser capaz de matar aquele lindo porquinho, pensou Isabela naquele dia.

–Foi ótimo ver seus gritos de socorro, — continuou Matheus. – só que minha alegria durou pouco, pois você contou ao seu pai e ele me castigou por isso.

–Quem mandou matar aquele porquinho?

–Ele começou a gritar comigo! – Matheus foi infantil dizendo isso, como ele e muitos outros Tamnos.

–Porcos gritam com todo mundo! – exclamou Isabela. – Que infantilidade. Agora eu consigo enxerga isso em você. — Isabela disse com uma firmeza em sua voz que quase se assustou, pareceu por um minuto que Isabela não estava mais com medo do irmão. Gerou uma raiva no rosto de Matheus que não pode ser descrita. A sua raiva foi tão grande que jogou Isabela contra a porta com a ajuda da levitação, a porta se quebrou com a força e Isabela foi para no jardim.

–Não use esse tom de voz comigo! – vociferou Matheus para a Isabela no chão. – Agora você morre.

De repente um homem de cabelos castanhos mel, seus olhos tinham uma cor lilás bem forte e aparentava ser muito forte, jogou Matheus contra uma das colunas que ficavam na frente da porta.

–Vem comigo! Vem logo! – disse o homem. Isabela estava com lascas de madeira em seu braço esquerdo. Sua barriga começou a doer muito, a dor poderia resultar a morte da criança. Pois foi jogada contra alguma coisa no mesmo dia.

A casa de Ariane ficava no meio de vários prédios na cidade da Rússia chamada Moscou. Andaram pelas ruas e pelos becos de Moscou até chegarem à Praça Vermelha.

A Praça Vermelha era um enorme pátio aberto que levava a uma construção com uma torre onde se encontrava um lindo relógio. E a esquerda uma catedral elegante com torres em cores vibrantes e vivas.

–Quem é você? – perguntou Isabela para o homem. – Para onde estamos indo?

–Meu nome é Cameron, só feche os olhos. – ordenou Cameron e Isabela obedeceu.

Isabela não viu que as cores da catedral começaram a brilhar com a luz do sol, essa luz fez os olhos de Cameron ficarem com uma cor mais forte e assim o dia claro tornou-se a noite estrelada. E no meio do pátio uma casa simples de dois andares.

–Já pode abrir os olhos! – avisou Cameron.

–Onde estamos? – perguntou Isabela para Cameron. Que lugar é esse?

– Mais conhecida no mundo como a Praça Vermelha, só que essa é outra Praça vermelha. – disse Cameron.

–Como assim...

–... Miguel vai arrumar a sala de preparatório agora! – disse uma voz que veio da casa que estava na frente deles. – O Cameron vai chegar daqui a pouco com aquilo que precisamos e não vai lugar para fazer.

A casa tinha dois andares no primeiro andar havia duas janelas, e com uma entre elas. Isabela não entendeu o porquê da porta entre as duas janelas.

– TAYNA! – gritou Cameron. A porta se abriu e uma garota de dezesseis anos apareceu. Seus cabelos longos e negros com a noite, seus olhos azuis brilhavam lindamente.

–Fala Cameron! Estou com pressa. Quem é ela? – perguntou Tayna.

–Essa aqui é Isabela Hart, filha do Paulo Hart e irmã de Matheus Hart. – disse Cameron.

– Muito bem. Traga ela aqui. – disse Tayna ao entrar na casa.

–Aqui a gravidade é meio descontrolada, — explicou Cameron. – Teremos de pular para aquela porta. Tudo bem pra você?

–Sim, eu acho.

Isabela flexionou os joelhos com um pouco de dificuldade, pois sua coluna ainda estava doendo por causa das vezes que foi arremessada no ar. Ela pensou que só pularia uns trinta centímetros, mas na verdade pulou uns três metros, pensou que cairia e acabaria de quebrar sua coluna. Mas pousou no chão com uma pena.

–Legal! – disse Isabela com a adrenalina correndo em seu sangue. — Quero ir de novo! – Isabela parecia uma criança de cinco anos depois que pulou e entrou no dentro da casa.

–Teremos bastante tempo para fazer isso depois, mas agora tenho que cuidar dos seus ferimentos. – enquanto andavam pelo corredor. Na casa só havia um corredor extenso com várias portas de madeira. Eles entraram numas das portas, nessa porta havia uma faixa de cor branca dividindo a porta no meio. –Danielle você tem...

–... Isso não está dando certo – grita Danielle depois que joga um fraco na parede. Isabela se assustou com o grito dela. O quarto onde eles estava havia várias prateleiras com frascos com líquidos de varias cores. – Oi... Cameron. Quem é ela?

–Sou Isabela Hart. – Isabela se apresentou. – Muito prazer.

–Eu estava falando com o Cameron não com você. A rainha que abandona seu reino para salvar a própria pele. – vociferou Danielle com Isabela. Porque será que ela está com tanta raiva?Ela não me parece estranha, pensou Isabela. Danielle tinha cabelos ruivos com os de Jean, seu marido morto pelo irmão, os olhos dela eram de um tom de verde vivo.

–Espera um pouco... Você é irmã de Jean Solh? – perguntou Isabela

–Saia vocês daqui agora!

–Mas... – disse Cameron sem saber o que estava acontecendo.

–VÃO!

–Não vamos, precisamos de alguma coisa para retirar lascas de madeira do braço dela. – disse Cameron calmamente com Danielle. Ela não quis dar nada para curar Isabela, seu ódio era tão grande que ela começou a chorar. – E tem mais uma coisa. – Ele começou a falar no ouvido de Danielle, ele estava contando sobre o que aconteceu com Bruno e Ariane, pois os dois também faziam parte da Guarda da Seiva.

–Tudo bem, toma aqui. – passou um frasco com líquido amarelo para Isabela. – Passe sobre as lascas que ela vai sumir e as feridas também. Agora vão embora, por favor. Só não me deixem perto dela.

Isabela e Cameron saíram sem entender nada. Eles foram para outra porta que estava escrito cozinha. Lá estava um garoto que aparentava ter uns 15 anos, com cabelos castanhos mel, seu olho esquerdo era amarelo e o seu olho direito azul. Ele tinha o corpo magro e isso o incomodava muito.

–Miguel, você está bem? – perguntou Cameron. Ele estava chorando antes de Cameron entrar com Isabela, pois Tayna odiava Miguel por eles já terem namorado. – A Tayna te fez alguma coisa de novo?

–Não é nada não, esquece. Então essa é a Isabela. – disse Miguel enxugando as lágrimas. – Sinto muito pelo seu pai.

– Muito obrigado.

– Vem aqui que eu vou ajudar a passar esse remédio da Dani. – Miguel ajudou ela passar o sobre as lascas. As lascas de madeira se tornaram água e dessa água as feridas que ficaram sumiram sem deixar cicatriz. Logo aquela água desceu para sua coluna e a colocou no lugar, e Isabela esqueceu a idéia de perder a criança. Danielle pode me odiar, pensou Isabela, mas ela me deu um remédio ótimo. – Esta doendo?

–Não.

–Caso precise de novo do remédio, — começou Miguel enquanto tirava alguma coisa do bolso. – Vou colocar esse líquido nesse anel para quando você se machucar o anel saberá e te ajudará.

– Obrigada! – Isabela deu um beijo na bochecha esquerda, e foi sentar-se à mesa perto do fogão. – Cameron me explique porque a Daniele me odeia tanto assim? – perguntou para Cameron

–Você reparou que ela não respondeu a sua pergunta? – perguntou Cameron, Isabela fez que sim com a cabeça.

–Ela é a irmã do Jean. Ela deve pensar que a morte dele é minha culpa, mas não é isso a culpa é do Matheus. – disse Isabela, Jean protegera Isabela para ela poder criar a criança.

–Ela nos disse que você é um mostro sem alma e sem coração por ter feito aquilo. – continuou Cameron – Vamos esquecer isso. Bruno te disse alguma coisa sobre a seiva?

– Sim, ele disse que eu terei de tomar e que me tornarei um vampiro... – Cameron e Miguel começaram a rir que até choraram Cameron caiu da cadeira e continuou a rir no chão – Porque os risos?

–Não é nada... – disse Cameron e continuaram a rir, eles estavam rindo porque tudo que Bruno tinha contado era mentira, quem toma a seiva não se torna vampiro. – Isabela quem toma a seiva não vira vampiro, mas ganha poderes para proteger as árvores.

Isabela ficou sem reação ao os vereis rindo da cara dela.

– Não compreendo, ele me garantiu que me tornaria um vampiro, pois meu corpo não ia resistir ao parto. – explicou Isabela com um pouco de raiva.

– O Bruno devia estar bêbado. – Miguel disse para Cameron. Depois de passar vergonha na cozinha Cameron levou Isabela para Sala de Preparos, aonde Bruno antes de ir para Argia fazia suas poções. A Sala de Preparos tinha paredes cor verde musgo e com desenhos de cor verde claro na parede. No centro tinha uma mesa com vários frascos com substâncias criadas por Bruno para fazer as poções, a maioria dos fracos estava com Danielle no quarto dela.

Isabela foi barrada por um tipo de barreira, e não conseguiu entrar na sala.

– Não consigo entrar. – disse Isabela para Cameron.

–Esqueci que só pessoas que beberam a seiva podem entrar. Fique aqui que eu vou pegar uma coisa lá dentro. – disse Cameron já entrando na sala. Ele pegou um frasco com um liquido brilhoso dentro dele. Isabela perguntou o que era aquele líquido, ele disse que se for ingerido por alguém a pessoa fica em hibernação. – Só preciso desse soro.

– Para que você precisa desse soro? Vai por alguém pra dormir profundamente? – Isabela perguntou. Isabela só fazia perguntas, essa era a única forma de esconder seu medo por Matheus, contudo Isabela esqueceu que estava grávida e que sua barriga já estava grande. Isabela já estava no oitavo mês de gravidez, Isabela percebeu que passou muito tempo desde morte do pai e do marido. Isabela passou oito meses vendo Bruno fazer magia negra para restaurar a memória de Ariane, e tudo isso tinha abalado seu psicológico.

Entraram em outra sala onde havia uma mesa circular com seis cadeiras ao redor da mesa. Havia também estante com vários mapas e livros. A sala era grande e espaçosa, dava até para colar um carro dentro da sala. Cameron fecha a porta, Isabela sentou na cadeira e Cameron disse:

– Preciso para fazer uma arma. Isabela a Guarda da Seiva foi criada para proteger as árvores. – disse Cameron, enquanto guardava o frasco em uma gaveta

– Então me explique uma coisa, porque vocês têm de proteger as árvores? Se elas forem destruídas vocês morrem? Perdem os poderes? – interrogou Cameron.

– Você tem que saber uma coisa. Onde Argia fica situada é muito semelhante com a Terra, como os mares, terras, e a vegetação. Então digamos que elas são gêmeas. Por serem idênticas, as duas dimensões tentavam se tornar uma única dimensão. – Cameron se levantou para pegar dois mapas, Cameron levou os mapas até a mesa e abriu os dois. – Esse mapa aqui é o mapa da Terra, — Cameron indicou o mapa de folha azul. – esse aqui é o mapa de Argia. — indicou o mapa de folha amarela. ­­

­–Tudo bem, isso eu já entendi.

–Continuando, por elas tentarem de tornar uma única dimensão, as bruxas e bruxos da Terra e de Argia, criaram um feitiço que impediria as dimensões de ser unirem. Então para o feitiço se estabilizar, eles plantaram aqui na terra algumas árvores mágicas. Essas foram plantadas em alguns lugares da terra e teriam de ser protegidas, então escolheram algumas pessoas na terra para protegerem as árvores e chamaram os protetores de Guardas da Seiva.

– As bruxas de Argia viviam comentando sobre essas árvores, mas eu tinha sete anos de idade, e não entendia nada, vocês devem saber onde estão às outras, não sabem? — Isabela colocou um mapa sobre o outro, alinhou as linhas. Eles são idênticos, não tem com negar, pensou Isabela. – Que poderes seriam esses?

– Força, rapidez, telepatia, e uma coisa que chamamos de kansa. – Kansa é uma habilidade ou poder que um guarda da seiva consegue fazer. – Nós, Guardas da Seiva nós temos uma habilidade própria, Isabela.

– E essa habilidade é o kansa. – Isabela continuou – Você consegue ver através das paredes, voar?

– Eu consigo enfraquecer as pessoas, ou até matar com o enfraquecimento – Isabela olhou para Cameron com um pouco de medo. Vou ser cautelosa em questão ao kansa dele, pensou Isabela. – O Miguel não tem kansa definido, ele foi o único de nós que tem um kansa hereditário, o pai dele conseguia conversar com os animais, e a mãe dele conseguia influenciar os elementos da natureza.

Isabela interrompe Cameron dizendo:

– Então ele consegue falar com os animais, e influenciar os elementos. – concluiu Isabela. Mas ela estava errada, Miguel não consegue ter seu kansa por causa dos Kansas de seus pais, por isso ele tem olhos de cores diferentes.

– Tem uma pessoa que pode explicar isso melhor do que eu. – disse Cameron a caminho da porta. Ele abre a porta e Miguel cai no chão, os cabelos dele estavam sujos de farinha, pois estava fazendo um bolo de gengibre. Miguel olha para cima e diz:

–Desculpe. – Miguel costumava ouvir escondidas as conversas dos outros.

–Tudo bem se sente logo, ou quer sentir um pouco de fraqueza? – os olhos de Cameron brilharam mais, um lilás choque. Miguel não respondeu só se sentou do lado de Isabela. – Conte a ela porque você tem olhos de cores diferentes.

Miguel contou que Cameron e Tayna são filhos de guardas da seiva com humanos, mas Miguel já era diferente. Seus pais eram guardas da seiva, então ele herdou um kansa de seus pais. Os pais de Miguel, Cameron e Tayna morreram na Batalha dos Mortos, então Cameron, Tayna e Miguel tiveram de se tornar guardas da Seiva, todos ganharam seus Kansas, mas quando Miguel recebeu seu kansa houve um problema, o seu kansa hereditário não foi compatível com o seu próprio kansa. O pior é que Miguel não sabe qual é o seu kansa.

– A Danielle não é filha de guardas da seiva, como ela se tornou um Guarda?

–Ela foi criada pelos pais de Tayna e ela escolheu tomar para ficar perto da Tayna.

– Agora está explicado.

– Todos vocês perderam seu pais. Quantos anos cada um de vocês tem? – perguntou Isabela.

– Tenho 15 anos – disse Miguel

– Eu tenho 18 anos – a mesma idade que Isabela, Cameron diminuiu o tom da voz depois que disse sua idade. — a Danielle tem 19 anos, e a Tayna está para completar 15 anos. –

Depois da conversa na biblioteca, Cameron levou Isabela para um quarto, as paredes eram brancas com respingos azuis, havia uma janela enorme a esquerda da cama. A cama de casa estava com um lençol azul claro com travesseiros brancos, em um dos travesseiros continha o nome Mellody costurado em linha azul claro. De quem seria esse quarto? Provavelmente de alguma guarda da Seiva que morreu. Isabela não estava errada. Aquele quarto pertencia à irmã gêmea de Cameron, que foi morta por um aswang em quanto batalhava. Depois de sua morte muitos boatos de uma garota aswang de olhos azuis, que aparecia nas principais Árvores. Que ficam na Ilha de Páscoa, na Austrália e na Rússia.

Os olhos de Cameron estavam ficando mais vibrantes, e com um brilho muito forte. Isabela percebeu isso e disse:

–Cameron tem alguma estranha com seus olhos. Eles estão mais brilhantes. – Danielle passa correndo por Cameron dizendo:

–Vamos Cameron, está na hora. – disse pulando pela porta, que fica perto do quarto onde ficava.

– Isabela, já está na hora do meu turno de vigia. – deu um beijo na bochecha de Isabela, — Tem roupas no guarda roupa que devem servir para você, e Tchau. – se despediu e pulou pela porta, logo vinham Miguel e Tayna.

– Tchau. –disse Tayna

– Tchau, até mais tarde. – disse Miguel, que tropeçou no tapete e caiu de cara no chão. Tayna começou a rir, mas Isabela ria mais. – Eu estou bem! – disse todo desajeitado.

A porta se fechou e Isabela ficou sozinha naquela casa. Vou tomar um banho, estou fedendo. Vazia mais de um dia que Isabela não tomava banho, enfim, para uma mulher que está grávida não é bom ficar muito tempo sem tomar banho.

Isabela pegou uma toalha no guarda roupa, e um pijama de cor vermelha com flores amarelas desenhadas. Esse pijama me faz parecer uma criança de cinco anos. Foi difícil para Isabela achar o banheiro, por causa da variedade de portas, mas Isabela achou. O banheiro era grande com uma banheira no lado esquerdo do banheiro e no lado direito um chuveiro. Isabela opinou pelo chuveiro, pois estaca cansada demais para esperar a banheira encher. Despiu-se e ligou o chuveiro

Enquanto Isabela se ensaboava, começo a lembrar do dia que viu seu pai ser morto pelo irmão em sua frente. Matheus, seu pior pesadelo, mesmo sendo irmão ele era um mostro. Meu bebê. Pensou Isabela enquanto acariciava sua barriga, nada lhe acontecerá enquanto eu for viva. Isabela não demorou muito no banho, quando terminou desligou o chuveiro, vestiu o pijama que ficou muito grande para ela, Mellody devia ser grandinha, pensou Isabela. Saiu do banheiro e foi para a cozinha onde fora procurar algo para comer.

Abriu a geladeira e achou uma barra de chocolate, comeu-a foi se deitar. Ao entrar no quarto o cansaço piorou mil vezes mais. Deitou-se, se cobriu com o cobertor e sonhou com seus medos.