Droga de Vingança!
15 Capitulo XII
Notas iniciais
–Em você sim...é nele que eu não confio.
–Não precisa exagerar tambem...
–Vai começar a defender ele agora Magrí? -gritou Crânio irritado.
–Nossa, vai querer brigar por causa disso? E que história é essa de gritar comigo? -Disse Magrí.
–Me desculpa...
–Você acha mesmo que depois de tudo o que passamos e o que ainda estamos passando eu vou te trocar assim sem mais nem menos? Eu te amo...desesperadamente...seu ciumento.
–Eu tambem te amo querida, você sabe que eu sempre te amei e sempre vou te amar...- disse ele que ja havia se esquecido que estava bravo- espera um pouco Magrí, eu não sou ciumento!
–Imagina! -disse Magrí irônica.
–Talvez só um pouquinho...mais vamos voltar ao trabalho.
–Não vai me dar um beijo?
–E pegar baba do Ricardo? Acho que não.
–Nossa...
–Brincadeira...mais acho melhor a gente salvar alguns arquivos em DVD para passar no computador dos karas.
–Você tem algum com você?
–Não...lá em casa eu tenho mais essa hora não deve ter ninguem lá e eu estou sem a chave.
–Então vamos na minha eu tenho alguns então a gente aproveita e pega alguns jornais velhos que devem ter lá...-começou Magrí.
–Mais Magrí, na sua casa? Essa hora seu pai deve estar lá e eu acho que ele não vai gostar de me ver...
–Me pai não mora mais comigo...-disse Magrí em voz baixa, aquilo ainda a machucava muito.
–Como assim?
–Vamos...no caminho eu te conto...
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Miguel examinava cuidadosamente o papel para ter certeza de que não deixara passar nada de importante que pudesse servir de pista.
Ja estava desistindo até que virou o papel do outro lado e quase caiu de costa quando viu a estranha assinatura:
"QI"
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"Bye Calú. I Love You."
"I love you too Peggy."
Calú acabara de explicar detalhadamente tudo o que estava acontecendo para Peggy e aproveitou para matar a saudades que estava dela, estava feliz afinal Peggy prometera que tentaria convencer seu pai de que não haveria perigo algum em ela ir passar uns dias no Brasil com seus amigos e estava torcendo para que ela conseguisse ja não aguentava mais de saudades.
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Depois de explicar o que tinha acontecido Magrí se sentia mais leve ,pois não aguentava mais guardar tudo o que estava passando só para ela, sentia-se aliviada por poder confiar em alguem.
Quando chegaram a casa de Magrí ela estranhou ao ver Joana vindo em sua direção com uma expressão preocupada, afrita...
–Magrí, querida ainda bem que você chegou!
–O que houve Joana?-perguntou Magrí preocupada.
–Sua mãe está trancada no banheiro a horas e não responde ninguem, estou preocupada com ela...
–Como assim? O que aconteceu?
–Ela brigou com seu pai e se trancou lá dentro, mais isso foi logo depois que você saiu.
–Então vamos lá ,temos que dar um jeito de abrir a porta.
–Então é melhor irmos.-disse Crânio.
Quando chegaram ao banheiro Crânio não deixou de notar ao lado da porta uma especie de luvas como as de laboratório caidas no chão, na hora achou aquilo muito estranho.
"Como isso veio parar aqui? ".Mais seus pensamentos foram dispersos pelo grito de Magrí.
–CRÂNIO! RÁPIDO! CHAME UMA AMBULÂNCIA!
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Continua...
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