Dream And Desire
3 •| Capítulo 1°- "Indo em busca da Felicidade "
|• Caro mamãe e papai e até você seu idiota!
Sei que vocês estão desesperado pelo meu desaparecimento e confusos por tentar entender o que me levou a fazer isso. Mais não se preocupem não e nada com vocês por que os amos eternamente e sei que estão se perguntando “Se nos ama, então por que fugiu?”. Sabe sempre tive um sonho, um desejo que agora não vale a pena revelar, mas quem sabe mais para frente, esse sonho que tenho e o que me leva a fazer o que estou fazendo, não irei dizer para onde que eu vou, porquê sei que iram atrás de mim então eu peço não façam nada e muito menos envolvam as autoridades. E não venham pensar que tem drogas ou bebidas envolvidas porque sabem muito bem que não sou dessas coisas, nunca fui para dizer a real, só estou indo em busca da realização da minha vida e junto de uma amiga muito querida, bem nem tentem procurar saber quem é, porquê ninguém a conhece, mais confie em mim ela e uma boa pessoa. E nós duas juntas iremos desbravar esse país ou melhor o mundo para que nosso sonho possa se realizar não importa as consequências se é fugindo para que isso aconteça bem aceito, porque eu melhor que ninguém sei que vocês tentaram me impedir. Não tenho mais tempo de escrever o que sinto, mais se vocês estão lendo e sinal que já parti e a essa hora estou longe, bem longe e o mais importante feliz. Amo vocês, tentarei o máximo manter contato para não deixar vocês mais preocupados do que já estão. Beijos da pessoa que mais ama vocês.
Vanessa. •|
A cada soluço que eu dava e uma lágrima que escorria pelo meu rosto caindo em pingos na folha branca a manchando. Termino de escrever e releio aquelas palavras escritas de forma corridas, tentado ao máximo não chorar novamente, por fim coloco a folha em cima da mesa ainda desarrumada do café da manhã. Olho para aquele lugar que me fez muito feliz, dou um suspiro e um sorriso de despedida ao sair com uma mochila nas costas e fechar a porta. Me despeço dos meus cachorros, boby, foguinho e maiado juntamente do gato cinza Mimo que me olhavam como se entendessem tudo antes de partir entrando entre o emaranhado dos Eucaliptos. Eu não podia ir pelo corredor por que meus pais iriam me ver já que os mesmos estariam carpindo a plantação de folha de amoras então esse era o caminho mais viável. Três minutos para sair daqueles eucaliptos mais alguns minutos para atravessar a plantação de mandioca e o pasto até chegar na rodovia, onde um carro preto não direi o modelo por que bem, não conheço os modelos de carros simples vinha em direção até São Manuel então aproveito e peço carona ainda que receosa, o carro parou e eu entrei, conversei algumas baboseira com a motorista e seu nome era Leila a mesma disse que estava indo visitar a sua mãe. Conversa vai conversa vem e finalmente chegamos na cidade, Leila havia me deixado na rodoviária na hora que o ônibus da real estacionou na área de embarque e dando um RG falso que muito esforço consegui através de um meliante com nome de Wanda compro uma passagem para Maringá e no ônibus a onde me sentei no fundão peguei a indentidade falsa e a cortei em vários pedaçinhos com com o cortador de unha que tinha na na mochila e joguei na patente do banheiro do ônibus, para logo mais dar descarga. Toda sorridente volto para o banco pegando o celular e estremeço ao ver várias ligação do meu irmão, suspirando ligo de volta.
— Oh filha. — Reconheci a voz da minha mãe chorosa. — Para onde você esta indo?
— Mãe. — Falei tentado segurar o soluço. — Estou indo para onde a felicidade me levar, não impeça isso, por favor.
— Por mais doloroso que isso seja. — Disse soluçando. — Não iremos impedir, mais mantenha contato para nós saber que você e sua amiga estão bem.
— Vou fazer Isso. — Falo sorridente. — Preciso desligar, amos vocês.
— Também amamos você. — Falou e desligou logo em seguida, dou um suspiro limpando as lágrimas com a manga da blusa que estou usando, antes de me levantar e sair do ônibus quando o mesmo parou no terminal da rodoviária na cidade de Maringá. Com a mochila nas costas, caminho até uma lanchonete e precisamente fico de frente com o balcão, vendo um senhora de cabelos grisalhos vindo me atender.
— Olá o que deseja? — Perguntou a senhora sorridente.
— Quero uma coxinha e uma coca, por favor. — Pedi sorrindo.
— Só um minuto. — Disse antes de ir até vitrine dos salgados, para pegar a coxinha e a latinha de coca da geladeira, antes de vir me entregar.
— Aqui está!
— Obrigada.
Começo a comer o salgado olhando a TV 32' de tela plana em cima da geladeira branca, bebo a coca em várias goles dando por terminado a minha refeição.
— Senhora, quantos deu? — Perguntei.
— No total…- Falou olhando a calculadora. — R$ 13,25 reais.
— Aqui. — Entrego o dinheiro para ela. — Obrigada.
Saio daquele lugar indo até o ponto de táxi onde eu caminhei por uns minutinhos.
— Oi. — Falo me aproximando de um senhor escorando em seu taxi. — O Senhor pode me levar até o aeroporto?
— Claro. — Disse ficando de pé e abrindo a porta do passageiro para mim entrar. — Entre.
— Obrigada.
Entro no carro e logo em seguida o senhor entra se sentado no banco do motorista já ligando o carro, partimos rumo ao destino em uma clima silêncioso mais agradável, de longe vejo o aeroporto, aquela imensidão de prédio.
— A corrida deu R$25,00 reais. — O senhor falou assim que estacionou o carro enfrente a entrada no meio de outros taxistas
— Aqui. — Entrego o dinheiro para ele e saio do carro fechando a porta. — Obrigada.
— Agora para onde eu devo esperar? — Me pergunto ao entrar no recinto, passando pela porta giratória, o lugar era grande com várias pessoas apressadas andando por um lado e por outro. Pego o meu celular um Xaomi Redmi 6A da cor preta, faço o desbloqueio da senha padrão e na tela inicial aperto o ícone do aplicativo WhatsApp e no quadro de mensagens vou até o contado que está como "Minha outra metade" começando a digitar uma mensagem para ela.
“Chegou?”
“Em que lugar você está?”
“Estou a sua espera no salão de desembarque….”
"Se você ver uma garota sentada, com o cell na cara, saiba que sou eu jogando..”
Guardo o celular no bolso e dando um longo suspiro em meio a preguiça vou até o salão de desembarque. Olho para os lados vendo o lugar meio cheio e vou até às cadeiras nada confortável de estofado azul e me sento voltado a pegar o celular na mão, a perto no ícone do jogo Free fire advance no servidor avançado já que o jogo normal em si não pega já que a burra aqui excluiu um arquivo necessário sem querer e começo a jogar, os minutos e talves horas iam passando sem que eu perceba de tão concentrada que estava, já morri umas dez vezes, fiz booyah duas vezes com o total ao todo de 20 abates e já me preparando para entrar no jogo novamente só que em squad.
— Bonito em?
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