Notas iniciais
eae galera? tudo bem?
então, meu aniversário foi ótimo, fui com meus amigos ver "o lado bom da vida" e ganhei três livros *o* (a culpa é das estrelas, as vantagens de ser invisível, e the walking dead.)
Desculpem a demora, tive prova de àlgebra e geometria hj :/ Acho que tirei 0, pq né..
Enfim....... Tive uma idéia para uma segunda temporada. Vocês gostam de .... Fremione?
Não que eu vá tirar a mione do draco, claro que não. Mas quem sabe... um pouco de complicação na vida dos dois? hihi Eu adoro criar problemas nas minhas fics kkk
Vocês tem alguma outra idéia? mandem por mp (:
PS: esse capitulo tem uma coisa que vai acontecer na segunda temporada. Dou balinha pra quem descobrir o que é (:
Ps²: eu garanto que a segunda temporada que eu imaginei terá muitas surpresas. me digam o que acham kk

Olhei em volta e vi que estávamos em outro saguão de hotel. Até quando eu iria ficar sem uma casa? Provavelmente por mais algum tempo..

– Vou fazer o chek-in. – Draco falou, soltando meu braço e indo à recepcionista.

Nesse segundo que ele se foi, a única coisa que ainda estava me mantendo em pé também se foi. A segurança dele poderia estar a apenas alguns metros de distância, mas eu comecei a relembrar tudo que tinha acontecido.

Desde a primeira vez que Bella me torturou, eu ainda tinha pesadelos com isso. Agora, já depois de um ano, eu já não tinha tais problemas. Mas eu sabia que, depois dessa experiência assustadora que eu acabara de ter, as noites que eu passaria sozinha não iriam ser nada fáceis.

E o segundo problema. A sensação de perseguição que eu sentia, sabendo que Bella algum dia iria nos achar. Olhei para os lados assustada, me sentindo observada de repente. As pessoas me olhavam como se eu tivesse algum tipo de problema.

Mas logo ele voltou e tudo isso passou.

–Você está bem? – Ele perguntou, preocupado.

–Ahã. – Respondi. Não precisava explicar à ele. Ele sabia que eu estava com medo.

Ele pegou um dos carrinhos para malas do hotel, E logo estava muito mais fácil chegar ao elevador sem ter de carregar todo aquele peso.

Chegamos ao nono andar, que era o nosso. De repente me perguntei se ele tinha alugado dois quartos ou apenas um. Então me lembrei: agora estávamos juntos não é? Era difícil eu me acostumar com aquilo.

–Hum... 903. – Ele apontou para um quarto no final do corredor, diferente do nosso antigo quarto, que ficava praticamente em frente ao elevador.

Ele abriu a porta, e eu o ajudei com as malas. Depois fiquei parada em pé no meio do quarto, meio sem saber o que fazer. Minha vontade era de despencar na cama e dormir por uns bons mil anos, mas será que eu tinha que falar alguma coisa à ele...?

De repente eu pensei. Dane-se. Bellatriz Lestrange está me perseguindo pelo país, esperando acabar com minha vida de uma forma bem lenta. Acho que não podia ficar pior. Eu iria fazer o que eu quisesse.

Então eu o beijei.

E beijei. E beijei. E beijei.

E beijei mais um pouco.

Até o maldito oxigênio ter de nos separar.

Ele me olhou surpreso, mas logo sorriu. Então ele viu como estavam meus olhos. Eu só queria ter certeza de que ele estava ali, que ele me amava e que iria me proteger, do que quer que fosse.

Ele me abraçou bem forte, e eu me encolhi, protegida. Coloquei a cabeça em seu peito, sentindo as lágrimas caírem lentamente. Eu estava assustada. Muito assustada.

Ele passou a mão pela minha cintura e me levou até a cama. Eu me sentei, já não aguentando o peso do meu corpo sobre as pernas que tremiam de medo. Ele me cobriu com o cobertor e eu me encolhi em posição fetal.

–Eu vou ter pesadelos. – Falei. Se eu iria acordá-lo no meio da noite aos gritos, pelo menos ele tinha o direito de saber.

–Não vai. Eu estou aqui. – Respondeu.

Ele se deitou ao meu lado na cama e me abraçou. Merlin, como eu me sentia segura agora!

No entanto, pude ver em seus olhos. Eu não era a única que estava perturbada.

– Pensei que você não tivesse medo dela. – Falei.

–Eu não tive medo por mim. Eu tive medo por você. – Respondeu, sua voz rouca. – se alguma coisa acontecesse a você lá, eu juro que nunca mais me perdoaria.

Coloquei o dedo indicador em seus lábios, fazendo-o parar de falar em um gesto de silêncio.

–Mas não aconteceu, Draco. Eu estou bem. Você está bem. Tudo vai ficar bem. – Falei calmamente.

Era estranho. Mesmo eu estando morrendo de medo, e mesmo ele estando muito perturbado, nós nos consolávamos, não importava o que sentíamos. Só importava que o outro ficasse bem. Eu nunca tinha percebido algo assim antes.

Fechei os olhos e imediatamente peguei no sono.

Sonhei que estava naquele quarto com Bellatriz. Ela avançava lentamente em minha direção, e eu não conseguia me mexer, correr nem nada.

Eu estava começando a gritar, quando senti que alguém segurava a minha mão. Era Draco. Será que ele percebera que eu estava tendo um sonho ruim, e segurara minha mão na “vida real”? Era bem provável.

–Vai ficar tudo bem. – Sussurrou. Provavelmente um ato real que havia sido inserido no sonho.

Então ele puxou minha mão, me fazendo finalmente correr pra longe de Bella. A casa dos gritos estava diferente. As paredes estavam em um tom assustador de vermelho. Bella gritava “sangue-ruim” pra mim. Recordações da penúltima vez que eu a encontrara.

Então finalmente saímos da casa. A Neve estava linda, e o céu era azul.

Mas Bella apareceu na porta da varanda, com a varinha erguida.

E a parte assustadora do sonho. Eu a matei com um Avada Kedavra.

Eu nunca havia matado alguém, e nem nunca teria coragem. Mas no sonho eu o fiz.

–Nunca mais mexa com as pessoas que eu amo, sua vadia. – Sussurrei, com a voz cheia de ódio.

E então eu acordei.

Notas finais
REVIEEEEEEEEEEEEEEEEEWS? *-* ou recomendações? não? ok. :c