Todos pararam a canção quando Scarlett fez o sinal para pararem.

– Um duende! — Scarlett avistou um duende correndo de um lado para o outro.

Todos correram até o duende que os olhou e tentou correr, mas Scarlett o segurou.

– Olá. — Scarlett o observou.

– Olá? — O duende tinha uma voz pelo menos mais grossa que a de Max.

– Você sabe o que aconteceu com o Papai Noel? — Ella se aproximou.

– Vocês querem ajudar a salvar ele? — O duende os olhou estranho.

– Sim! — Todos disseram em uníssono.

– Iupi! Pode me soltar? — Scarlett solta o duende.

– Você pode nos levar para o Polo Norte? — Zoey chegou perto do duende.

– Mas é claro! Mas o que querem lá? — Perguntou o duende.

– Queremos descobrir a verdadeira identidade do que capturou Papai Noel! — Scarlett sorriu.

– Bom, eu sou um duende muito novo e nem sei quem deve ser este, é melhor falarem com o duende chefe, Troy! A propósito, sou o Ray. — O duende deu um sorriso fofo.

– Oh, que fofo! — Ella se agachou no chão. — Eu sou a Ella.

– Scarlett. — Scarlett também se agachou.

– Max. — Max ficou de pé.

– Courtney. — Foi ouvido um barulho de um toque de celular e Courtney atendeu. — Alô?

– Duncan. — Duncan cruzou os braços.

– Zoey. — Zoey se agachou junto de Scarlett e Ella.

– Ela é a Lindsay — Gwen apontou para Lindsay que deu um tapa na própria cara e riu. — E eu sou a Gwen.

– Hum... Minha mamãe se chama Gwendolen... — O duende pensou. — Minha titia se chama Courtney e a outra Zoey... Que coincidência...

Gwen riu.

– O meu Gwendolyn é com Ipsílon. Não com e. — Gwen falou sorrindo.

– Hum... Bom, vamos ao Polo Norte. — O duende diz determinado.

Ray pega um controle e aperta um botão azul escuro e logo um círculo transparente se forma em volta deles e logo eles são jogados abaixo da terra e depois de alguns minutos, estão no Polo Norte.

– Chegamos! — Ray sorri. — Bom, precisamos fazer uma pequena viagem até lá... É só uns dois quilômetros.

– Ah... — Lindsay diz triste.

– Eu tenho esse trenó. — Ray olha pro lado e pega um trenó.

– É seu? — Gwen pergunta.

– Sim, paramos na minha casa. — Ele sorri.

Uma duende aparece e chega perto de Ray.

– Filho... O que está fazendo? — Gwendolen pergunta.

– Estou levando estes jovens até o castelo de Papai Noel, eles estão procurando ele! — Disse Ray subindo no trenó e todos começaram a subir.

– Finalmente alguém corajoso para salvar o Papai Noel! — Ela sorri.

– Digam olá para minha mamãe Gwendolen! — Ray diz.

– Olá Gwendolen! — Todos dizem em unissóno.

Gwendolen ri.

– Mamãe, sabia que ela... — Ele aponta para Gwen. — Se chama Gwendolyn?

– Que coincidência! — Gwendolen sorri.

– Ela... — Aponta para Courtney. — Se chama Courtney e ela... — Aponta para Zoey. — Se chama Zoey.

– Nossa... É uma tremenda coincidência! — Ela sorri. — Bom, vão, salvem Papai Noel!

Ray manda um beijo para a mãe e logo o trenó começa a percorrer, a viagem segue em silêncio e logo eles chegam ao Castelo de Papai Noel.

O Castelo era repleto de gelo e neve, obviamente, logo em frente a porta de gelo, dois guardas duendes com roupas verdes com lanças, os guardas batiam a lança no chão e o grupo se aproximou.

– Quem ousa entrar no castelo do Papai Noel? — Perguntou o guarda da direita.

– Ray... E este grupo de viajantes que estão á procura do mestre. — Disse Ray apontando para os garotos.

– Hum... Entrem. — Os portões foram abertos.

Todos adentraram o castelo.

– Não fiquem admirando muito... Não vieram para visitas! — Ray continuou o caminho enquanto todos o seguiam.

Continuaram até que chegaram a uma parede cinzenta, sem cor alguma, com portas francesas.

– Mestre Gnomo! — Ray chamou. — Tenho visitas!

– Deixe-me em paz por um segundo, Ray! — Gritou uma voz grossa.

– Por favor! — Insistiu o duende. — Eles querem ajudar na procura do Papai Noel.

As portas foram abertas e todos adentraram a sala, que era composta por uma cadeira e uma mesa de escritório, além de vários espelhos e uma caixinha de ouro numa mesa de vidro.

– Quem são vocês? — O mestre se mostrou.

– Viemos salvar o Coelhinho da Páscoa... — Lindsay se aproximou do mestre.

– Ela tem problemas! — Gwen se aproximou.

– Não, ela só é burra mesmo. — Courtney chegou junto.

– Courtney! — Gritou Ella.

– É verdade! — Ela levantou os braços.

– Basta! — O mestre gritou.

– Com licença. — Scarlett empurrou as garotas de sua frente. — Nós viemos salvar o Papai Noel, não precisa de nossa identidade, senhor, só queremos o mapa do caminho para o Castelo de Breu e de ajuda para nossa procura...

Scarlett foi interrompida por Max.

– Além de você nos explicar o que houve! — Max aumentou a voz.

– Ou ajudar vocês a descobrir o que houve. — Disse o mestre.

– Bom, quando ele desapareceu, estavamos todos unidos, juntos e uma grande vento nos impediu de enxergar algo, e quando parou, uma figura de Papai Noel sumiu, além da luz e um papel amarelado apareceu dizendo que Papai Noel havia desaparecido. — Scarlett olhou para o homem.

– Havia nome? — Perguntou o mestre.

– Sim, eu descobri... — Scarlett disse. — Bom, estava em uma linguagem extinta mas eu descobri... Breu!

O homem assustou-se.

– Como?! — Ray se assustou junto. — Como ele pode ter feito isso?!

– O que houve? — Scarlett se aproximou.

– Breu é uma ameaça! Ele quer acabar com o sonho das crianças! Com o Natal, com a Páscoa, com o Mundo! — O mestre preocupou-se.

– Não! — Ella gritou, se jogou de joelhos no chão e pôs se a chorar.

– Eu te entendo, mas precisamos do mapa para o Castelo de Breu! Queremos salva-lo... — Disse Scarlett, determinada.

– Vocês... Não pode ser! — O mestre afirmou o pensamentos. — São...

Parou a frase e deixou um momento de misterio naquele silencio.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.