Dragões de Diamante

8 A Procura de Respostas


Notas iniciais
Hoje descobriremos a força de uma ligação única entre dois corações...Continuem acompanhando e não esqueçam de comentar.

Ao chegarmos na vila, todas as pessoas olhavam para nós como se nunca tivessem visto, era bem desconfortável, mas havia algo estranho não era para mim que olhavam e sim para...

—Dillon!-Grito.

—Mestra! O que está acontecendo?-Fala ele assustado.

—Dragão! rápido peguem suas armas, ele não irá escapar!

As pessoas pegaram todas as armas possíveis para atacá-lo.

—Esperem! Parem! Não o machuquem!-Fala Sollan.

—Como pode proteger essa monstruosidade?!-pergunta um dos homens.

—Ele não é um dragão ruim está conosco, ele está aqui para nos proteger das trevas.

—E quem é ela?

—Ela é a luz que nos salvará das trevas.

—Como podemos confiar em pessoas que nem conhecemos?-Pergunta um homem segurando uma foice que parecia nem estar aguentando segurar.

—Mas sabem que podem confiar em mim? não sabem?

—Talvez, você sumiu há vários meses.-Fala um rapaz alto e forte saindo do meio daquelas pessoas.

—Eu sei, mas estava a procura de algo muito valioso, que salvaria nossa vila.

—E encontrou? Meu filho?-Fala uma mulher saindo de trás de uma árvore, com voz suave e cheia de ternura.

—Sim mãe, eu a encontrei, assim como estava escrito na profecia.

Foi então que as pessoas começaram a se afastar e de uma maneira tão intrigante que me senti estranha, senti como se estivessem com medo de mim.

Dillon sussurra no meu ouvido-Mestra, o que você fez?

—Eu não fiz nada, elas que começaram a se afastar do nada.- falo em tom baixo.

—Bem vindos queridos!- Fala a mulher de vestido com um ramo de flores segurando nas mãos, que aparentava estar colhendo.

—Essa é minha mãe, Rainha Gesebel.

—Majestade.-Falamos eu e Dillon em oníssono.

—Rainha? Você não me disse que era um príncipe?-Falei sussurrando.

—Desculpe, mas você não perguntou.-Falou ele em voz baixa.

—Eu sei que tiveram uma longa viagem até chegar aqui, por favor acompanhem-me até o castelo.-fala entrando na carruagem e pela janela acrescenta-Meus súditos, não temam, a luz derrotará as trevas.

As pessoas aparentam ficar mais calmas e voltam as suas funções normalmente, como se nada tivesse acontecido.O que para mim pareceu muito estranho. Depois de algum tempo chegamos ao castelo e na ala principal um grande baquete nos esperava.

—Sabia que iria voltar meu filho e que traria a essência da luz.

—Sim mãe, eu a trouxe como prometi.

—Perdão majestade, mas que essência de luz é essa que estão falando?

—Você saberá logo, vamos sirvam-se e descansem, sei que estão exaustos.- falou ela saindo do salão.

Depois de todo o baquete eu e Dillon fomos direcionados a um quarto, onde tinha uma cama muito macia, que não resistimos e acabamos adormecendo.No dia seguinte, Sollan começou a nos contar sobre o sangue real e a ligação entre dragões e cavaleiros na sua família e que era passada de geração em geração.

—Então, você quer dizer que na sua família a geração montam dragões?

—Basicamente, é isso sim, mas não podemos nesses últimos tempos, os dragões que treinamos, após algum tempo acabaram se tornando selvagens e extremamente perigosos e por coincidência as trevas já estavam se espalhando.

—Entendo. Mas o que você sabe mais sobre essa história de ligação entre dragões e cavaleiros?

—O que eu sei é que o Dragão escolhe você e quando lutam juntos se tornam um só.

—Certo.Vocês não tem nada escrito em nenhum livro por aqui em relação a isso?

—Bem, tínhamos, mas com o tempo as escrituras se perderam.-fala Sollan

—okey, já que é assim vamos, precisamos ir.

—Aonde mestra?

—A procura de respostas?

Eu tinha a impressão de que estavam escondendo alguma coisa de mim e alguma coisa dentro de mim, por alguma razão me guiava instintivamente ao meu destino. Sobrevoamos o céu,quando eu vejo há uma certa distância uma cachoeira, que chama minha atenção.

—Dillon, descer.

—O que você viu, mestra?

—Apenas esteja preparado. okey?

—Certo.

De dentro da cachoeira ouvia-se um clamar da criatura, era um dragão de escamas verdes esmeraldas.

—Mestra é um dragão de jade e ele não me parece estar contente com a nossa presença.

—Ele devia estar?

—Mestra o que está fazendo?-fala Dillon, enquanto saio em direção a cachoeira.

—O que quer, seu ser insignificante?-fala o dragão.

—Preciso de respostas, o que é a ligação entre dragão e cavaleiro?

—E por que acha que eu diria isso a você?

—Por que precisa de ajuda, está ferido.

—Isso não é da sua conta! Vá embora! Nem sei mesmo quem é você!-Fala ele muito irritado.

Do alto surge um dragão negro e obscuro, pronto para matar e destruir tudo a sua frente e vinha em nossa direção...

Notas finais
Estejam preparados, pois na próxima postagem vou deixar marcada uma batalha incrível.