Dragon Slayer
5 Ser-se discreto.
Logo após a partida de Saphira para a sua nova missão, Makarov chamou Erza até uma sala fazendo o teu time esperar por ela antes de partirem:
–Erza... — Começou. — Vocês vão atrás de Saphira.
–Sim, mestre. Poderei perguntar a razão? — Disse.
–Apenas como uma proteção. — Pausa breve. — Não deixem que ela vos veja, nem que nada lhe aconteça.
–Entendo. Por algo receia?
–Um pai tem que proteger as suas crias.
–Certo.
Erza saiu da sala dirigindo-se até ao time:
–O mestre deu ordens! — Disse com uma voz autoritária. — Vamos atrás de Saphira.
«Huh?»
–Porquê? — Questionou Natsu.
–E esta missão? — Perguntou Lucy ao mostrar o papel.
–Esqueçam essa missão. — Ordenou. — O mestre deu-nos outra.
–Porquê atrás de Saphira? — Interrogou Gray.
–O mestre receia que algo de mal lhe aconteça. — Pausa breve. — Teremos de ser discretos para que ela não nos veja.
Poseram-se a caminho do comboio onde havia grande probabilidade de Saphira lá estar.
–Ela está ali. — Avisa Gray.
–Certo. Então vamos entrar ali. — Disse Erza.
O comboio parou, as portas abriram e entraram, no entanto, algo que se esperava estava prestes a acontecer. Natsu tinha ficado roxo e Wendy não estava com eles:
–Natsu, estás bem? — Disse Happy.
–Estás enjoado? Mas o comboio ainda nem começou a andar. — Falou Lucy admirada.
–Vou vomitar! — Disse mal o comboio partiu.
–Sentem-se! — Ordenou. — Eu resolvo isto. — Erza pegou em Natsu e e meteu-o a dormir com apenas um murro.
Uma viagem de 2h e Natsu apenas se manteve a dormir durante 1h:
–Erza! — Gritou. — Porque me bates-te? — Natsu estava realmente irritado, no entanto, o enjo-o voltou fazendo-o calar-se e ficar roxo novamente.
–O que não entendes-te quanto a sermos discretos? — Refilou Lucy.
Saphira pareceu ter ouvido a voz de Natsu, olhou para trás e nada...
–Aqua, não te pareceu ouvir o Natsu? — Perguntou.
–Não. Porquê?
–Nada.. — Sorriu e olhou pela janela. — Já estamos perto! — Alertou.
–Lá se foi a nossa discrição. — Disse Gray.
O comboio parou.
Esperaram que Saphira saisse e só depois sairam eles, indo atrás dela com o maior silêncio possivel, apesar de terem tido bastantes problemas em sossegar Natsu.
–Pára quieto! — Refilava Lucy baixinho.
–Nin-nin, Nin-nin. -Dizia Natsu e Happy enquanto faziam movimentos de Karaté.
–Somos ninjas! Rápidos e discretos! — Nin-nin, Nin-nin.
–Aye, sir. — Concordou Happy.
Erza voltou-se para Natsu com uma cara de poucos amigos:
–O mestre confiou-nos esta missão, se falhar-mos vais ter que fazer Nin-nin em outra vida.
–Que assustadora! — Disse Happy baixinho para Natsu.
–É. — Concordou Natsu assustado.
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