Dragon Ruler
1 Capitulo 1 - O inicio
Começou há um ano, em uma cidade qualquer, em um estado qualquer, em um lugar qualquer e em um país chamado Brasil. Um jovem Otaku ao ver um documentário, falando da convivência dos brasileiros em Tóquio, Japão. Decide algo altamente impressionante para seus pais, amigos e familiares. Um sonho antes nunca ouvido no lugar onde mora. Nosso herói decide concorrer a uma bolsa de intercâmbio em uma das escolas de ensino médio do Japão. Mas ele não quer só estudar durante três anos, ele quer morar lá, conhecer uma bela garota e quem sabe formar uma bela família. Esse é o sonho de Akihiko Hayato, um jovem Otaku brasileiro, que sonha um dia ir ao Japão estudar, morar, conhecer sua futura esposa e ter um casal de filhos. Com uma grande vontade de querer conhecer outro país, outro mundo. Acreditando ele que ao absorver tal cultura, o mesmo se torne mais sábio e passe a olhar o mundo com olhos diferentes, olhos de quem sabe e conhece a verdadeira face e os segredos que este mundo mantém escondido dos humanos. Nosso amigo, parte para a sua nova aventura sem saber que, esta decisão tomada irá mudar completamente sua vida.
Akihiko Hayato se encontra em sua casa, ainda no Brasil, de ante de seu computador, conferindo o resultado do teste, que mais tarde o daria uma bolsa de intercambio, para uma das escolas particulares mais prestigiadas no Japão.
Akihiko Hayato – Certo! Com isso conseguirei certamente ir ao Japão, e realizar o tão esperado sonho. (falo em foz alta, fechando o punho e levantando a altura do pescoço, sem se importar com quem esteja próximo a ele)
Akihiko Hayato – KuKuKuKu... (riu discretamente e continuou falando) valeu apena todas as noites em claro que passei estudando. Com essa pontuação... (respirou e continuou) certamente irei conseguir a bolsa, que tanto sonho. (falou, com um sorriso discreto plantado no rosto)
Assim, Akihiko Hayato consegue nota máxima no teste, para alegria dele e tristeza das pessoas próximas a ele. Espontaneamente sua mãe começa a chorar e Hayato corre a consola-la dizendo:
Akihiko Hayato – Mãe... (respirou fundo e continuou) é assim que são as coisas. Um dia o filho terá que sair de casa e os pais não podem impedir isso, pois é nessa partida que um doce menino, se tornará um grande homem. (falou com orgulho e um sorriso sincero no rosto)
E perguntou a mesma:
Akihiko Hayato – A senhora me entende? (perguntou ele a mãe)
E sem falar nada, a pobre da mãe continua a chorar abraçada a seu filho.
Já seu pai, um homem um pouco bruto e ignorante, não lhe diz nada. Mas sabe ele que por dentro seu pai chora, porém ao mesmo tempo sente-se orgulhoso. Pois seu filho irá para outro país se tornar um grande homem, amado e respeitado, por tudo e todos.
Cheio de ansiedade Hayato começa a fazer os preparativos para sua viajem, comprar casacos, meias e outros utensílios que lhe protegeria do frio. Prepara seu computador com as melhores peças, pois nosso herói é também um nerd, então ter um bom computador, com um alto desempenho para jogos significaria tudo para ele.
Hayato agora se encontra com 16 anos, perdeu um ano de seus estudos para se preparar para o teste que mudaria a sua vida. Agora ele se encontra em êxtase, cheio de felicidade e ansiedade, não podendo esperar um único segundo para chegar ao Japão.
Passa-se um ano, Hayato que já estava no curso de inglês o termina e já fluente na língua, recebe uma carta do consulado informando quando ele partiria para sua viajem. Na carta informava que a data marcada para sua partida seria em meados da primavera. Que era quando lá, no Japão, começaria o ano letivo. Todo feliz e a poucos dias de sua viajem, Hayato começa os preparativos e as arrumações, com um sorriso no rosto sem igual, pois estaria próximo de realizar um sonho.
Chegando o dia de sua partida, Hayato se torna mais eufórico. Como sempre, toma seu banho, arruma-se e se alimenta de algo, para não sentir fome durante o caminho ao aeroporto, já que Hayato mora em uma pequena cidade do interior. Liga para o motorista contratado para leva-lo a seu ponto de partida, e o avisa que em minutos estará pronto, o autorizando a vir busca-lo.
Motorista – Alo? (respondeu o motorista ao atender o celular)
Akihiko Hayato – É o Senhor Fernando? (perguntou)
Motorista – Sim, é ele mesmo, diga?
Akihiko Hayato – Aqui quem fala é Hayato, o rapaz que falou com o senhor para leva-lo ao aeroporto. (falou)
Akihiko Hayato – Só estou ligando para avisar que em poucos minutos estarei pronto. Então o senhor pode vir me buscar. (afirmou)
Motorista – Certo, estarei ai em pouco tempo! (falou)
Akihiko Hayato – Ok, obrigado. (falou)
E sentindo uma grande felicidade, ele desliga o seu celular e parte para fazer os acabamentos em suas arrumações, conferindo se não lhe faltava nada.
Como prometido o Senhor Fernando, (o motorista) em pouquíssimo tempo chega à porta da casa do herói e toca a buzina de seu carro, como forma de avisar que já tinha chegado.
Akihiko Hayato – Ok, estarei indo!! (afirmou)
Terminando de aprontar-se, despe-se de seus pais e anda em direção à porta. De frente com sua casa, já próximo ao carro, sua mãe começa a chorar. E sorrindo, ele levanta seu braço direito e diz:
Akihiko Hayato – Até mais meu povo, em breve estarei de volta, só não sei quando. HAHAHAHA... (falou, seguido de um riso alto)
Riu altamente, mascarando a sua tristeza, por ter que deixar sua família e amigos. Verdade, nosso herói estava muito triste por ter que partir, porém feliz, pois estava preste a realizar seu sonho.
Ao estar próximo de entrar no carro, seu pai lhe dar um aviso:
Pai – Preste atenção e olho vivo, ouviu? (falou com seriedade)
Akihiko Hayato – Certo, não se preocupem... estarei bem lá (falou pausadamente segurando o choro)
E mordendo seus lábios, Hayato entra no carro e acena um tchau para seus pais. A mãe logo diz:
Mãe – Olhe... tome cuidado. (falou chorando)
Ao ver e ouvir sua mãe falando, Hayato não pode mais segurar o choro e mordendo seus lábios fala ao motorista:
Akihiko Hayato – Podemos ir... (falou engolindo o choro)
E quando o carro vai se distanciando da casa de seus pais, Hayato olha para trás e vendo aquela cena triste, começa a chorar também. Um choro soluçante que o tirava o folego cada vez mais. Olhando todo aquele drama, o motorista pergunta:
Motorista – Está tudo bem garoto? (perguntou)
Akihiko Hayato – Sim, não a nada que não passe. (respondeu, fazendo um tímido sorriso)
Respirou fundo, se acalmou e sorriu mais uma vez. Mas agora seu sorriso era diferente, ele brilhava e transmitia para que o visse a felicidade e esperança de viver. Ao ver aquele sorriso o motorista sorriu e disse:
Motorista – É assim mesmo, um dia o passarinho tem que deixar o ninho dos pais e voar com suas próprias asas. (falou com um tom de sabedoria)
E com um límpido sorriso Hayato, respondeu:
Akihiko Hayato – Sim e esse meu dia foi hoje. (falou balançando a sua cabeça de cima a baixo)
E levantando os seus braços exclamou:
Akihiko Hayato – Japão me espere, pois aqui vou eu!! (falou de forma triunfante)
Logo o motorista sorriu, ao ver aquilo e continuou a dirigir.
Ao chegar ao aeroporto, Hayato desce do carro, tira suas malas do mesmo e paga a quantia em dinheiro, acertado com o motorista. Ao entrar no carro, o motorista olha para Hayato e fala:
Motorista – Boa sorte garoto (falou batendo continência*)
*Nota: Continência é um tipo de saudação tida entres os militares, um ato de levantar a sua mão direita até a altura de sua cabeça. Já que o motorista foi um soldado do exercito Brasileiro no passado, ele salda Hayato com um simples, mas sigiloso, bater de continência.
Logo Hayato responde:
Akihiko Hayato – Obrigado (falou sorrindo)
E com um tremendo entusiasmo ele parte em busca do portão o qual desembarcará.
Pouco tempo depois de chegar ao aeroporto, Hayato se encontra perdido, sem saber onde ficaria a entrada do portão o qual desembarcaria.
Akihiko Hayato – Nossa.... KuKuKuKu... mal chego e já estou perdido. Mas isso aqui é muito grande, melhor perguntar a alguém. (pensou)
Assim, ele procurar a pessoa, mas próxima com o objetivo de pegar informações, sobre onde ficaria o portão de desembarque citado na passagem.
Ao perguntar para a primeira pessoa, ela se mostra desatendida, sem saber onde ficaria tal portão. Então Hayato resolve perguntar a um daqueles atendentes, que estão nos balcões. Logo, ele procurar a atendente da mesma empresa de aviação, a qual foi comprada sua passagem.
Se aproximando da atendente ele falo:
Akihiko Hayato – Com licença, poderia-me dizer como faço para embarcar no meu vôo? (perguntou)
E ao ouvir, a atendente responde:
Atendente – Sim, deixe-me ver sua passagem, por favor? (falou ela)
Akihiko Hayato – Ok, aqui estar. (respondeu ele)
E ao ver a passagem, a atendente logo afirma:
Atendente – Bem, o senhor embarcará daqui a 30 (trinta) minutos, com o destino a cidade de Tóquio, Japão. Portão 47 (quarenta e sete) e o avião já estar ai, então o senhor irá me passar as suas malas, para fazermos a pesagem e encaminharmos elas, ao avião. (falou a atendente com clareza e educação)
Hayato espantado com tamanha educação e forma exemplar de atender os clientes. Logo responde:
Akihiko Hayato – Ok, e quando será que entrarei no avião? (perguntou)
Atendente – Bom, assim que eu despachar suas malas, o encaminharei para a entrada de seu portão e de lá, outro funcionário o levará até o avião. (respondeu com clareza)
Akihiko Hayato – Certo! (afirmou)
Como prometido, a atendente termina de mandar as malas de Hayato para o avião e o guia até a entrada do portão o qual desembarcaria.
Chegando ao portão, Hayato se depara com algo nunca visto antes, que logo o interpreta de forma magica e mística.
Akihiko Hayato – Um... o que deva ser isso? (pensou, se perguntando com um ar de espanto)
Akihiko Hayato – Deva ser algum tipo de portal, cujo objetivo seja verificar que o passageiro esteja portando, algum tipo de objeto indesejável para a policia. (pensou sorrindo discretamente)
É pessoal, nosso amigo Hayato não perde tempo e logo voa em sua imaginação fértil. Não é a toa que ele seja um Otaku, vive fugindo de sua realidade e tendo aventuras que só venha a acontecer no mundo dos animes e mangas.
Ao se aproximar do portal, digo detector de metais, nada grave acontece e ele passa tranquilamente. Tomando como seu próximo objetivo o avião.
Entrando no avião, Hayato se depara com pessoas japonesas, pensou ele ser turistas a que vinha visitar o Brasil e outros tipos de povos que talvez fosse à viagem ou passeio ao Japão. Sem mais nem menos, procura sua poltrona e se senta, euforicamente e cheio de nervosismo, por nunca ter viajado de avião antes.
Faltando poucos minutos para o avião decolar, ele percebe que ao seu lado senta-se uma doce e amável garota, muito bonita por sinal. E logo ele impõe sobre ela com seus olhos cheios de cobiça e começa a analisar a moça que se senta ao seu lado.
Akihiko Hayato – Um... longo é o seu cabelo, negro como as trevas e quando reflete a luz solar, percebe-se um tom refletido de roxo. (pensou)
E continuou a sua analise, sobre a moça:
Akihiko Hayato – Pele branca como a lua, capaz de atrair os olhos de quem a visse. Corpo magro, não muito magro, porém bonito e atraente. Doces lábios bem vermelhinhos e carnudos, não muito grossos, mas atraentes. Seus olhos devam ser escuros, não... são roxos? Como alguém nasce com olhos roxos? Impossível isso!! (pensou espantado)
E espantando com tais olhos, ele continua a avaliar a garota que aparentava ter mais ou menos a mesma idade que dele.
Akihiko Hayato – Linda ela é... (pensou) parece até uma personagem de anime, doce e serena, porém rígida, mas meiga. Uma típica presidente do conselho estudantil. (pensou em voz alta)
A garota notando o seu ultimo pensamento, responde:
Garota – Sim eu sou. (falou ela)
Logo espantado, Hayato quase salta de sua poltrona e fala:
Akihiko Hayato – Pensei alto de novo, não foi? (perguntou ele)
Agarota responde:
Garota – Sim, você pensou. (respondeu ela)
E com um típico riso ele balança a sua cabeça envergonhado, sem saber para onde olhar. A conversa acaba por ai, logo se avisa para apertarem os cintos, pois o avião estaria pronto para a decolagem.
Levantou vôo, logo espontaneamente Hayato levanta seus braços e grita:
Akihiko Hayato – Heee... estou indo para o Japão, IK ZOO...!!! (falou com tamanha exaltação)
Logo, todos olham para aquele garoto de pele parda e cabelo cortado curto e ver que ele cairia em grandes gargalhadas, se divertindo só de pensar que estará no Japão em poucas horas.
A garota que senta ao seu lado, o olha e começar a rir e ele notando o belo sorriso dela, a olha e sorri para a mesma.
Hayato, vendo toda aquela beleza, estica o seu braço direito com o intuito de se apresentar.
Akihiko Hayato – Prazer, Akihiko Hayato. (falou sorrindo)
E a garota responde:
Garota – Prazer, Misaki Yuuna. (falou)
E ao ver tal sorriso no rosto da Misaki Yuuna, Hayato fica paralisado e pensa:
Akihiko Hayato – Oooohhh... ela é mais bonita do que parece, uma verdadeira princesa. (pensou)
E por uns segundos Hayato fica envergonhado, se fechando assim para a Misaki. Ela notando tudo aquilo, logo pergunta:
Misaki Yuuna – O que foi? (falou, olhando atentamente para ele)
Hayato envergonhado com as mãos em seus joelhos responde:
Akihiko Hayato – É... que... (murmurou)
Logo Misaki Yuuna, não intendendo nada, pergunta:
Misaki Yuuna – Um...? (falou fixando seus olhos nele)
E sem mais enrolação ele solta:
Akihiko Hayato – É... que... você é muito bonita (falou todo envergonhado)
E com um belo sorriso, Misaki Yuuna agradece:
Misaki Yuuna – Rsrsrsrs... obrigado. (falou)
E logo ela disse:
Misaki Yuuna – E você é muito fofo. (falou ela)
Ao ouvir aquele elogio Hayato que, no entanto se achava feio, aparentou não acreditar e logo falou encarando-a olho a olho:
Akihiko Hayato – Um...!? (falou)
E por uns segundos os dois se encararam olho a olho, era como se as almas dos dois estivessem conectadas naquele momento. Parecia que o mundo todo tivesse parado naquele instante e que só existisse uma única harmonia no ambiente, que era a dos seus olhares.
De repente os dois se sentem envergonhados e rapidamente, mudam os ângulos de suas visões. Depois desse evento, os dois não conseguiam mais olhar um para o outro, sem que se sentissem envergonhados. E foi assim, até o final da viajem, parecia coisa do destino, era como se eles estivessem conectados um ao outro. Toda vez que Hayato tentava olhá-la, ela o olhava também e assim iam a viajem toda, seus corações aceleravam cada vez mais, talvez fosse o amor que estava nascendo, entre os dois.
Com o passar daquela longa viajem, Hayato se depara com o seu destino final. O avião acaba de aterrissar, e ele volta a sentir a emoção que estava antes de decolar. Seus olhos curiosos tentam captar o máximo de imagens possíveis através da janela do avião. Calma Hayato, espere pelo menos você descer do avião. Hayato vai vagarosamente se acalmando, respirando fundo, quando Misaki Yuuna lhe pergunta:
Misaki Yuuna – É sua primeira vinda ao Japão? (perguntou)
Hayato a olha e responde todo animado:
Akihiko Hayato – Sim, é e estarei muito, mas muito próximo de realizar o meu sonho de vir ao Japão. (respondeu ele todo feliz)
E com um belo e límpido sorriso em seu rosto Misaki fala:
Misaki Yuuna – Então seja bem vindo ao Japão Akihiko-san. (falou ela)
Todo animado e entendendo pouquíssimas palavras em japonês ele responde:
Akihiko Hayato – Muitíssimo obrigado!! (falou se curvando a um ângulo de 90° (noventa graus))
E Hayato percebendo-se que tudo seria muito novo para ele, logo pede para que Misaki descesse junto a ele do avião, para assim ajuda-lo a pegar sua bagagem.
Akihiko Hayato – Um... você poderia me acompanhar até a saída do aeroporto? É tudo muito novo para mim e já que você parece ser daqui... (falou envergonhado)
Logo ela responde:
Misaki Yuuna – Claro, seria um prazer acompanha-lo, vamos? (perguntou sorrindo)
E com um sorriso Hayato respondeu:
Akihiko Hayato – Sim, vamos. (falou ele)
E com Misaki em sua frente, Hayato saiu do avião e do portão de desembarque, sempre seguindo a Misaki. Ele notou o perfume que ela usava, era de um cheiro harmoniosamente, encantador, que o fazia se sentir nas nuvens.
Pegaram ambos, suas malas e tomaram como ponto principal a saída do aeroporto. Na frente do mesmo eles se despediram.
Misaki Yuuna – Bom, eu tenho que ir, já é tarde e meus pais me esperam em casa, até mais. (falou ela)
Akihiko Hayato – Não, espere... (falou levantando seu braço direito)
Enquanto menos espera, Hayato nota-se que Misaki já tinha desaparecido na multidão. Inconsolado ele diz:
Akihiko Hayato – Droga era para ter pedido o número do telefone dela... que idiota eu sou. (falou)
E vendo todos aqueles prédios, letreiros, aquelas luzes e pessoas. Hayato se sente renovado, feliz e capaz de fazer tudo que jamais imaginaria fazer antes.
De repente ele levanta os seus braços e grita:
Akihiko Hayato – Realizei o meu sonho de vir ao Japão!! (falou)
E novamente gripo:
Akihiko Hayato – Japão eu cheguei!! (falou com exaltação)
E assim nosso amigo Hayato, chega ao seu destino. Muitas, mas muitas aventuras o aguardam nesse lugar, aventuras e eventos que irão mudar completamente sua vida.
Sem esperar, Hayato parte para o dormitório da escola a qual ele cursaria o intercambio. Confiante e cheio de si, pois sua vida estará perto de se tornar cada vez melhor, nesse mundo oriental o qual ele tanto sonhava.
Fim.
Notas finais
O próximo capitulo sairá segunda ou domingo, posso até atrasar, mas farei o possível para lança-lo entre esses dias, se atrasar, entenda que sou universitário e ainda trabalho. Se você gostarem da minha história comente, estarei aberto a sugestões e criticas (lembrando criticas construtivas), sugestões que mudariam a rota da história serão descartadas.
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