Dragon Ball: as Aventuras de Kuririn
1 Protocolo: Nasce um futuro guerreiro
Notas iniciais
Um pouco exagerado em uma parte, mas eu acho que no final das contas ficou legal.
Protocolo: Nasce um futuro guerreiro o seu nome é: Kuririn.
O dia estava acabando em uma casa simples morava um casal. Esse casal tinha costumes budistas à parte da mulher que estava grávida, o marido sabia que quando tiver um filho ou se casa-se com um budista tinha que abandonar a parte religiosa da mulher.
Na época era bem rígida a parte religiosa, mas a mulher desconhecida prometeu deixar segredo na época, mas agora era tarde, pois o bebê estava querendo nascer. Como o bardo tava próximo o marido resolve faze-lo.
A mulher com muita dificuldade pra tirar o filhote de dentro dela, depois de 30 minutos naquela força sobre humana o bebê saiu como um jato que acertou o marido voar ate a parede, mas ele saiu normalmente bem. A mãe daquela criança disse antes de morrer:
- Ku... ri...rin... Deixa-me ver o nosso filho... – dizia ela.
O pai se levanta carregando-o até ela e falou:
- Kuririn... É nosso filho.
- Um belo nome. E pelo jeito como modo que nasceu, no futuro vai ser um garoto muito forte. – comentou-o.
- Deixe-o no templo dos monges que esse é o meu último pedido. Tudo bem?
- Vou fazer isso então. O Kuririn vai ser criado como um budista bem forte desse mundo!
Em seguida começou a chover bem forte, o pai de Kuririn vestia uma capa e carregava um cesto muito bem embrulhado, chegando ao templo, ele bateu na porta. E entrou-o pessoalmente para um monge e se retirou depois desse momento os pais de Kuririn nunca foram vistos.
2 anos depois...
Kuririn já tinha 2 anos e apenas com 2 anos de idade gostava de uma boa briga. Treinava duro para ficar mais forte do que os seus colegas monges.
Quem gostava de zoar com ele era os seus colegas monges com isso tava brigas. Como ele era muito fraco perdi-a feio com eles.
- Hahaha!!! Que otário que você é Kuririn! – dizia um se capando.
- Você sabe que apanha feio da gente. E treina duro pra apanha mais ainda? – dizia o outro.
- Ah eh! Vocês vão ver o que eu posso fazer com vocês e com essa provocação! – Kuririn já zangado. – Quando for mais forte vou vingar essas marcas! – aponta o olho roxo.
- Bakayaro! Quando casar sara! Se você tiver coragem de se casar e deixar o seu cabelo comprido.
Todos começaram a rir da cara do moleque imaginando o pequeno Kuririn com cabelo com cara de palhaço. Assim ele ficou com mais raiva na hora.
- Grrrr..... Ora seus.... – Kuririn ficou tão furioso que começou a ventar ao redor do careca com tanta raiva ele ficou vermelho como pimenta. E eles começaram a sentir medo dele. – AGORA FOI A GODA D’ ÁGUA!
Kurirn foi interrompido por um monge mais velho que tocou no seu ombro para parar, mas os outros garotos já tinham corrido de medo.
- Kuririn o que você pensa que esta fazendo? – monge bravo.
- Ah? – olhou pra cima e a raiva já tinha passado. – Não é nada é só...
- E o que é esse olho roxo? – curioso. – Você esta envolvido em brigas novamente?
- Bem... Não exatamente, eu só estava quieto no meu canto treinando como de costume e vieram eles e me bateram de novo. ¬¬
O monge analisou a situação e ele foi ate os garotos que começaram a briga. Passou um tempo conversando logo depois ele retornou perto do garoto e disse:
- Verdade que você sabe usar o seu poder interior?
- Que poderes? Não sei o que você esta falando senhor...
O senhor monge tocou na cabeça do garoto fechou os olhos, concentrou e percebeu que Kuririn não era como os outros, percebeu que ele tinha um futuro guerreiro dentro de si e que cedo ou mais tarde ele iria sair do templo em busca de aventuras e romances lá fora.
- Como que pode esse garoto, tem um Ki muito alto da idade dele. – pensou o monge.
- O que houve senhor? – perguntou Kuririn – Tem alguma coisa errada?
- Não... Bom melhor você se cuidar esse seu olho que depois nós conversaremos. – respondeu nervoso.
- Ta bom... Então até mais! – Kurirn se retirou e ficou curioso. — O que será que ele sentiu para ficar tão nervoso desse jeito. – pensou ele.
O monge ficou preocupado de quanta quantidade de Ki que Kuririn tinha. Ele foi ate o conselho dos monges para discutir o assunto. Chegando lá o conselho era uma sala pequena, na frente havia quatro cadeiras para quatro monges mais experientes e no meio uma cadeira e uma mesa pequena para o acusado.
Fazia duas semanas que falavam sobre Kuririn como estava saindo com os colegas monges, mas desta vez o assunto era sério, logo eles decidiram esperar mais alguns anos e perguntar sobre se ele era feliz dentro do templo.
5 anos depois....
Mais cinco anos se passavam no templo, Kurirn já tinha 7 anos e decidiu ir na sala do conselho para reclamar.
Entrou na sala e sentou-se na cadeira e começou a falar.
- Eu Kuririn, desisto desse lugar. Porque eu sou muito maltratado com os meus colegas aqui e quero sair do templo. – revoltado.
Eles começaram a discutir o assunto e o resultado saiu na hora.
- O seu pedido foi aceito. E nós do conselho de monges que cuidamos de você, a conciliamos a procura de um mestre de artes marciais.
- Jura? Nossa eu estou muito grado. – Kuririn com um sorriso no rosto.
- Esse seu mestre se chama Mestre Kame, procure por esse nome. Kame.
- Mestre... Ka....me... – anotando. – Certo! Vou procurá-lo. Mas o que ele vai me ensinar? A usar os meus poderes misteriosos? *-*
- Ele vai de ensinar tudo o que precisa.
- Ótimo! Vou indo já. – levantou-se.
- Espere. Leve essas revistas de baixo nível. – diz uma mulher.
- Revista de baixo nível? – curioso.
A mulher entregou um pacote jeito de revista. Ele quase abriu quando ele recebe um tapa na cara.
- Isso dói! – esfregou a marca da mão apitando.
- Isso é proibido para menores de 18 anos. Você esta me entendendo? – com uma face assustadora.
- S- sim... Entendi... – tremendo de medo.
- Ótimo agora pode ir.
O garoto retirou da sala rapidamente e foi para o seu cômodo arrumando as suas coisas. Depois que a mala estava completamente pronta, a porta do templo estava aberta e todos os monges estavam na entrada para dar adeus para o garoto de saco de bancada. Em seguida ele ficou emocionado, não imaginava que iria receber um monte de gente dizendo “Boa sorte para a sua viagem.”. Apertou a mão dos colegas e dos mais velhos e saiu do templo. Para uma vida que iria lutar para ficar cada vez mais forte.
CONTINUA....
Notas finais
Comentei ai o que você achou. =)
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