Dragon Ball - A Saga de Yamoshi

12 Batalha de Assassinos! Chaos VS Cyborg Tao!


Notas iniciais
Número 17, agora junto de Tenkou, seu filho do meio, continua sua batalha contra Inoshi, o Serviçal do Espectro de Javali, da natureza de plasma, construído especificamente para matá-lo. Para destruí-lo, o Android deveria dizimar até sua última partícula, o que seria uma tarefa difícil. Utilizando da habilidade em barreiras de seu filho, Número 17 utilizava as oportunidades para intercalar com ataques de seus Atos do Gladiador. A estratégia cai por terra devido ao imenso poder de Inoshi e ambos atacam em conjunto. Se lembrando de um passado trágico, onde os filhos adotivos de 17, Tenkou e Hiyori, saíram feridos de uma explosão e seu mais velho, Sekyo, perdera parte de suas memórias e onde 17 teve de doar seu sangue para mantê-los vivos, o Android matinha a promessa que fizera na época, de nunca contar que eles tinham poderes Android devido a esse acontecimento trágico, onde sofreram uma mutação através de seu sangue. De volta ao presente, 17 e Tenkou elevam seus poderes e reduzem o corpo de Inoshi a nada, o derrotando. Longe dali, Chaos se encontra com Tao Pai Pai, que o esperava na Casa do Kame para lhe fazer uma proposta!

Chaos se encontrava cara a cara com um grande inimigo do passado. Tao Pai Pai, agora conhecido como Cyborg Tao, retornara para assombrá-lo. O mercenário havia aprisionado Oolong e esperado Chaos chegar até ali para fazer uma proposta, em troco de Oolong permanecer vivo. Trajando manto rosa por cima do gi roxo, Tao Pai Pai tinha uma carapaça de metal azul na cabeça, com duas lentes circulares no lugar dos olhos. Ele se encontrava com as mãos rente as costas, de forma imponente:

— Então vamos ao negócios! Seu amiguinho só continuará vivo se você aceitar realizar uma missão em meu nome! — Cyborg Tao diz de forma ríspida, mas sem perder a compostura — Você sabe muito bem que Son Goku me humilhou no passado e que não consegui me vingar de forma adequada, então... — ele sorri, encarando a face assustada de Chaos, que já entendera o que ele queria dizer — ...quero que mate Son Goku para mim! Só assim conseguirei continuar vivendo minha vida altamente longa em paz...

— Você por acaso enlouqueceu, maldito? — Chaos indaga, furioso. Ele se encontrava com o braço direito quebrado, apoiado na aba de seu gi azul, agora sem touca na cabeça, a qual perdera no mar, assim como tinha feridas pelo corpo todo. — Eu jamais mataria o Goku para satisfazer seu ego frágil! Ei, Oolong, você se esqueceu que pode se transformar? — Chaos olha para o porquinho amarrado pelos braços e pernas, amordaçado, quando o mesmo ergue as sobrancelhas e murmura alguma coisa, se transfigurando em uma mosca e desaparecendo entre as cordas que caíram inertes — Só você mesmo... — Chaos sorri de canto e então se volta para o mercenário — Me diga, Tao... de que forma irá me chantagear agora?

— Hum... e quem disse que não posso matá-lo da mesma forma? — Tao Pai Pai descruza os braços de trás das costas e revela suas mãos, a direita, num cromado cibernético e a segunda, terminando numa lâmina prateada — A vida de seu amiguinho será ceifada agora, mesmo que eu não receba nada em troca, o que é um verdadeiro saco! — Tao Pai Pai some de vista e golpeia o ar com sua lâmina, quando seu movimento é travado pela telecinesia de Chaos, que se revela diante de seus olhos

— Anda logo, Oolong! Vá embora daqui... — Chaos fazia força para segurar o braço de Tao Pai Pai, que teria atingido Oolong mesmo tendo o tamanho de uma mosca se ele não tivesse o impedido. A mosca Oolong então se transfigura num míssil e dispara pelo oceano. — Isso, agora finalmente posso lutar pra valer! — Chaos rompe a telecinesia, seguindo num chute direto no estômago de Tao Pai Pai, que é arremessado longe, até próximo da água do mar — O que foi? Já vai desistir?

— Ora, seu anão albino de uma figa! — CYborg Tao se levanta num salto, arrancando sua mão cibernética e revelando o cano por onde atirava seus famosos raios dourados — Você vai se arrepender de não ter aceitado minha proposta! — e assim, o choque ocorre

Vagando pelo meio do oceano na forma de um míssil roxo, Oolong encarava a imensidão das águas, se sentindo impotente por não poder ter feito nada contra Tao Pai Pai. Chaos estava ferido e talvez não sobrevivesse a batalha e isso seria em parte, devido a sua fraqueza:

— Eu realmente tenho que me tornar mais forte... — lágrimas escorriam dos olhos que ladeavam o míssil roxo — Eu não posso continuar sendo um fardo para os outros! Eu rejeitei o caminho das lutas para viver uma vida simples, mas ao que parece, as coisas só vão piorar! Só tenho mais alguns minutos... do contrário irei cair inerte no oceano e será o meu fim. Tenho que encontrar logo um local para aterrissar e começar a treinar, para não ser um completo inútil na próxima vez... para não se consumido pelo medo como fui agora...

— Esse é o espírito, Oolong... — uma voz familiar ecoa, quando Oolong se assusta e regride a sua habitual forma de um porco humanoide e cai em direção as águas do mar, a gritar — Não se preocupe, está tudo bem agora... — uma gigantesca sombra passeia pelo oceano, quando Oolong se sente acolhido por um familiar Ki

Sob as montanhas mais próximas da Capital do Oeste, agora avariadas pela batalha, Boo e Uub aparecem, encontrando os feridos da batalha, Yamcha e Pual. Boo começa a curar Pual, que estava mais ferido:

— Ainda bem que vocês chegaram! Pois acredito que Yajirobe não teve coragem de trazer as Sementes dos Deuses dessa vez... se ele ao menos tivesse deixado a gente trazer no bolso, como sempre... — Yamcha sorri, vendo Pual ter suas feridas completamente curadas pela magia de Boo — Mas quem precisa delas quando temos um curandeiro ambulante como você, não é, Boo?

— Boo só está fazendo isso por que Satan-San pediu pra Boo fazer! — Mr. Boo sorri de canto e se aproxima de Yamcha — Mas sim, eu sou poderoso! Agora que Uub está ao meu lado, me sinto mais poderoso que nunca, na verdade! — Yamcha olha para Uub, que sorri, mesmo com o aparente estado de choque que se encontrava depois do que Yamoshi fez com Gojiru — Não se preocupe, Uub, passaremos por isso juntos...

— Aconteceu alguma coisa, Uub? — Yamcha pergunta, já com suas feridas curadas, ao se levantar — Você parece preocupado com alguma coisa...

— É que eu sinto que enfrentarei Yamoshi mais cedo do que esperava e acredito que não conseguirei me controlar... ele falou comigo na minha cabeça e bem... — Uub respira fundo e olha para o chão, cabisbaixo — Eu nunca senti uma presença tão maligna antes... não sei se darei conta...

— Não se preocupe, Uub! — Yamcha sorri, tentando tranquilizar o garoto — Com o Boo ao seu lado você é praticamente invencível, não é? — Yamcha acena com a cabeça para Boo, que sorri — Agora acredito que tenhamos que ir até o local mais próximo para ver se todos estão bem, não? — e assim, Yamcha, Pual, Boo e Uub seguem até a Corporação Cápsula, voando — Falando nisso, por que você não curou o Número 17 antes, Boo?

— Eu já disse que só estou curando vocês por que Satan-San me pediu, não disse? — Boo, que levava Uub em suas costas, se coloca ao lado de Yamcha — É que ele me pediu tantas vezes, que bem, eu tive que aceitar, não é? Afinal, estamos falando de Satan-San, o Grande Herói da Terra! — gotas escorrem das nucas de Yamcha e Pual, ao passo que Mr. Satan espirra, recostado sob a varanda de sua casa, longe dali

De volta a Casa do Kame, Chaos, utilizando seu único braço bom, o esquerdo, dispara o Dodonpa, que compete com o Dodonpa de Cyborg Tao. Uma explosão ocorre e ambos recuam, para novamente se encontrarem ao centro. Chaos esquiva do golpe que Tao Pai Pai iria lhe aplicar próximo a orelha e desfere cinco chutes no peito do assassino e termina com um último no queixo, lhe arremessando para o alto:

"Se meu corpo aguentasse mais uma vez ser guiado pelo ódio, eu já teria o vencido, mas nesse estado..." — Chaos sentia seus músculos fraquejarem — "Terei de acabar com ele sem utilizar de minha transformação!" — um coqueiro é suspenso aos ares, girando e atingindo o corpo de Tao Pai Pai lá no alto, com o assassino caindo direto no telhado da Casa do Kame, causando um estrondo — "Droga, não era pra isso ter acontecido! Foi mal aí, finado Mestre Kame..."

Uma esfera de energia dourada aparece ao lado de Chaos, ao passo que ele recua no último momento, mas mesmo assim é afetado pelo impacto da explosão, que faz voar areia da praia sob seus olhos. Tao Pai Pai segue num ritmo frenético de golpes de lâmina, os quais Chaos vai desviando, parcialmente cegado pela areia que lhe perturbava a visão. Um, dois, três, quatro... quinze vezes ele desvia com maestria, até dar um mortal para trás e se jogar na água do mar, lavando a areia dos olhos.

Chaos ressurge das águas, guiando-a com sua telecinesia e envolvendo o corpo de Ciborgue Tao em um domo de água, como fizera contra Hakuma. Tao Pai Pai sorri lá dentro, quando gira seu corpo, ao mesmo tempo desferindo um Dodonpa, rompendo a esfera de água facilmente em vincos dourados. Ele então gira o corpo no ar e vem com uma sequência de chutes no peito de Chaos, que cospe sangue ao ser atingido por três deles, logo em seguida usando seu braço esquerdo para pegar o oponente pela calça e arremessá-lo para longe. Tao Pai Pai freia o lançamento e cai de pé sob um coqueiro caído:

— Querendo usar uma técnica de assassinato contra um assassino nato como eu? — Tao Pai Pai se refere ao domo de água com o qual Chaos tentara o afogar — Parece que você ganhou muita confiança durante todos esses anos, pequeno Chaos! Eu me lembro claramente de como o humilhei no Torneio de Artes Marciais daquela vez e como você não gostou nada daquilo... — o cyborg continua a o encarar, até que faz uma expressão de deboche — Isso me lembra de que a oferta ainda está de pé! É pegar ou largar! Mas agora o prêmio é você continuar vivo, Chaos...

— Eu prefiro morrer do que me aliar com alguém como você, Tao Pai Pai! Tenshin pouparia sua vida, pois mesmo você sendo um lixo de pessoa, você foi o seu mestre, mas eu não terei essa mesma compaixão! — Chaos arqueia os joelhos, quase sem forças, respira fundo a encara Tao Pai Pai através das lentes vermelhas — Você já matou muitas pessoas por algo banal como dinheiro, então acredito que não irei pro inferno por matar alguém como você, não é?

Bip-bip-bip! O dispositivo acoplado a carapaça cibernética a cabeça de Tao Pai Pai começa a tocar, quando o assassino balança a cabeça em negação e aperta o botão vermelho, impaciente, atendendo e ouvindo o que General Red tinha a dizer:

"Não pensa que pode me enganar, Tao Pai Pai. Eu sei que você ficou pra trás por seu motivos fúteis e por não estarmos pagando o quanto você queria..." — Ele se refere ao fato de o corpo cibernético de Tao Pai Pai ter sido gerado pela Gangue Pilaf. General Red agora tinha uma voz parcialmente robotizada, da mesma forma que General Blue, continuando sua repreensão. — "Não é por que não é uma criação minha que pode fazer o que quiser. Entrar para a Red Ribbon significa..."

— Me poupe de seu discurso ensaiado, seu grande idiota! — Tao Pai Pai responde, deixando Chaos confuso, pois o mesmo não podia ouvir o que rolava no dispositivo acoplado a cabeça do mercenário — Eu não assinei contrato algum, então posso fazer o que bem entender. Fique feliz por eu ainda não ter contado a ninguém sobre seu esconderijo secreto e nem sobre aquele velho maldito...

"Você sabe que foi acolhido após a morte de Tsuru com a condição de ficar de boca fechada, não é? Há uma bomba em sua cabeça desde aquele dia, onde você devia ter morrido, mas foi salvo pelos nossos, então, se contar nossa localização, Tao Pai Pai..." — General Red, sentado sob seu trono, sorri — "Sua cabeça irá voar pelos ares!"

— Ah, está falando sobre isso? — Tao Pai Pai perfura a própria carapaça em sua cabeça e arranca o componente dourado equivalente a bomba — Acha mesmo que um assassino profissional não saberia desarmar uma bomba, mesmo que estivesse dentro de sua cabeça? Eu estou o tempo todo sob o controle, seu grande idiota. Você não tem mais nada para usar contra mim agora, então fique grato se eu voltar para dar um alô, está ouvindo? — Tao Pai Pai desliga a ligação e se volta para Chaos — Corrigindo a minha frase anterior, só há uma coisa que não está sob meu controle... a vida de Son Goku! Eu já não posso mais vencê-lo, mas você, um amigo próximo, ele com certeza baixaria a guarda próximo de alguém como você, então...

— Você já sabe minha resposta, Tao Pai Pai... — Chaos sente uma pontada no coração — Você já está me dando nos nervos, sabia? Eu não consigo mais suportar sua presença... — o corpo de Chaos se revela a transbordar Ki escuro e sua estatura aumentara levianamente, ao passo que seus olhos violeta encararam o inimigo com extrema frieza — Mesmo que eu morra, eu o levarei junto comigo, pois não posso deixar que Son Goku morra. Ele é o maior potencial para nossa luta contra Yamoshi e algo como isso não pode ser perdido!

— Yamoshi? Ah, então se refere aos eventos que tem alterado a energia do planeta ao redor do mundo... saiba que isso é apenas um aquecimento! — Tao Pai Pai sorri, carregando energia em seu canhão — Se atravessarem as trevas que ele traz, outras bem piores irão surgir na forma de metal fundido! Ghaaaaaaaaaaa!!

O colossal canhão de energia de Tao Pai Pai engole o corpo de Chaos, ao passo que o pequeno rompe a vórtex de energia e vem num giro, atingindo uma cabeçada no peito do ciborgue, que cospe grande quantidade de sangue, caindo de costas. Chaos então pisa sob o peito dele e aponta o Dodonpa para a cabeça do mercenário. Tao Pai Pai gira o corpo a tempo a escapa vivo do raio, se colocando de pé e girando o corpo em uníssono. A lâmina então segue, enterrando sob as costelas de Chaos:

— Acabou, pequeno Chaos... — Tao Pai Pai retira a lâmina e o sangue espirra das costelas de Chaos — Agora, o golpe de misericórdia... fique sabendo que essa foi uma verdadeiro batalha de assassinos! Parece que ensinar tudo aquilo a Tenshin rendeu bons frutos... — Chaos regredira a forma base a caíra de joelhos, enquanto Tao Pai Pai apontava o canhão para sua cabeça — Suas últimas palavras...

— Chegou minha vez de retribuir, Chaos!! — a voz de Oolong ecoa, quando o porquinho se revela sob o ombro de um familiar guerreiro — E eu não sou a única novidade!!! Uhuuuuuul!!!

Uma gigantesca silhueta salta do mar, quando sua mandíbula abocanha o corpo de Ciborgue Tao sem piedade, o esmagando com sua força descomunal. Chaos sente uma ventania percorrer o local onde estava e vê a sombra da criatura cobrir a luz do sol. Uma gigantesca criatura do mar se encontrava ao seu lado e encima dela, dois de seus melhores amigos:

— Olá, Chaos... — a familiar voz diz, com sua careca refletindo a luz do sol — É bom ver que ainda está vivo! Desculpe por ter lhe dado um susto e tanto... as coisas realmente subiram de nível, não é?

De pé, sob o lombo da gigantesca tartaruga, se encontrava um monge. Um amigo. Seu nome... Kuririn, alguém que Chaos pensava ter morrido em batalha!!!

Notas finais
Não percam, o próximo capítulo de Dragon Ball Sem Limites - A Saga de Yamoshi, será: Dominem as Hordas do Tempo! Goku e Vegeta Além dos Limites!